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Transformar usuários gratuitos em pagos é desafio para a AVG

(Muito) mais conhecida por seu antivírus gratuito, a AVG tem o desafio de trazer mais usuários para seus produtos pagos. Esse é um dos obstáculos que o CEO da empresa, JR Smith, terá de superar para tornar a empresa mais conhecida no Brasil.

A empresa foi a pioneira no modelo de antivírus gratuitos, com o lançamento de seu produto em 1999. Atualmente, ela tem 110 milhões de usuários no mundo. Em março deste ano, captou US$ 235 milhões junto a um consórcio de bancos para financiar a expansão e pagar dividendos aos acionistas.

Em entrevista ao IDG Now!, ele fala também sobre o cenário das ameaças no mundo móvel e sobre os planos de expansão no Brasil.

IDG Now! - A AVG é conhecida pelo seu antivírus gratuito no Brasil. Por aqui as pessoas não conhecem a versão paga. Vocês pretendem mudar essa percepção? Como?
JR Smith: Nós temos 10 milhões de consumidores na América do Sul e 5,3 milhões no Brasil. Sabemos que a grande maioria deles são gratuitos. Temos essa reputação em todo o mundo. É claro que temos intenções de mudar essa imagem, mas sem deixar de lado os produtos grátis, e para isso estamos estudando maneiras de atrair essas pessoas para os produtos pagos.

IDG Now! - Você tem uma estratégia para fazer isso em um curto período de tempo no Brasil?
JR - Neste momento estamos lançando um novo produto para tablets e já temos um produto para celulares. Acreditamos que eles terão uma grande penetração no Brasil e na América do Sul, onde a utilização desses aparelhos é alta.

IDG Now! - A plataforma móvel é importante para os produtos AVG no Brasil?
JR - Eu acredito que o mercado de PCs continuará sendo um grande foco dos produtos gratuitos. Como muitas pessoas que utilizam as soluções gratuitas também possuem celular, é uma oportunidade para elas migrarem para os produtos pagos. Assim vejo que esse mercado está tendo um crescimento muito grande.

IDG Now! - Você acredita que há um exagero nas ameaças móveis?
JR - Não. Acredito que temos uma grande tarefa pela frente. Mais de 9 milhões de pessoas já fizeram o download do produto para mobile. Escaneamos mais de 190 milhões de mensagens de texto por dia dos nossos clientes e desses bloqueamos mais de 100 mil que na verdade são spams,  phishing e outros tipos de ataques de malware que vem por meio de SMS. Outra estatística: pessoas que estão usando nosso produto em seus celulares fazem download de 10 mil aplicações infectadas todos os dias e 90% não sabem que malwares podem infectar seus telefones.

IDG Now! - O Brasil é muito conhecido por seus vírus bancários, os chamados Bankers Trojans. A AVG tem algum plano de combater esse tio de malware?
JR - Não temos nenhuma ação específica que combata esse tipo de malware no Brasil, mas temos parcerias com parceiros locais e universidades e eles têm laboratórios que capturam e analisam os malwares brasileiros de que você fala. Estamos sempre desenvolvendo mecanismos que possam identificar e parar esse tipo de ameaça.

IDG Now! - Vocês têm planos de abrir um escritório no Brasil?
JR - Trabalhamos com um parceiro local no Brasil, a Winco, há 7 anos, que trabalha com pesquisas com universidades locais, ajudaram a desenvolver nosso firewall, entre outras atividades. Temos um relacionamento realmente muito bom com eles e queremos realmente que eles cresçam – e fazemos tudo para que isso realmente aconteça. Não temos planos de abrir uma operação local no Brasil e na verdade queremos é aproximar ainda mais nosso relacionamento com eles, porque o Brasil é um bom mercado.

IDG Now! - Você disse que o Brasil tem 5,3 milhões de usuários. A maioria deles é gratuita, certo?
JR - Sim, está correto.

IDG Now! - Então como fazer que elas paguem pelo produto?
JR - Esse é o mistério!  Se você tiver alguma ideia de como aumentar isso sou todo ouvidos! O grande “problema” do nosso produto grátis é que ele é realmente bom e em muitos casos as pessoas acreditam que somente ele é suficiente.

IDG Now! - A falta de suporte técnico para usuários free não é um problema?
JR - Não creio. Mas estamos estudando, para a próxima linha de produtos, outros tipos de suporte – mas para usuários pagos.

