Quer saber mais sobre o seu iPhone? Explorar melhor os recursos do aparelho? Pois já está disponível na banca virtual O Jornaleiro a versão para iPad do Macworld Superguide sobre o iPhone 4 (e versões anteriores), livro que traz 130 dicas de uso do equipamento e os 50 melhores aplicativos para o smartphone.
Com a publicação é possível saber como economizar bateria, converter vídeos para executar no aparelho, resolver panes no equipamento e muito mais. O Superguide, que está cotado a 4,99 dólares, conta com o conteúdo das redações da Macworld dos Estados Unidos e do Brasil.
Na versão para o tablet é possível “folhear” as páginas com apenas um toque, navegar pelo índice com o uso de miniaturas das reportagens, escolher entre modo retrato e paisagem e ampliar conteúdos.
A banca virtual O Jornaleiro foi lançada em janeiro deste ano e oferece cerca de 20 publicações, como Caras, Computerworld, CIO, Scientific American e Conhecer. Até o final de 2011, o aplicativo da Gol Mobile deve chegar a 100 títulos. Até o mês de abril, o aplicativo já tinha sido baixado cerca de 5.600 vezes, gerando quase 22 mil downloads de revistas.
Para ter acesso ao Superguide, basta baixar o aplicativo gratuito O Jornaleiro, escolher a publicação na prateleira, e solicitar a compra. O programa pede iOS 3.2 ou mais recente.
Superguide do iPhone: 130 dicas
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Superguide do iPhone: 130 dicas
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Na versão para o tablet é possível “folhear” as páginas com apenas um toque, navegar pelo índice com o uso de miniaturas das reportagens, escolher entre modo retrato e paisagem e ampliar conteúdos.
A banca virtual O Jornaleiro foi lançada em janeiro deste ano e oferece cerca de 20 publicações, como Caras, Computerworld, CIO, Scientific American e Conhecer. Até o final de 2011, o aplicativo da Gol Mobile deve chegar a 100 títulos. Até o mês de abril, o aplicativo já tinha sido baixado cerca de 5.600 vezes, gerando quase 22 mil downloads de revistas.
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Superguide do iPhone: 130 dicas
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Nesta semana a Microsoft revelou um pouco do que se pode esperar da próxima versão de seu sistema operacional Windows. Mas ainda há diversas perguntas que não foram respondidas. Aqui estão as principais delas.
A Microsoft conseguirá manter os usuários de desktop felizes com o Windows 8?
Durante a demonstração feita nesta semana o Windows 8 foi exibido rodando aplicações legadas (escritas para versões anteriores do sistema operacional), como o Office. No entanto um sistema Windows 8 baseado em um processador ARM não será capaz disso. Isso cria um dilema na vida do usuário: migrar ou não?
E embora a Microsoft afirme que o Windows 8 será compatível com hardware já existente, para aproveitar os recursos novos mais revolucionários será preciso adquirir todo um pacote novo de hardware e software. Sendo assim, onde ficam os usuários de Windows que querem manter seu computador antigo (ou nem tão antigo assim) que veio com o Windows 7, mas querem o novo sistema operacional?
Precisamos de uma tela de toque em todo lugar?
Parece que o Windows quer um pedaço do mercado dos tablets. Entretanto, é difícil de imaginar que pessoas com desktops, notebooks ou mesmo netbooks tenham vontade de tirar as mãos do teclado e tocar na tela, o que pode afastar os usuários deste recurso.
Sendo assim, a revolução Touch da Microsoft é realmente voltada para os tablets. Entretanto o sistema operacional touch da companhia, o Windows Phone, tem uma parcela pífia de mercado, o que nos leva à pergunta: há tantas pessoas assim que precisam tocar em seus computadores com Windows ou de versões touch do Word ou Excel?
Todos os sistemas com processadores ARM terão poder de processamento suficiente?
O Windows 8 pareceu rodar muito bem em uma amostra de notebooks e tablets já existentes, mas, inevitavelmente, alguns sistemas ARM de baixo custo irão surgir. Eles serão capazes de lidar com todos os novos recursos do sistema operacional? Ou deslizar as páginas ou atualizá-las irá demorar, aplicações irão travar e irá surgir uma tela azul da morte no Windows 8?
Quão aberto será o sistema?
