Quem olha para o novo equipamento Genesis S815, que a Lexmark deve lançar no Brasil em abril, não imagina estar na frente de um multifuncional. Para começar, o equipamento trabalha na posição vertical e traz uma tela sensível ao toque de 4,3 polegadas em seu painel em preto, que tem um “jeitão de iPod”. Com esse display, o usuário pode realizar a seleção do número de cópias ou, por exemplo, ver notícias da Internet, saber o que seus amigos estão dizendo no Facebook ou acessar aplicativos. Basta tocar na tela.
O equipamento, que custará cerca de 900 reais, reúne impressora jato de tinta, fax, scanner e também traz novidades em seu sistema de digitalização das imagens. Para acelerar esse processo, a empresa incorporou uma câmera de 10 megapixels no interior do Genesis. Ao utilizar a função de scanner, o aparelho fotografa o documento. Com isso, o tempo de digitalização cai para apenas 3 segundos, cinco vezes inferior ao normal, segundo a Lexmark.
Multifuncional Genesis: 72 aplicativos para instalar no equipamento
Outro recurso presente no equipamento é a conexão wireless padrão N, que permite o acesso a redes sem fio e o uso da Internet. Assim é possível compartilhar o aparelho com notebooks, tablets e smartphones.
Para facilitar o uso do equipamento, a Lexmark oferece 72 aplicativos, que podem ser baixados da Internet e instalados no multifuncional. Além de programas de redes sociais como Facebook e Twitter (é possível apenas ler o conteúdo, não dá para inserir um texto ou foto diretamente), é possível instalar leitores de RSS, aplicativos para criação de formulários ou visualizadores de fotos como o Picasa, entre outros.
O equipamento imprime até 33 páginas por minuto e tem resolução para impressão de até 4800 por 1200 dpi no modo colorido. Trabalha com cartuchos independentes (quatro), que custam 25,90 reais (cada, na versão standard, que tem rendimento até 200 páginas). É compatível com Windows, Mac OS X e Linux. Com o uso do aplicaitvo LexPrint, as impressoras da Lexmark permitem imprimir arquivos do iPad, iPhone ou iPod Touch.
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As ferramentas sociais estão, há tempos, no front de batalha de todas as empresas que buscam conquistar e manter relacionamentos saudáveis com os seus públicos.
Afinal, ninguém mais discute a fundamental diferença entre as companhias que se focam única e exclusivamente na venda dos seus produtos e as que revolucionam os seus negócios para que eles girem em torno dos usuários.
Não sejamos ingênuos, claro: no final do dia, todas querem sempre a mesma coisa: aumentar as suas receitas, seus lucros e seus shares de mercado. Mas, as que entenderam que mercados não giram mais em torno de produtos, e sim de usuários – algo muito mais amplo e complexo de trabalhar – estão colhendo resultados substancialmente maiores.
Que o diga a Nike, tema de um outro artigo aqui na coluna e que conquistou milhões de fãs (no sentido original da palavra) ao lançar as suas plataformas para corredores que incluem provas de rua, aplicações para Iphone e chips para os tênis; ou a Natura que, mesmo muito antes do “boom” digital, construiu uma estratégia imbatível focada no fomento de comunidades de consultoras de beleza.
Há excesso de armas no arsenal social
Mas, mesmo entre as empresas que entenderam bem as mudanças dos tempos, gerir os negócios não tem sido nada fácil. Afinal, se há milhões de usuários dispostos a se relacionar com elas, há também milhares de redes sociais diferentes que podem ser utilizadas com essa finalidade.
Deve-se, então, estar em todas? Twitter, Facebook, Youtube, Flickr, Nings, Slideshare, FourSquare, YahooTravel… a infindável lista já é, por si só, a resposta de que estar em todas as redes ultrapassa os limites da viabilidade.
Até aí, sem problemas: basta selecionar as principais redes relacionadas aos principais focos de relacionamento que se deseja construir.
O seu negócio inclui temas complexos que demandem uma espécie de educação dos clientes? A montagem de um canal no Youtube pode ser a resposta perfeita para isso.
Fotos de eventos e encontros? O Flickr tem ferramentas perfeitas e certamente atenderá melhor a esse quesito do que redes como o Twitter.
Este, por sua vez, é ideal para comunicações práticas e diretas, daquelas que não demandem níveis elevados de aprofundamento.