IDG Now! - A AVG está pronta para combater o cybercrime nas redes sociais?
JR - Sim, nós temos um programa específico para as redes sociais, o Linkscanner, que escaneia todos os links que o usuário clica no Facebook, Twitter e outras redes sociais. E é um produto free.

IDG Now! - E como a AVG pode ganhar dinheiro em um país onde a maioria dos produtos utilizados são free, como o Brasil?
JR - Com certeza não da maneira tradicional, mas temos muitas ideias de como fazer isso. Agora estamos focados em atrair usuários para os produtos free, em fazer crescer o nosso marketshare.

IDG Now! - O quanto vocês querem crescer?
JR - Queremos dobrar o tamanho da nossa base de usuários.

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Usuários "encontram" esconderijo de Bin Laden pelo Google Maps

Os usuários do Google Maps não perderam tempo e já trataram de satirizar o assassinato de Osama Bin Laden pelas forças americanas. Pouco depois de o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ter discursado a respeito, os internautas vasculharam o serviço e encontraram o que pode ter sido o esconderijo do líder terrorista em Abbottabad, cidade do Paquistão.

Ao escolher por visualizar as imagens de satélite, é possível entender porque o local foi escolhido como provável refúgio do criminoso. O estabelecimento é grande, isolado e cercado por muros de segurança, similar, portanto, à descrição que os principais jornais têm veiculado.

A propriedade, fosse ela o abrigo de Bin Laden ou não, já possui dezenas de comentários irônicos sobre suas características. Em uma delas lê-se: “As fontes de calor são inegáveis. Este lugar está em chamas”. Outra diz que as paredes estão cheias de buracos e, por isso, faz muito frio à noite. Por último, uma mais útil: “Há lugares melhores pelas redondezas”.

Outro usuário – se passando por Bin Laden – descreve uma série de estabelecimentos que o terrorista costumava frequentar. “Adoro essa entrada explosiva de cebolas, mas elas vão diretamente às minhas coxas”, constata a mensagem sobre o restaurante “Abottabad Red Onion”. Perto, há uma delegacia de polícia, cujos funcionários são considerados “aliados”. Sobre o local onde o fundador da Al-Qaeda estava escondido, ela fala: “Grande refúgio. Penso em utilizá-lo de novo”.

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Pane no Skype prejudica usuários em todo o mundo

Usuários da telefonia via Internet Skype que enfrentam problemas na utilização do serviço têm sido orientados pela empresa a seguir alguns passos para contornar o problema.

A correção consiste na eliminação de um arquivo “shared.xml”, mas usuários de Mac e Linux serão capazes de resolver o problema em menos passos que seus colegas do Windows.

Nesta quinta-feira (26/5), a Skype atualizou sua página de status, citando “problemas no login do Skype e em chamadas que afetam um pequeno número de usuários”.

Embora a Skype ainda não seja tecnicamente parte da Microsoft, que gastou 8,5 bilhões de dólares em uma aquisição que ainda depende de aprovação regulatória, a pane no serviço estimulou críticas à negociação.

“Parece que o crash no #skype é global. Agora você já sabe que se trata de um produto #Microsoft”, escreveu uma pessoa no Twitter.

O Inquirer, uma publicação técnica, escreveu que “o serviço de voz sobre IP e bate-papo online Skype parou de funcionar em todo o mundo e continua a apresentar falhas no login, levando muitos a suspeitar que sua recente aquisição pela Microsoft seja um desastre definitivo”.

Em princípio, a Skype ofereceu uma sequência de 12 passos para usuários Windows e uma sequência de quatro passos para usuários de Mac e Linux. Mas os procedimentos foram atualizados para ficarem mais simples.

As sequências completas podem ser encontradas na página de status da Skype.

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Usuários do Skype tem dificuldades para efetuar login e fazer chamadas

A Skype reconheceu na manhã desta quinta-feira (26/05) que alguns de seus usuários, principalmente na plataforma Windows, estão tendo dificuldades para efetuar login no serviço e fazer chamadas. A empresa não informou a causa do problema, mas promete uma solução "em poucas horas".

Enquanto isso, o blog oficial do serviço mostra como corrigir manualmente o problema, o que envolve a exclusão de um arquivo chamado shared.xml na pasta do aplicativo. As instruções se aplicam a usuários do Skype nas plataformas Windows, Linux e Mac. Usuários do serviço em smartphones (como aparelhos com iOS e Android) não parecem ter sido afetados.