A Microsoft faz questão de frisar que a plataforma de desenvolvimento para o Windows 8 é baseada em HTML5, JavaScript e outras tecnologias da Web. Isso significa que desde o primeiro dia programadores poderão criar aplicativos para o Windows 8, sem esperar por ferramentas especiais. Contudo essa é uma mudança radical no modus operandi da companhia de Redmond (que mantém controle total sobre o software) e ainda é incerto quão aberta a empresa estará (e até que ponto pretende chegar). Desenvolvedores podem ter as mesmas suspeitas de antes e serem mais cautelosos na criação de aplicativos do que a Microsoft gostaria e necessita para alcançar o crescimento de concorrentes como a Mac App Store.
E sobre o Windows Live?
Poderia esse pacote de apps, que a Microsoft vem aprimorando por anos, ser a primeira vítima da mudança para um sistema operacional baseado em HTML5? Claro que a empresa não irá matar o Hotmail ou o Messenger. Mas passarão eles por mudanças radicais se a companhia se afastar do .NET, Silverlight e outras marcas registradas da Microsoft? Ou isso significa a morte do Windows Live Movie Maker?
É importante ressaltar que a Microsoft ainda tem alguns meses para responder às essas perguntas, e muito ainda deve mudar, especialmente com o lançamento do Mac OS X Lion, que acontece ainda esse semestre. Independentemente do que ocorrer, é bom ver que a Microsoft está se arriscando mais e caminhando para frente.
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A E3 2011 está quase aí, e, menos de uma semana antes de seu início, já é seguro dizer uma coisa: se no ano passado a feira foi um verdadeiro showroom de acessórios (Move e Kinect), este ano voltaremos a ter uma feira de consoles, coisa que não acontecia desde 2005, quando PlayStation 3 e Xbox 360 ainda estavam em sua gestação.

Só para constar: a Nintendo irá revelar o que raios é seu Project Café, a Sony irá demonstrar o PS Vita (uma atualização do NGP, apresentado no início do ano em Tóquio) e rumores até apontam que a Microsoft está atrás de um update para sua plataforma.
Essa mudança é sem dúvida um sinal vermelho para produtoras de games, uma vez que todo um ciclo de desenvolvimento e hardware está para acabar. A Konami parece deixar clara que está é uma de seus momentos chaves nesta geração e, embora tenha confirmado poucas grandes novidades para a feira, a intenção é trazer o máximo de novidades relevantes no pouco espaço dado.
O que será apresentado?
Apesar da qualidade, a Konami joga um jogo manjado este ano. Uma de suas maiores surpresas é Silent Hill: Downpour, continuação da mais famosa série de horror psicológico deste lado da oitava arte. Anunciado desde janeiro (e com teasers rolando na internet desde 2010), o título não é exatamente uma novidade. Pelo menos a empresa ainda se manteve bem reservada com relação ao game, e muito do clima romeno dado ao jogo pela Vatra Games (atual desenvolvedora) deve ainda ser revelado.
Outro destaque é NeverDead, um shooter em terceira pessoa sobre um caçador de demônios imortal que pode arrancar partes de seu corpo e usá-los para o combate. É uma premissa interessante, e não machuca saber que nínguem mais, ninguém menos que a banda de metal Megadeth está criando uma trilha para o game. Pro Evolution Soccer 2012 também estará na feira, mas não esperem muita coisa além de um trailer novo. Afinal, estamos falando de um evento para americano ver.
NeverDead (Foto: Reprodução)Claro que não seria a Konami se não falássemos de Hideo Kojima, mas desta vez teremos que ser parcimoniosos. O produtor estará ausente este ano, e o Metal Gear Solid que irá dar as caras na feira será mesmo a releitura Metal Gear Solid: Snake Eater 3D. Kojima já havia revelado uma conversão para o 3DS, e rumores recentes apontam que o jogo pode ter uma participação bem graúda no estande da empresa, ainda mais com aNintendo investindo no catálogo do portátil durante a próxima metade do ano. Novidades irão incluir um prático menu 3D na tela de toque, visuais melhorados e um remapeamento de certas áreas do jogo.
A Kojima Productions também anunciou conversões HD de duas de suas maiores franquias: Zone of The Enders e Metal Gear Solid. Zone of The Enders HD Collection trará os dois jogos da série remasterizados em alta definição, enquanto Metal Gear Solid HD Collection trará o segundo e o terceiro episódio da série, além de Peace Walker (PSP) com visuais retrabalhados.