Enfim, é possível se construir um ecossistema perfeito para o relacionamento com usuários tomando como base uma escolha bem feita envolvendo as principais ferramentas para cada um dos seus objetivos sociais, por assim dizer, e regendo-as de maneira unificada, prática e completa.
Mas, se o mundo digital tem características tão plurais, então porque uma única rede – o Facebook – tem crescido tão mais do que as outras?
E há o arsenal de uma arma só
De todas as redes existentes, o Facebook é a que mais se metamorfoseia de acordo com as necessidades não apenas dos seus usuários, mas dos usuários de toda a Web. Em determinado momento, por exemplo, a empresa percebeu que as pessoas gostavam tanto de se relacionar por geolocalização que uma nova rede, batizada de FourSquare, estava alcançando súbitas e altíssimas taxas de crescimento. O que o Facebook fez? Inseriu um serviço de geolocalização em suas próprias páginas.
Nada de diferente, aliás, do que fez anos antes ao perceber que usuários estavam mergulhando de cabeça no Twitter: bastou alguns meses para que o Facebook alterasse a sua estrutura e viabilizasse murais simples, práticos e, “coincidentemente”, feitos para poucos caracteres.
Fotos e vídeos? Já fazem parte da rede há algum tempo.
Aplicações de terceiros? Idem, em um mar sem fim de sistemas que qualquer um pode desenvolver e lançar.
Ou seja: há, na Web, incontáveis redes sociais feitas sob medida para atender a demandas específicas envolvendo usuários e empresas, mas apenas o Facebook parece ter a vocação – e a ambição – de servir como plataforma única para todo e qualquer tipo de relacionamento.
Para que, afinal, usar Twitter, Youtube, FlickR, Slideshare, aplicações externas, blogs, Nings e muito mais se tudo, absolutamente tudo, que se possa fazer em cada um desses ambientes pode ser feito em uma única rede que já reúne o maior grupo de usuários do mundo?
Com essa estratégia de mudar de acordo com o momento e de crescer para todos os lados, o Facebook está, de fato, dominando o cenário. Segundo levantamento da SocialBakers, ele já soma no mundo mais de 700 milhões de adeptos; no Brasil, cresceu assombrosos 11% em apenas um mês (maio de 2011), chegando a 19 milhões de usuários e quebrando o “hype” do Twitter.
A estratégia (talvez eticamente questionável) de “copiar-e-colar” do Facebook, viabilizada por um dinamismo sem precedentes na história corporativa mundial, está dando resultados nítidos.
Para empresas, nada melhor do que a promessa de haver um único ambiente social para que elas se relacionem com os seus usuários; para usuários, é um sonho não ter que nadar entre senhas e sites diferentes para se relacionar com os seus amigos.
Mas será que essa hegemonia é definitiva?
O bom senso e uma mínima análise histórica garantem que não.
Há uma falha clara em qualquer estratégia regida pelo hábito de copiar os concorrentes: a partir do momento em que ela dá certo, a quantidade de concorrentes a serem copiados diminui fortemente – secando, por consequência, o seu principal (senão único) motor de inovação. Em outras palavras: qual o futuro de uma empresa cuja principal qualidade é copiar estratégias alheias quando não houver mais estratégias a serem copiadas?
Na pior das hipóteses, a estagnação; na melhor, uma lentidão fatal digna das mais paquidérmicas e inchadas repartições públicas.
O futuro a Deus pertence
Acreditar que uma única rede social dominará um mundo tão pluralizado é, no mínimo, ingênuo. Nada, afinal, vem ao mundo com a garantia da eternidade.
Em algum momento, provavelmente antes do que se imagina, alguma nova rede surgirá e começará a abocanhar o espaço do Facebook – provavelmente copiando algumas de suas estratégias, diga-se de passagem.
Isso sem contar com as redes sociais já existentes: elas ainda tem porte, gana e muito, muito dinheiro para apostar em um mercado que ajudaram a formar.
Para usuários, toda essa ascensão e queda de redes acaba sendo absolutamente positiva: afinal, é o que garante que eles sempre tenham as suas demandas atendidas da melhor forma possível (e por quem quer que seja).
Para empresas que estão concentrando os seus relacionamentos sociais em um único ambiente, uma recomendação: está na hora de olhar para o longo prazo. Limitar os seus planejamentos de presença a apenas uma rede, por mais promissora que ela pareça ser no presente, é uma miopia estratégica que pode ter consequências desastrosas.