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Nokia incentiva a participação dos usuários com suas idéias

  Não é de hoje que as empresas estão levando cada vez mais em conta a opinião de seus usuários, e com isso muitos serviços vem melhorando, através dessa troca de informações e ainda mais com o crescimento das redes sociais nas quais os usuários vem ganhando cada vez mais e mais força e onde qualquer [...]

Veja também:Popplet – Organize graficamente suas ideias
ideeeas – Mantenha e compartilhe idéias com simplicidade
Yutongo – Aplicação para desenvolver ideias em grupo

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Falha em serviço da Microsoft deixa usuários sem e-mails

O Exchange Online, serviço para acesso via browser de mensagens de e-mail oferecidao pela Microsoft, enfrenta novos problemas, a exemplo do que aconteceu na semana passada.

As novas dores de cabeça para administradores de rede e usuários começaram ontem (19/5). Foram afetados contas na América do Norte.  Gerentes de rede têm publicado reclamações em vários fóruns de discussões.

Ontem, um funcionário da Microsoft publicou a seguinte mensagem como resposta em alguns fóruns: “estamos investigando casos de problemas que afetam usuários do Exchange Online que são atendidos pelo datacenter responsável pelas Américas”.

Segundo a empresa, o problema afetava ontem “apenas 1% de todos os usuários do Exchange”. "Há um pequeno porcentual de mensagens que continuam na fila esperando para serem entregues”, a completa resolução do problema deve acontecer rapidamente”.

De acordo com um porta-voz da empresa, a Microsoft não revela quantos são os usuários do Exchange. Apesar disso, em outubro do ano passado, o gerente geral da área de serviços online da Microsoft afirmou ao IDG News Service que havia 40 milhões de usuários finais de serviços online da Microsoft, o que inclui o Exchange Online.

O problema acontece pouco depois de a Microsoft divulgar que São Francisco, nos Estados Unidos escolheu o Exchange Online como ferramenta de e-mail, deixando de lado opções de computação na nuvem oferecidas por Google e IBM.

Há três dias, a empresa ainda lidava com os problemas da semana passada.  “Quero me desculpar mais uma vez pelos transtornos causados a nossos clientes e parceiros”,  afirmou o vice-presidente da Microsoft para a área de online, Dave Thompson.

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Facebook irá avisar aos usuários sobre links perigosos

A companhia de segurança digital Web of Trust (WOT) anunciou na quinta (12) que, em parceria com o Facebook, protegerá os usuários da rede social contra links duvidosos.

Quando um usuário do portal clicar em um endereço que o leve a uma página com má reputação – segundo a comunidade da WOT – visualizará uma mensagem de alerta, podendo escolher se prefere visitá-la mesmo assim. Usualmente, esses sites possuem códigos maliciosos e conteúdo inapropriado, ou oferecem serviços fraudulentos.

“O Facebook olhará em nossa base de dados a reputação de cada link externo”, disse Vasa Perälä, CEO da companhia. “Se o endereço não for recomendado, o internauta saberá, e poderá buscas mais informações a respeito.

A intenção não é bloquear sites, destacou, mas alertar os membros sobre possíveis riscos. O recurso já foi testado por 1% dos usuários da rede social nos Estados Unidos. A partir desta sexta (13) ficará disponível para todos naquele país. Semana que vem, chega ao resto do mundo.

A comunidade da WOT já denunciou cinco milhões de sites. O serviço garante a confiabilidade da avaliação a partir de análise do comportamento de cada usuário – se ele costuma usar a ferramenta corretamente ou não. A avaliação é feita duas vezes por hora.

Mais de 20 milhões de internautas fazem parte do serviço. A empresa pretende aumentar o número para 50 milhões até o fim deste ano.

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Sony remove dados de usuários que vazaram na Web e adia volta da PSN

Howard Stringer, presidente e director-executivo da Sony (Foto: AFP)Howard Stringer, presidente e diretor-executivo
da Sony (Foto: AFP)

A Sony informou neste sábado (7) que removeu da Internet os nomes e endereços de 2.500 competidores que tiveram seus dados roubados por hackers e postados em um website, e disse que não sabe quando poderá restaurar a rede do videogame PlayStation.