Ambas as coleções virão em novembro de 2011, integradas com o sistema Transfarring patenteado pela Kojima Productions: nele, dados de save são enviados para um servidor em nuvem, permitindo que você pare seu jogo em um PSP e retome-o onde parou em seu PS3. É um passo novo pra empresa, que pretende estender a novidade para todos os consoles da linha Sony, incluindo o NGP e – pasmem – o PS2.
Sim, pouca coisa será de fato revelada para este ano. Podemos, entretanto contar com a presença de uma ou outra franquia de peso como Dance Dance Revolution e um novo e misterioso Contra.
Metal Gear permite que você importe seus dados para o PSP (Foto: Reprodução)O que pode aparecer?
Metal Gear Rising. Tudo o que sabemos do jogo até então é que ele irá estrelar o ninja cibernético Raiden, terá maior foco em combate e aparentemente envolverá melancias sendo cortadas ao meio com katanas elétricas. Sim, ainda não faz muito sentido em nossas cabeças, mas tudo a seu tempo: Kojima anunciou que o jogo não dará as caras em formato jogável no evento, mas é difícil não imaginar que alguma coisa ou outra do jogo vaze nestes dias.
Para sermos honestos, nem sequer sabemos se Kojima irá aparecer de gaiato em uma das grandes conferências, e as chances são bem escassas. Mas pense bem: essa idéia do Transfarring não é exatamente novidade.
Durante a primeira aparição do NGP em janeiro, Kojima demonstrou Metal Gear Solid 4 rodando no portátil, e discutiu sua capacidade em tornar mais simples a transposição de títulos entre plataformas. No mês passado, a Sony revelou planos de trazer versões HD de hits do PSP para o PS3, publicando como prova um vídeo de Monster Hunter 3rd Portable. Não nos surpreenderíamos em ver uma aparição de Kojima durante a conferência da Sony na segunda. É ainda irreal, mas se aprendemos algo durante estes últimos anos de E3, é que Kojima e sua criatura, Solid Snake, tem uma mania bem em comum: aparecer e desaparecer sem aviso prévio.
Além do serviço, Kojima já apresentou ontem o Fox Engine, o motor gráfico que estará tornando possível seu novo título, cujos detalhes ainda não foram revelados. Mesmo com o produtor fora de cena, não é difícil imaginar que ao menos sairemos desta E3 sabendo mais sobre este segredo.
Metal Gear Solid: Rising (Foto: destructoid)
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Como uma das grandes produtoras, a Electronic Arts sempre tem lugar guardado na Electronic Entertainment Expo (E3), em Los Angeles, nos Estados Unidos. Na edição 2011 não será diferente, com uma conferência que deverá mostrar as principais franquias da empresa, incluindo, é claro, as versões anuais das séries de jogos igualmente aguardadas pelos fãs.
FIFA 12 (Foto: Divulgação)Dessa forma, espere haver bastante barulho por dois jogos: FIFA 12 e Madden NFL 12, que costumam atrair um público mais interessado no futebol (inglês ou norte-americano) do que em somente videogames, embora não exclua este tipo de consumidor. Mas é claro que haverá também outros esportes, como hóquei e snowboarding.
Não significa que apenas a EA Sports estará presente, pois a produtora apresentará títulos aguardados como Mass Effect 3, Battlefield 3 e Star Wars: The Old Republic. Sem contar Need for Speed: The Run, uma das mais lucrativas franquias da casa.
Mas haverá a possibilidade de termos novidades para plataformas novas, como NGP, Nintendo 3DS e mesmo o Project Cafe, e para os smartphones e tablets com a EA Mobile, braço importante da empresa que já se mostra bem lucrativo. Ou mesmo de uma franquia totalmente nova, quem sabe?
Confira o que o Tech Tudo preparou sobre a conferência, com o que está confirmado, o que pode aparecer e muito mais. A Electronic Arts fará sua apresentação na segunda-feira (6), às 16h30 (horário de Brasília).
O que será apresentado
Muitos games já estão com a aparição confirmada pela EA, então é bem difícil se espantar com alguns dos títulos. FIFA 12, por exemplo, já teve informações divulgadas e até um vídeo vazado no mês passado, denunciando as mudanças da Impact Engine, novo motor gráfico do jogo que promete melhorias na física e realismo na movimentação dos jogadores. Espera-se mais novidades sobre o jogo (que será lançado para PlayStation 3, Xbox 360, PC, Nintendo 3DS e NGP) durante a E3.