Mesmo hoje, no auge do Facebook, já começa a haver sinais curiosos de que o sucesso não é mesmo eterno. Há um local no mundo, por exemplo, em que a quantidade de usuários que a rede tinha despencou 75% apenas em maio desse ano: o Vaticano.
O futuro das redes sociais, ao que parece, a Deus pertence.
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Nível: Básico
Aplicativos necessários: Facebook
Passos: 7
O Facebook é uma das redes sociais mais famosas do mundo. Prova disso é o seu crescimento contínuo, que já totaliza mais de 600 milhões de membros. Para manter seu perfil em dia e compartilhar informações com seus amigos, é possível utilizar o app oficial do Facebook no iPad, iPod Touch ou iPhone e ficar por dentro do que rola em toda a rede.
Passo 1. Acesse o iTunes, baixe e instale o Facebook no seu dispositivo.
Passo 2. Acesse o aplicativo e insira seu nome de usuário e senha no Facebook para visualizar as opções.
Passo 3. Ao fazer o login, o Facebook perguntará se você quer encontrar seus amigos. Se sim, toque em “Localizar amigos”, se não, toque em “Agora não”.
Passo 4. Assim que concluir as etapas você já terá acesso ao seu feeds de notícias.
Feed de Notícias (Foto: Reprodução/Camila Porto)Passo 5. Para ter acesso a todas as ferramentas do Facebook, como perfil, amigos, mensagens, Facebook Places, bate-papo, eventos, fotos, grupos e notas, basta tocar, no canto superior esquerdo, no pequeno quadro com vários quadrados dentro.
Menu de Ferramentas (Foto: Reprodução/Camila Porto)Passo 6. Logo abaixo das ferramentas há um botão horizontal que exibe as notificações. Toque nele para ter acesso às suas solicitações.
Passo 7. Em “Conta”, no canto superior esquerdo, você encontrará várias opções de configurações, tanto de sua conta no Facebook quanto de privacidade.
Com o aplicativo do Facebook para iPad, iPhone e iPod Touch é possível ter acesso à sua conta na rede social.
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Um novo recurso de streaming de música integrado no Facebook, baseado no serviço oferecido pela empresa sueca Spotify, pode ser lançado nas próximas duas semanas. De acordo com a Forbes, a ferramenta, ainda em fase de testes, seria instalada no computador, permitindo ao usuário ouvir o catálogo de músicas do Spotify através do Facebook, sozinho ou com amigos. E estaria disponível para todos os países que têm acesso ao serviço. As informações são do site Mashable.
O porta-voz da Spotify declarou desconhecer o acordo musical com o Facebook, limitando-se a dizer que a empresa possui uma integração com a rede social que é constantemente aprimorada, além de possuir uma boa relação com a plataforma do site, mas que “essa é [toda] a extensão de nossa relação”. A empresa afirmou também que está trabalhando constantemente para tornar a “experiência social do Spotify a melhor posssível e que recebe parcerias de qualquer companhia que procura inovar ao construir mais valor para os usuários.
A rede social de Zuckerberg afirmou também que não há novidades para serem anunciadas e que, assim como a empresa sueca, muitos outros serviços de música estão integrados ao site. “Falando especificamente do Spotify, apontamos o produto como um dos melhores exemplos de uso do Facebook para proporcionar às pessoas uma experiência social rica” definiu o porta-voz da empresa.
O serviço de streaming de músicas, lançado em 2008, conta com mais de 10 milhões de usuários, sendo destes 1 milhões adeptos de planos pagos.
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Mark Zuckerberg reafirmou nesta quarta-feira (25/05) sua postura em relação à entrada de jovens menores de 13 anos no Facebook. Embora veja como uma possibilidade, deixou claro que este não é o momento.
“Ainda não chegamos lá”, disse o CEO do Facebook no evento e-G8 Internet, realizado em Paris. A informação é do site PaidContent.
Segundo Zuckerberg por enquanto não há nenhuma possibilidade disso ocorrer, já que as crianças precisariam de uma autorização dos pais – enviada por fax – ou uma verificação via cartão de crédito.
“No futuro, acho que faz sentido explorarmos”, admitiu. “Mas precisaríamos encontrar diversas maneiras para deixá-las a salvo. Isso é o mais importante. Estamos desenvolvendo vários recursos, porém, esse não está entre nossas prioridades”.
Naturalmente, muitos menores de 13 anos já estão na rede social, já que a verificação é inexistente – basta o jovem mentir sobre sua idade. Segundo a revista Consumer Reports, há 7,5 milhões de membros nessa categoria, além de 5 milhões de internautas que nem sequer chegaram aos 10 anos.