A empresa, que está sob críticas desde que hackers acessaram os dados pessoais de cerca de 100 milhões de usuários dos serviços de jogos on-line da PlayStation Network e de PCs, afirmou em comunicado que detalhes postados em um website inativo também incluíam três endereços de e-mail não confirmados.

Os dados eram de clientes que entraram em uma competição de prêmios em 2001. A lista não incluía informações de cartões de crédito ou senhas.

"O website estava desatualizado e inativo quando foi descoberto como parte dos ataques continuados à Sony", afirmou a empresa, acrescentando que a companhia tirou o site do ar pouco após descobrir sobre as postagens, na quinta-feira.

O chefe-executivo da Sony, Howard Stringer, pediu desculpas na sexta-feira aos usuários da PlayStation Network e de outros serviços on-line, quebrando seu criticado silêncio sobre o grande vazamento de dados ocorrido.

No domingo passado a Sony disse que começaria a restaurar os serviços durante a semana, mas uma porta-voz declarou neste sábado que isso não seria possível e não fixou data para o retorno da rede.

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CPUs personalizadas por usuários criativos


Logo Linkk

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LastPass � hackeado e compromete dados de usu�rios

(Fonte da imagem: LastPass)

Um anúncio publicado na última quarta-feira, 4 de maio, no blog oficial do serviço LastPass, alerta aos usuários sobre um possível ataque de hackers aos servidores da companhia. Através de uma consulta aos logs de acesso, foi detectado que informações sobre senhas e emails de diversos usuários podem ser sido comprometidas.

Embora no anúncio o LastPass deixe claro que os dados obtidos estavam criptografados e não devem representar riscos àqueles que possuem senhas complexas, a companhia recomenda que todos os usuários troquem as palavras-chave que costumam usar.

O processo deve ser feito o quanto antes, já que o comprometimento de informações pode tornar públicas as senhas de acesso a milhares de outros serviços. Como medida de segurança adicional, os administradores do LastPass passaram a exigir que o usuário faça login com o mesmo IP no qual registrou a conta antes de poder modificar o código de acesso utilizado.

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Google monitora localização de usuários a partir do Android

Uma série de e-mails trocados internamente entre executivos da Google mostra como dados de localização são importantes para a empresa. As mensagens, além de alarmar os usuários, dão mais argumentos aos defensores da privacidade, preocupados com o modo como as grandes companhias monitoram os internautas.

Elas foram escritas pelo CEO Larry Page logo após a Motorola ter substituído o serviço de localização da Google em seus celulares pelo concorrente Skyhook. Segundo o jornal San Jose Mercury News – conhecido por suas reportagens a respeito do Vale do Silício – o executivo não ficou nada feliz com a decisão da fabricante.

“Posso ter uma resposta quanto a isso?”, lê-se em um e-mail direcionada a sua equipe. A mensagem foi obtida por ser um dos documentos estudados no processo da gigante contra a Skyhook – motivada exatamente pela atitude da Motorola.

A Google quer saber onde você está
Vários funcionários, inclusive Andy Rubin, responsável pelo sistema Android, responderam a Larry Page, destacando que, de fato, as informações de localização são muito importantes para a companhia. Ficaram ainda mais, disseram, depois que a coleta de dados a partir dos carros do Street View foi descontinuada devido à insatisfação pública.

Ambos, Google e Skyhook, usam os hotspots Wi-fi para identificar a localização do smartphone. Para determiná-la, algoritmos medem a distância para esses pontos – um modelo muito mais preciso que aqueles que usam, exclusivamente, torres de celular para tal.

Dados de localização são essenciais às empresas, pois ajudam na elaboração de publicidade direcionada, e indispensáveis a alguns aplicativos, como Foursquare e Facebook Places. Elas, no entanto, têm dificuldades em esclarecer como obtém algumas informações, já que muitos consumidores se preocupam com possíveis infrações à privacidade.

A Apple não é a única
Até agora, a Apple foi a companhia mais atacada por tal prática. Sabe-se, porém, que ela não é a única a monitorar seus clientes. Além da Google, a Microsoft faz o mesmo, e seria uma bela surpresa se a Research In Motion (RIM) – ainda livre de acusações – não estiver no mesmo barco.

Uma das maiores reclamações é que os usuários não tem sequer a opção de desativar o monitoramento. Por enquanto, apenas o Android oferece uma alternativa efetiva para isso, ao contrário do iPhone e do Windows Phone 7.