Já a contrapartida norte-americana, o Madden NFL 12, também é aguardado, mas praticamente apenas nos Estados Unidos. De novidade, seis novos modos de jogo, incluindo o recurso “Presentation”, que vai trazer mascotes, câmeras de TV e até mesmo as cheerleaders. O NCAA Football 2012 deverá seguir linha semelhante, mas trazendo os times da liga universitária. Os dois títulos estarão disponíveis para PS3, X360 e PC.
SSX (Foto: Divulgação)SSX, por sua vez, traz uma volta às origens da série de snowboarding. A EA pretende reiniciar tudo, acabando com o visual “MTV” das últimas edições e trazendo os elementos iniciais de volta, com a diferença de trazer os gráficos muito mais avançados do que na época do PlayStation 1. Need for Speed: The Run deverá ter maiores detalhes, já que o teaser divulgado até agora não diz muito a não ser a notável semelhança com o capítulo Undeground da série de corridas, um dos mais criticados.
Entrando, pela ação, teremos novidades sobre Battlefield 3, que exibe um dos gráficos mais bonitos da geração atual. O jogo de tiro em primeira pessoa (FPS, na sigla em inglês), vai se passar em Tehran, Paris, Sulaymaniyah e Nova Iorque e é a maior aposta da EA contra a série Call of Duty, da Activision. O game tem lançamento previsto para o final de 2011 e terá versões para PC, PlayStation 3 e Xbox 360.
Battlefield 3 (Foto: Divulgação)Mass Effect 3 é o aguardado RPG de ficção científica produzido pela BioWare e publicado pela Electronic Arts que vai encerrar a trilogia, mostrando como o Comandante Shepard vai salvar a Terra dos Reapers. Espera-se a revelação da data oficial de lançamento do título, que terá versões para PC, PS3 e X360.
Star Wars: The Old Republic deverá agradar aos fãs da saga multimídia milionária de George Lucas. A expectativa é tamanha que a EA pretende destronar a Blizzard com o World of Warcraft da liderança entre os MMOs. Talvez saibamos enfim a data de lançamento do jogo, exclusivo para PC.
Star Wars: The Old Republic (Foto: Divulgação)Outros títulos aguardados e já confirmados pela EA são Kingdoms of Amalur: Reckoning (PS3, X360 e PC), NHL 12 (PS3, X360 e PC) e The Sims 3: Generations (PC). Claro, não significa que outros jogos não sejam esperados.
O que pode ser mostrado
Há rumores sem grandes fundamentos circulando na internet, mas podemos entender porque eles fazem sentido. Um deles é o de um anúncio de Dead Space em 3D – um grande candidato seria o Nintendo 3DS, até mesmo com uma adaptação do game lançado para iOS (sistema do iPhone, iPod touch e iPad). Seria a manutenção de uma franquia de sucesso com uma tecnologia nova. Outra plataforma que deverá receber atenção da EA será o NGP, que já conta com FIFA 12 pré-listado.
Mass Effect 3 (Foto: Divulgação)Poderemos ver o anúncio de mais títulos suportando o Kinect, da Microsoft, incluindo Mass Effect 3, como afirmava um rumor que mostrava a caixa do jogo para Xbox 360. Mas quem sabe até o suporte em games para Windows, que deverá suportar o periférico que captura movimentos. Já o PlayStation Move não deverá ter muitas novidades – no máximo mais um Tiger Woods, com as mesmas limitações de antes.
Por fim, a EA poderá apresentar um novo Command & Conquer para 2011. O game estaria já sendo desenvolvido desde o o começo do ano por equipes da empresa em Los Angeles, Texas e Xangai. E claro, deveremos acabar tendo mais informações sobre NBA Jam 2 (disponível apenas em download em outubro) e talvez um novo NBA Elite, mas previsto apenas para o próximo ano.
Tabela da EA na E3 (Foto: TechTudo)
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Como a grande maioria dos usuários de celular, você deve estar se perguntando o que sua operadora sabe a seu respeito. Ela pode monitorar que tipos de aplicativos estão sendo executados no seu celular e os sites que você acessa? Ou que tipo de telefone ou tablets estão conectados a suas redes, e o quanto esses aparelhos consomem? A resposta é sim.
Com o avanço meteórico do uso móvel de dados, as operadoras inseriram ainda mais inteligência em suas redes para ajudá-las a alocar os recursos necessários. Por exemplo, se você baixar ou fizer upload de arquivos de tamanhos moderados via web, sua operadora pode caracterizar sua requisição como de “baixa prioridade” e disponibilizar a maior parte da banda para uma pessoa que está com um uso mais intenso, como uma conversa por vídeo.