Portanto, quando o Facebook criar uma forma para que as crianças possam acessar a rede – requisitando a autorização dos pais e definindo rígidas regras de privacidade, por exemplo – a atitude servirá mais para evitar sua entrada do que para liberá-la.
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Capitaneado pelo fundador e diretor Mark Zuckerberg, o Facebook deixou de ser apenas mais uma rede social há algum tempo e tenta enveredar por outras áreas. Segundo a revista Forbes divulgou na quarta-feira (25), a meta agora é partir para o lado musical em uma parceria com o popular serviço de streaming Spotify.
Facebook com Spotify? (Foto: Reprodução)Não é novidade que a empresa de Zuckerberg esteja tentando se tornar uma plataforma também para músicas: em 2008, a companhia tentou juntar forças com a Last.Fm para derrubar o ainda popular (à época) Myspace, mas as negociações não foram para frente. Dessa vez, porém, parece haver algo mais concreto, já que a publicação afirma que a parceria será anunciada nas próximas duas semanas, incluindo aí o lançamento da própria ferramenta.
Com a novidade, o menu de opções do usuário no Facebook (aquele abaixo da foto, à esquerda) vai mostrar a integração com o Spotify por um ícone, permitindo acesso rápido e fácil. Por ele, será possível escutar músicas ao mesmo tempo com os amigos, em um esquema de compartilhamento de mídia aproveitando a interação social do site de relacionamentos.
A Forbes não divulgou muitos detalhes sobre a parceria, mas afirmou que não haverá nenhum ônus financeiro para as duas empresas: a de Zuckerberg ganhará o serviço de música que sempre quis e incrementará a oferta de recursos, enquanto o Spotify conseguirá aumentar significativamente a base de usuários. Ou seja: as duas ganham e todo mundo fica feliz.
Ao menos se você não estiver lendo a notícia no Brasil, já que tanto o Spotify como a funcionalidade na rede social só estarão disponíveis nos países onde o serviço de música já atua (Finlândia, França, Noruega, Holanda, Espanha, Suécia e Reino Unido, com rumores de adoção também dos Estados Unidos em breve). Além de tudo, é uma ferramenta paga, custando 10 euros mensais para o usuário, embora exista a possibilidade de testá-la gratuitamente, mas limitado a apenas dez horas por mês.
Via: Neowin.net e Forbes
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(Fonte da imagem: Página oficial da ASUS no Facebook)
A ASUS publicou nesta segunda-feira (23 de maio) uma imagem misteriosa em sua página oficial do Facebook, que dá os primeiros relances de um novo aparelho que deve ser anunciado oficialmente durante a Computex 2011. Acompanhada da frase “Pad ou Phone?” ("tablet ou telefone", em uma tradução livre), a campanha revela poucas informações sobre a novidade.
Além da campanha na rede social, a empresa também publicou três imagens que revelam somente as laterais do novo dispositivo. A partir delas, é possível observar a presença de uma área ligeiramente elevada e a de um botão que aparentemente é responsável pelo travamento do aparelho.
Nenhum detalhe técnico sobre a novidade foi revelado, tornando-se um mistério qual o hardware, sistema operacional e dimensões do produto final. Mais detalhes devem surgir aos poucos no perfil da empresa no Facebook, porém, um anúncio final só deve acontecer durante a Computex 2011, evento que acontece entre os dias 31 maio e 4 de junho.
Galeria de Imagens
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Sheryl Sandberg ? COO - Chefe de Opera??es - do Facebook e bra?o direito do CEO Mark Zuckerberg
Foto: YouTube/Reprodu??o
Sheryl Sandberg, COO do Facebook - bra?o direito do CEO Mark Zuyckerberg - foi convidada pelas 600 alunas da Barnard College para palestrar durante a formatura delas em Nova York na ter?a-feira desta semana. No discurso, Sheryl falou que o mundo ? comandado pelos homens e que as mulheres, principalmente no mundo da tecnologia, t?m um grande desafio na carreira.
"Eu trabalho no Vale do Sil?cio. Vamos dizer que eu n?o costumo ficar em um local com muitas mulheres", disse Sheryl no in?cio da palestra. A COO conduziu todo o discurso pedindo que as mulheres que estavam se formando entendessem e lutassem pela mudan?a na din?mica atual e "remodelassem o di?logo" para ter certeza de que a voz das mulheres seja ouvida e n?o ignorada.