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Descubra quantos usuários estão online no seu site ou blog

Nível: Intermediário
Recursos necessários: Blogger, Who’s Amung
Número de passos: 12

Se você possui um site ou blog do Blogger, certamente você tem interesse em saber as estatísticas de sua visitação, não é mesmo? Você deve conhecer - ou mesmo utilizar - o Google Analytics, que traz muitas informações úteis, mas já pensou se você pudesse ter noção da quantidade de visitantes online, em tempo real.

Com o serviço gratuito “Who’s Amung” você terá acesso em tempo real ao número de pessoas visitando seu site ou blog. Isso, além de informações específicas de qual página está trazendo mais acessos ao seu site, com detalhe de ainda informar o país de origem dos visitantes.

Siga os passos e descubra como ativá-lo no seu Blogger ou site.

Passo 1. Acesse o site Who's Amung;

Passo 2. No item “Começar”, há três menus: Esquerdo, Fundo e Direito. Clique em cada um deles e escolha como você deseja visualizar o número de visitantes;

Who’s Amung (Foto: Reprodução)Who’s Amung (Foto: Reprodução)

Passo 3. Em seguida, copie o código HTML indicado acima dos menus;

Passo 4. Faça login no Blogger;

Passo 5. Clique em "Design" e depois em “Elementos da página”. Em seguida, em “Adicionar gadget”, e na sequência em “HTML/JavaScript”;

Passo 6. Cole em “Conteúdo” o código HTML. Em seguida, clique em “Salvar”;

Passo 7. Entre no seu site ou blog e você visualizará o ícone informando o número de visitantes online;

Passo 8. Essa informação estará disponível a você e a todos os usuários do seu site. Para deixá-lo apenas visível para você, execute novamente o passo quatro e cinco;

Passo 9. Clique no código HTML inserido anteriormente. Localize o código chave, como mostrado no exemplo, sem formatação:

WAU_tab('tmbj8yi2wpbu', 'bottom-right')

Passo 10. Copie esta parte do código sem formatação (utilizando o código gerado para o seu site, obviamente) e cole em algum lugar para você utilizar depois, como o Notepad, do Windows. Em seguida, substitua o código HTML acima por este, abaixo:

Passo 11. Em seguida, cole o seu código-chave no local de “SEU CÓDIGO CHAVE” neste novo código HTML inserido;

Passo 12. Clique em “Salvar”. Em seguida, para visualizar em seu site o número de visitantes, digite o endereço no seu navegador “http://whos.amung.us/stats/SEU CÓDIGO CHAVE/”.

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No Facebook, mais de 350 mil usuários confirmam presença no 'churrasco real'

Chegou a hora. Nesta sexta (29), o príncipe William se casará com Kate Middleton, na Abadia de Westminster, em Londres, na Inglaterra. Estima-se que evento alcançará a maior audiência televisiva da história: dois bilhões de pessoas deverão assisti-lo, quase o triplo do obtido na final da Copa do Mundo de 2010 – sem contar aquelas que acompanharão via Internet.

O fenômeno pode ser sentido também no Brasil. Algumas emissoras de TV aberta transmitirão ao vivo a cerimônia e a maioria dos sites promete cobertura especial. No entanto, nas últimas semanas, o fator mais impressionante partiu do Facebook: um convite – fictício, lógico – espalhou-se pela rede social, e quase 1,4 milhão de usuários já foram chamados.

Vamos aos números: cerca de 350 mil internautas confirmaram presença, 42 mil ficaram no “talvez” – o convite chegou de última hora, alegam – e 90 mil não querem nem saber, não vão e pronto. Infelizmente, a maioria (quase um milhão) nem sequer respondeu. Falta de consideração com a família real, que – segundo a página na rede social – prepara o vinagrete para o banquete há mais de dez dias.

Fica o aviso, no entanto: quem for ao casamento do século que não apareça de mãos vazias. Homens precisam levar duas caixas de cerveja, mulheres devem garantir o refrigerante. A sobremesa, pelo menos, é por conta da casa: banana na churrasqueira com canela e leite-condensado.

A cerimônia “fake” atrai mais atenção que o perfil da família real no Facebook. Só 388 mil pessoas curtiram a página oficial. A conta no Twitter – que promete fotos exclusivas da cerimônia – também está lá atrás, pois só conseguiu 60 mil seguidores.