Em termos gerais, operadoras capturam três tipos principais de informação: sobre os aparelhos conectados à rede, metadados sobre os pacotes de dados que passam pela conexão e informações sobre o conteúdo contido nesses pacotes que estão sendo baixados ou enviados pelo assinante.
Em sua maioria, as empresas enxergam essas informações de uma maneira agregada, que não é diretamente associada aos usuários individuais. As operadoras passam a maior parte do tampo, na verdade, procurando por grandes picos em padrões de usabilidade de grandes grupos de usuários.
Hardware conectado à rede
Engenheiros de rede que trabalham nos centros de controle de qualquer operadora têm uma visão surpreendentemente granulada desses espaços em tempo real. Se quisessem, essas pessoas poderiam detectar um único aparelho ao inserir uma célula específica e identificar o tipo de dispositivo, seu sistema operacional (se é um smartphone, tablet ou um modem USB), seu endereço de IP, o consumo de banda e mesmo os aplicativos que estão abertos.
As empresas de telefonia móvel precisam saber a respeito dos dispositivos que estão conectados à rede para que possam pressupor sobre os tipos de conteúdos que seus clientes estão utilizando e a quantidade de banda que precisam. Por exemplo, se a operadora sabe que o smartphone detectado possui telas maiores, pode concluir que esses aparelhos provavelmente irão consumir uma quantia alta de conteúdos em vídeo, o que requer muita banda.
Da mesma maneira, as operadoras podem detectar aparelhos menos potentes e mais baratos que não executam um sistema operacional padrão, contudo contam com um teclado completo. A companhia deduz então que esses aparelhos são designados para redes sociais, o que não demanda um uso muito grande de conexão, mas precisa de muitas requisições de sinais da rede. Os updates e uploads originados a apartir desses feature phones podem ser pequenos em seu tamanho, todavia, são numerosos, e cada um requer um número de “sinais” para guiá-los através da rede corretamente.
Para gerenciar as frequências que passam pelas antenas de celular, as operadoras depende de um kit especial de ferramentas de software e caixas de hardware. Ele utilizam esse tipo de conteúdo para ajustar as frequências e as antenas para que posam fornecer a melhor conectividade possível para a maioria dos equipamentos.
As caixas, que ficam no topo da rede, medem a direção correta e enviam para as antenas de celular e a quantidade necessária de energia para abastecer os sinais que são enviados. Para fazer isso, o equipamento precisa ser capaz de dizer quais gadgets estão conectados a uma frequência, e quão distantes das ondas os aparelhos móveis estão se conectando.
Pacotes de dados
Para chegar a um nível mais fundo do que os próprios aparelhos, as operadoras de telefonia utilizam tecnologias de inteligência de rede para obter informações a respeito dos pacotes de dados que os dispositivos móveis enviam e recebem da rede. Cada pacote que passa pelas ondas inclui uma espécie de “cabeçalho”, preenchido com metadados sobre os dados. Esses metadados possuem detalhes como origem e destino do pacote, o protocolo (IP) utilizado pelo ele, ou se o mesmo contém ou não dados de um serviço em tempo real como CoIP, e a quantidade de dados que ele possui. Esse cabeçalho dá a operadora uma vaga ideia desse conteúdo, sem revelar detalhes mais profundos de seu conteúdo em si.
A operadora pode utilizar essas informações para ajudar na hora de adequar o serviço às necessidades de vários usuários. Por exemplo, depois de detectar que um pacote é oriundo de um serviço em tempo real como VoIP, a empresa pode priorizar a entrega desses pacotes em vez de outros, que são menos sensíveis. Entretanto, a operadora pode classificar como baixa prioridade pacotes contendo dados de um arquivo MP3 que está sendo enviado para um servidor. O assinante pode estar fazendo isso em segundo plano e, consequentemente, não estar preocupado sobre a velocidade desse upload.
Dados de inteligência de rede também permitem às companhias a identificar células específicas nas quais aplicações de muito consumo de banda são utilizadas. Por exemplo, se videochamadas se tornam populares em uma parte determinada da cidade durante horário comercial, a operadora pode aumentar a banda disponível para aquela célula responsável por aquele local, em determinado horário.