Sheryl ainda falou que a diferen?a social entre os g?neros masculino e feminino ? o grande problema moral desta gera??o. Ela concluiu afirmando que a gera??o dela teve a oportunidade de resolver este problema e falhou. "Voc?s s?o a promessa para um mundo mais igual. Voc?s s?o nossa esperan?a", encerrou a COO.
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A companhia de segurança digital Web of Trust (WOT) anunciou na quinta (12) que, em parceria com o Facebook, protegerá os usuários da rede social contra links duvidosos.
Quando um usuário do portal clicar em um endereço que o leve a uma página com má reputação – segundo a comunidade da WOT – visualizará uma mensagem de alerta, podendo escolher se prefere visitá-la mesmo assim. Usualmente, esses sites possuem códigos maliciosos e conteúdo inapropriado, ou oferecem serviços fraudulentos.
“O Facebook olhará em nossa base de dados a reputação de cada link externo”, disse Vasa Perälä, CEO da companhia. “Se o endereço não for recomendado, o internauta saberá, e poderá buscas mais informações a respeito.
A intenção não é bloquear sites, destacou, mas alertar os membros sobre possíveis riscos. O recurso já foi testado por 1% dos usuários da rede social nos Estados Unidos. A partir desta sexta (13) ficará disponível para todos naquele país. Semana que vem, chega ao resto do mundo.
A comunidade da WOT já denunciou cinco milhões de sites. O serviço garante a confiabilidade da avaliação a partir de análise do comportamento de cada usuário – se ele costuma usar a ferramenta corretamente ou não. A avaliação é feita duas vezes por hora.
Mais de 20 milhões de internautas fazem parte do serviço. A empresa pretende aumentar o número para 50 milhões até o fim deste ano.
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Para ajudar seus milhões de usuários a evitar o acesso não autorizado a suas contas, o Facebook adicionou um passo adicional de verificação em seu processo de login.
O novo recurso de segurança, chamado Login Approvals, tem a forma de uma autenticação de duas etapas, uma além da tradicional digitação de usuário e senha.
Com o Login Approvals, os usuários do Facebook podem agora pedir à empresa para exigir um código numérico, que deverá acompanhar as informações de usuário e senha sempre que alguém tentar efetuar um login a partir de aparelhos que não tenham sido previamente aprovados.
Pelo sistema, o Facebook vai enviar um código numérico em mensagem SMS ao celular que o usuário associou à conta, afirmou a empresa na quinta-feira (12/5), em blog.
Desta forma, uma conta estaria protegida contra acesso não autorizado por alguém que tivesse roubado as informações de usuário e senha.
Da próxima vez que essa pessoa tentar efetuar o login, o usuário legítimo será informado que alguém tentou acessar a conta e será aconselhado a alterar sua senha.
Se um usuário com o Login Approvals ativado tentar acessar a conta de um aparelho desconhecido sem ter o celular em mãos, ele permanecerá sem acesso até que consiga efetuar login de um aparelho aprovado.
Outras tecnologias
O Facebook considera empregar no Login Approvals outras tecnologias além do SMS, mas vai esperar até que essas outras formas de autenticação se tornem mais simples.
“Um desafio na construção de aprovações de login é equilibrar segurança e usabilidade. Recursos semelhantes em outros sites exigem que você baixe apps de autenticação ou compre tokens físicos para atuar como segundo fator. Essas abordagens são boas, e nós pensamos em empregá-las no futuro, mas elas exigem muito do usuário antes que possam ser utilizadas”, escreveu Andrew Song, estagiário de engenharia do Facebook, no blog da empresa.
Informações de usuário e senha são roubadas das pessoas por várias formas, como golpes de phishing, interceptação de comunicações Wi-Fi sem segurança e malwares que capturam digitação.
O recurso Login Approvals pode ser ativado por meio da seção Segurança da Conta, na página de configuração da conta do Facebook, segundo a empresa.
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Facebook, de Zuckerberg, contratou empresa em
ação anti-Google (Foto: Robert Galbraith/Reuters)A empresa de relações públicas Burson-Marsteller admitiu nesta quinta-feira que havia sido contratada pelo Facebook para entrar em contato com jornalistas nos Estados Unidos e sugerir a publicação de informações que questionavam a maneira do Google de lidar com a privacidade de seus usuários.
O Facebook confirmou ter contratado a empresa, mas disse que não tinha intenção de fazer uma campanha contra o Google, e sim de trazer à tona informações disponíveis publicamente sobre as práticas de coleta de dados pessoais da rival.