Ainda dá tempo de aceitar o convite na página do evento – ou recusá-lo se você tiver mais o que fazer – pois a festa só começa às 5h30 desta sexta-feira. Também é possível comprar camisetas comemorativas, comercializadas pelos dois usuários por trás da criativa ideia. Como já era previsível, eles resolveram aproveitar a incrível repercussão que conseguiram, e lucrar com a fama alheia. Para isso, apelam para a sinceridade:

“Somos dois irmãos. E se o mundo realmente acabar em 2012, queremos ser cada vez mais idiotas. Essa é a nossa meta: ser idiota”, dizem no site.

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Espessura maior do iPhone 4 branco causa reclamações de usuários

Após nove meses de atraso, o iPhone 4 branco finalmente começou a ser vendido hoje (28/4) nos EUA e em outros 27 países - sem o Brasil na lista. E os usuários que já colocaram as mãos nova versão no smartphone já fizeram observações a respeito da espessura do aparelho.

No fórum de discussão do site Mac Rumors há um tópico denominado “iPhone 4 branco é levemente mais grosso do que o iPhone 4 preto” (em tradução livre), onde um leitor afirma que, ao comparar os dois celulares, nota-se uma ligeira diferença de espessura entre os mesmos. “Fiquei surpreso ao ver que (ao colocar os dois modelos lado-a-lado), o iPhone 4 preto imediatamente pareceu mais fino” escreveu o internauta.

O usuário, identificado como Ryan Cash, afirmou que por mais que a diferença seja mínima -“em torno de 1mm” -, foi suficiente para que o case utilizado por ele no iPhone 4 preto não coubesse corretamente. No site da Apple americana, onde são mostradas as especificações do aparelho, não há nenhuma observação a respeito de diferenças de espessura ou tamanho entre os dois modelos do smartphone.

Em entrevista, Phil Schiller, vice-presidente sênior da Apple, afirmou que a razão pela qual o iPhone 4 branco atrasou foi a falta de proteção contra raios UV, pois, assim como a pele dos seres humanos, o smartphone na cor branca também precisa se proteger contra os raios ultra violeta. Outra menção, desta vez feita por Steve Wozniak, co-fundador da Apple, reforça a ideia de que o aparelho realmente tenha uma espessura diferente, pois, de acordo com ele, se a tinta branca da parte de trás de iPhone 4 não fosse grossa o suficiente, poderia afetar os sensores da câmera do aparelho. 

iphone4brancomaisgrosso01.jpg

Diferença entre iPhones poderia influenciar no uso de cases. Foto: Ryan Cash

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Espessura maior do iPhone 4 branco causa reclamações de usuários

Após nove meses de atraso, o iPhone 4 branco finalmente começou a ser vendido hoje (28/4) nos EUA e em outros 27 países - sem o Brasil na lista. E os usuários que já colocaram as mãos nova versão no smartphone já fizeram observações a respeito da espessura do aparelho.

No fórum de discussão do site Mac Rumors há um tópico denominado “iPhone 4 branco é levemente mais grosso do que o iPhone 4 preto” (em tradução livre), onde um leitor afirma que, ao comparar os dois celulares, nota-se uma ligeira diferença de espessura entre os mesmos. “Fiquei surpreso ao ver que (ao colocar os dois modelos lado-a-lado), o iPhone 4 preto imediatamente pareceu mais fino” escreveu o internauta.

O usuário, identificado como Ryan Cash, afirmou que por mais que a diferença seja mínima -“em torno de 1mm” -, foi suficiente para que o case utilizado por ele no iPhone 4 preto não coubesse corretamente. No site da Apple americana, onde são mostradas as especificações do aparelho, não há nenhuma observação a respeito de diferenças de espessura ou tamanho entre os dois modelos do smartphone.

Em entrevista, Phil Schiller, vice-presidente sênior da Apple, afirmou que a razão pela qual o iPhone 4 branco atrasou foi a falta de proteção contra raios UV, pois, assim como a pele dos seres humanos, o smartphone na cor branca também precisa se proteger contra os raios ultra violeta. Outra menção, desta vez feita por Steve Wozniak, co-fundador da Apple, reforça a ideia de que o aparelho realmente tenha uma espessura diferente, pois, de acordo com ele, se a tinta branca da parte de trás de iPhone 4 não fosse grossa o suficiente, poderia afetar os sensores da câmera do aparelho. 

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Diferença entre iPhones poderia influenciar no uso de cases. Foto: Ryan Cash

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