Serviços de internet móvel também precisam ser capazes de detectar eventos esporádicos de grande demanda de banda como eventos de grande público, que podem gerar certo stress em determinada célula da rede. Se a operadora sabe que há um jogo de futebol três vezes por semana em certo estádio durante um campeonato, é um indicativo de que a empresa precisa tomar determinadas medidas para atender aos clientes fãs do esporte bretão.
Mais importante, talvez, seja priorizar o gerenciamento dos vários tipos de requisição de dados oriundas dos usuários deste local, para garantir que os recursos estão sendo usados da melhor forma possível. Serviços de internet também utilizam softwares de inteligência de rede para ajudar a mensurar o uso de banda dos clientes que possuem planos de dados limitados; esse programa informa ao setor de cobranças da empresa se um usuário passou do limite de usos, disparando um mecanismo de cobranças à parte.
Inspeções
O software chamado Deep Packet Inspection (DPI, ou Ispeção Profunda de Pacotes, em tradução livre) permite à empresa identificar os sites que os usuários estão visitando e que os serviços web que estõa sendo utilizados. Esse “mediador” captura alguns pacotes de dados que estão sendo recebidos ou enviados para um dispositivo conectado à rede, e, então, rapidamente os examina para obter detalhes do conteúdo dessas informações. Esse conteúdo, chamado “payload”, pode ser qualquer coisa, desde dados de uma videoconferência do SKype até um upddate do Facebook.
A empresa prestadora de serviços pode utilizar tecnologia DPI para confirmar a entrega de um nível de qualidade de serviço de um aplicativo específico, como videochamadas de nível corporativo. Nesse caso, o software identifica os pacotes oriundos do aplicativo, e monitora a quntidade de tempo durante um determinado intervalo que a redenão consegue transmitir todos os pacotes na velocidade prometida. Se há muitos desses “soluços”, a operadora pode compensar o consumidor de alguma forma.
A inteligência DPI também ajuda a empresa a identificar oportunidade de receita em um determinado mercado. Dave Caputo, CEO da Sandvine, que fabrica software de inteligência de redes, dá o exeplo de uma operadora latino-americana que utilizou os dados DPI para descobrir que muitos de seus clientes estavam passando muito tempo no Facebook; na verdade, eles estavam usando a rede social mais do que acessavam ao YouTube.
Outra descoberta feita pela operadora é que os usuários estariam dispostos a pagar por um plano de dados maior se este serviço garantisse uso ilimitado do Facebook a cada mês. Caputo comentou que esse tipo de situação, na qual tanto a companhia quanto o consumidor saem ganhando: a operadora ganha mais dinheiro por cliente, enquanto que os usuários aproveitam das taxas extras que não são cobradas.
Por outro lado, as operadoras podem utilizar o software DPI para “interceptações lícitas - ou seja, a captura de dados para aplicação da lei a partir de fluxos de dados pessoais. Pior, alguns críticos já citaram o DPI como ferramenta usada pelas operadoras para detectar e então inibir ou bloquear certos tipos de conteúdo, uma violação de um dos princípios da neutralidade da rede.
O foco está na massa, não no indivíduo
Claramente as operadoras têm muita visibilidade sobre suas redes e sobre os dispositivos conectados a elas. No entanto, Andrew McDonald, vice-presidente da Alcatel-Lucent, destacou que essas empresas estão bem mais interessadas nos hábitos de grandes grupos de usuários do que nos de cada um individualmente.
“Elas precisam entender o tráfego de suas redes, seja o de agora, seja o do futuro”, disse. “Procuram saber se algo está mudando, estudam tendências”, concluiu.
Especificamente, as operadoras estão preocupadas em corrigir e prevenir problemas com a banda, prevendo também o quanto de investir em cada aspecto dela, explicou McDonald. O especialista diz que a prioridade não é regular o consumo atual, mas antecipar como este será nos próximos anos.
Como exemplo, fala do momento do dia que as operadoras chamavam de “the busy hour” (a hora ocupada). Era quando a maioria das pessoas estava saindo do trabalho e voltando para casa. O tráfego ficava mais pesado e os usuários passavam a usar os celulares pessoais.
O modelo, entretanto, hoje é outro. A “hora ocupada” não está mais tão distante da outras, já que os clientes passaram a usar seus smartphones – incrementados com aplicativos – durante o trabalho e em diferentes localidades – mesmo de casa, onde muitas pessoas completam seus afazeres profissionais.