De acordo com reportagem publicada pelo diário americano "USA Today", funcionários da Burson-Marsteller entraram em contato com o jornal para sugerir a publicação de uma história sobre os planos do Google para sua futura rede social, que usaria informações retiradas de outros serviços da empresa e da própria internet. De acordo com o jornal, os funcionários sugeriram que tal prática feria a política de privacidade do Google e iria contra normas estabelecidas pelo governo americano.
Em comunicado oficial, a Burson-Marsteller anunciou sua retirada da campanha, que iria contra "políticas da empresa" e que deveria "ter sido recusada".
"O cliente havia requisitado que não houvesse a divulgação de seu nome [no contato com os jornalistas], já que o pedido era meramente para que informações disponíveis publicamente fossem trazidas à luz, informações que poderiam ser replicadas independente e facilmente por qualquer veículo. (...) Isso não está de acordo com nossos padrões normais de operação, e é contra a política de nossa empresa. Uma missão pedida sob estas condições deveria ter sido recusada", diz a nota da empresa.
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Muitas pessoas gostam de se organizar marcando compromissos em sua agenda. Mas manter o controle de todas as suas atividades pode não ser uma tarefa fácil. Por isso existem vários aplicativos de calendário no mercado, como Google Calendar, iCal (para Mac) e até mesmo o Eventos do Facebook.
Porém, esse grande número de aplicativos diferentes que possuem apenas um propósito podem acabar atrapalhando mais ainda o usuário. Por isso criaram o CalendarBar – disponível apenas para Mac – ele faz com que você possa obter todas as informações em um único lugar, sincronizando o Google Calendar, iCal e Facebook. Com isso você não vai precisar ficar checando vários aplicativos diferentes, deixando o acesso às datas muito mais simples, sem confundir o usuário.
CalendarBar para Mac (Foto: Reprodução)O CalendarBar possui um menu configurável, nele você pode optar por visualizar os seus compromissos na visão comum, que mostra os eventos mais recentes, ou você pode optar por visualizar apenas um dia especifico. Também é possível ver o número de eventos que você programou para o dia.
Uma das características mais interessantes do CalendarBar é que ele também mostra aonde o evento foi marcado. Ele coloca, por exemplo, um ícone do Facebook se o evento foi criado na rede, ou um ícone do iCal se o evento foi criado por lá (ver imagem acima).
Ele não é um aplicativo de calendário em que você pode adicionar, editar ou excluir eventos. Ele é apenas um painel para o seu calendário. A julgar pelos comentários na App Store, os usuários querem ser capazes de gerenciar seus eventos pelo CalendarBar, então isso talvez fique disponível nas próximas atualizações. O uso correto do aplicativo é apenas permitir que você verifique os seus compromissos, já que ele apenas sincroniza as informações de outros serviços. Apesar de não poder editar eventos, ele também é integrado com o Growl e por isso é capaz de lhe avisar sobre alguma data específica.
O CalendarBar é uma excelente opção para aqueles momentos em que você só precisa dar uma espiada na sua agenda. Ele está disponível na App Store por US$1,99 e exige a versão Mac OS X 10.6.6 ou superior.
Não deixe de conferir os top 10 aplicativos grátis da Mac App Store.
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Zook permite conversar com amigos por meio de
vídeo dentro do Facebook
(Foto: Divulgação/Doubleleft)O Facebook, além de ser uma rede social, é uma ferramenta de bate-papo entre seus milhões de usuários. O fato de se poder conversar exclusivamente por meio de textos inspirou a produtora de aplicativos e games paulistana Doubleleft a desenvolver o Zook, uma plataforma de conversa de vídeos por meio dentro do site.
"A ideia foi levar o conceito do Skype para dentro do Facebook", conta Alexandre Souza, um dos sócios da Doubleleft, responsável pelo game "Garbageman" para iPhone e iPad. "O aplicativo complementa a forma de se interagir dentro da rede social, permitindo conversar por meio de vídeos [usando webcams] com os amigos do site".
Para utilizar o Zook, o usuário não precisa instalar nenhum programa no computador. Acessando o link do aplicativo dentro do Facebook, é necessário apenas chamar um amigo para que a conversa seja iniciada. "Conseguimos que seu uso fosse fácil", conta Souza. "Nada é instalado, não existe cadastro a ser feito e o amigo que receber o convite para a conversa também não precisa ter acessado o aplicativo".