Muita informação
Caputo e McDonald concordam que as operadoras de telefonia móvel estão muito cientes do fato de que informações demais podem eser um problema quando se trata de detectar atividades na rede. As empresas sabem que um cliente pode julgar esse monitoramento de um único dispositivo e seus hábitos de navegação como invasão de privacidade. E também entendem que não é possível aprender muito a respeito da demanda a partir de um único cliente.
Claro que há exceções que confirmam a regra. Por questões de cobrança ou segurança, as operadoras podem associar o dispositivo a seu dono através de algo denominado “mapeamento de IP para assinante”. Isso envolve mapear o endereço de IP de um aparelho de uma conta de usuário que está registrada na empresa.
Esse procedimento pode ser necessário se, por exemplo, um dispositivo conectado é infectado por um vídeus e começa a abusar dos recursos da rede de maneira tão intensa que começa a comprometer a performance de outros usuários. Nesse caso, os engenheiros de rede podem detectar um dispostivo que esteja com a amaeça e limitar ou suspender seu acesso à rede até que esteja devidamente consertado.
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Nível: Básico
Aplicativo necessário: Dicionário da Língua Portuguesa (Acordo Ortográfico)
Passos: 9
Escrever e falar corretamente são ações importantes no cotidiano de todos nós, brasileiros. Porém, segundo alguns especialistas, temos um vasto vocabulário - e uma das línguas mais difíceis do mundo. Por este motivo, conhecer o significado de todas as palavras de nossa língua é trabalho árduo até para professores. E para piorar, o Novo Acordo Ortográfico já entrou em vigor e alterou a grafia de uma série de palavras.
Para se preparar para sanar qualquer dúvida na hora de escrever ou falar, você pode contar com a ajuda essencial do Dicionário da Língua Portuguesa (Acordo Ortográfico), uma opção gratuita e completa de dicionário de Português que você pode carregar no iPad, iPhone e iPod Touch.
Passo 1. Para ter acesso ao Dicionário da Língua Portuguesa (Acordo Ortográfico), acesse o link acima e faça o download do aplicativo.
Passo 2. Ao abrir o aplicativo (se você estiver conectado à Internet) é possível conhecer as palavras mais buscadas por outros usuários no app. Assim, dúvidas comuns podem ser respondidas logo na abertura.
Palavras mais buscadas (Foto: Reprodução/Camila Porto)Passo 3. Caso a palavra que você procure não esteja entre as mais buscadas, toque na área de busca, na parte superior da tela, e digite o termo que deseja pesquisar.
Passo 4. Ao mostrar o resultado da busca o Dicionário da Língua Portuguesa (Acordo Ortográfico) também oferecerá palavras relacionadas, destacadas com a cor laranja.
Passo 5. Na parte inferior do aplicativo há quatro opções: Consultar, Palavra do dia, Opções e Aplicações.
Passo 6. Em “Palavra do dia” o app mostrará, como se fosse em um calendário, uma palavra aleatória. Isso é excelente para quem deseja conhecer o significado de novas palavras e incrementar o vocabulário.
Palavra do dia (Foto: Reprodução/Camila Porto)Passo 7. Em “Opções” é possível ativar ou desativar as regras do novo acordo ortográfico.
Passo 8. Em “Aplicações” você encontra os outros produtos da empresa que fornece o Dicionário da Língua Portuguesa (Acordo Ortográfico).
Passo 9. Em alguns verbetes o app oferece palavras com hiperlinks. Com isso, você pode conhecer o significado de palavras relacionadas com apenas um toque.
Além de fornecer o significado das palavras e a grafia, o aplicativo exibe os resultados à medida que você digita as letras da busca. Com isso, é possível verificar na mesma hora se a palavra buscada está no banco de dados do Dicionário da Língua Portuguesa (Acordo Ortográfico).
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Alerta foi enviado a companhias de energia, ?gua e outros operadores de sistemas de controle industrial
Foto: Reuters
O governo dos Estados Unidos alertou clientes da Siemens de que sistemas de gest?o de controle industrial que compraram da empresa apresentam uma falha de seguran?a que, de acordo com um pesquisador, poderia permitir que hackers prejudiquem infraestrutura essencial.
A Siemens ainda est? se recuperando das consequ?ncias da descoberta do v?rus Stuxnet, no ano passado, um worm criado especificamente para atacar seus sistemas de controle industrial. Acredita-se que o Stuxnet tenha danificado cerca de mil centr?fugas usadas pelo Ir? para o enriquecimento de ur?nio, no final de 2009 ou come?o de 2010.