Sistema utiliza conexao P2P para bate-papo com vídeo (Foto: Divulgação/Doubleleft)Em vez de usar servidores caros para criar o Zook, a Doubleleft utiliza conexão peer-to-peer, ou seja, diretamente entre os dois computadores, para a conversa por meio de vídeo. "Não precisamos criar uma estrutura monstruosa de servidores. Isso fez com que o acesso entre os dois usuários fosse mais rápido. Tivemos alguns bugs com a sincronização do áudio e do vídeo no início, mas conseguimos solucionar o problema", afirma Souza.
O sistema utiliza a lista de amigos para realizar
as conversas (Foto: Divulgação/Doubleleft)A equipe da Doubleleft levou cerca de um mês para lançar o Zool, que já está no ar há três semanas. Sem divulgação, segundo, Souza, mais de 3 mil pessoas já utilizam o serviço. Agora, os sócios da empresa pensam em meios de ganhar dinheiro com a criação. "Estudamos maneiras de oferecer anúncios. Como a ferramenta é feita em Flash, pensamos em usar detecção de face para, no caso de uma loja de óculos, brincar com o usuário oferecendo um modelo, por exemplo. O que não queremos é 'sujar' a experiência do usuário".
Ele afirma que não há preocupação com o Facebook, que pode estar criando um serviço similar. "Para criar o programa, não é necessário ter autorização mas, sim, seguir algumas regras do site. Construímos com base nisso e não estamos infringindo nenhuma restrição".
O próximo passo, segundo Souza, é desenvolver a plataforma para iPhone e Android, permitindo que usuários do Facebook nestes dispositivos possam conversar com amigos gratuitamente.
'Garbageman 2'
A Doubleleft lançou em janeiro seu primeiro game para o iPhone e iPad, o "Garbageman". O desenvolvimento de 2 meses que homenageou os garis teve mais de 10 mil downloads pagos em 69 países desde seu lançamento na loja virtual iTunes Store. Este sucesso garantiu uma sequência, "Garbageman 2", que deve ser lançado em cerca de 3 meses.
"O resultado foi bom, tendo em vista que o game serviu para termos uma experiência maior com aplicativos para iPhone e com produto proprietário", afirma Souza. "Recebemos muito retorno dos fãs e iremos implementar isso na segunda versão".
Entre as novidades estão novos cenários inspirados em cidades brasileiras, mostrando pontos como a Av. Paulista, por exemplo, mecânica de jogo mais fácil, melhor qualidade gráfica e acesso ao Game Center, plataforma de games on-line da Apple. Também haverá integração social para que haja competição entre jogadores.
Souza conta que a produtora ainda pensa se estas novidades serão lançadas em uma atualização para o game lançado em janeiro ou se serão incluídas apenas na nova versão.
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Facebook credits (Foto: Reprodução/Techcrunch)O Facebook iniciou na quinta-feira (5) um programa de que oferece aos usuários um incentivo financeiro para assistir a anúncios no site. Inicialmente apenas as peças publicitárias veiculadas nos EUA terão esse benefício.
A rede social quer recompensar com os chamados "Facebook credits", sua moeda virtual, os usuários que visualizarem alguns anúncios. Os créditos podem ser trocados compras no "Facebook Deals", novo serviço de compras coletivas.
O incentivo, no entanto, não é enorme. Inicialmente, o anúncio irá gerar cerca de US$ 0,10 e vão ser principalmente de jogos. Crowdstar, Digital Chocolate e Zynga estão entre as produtoras participantes.
O Facebook está trabalhando, ainda, com a Sharethrough, SocialVibe, Mídia e Epic SupersonicAds para veicular anúncios sobre o programa, bem como TrialPay, que irá fornecer análises estatísticas.
Dan Greenberg, presidente-executivo da Sharethrough, cujos clientes incluem a Microsoft e a Nestlé, diz que sua rede não vai entregar a publicidade tradicional, mas sim de entretenimento de marca e que os consumidores vão querer assistir e compartilhar com os amigos.
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Há vários meses os usuários do Facebook têm a opção de criar uma montagem usando a imagem principal do perfil com a barra de fotos para simular o efeito de apenas uma figura. Se você não sabe usar editores de imagens e nunca pôde colocar uma dessas fotos no perfil, aprenda com este guia a usar o Profile Photos Bar: um app de Facebook capaz de criar o efeito de imagem estendida.


Quando você abrir o Profile Photos Bar, o primeiro passo é clicar sobre “Ir para aplicativo”.
Na parte superior da tela, selecione “Computer” para mandar uma imagem a partir do computador ou “Facebook” para acessar seus álbuns de fotos na rede social.
A primeira opção carrega outra tela, pressione “Select File” para enviar uma foto e espere.
Caso você envie uma imagem dos álbuns, note que a primeira linha representa as diferentes pastas de imagens, enquanto a segunda exibe as fotos dentro do álbum escolhido.

De volta à tela de edição, use o mouse para mover a figura e enquadrá-las nos espaços vazios.

Na linha de botões pretos, os dois primeiros alteram o tamanho da imagem e os quatro seguintes a realinham (mesma função do mouse).
Os botões de rotação ainda não funcionam. Contudo, os quatro últimos, da direita para a esquerda, servem para: aumentar ou diminuir o número das linhas de informação no perfil, centralizar a figura e aplicar o efeito de espelho.
Quando terminar a edição, clique em “Done!” para concluir o processo. Então, a tela carregada na sequência mostra a foto que deve ser a principal no seu perfil; selecione “Tornar esta a foto do seu perfil” e confira o resultado!
Frequentemente pode acontecer de os recortes serem realizados de maneira errônea na foto, resultando em algo indesejado. Para resolver isso, você deve tentar novamente – porém, caso continue não dando certo, provavelmente o problema está no tamanho da imagem, pois quanto maior ela for, mais chances de obter um bom resultado você tem.
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O Facebook considera comprar o Skype ou formar uma joint venture com a empresa, mas terá que competir com a Google pela melhor oferta, segundo fontes ouvidas pela agência de notícias Reuters.
Na quarta-feira (4/5), uma "fonte confiável" afirmou à Reuters que o Facebook poderia pagar, pela Skype, uma quantia entre 3 bilhões e 4 bilhões de dólares.
Outra fonte afirmou que, em vez da compra, o que o Facebook quer é associar-se à Skype por meio de uma joint venture. Essa também seria a opção proposta pela Google, segundo essa mesma fonte.
Em agosto de 2010, a Skype anunciou sua intenção de abrir capital em bolsa de valores. Sua meta, à época, era levantar 100 milhões de dólares por meio de uma oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês).
Esta semana, a Skype atraiu a atenção no Brasil ao anunciar que seu serviço Online Number - que permitia o atendimento, por usuários Skype, de chamadas provenientes de telefones fixos e móveis - não seria mais oferecido no país.
Procurada pelo site Mashable, a Skype afirmou que não comenta rumores e especulações.
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Reuters. Por Nadia Damouni e Clare Baldwin - O Facebook e o Google estão, separadamente, considerando um acordo com o Skype após o serviço de ligações via Internet ter atrasado sua oferta pública inicial de ações (IPO, em inglês), segundo duas fontes com conhecimento do assunto afirmaram à Reuters.
Os planos do Facebook incluem uma aquisição, de acordo com uma fonte. Outra fonte afirmou que pode ser formada uma joint-venture com a empresa sediada em Luxemburgo. O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, estaria envolvido em tais discussões internas, afirmou a fonte.
O Google também manteve negociações para formar uma joint-venture com o Skype, disse a segunda fonte. As discussões estariam em estágio inicial, mas não ficou claro qual opção seria a escolhida pelas empresas, segundo as fontes.
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(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)
Esta semana, uma nova praga começou a se espalhar por entre os perfis do Facebook. O anúncio, semelhante aos enviados por aplicativos comuns da rede social, promete mostrar ao usuário uma imagem de como será sua aparência no futuro.
O site de origem do convite é identificado como “jvaging2.info”, e a mensagem acompanha a frase “esta tecnologia de ponto vai lhe mostrar exatamente como sua face ficará no futuro”. Ao clicar no link enviado, o usuário abre as portas para que o vírus se dissemine automaticamente por toda a sua rede de contatos.
Como forma de atrair a atenção das possíveis vítimas, o aplicativo também incluiu a frase “hahah, a minha é hilária!!! Confira a sua :)”, identificada como se fosse um comentário do usuário infectado. Todas as informações são exibidas em inglês, o que facilita a identificação daqueles contaminados.
Até o momento, a praga se limitou a simplesmente se reproduzir através do envio automático de mensagens. Porém, há a possibilidade de que ela comprometa dados pessoais do usuário, incluindo a senha de acesso utilizada.
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