Ataques aos sistemas da empresa poderiam ter impacto amplo. A tecnologia da Siemens ? usada para gerir usinas el?tricas, sistemas de distribui??o de ?gua, ind?strias qu?micas e outras instala??es cr?ticas de infraestrutura em todo o mundo.
O conglomerado alem?o, que minimizou a import?ncia das falhas depois que estas foram reveladas na semana passada pela NSS Labs, uma empresa de seguran?a na computa??o, afirmou na ter?a-feira que est? desenvolvendo atualiza??es de software para resolver os mais recentes problemas de seguran?a em seus sistemas de controle industrial.
A equipe de resposta de emerg?ncia para sistemas de controle industrial do Departamento de Seguran?a Interna dos EUA (ICS-CERT) enviou o alerta a companhias de energia, ?gua e outros operadores de sistemas de controle industrial, no dia 19 de maio.
Mas manteve a discri??o sobre o assunto posteriormente, enquanto seus engenheiros colaboram com a Siemens e a NSS Labs para encontrar corre??es para as vulnerabilidades. A organiza??o divulgou um comunicado no qual revelava o alerta em resposta a perguntas da Reuters.
O ICS-CERT em geral n?o divulga vulnerabilidades de seguran?a antes que estas sejam corrigidas, por preocupa??o de que os hackers possam tentar explorar os defeitos ainda n?o sanados.
O alerta do governo discutia as medidas que os operadores de sistemas de controle industrial Siemens poderiam adotar enquanto esperam solu??o mais permanente, disse Chris Ortman, porta-voz do Departamento de Seguran?a Interna.
"O ICS-CERT continuar? a trabalhar com a NSS Labs e a Siemens para encontrar solu??o para essa vulnerabilidade, e divulgar? novas medidas atenuantes assim que tenham sido devidamente testadas e validadas", afirmou. A Siemens divulgou comunicado no qual afirma que deve distribuir software para corrigir as falhas nas pr?ximas semanas.
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A companhia de segurança digital Web of Trust (WOT) anunciou na quinta (12) que, em parceria com o Facebook, protegerá os usuários da rede social contra links duvidosos.
Quando um usuário do portal clicar em um endereço que o leve a uma página com má reputação – segundo a comunidade da WOT – visualizará uma mensagem de alerta, podendo escolher se prefere visitá-la mesmo assim. Usualmente, esses sites possuem códigos maliciosos e conteúdo inapropriado, ou oferecem serviços fraudulentos.
“O Facebook olhará em nossa base de dados a reputação de cada link externo”, disse Vasa Perälä, CEO da companhia. “Se o endereço não for recomendado, o internauta saberá, e poderá buscas mais informações a respeito.
A intenção não é bloquear sites, destacou, mas alertar os membros sobre possíveis riscos. O recurso já foi testado por 1% dos usuários da rede social nos Estados Unidos. A partir desta sexta (13) ficará disponível para todos naquele país. Semana que vem, chega ao resto do mundo.
A comunidade da WOT já denunciou cinco milhões de sites. O serviço garante a confiabilidade da avaliação a partir de análise do comportamento de cada usuário – se ele costuma usar a ferramenta corretamente ou não. A avaliação é feita duas vezes por hora.
Mais de 20 milhões de internautas fazem parte do serviço. A empresa pretende aumentar o número para 50 milhões até o fim deste ano.
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Comunidade sobre moradores de Rio Branco
tinha mais de 15 mil usuários (Foto: Reprodução)O fechamento pela Justiça de uma comunidade destinada a publicar fofocas sobre os moradores de Rio Branco inspirou a criação de outras páginas semelhantes no Acre. “Fatos e Babados de Rio Branco” foi criada há dois anos no Orkut para publicar, por perfis anônimos, notícias embaraçosas sobre os acreanos.
Na série lig@dos, o G1 vai mostrar como pessoas de diferentes locais se relacionam com a tecnologia. Na primeira etapa, mostraremos três cidades em diferentes estados da região Norte do país. Mande suas perguntas na área de comentários ao final da reportagem.
“Fatos e Babados chegou a ter mais participantes do que a comunidade oficial de Rio Branco”, afirmou o morador da cidade Davi Sopchaki, de 22 anos. Porém, depois que imagens eróticas de alguns usuários foram publicadas, uma denúncia registrada na Justiça tirou a comunidade do ar, segundo Sopchaki. A página ainda está disponível na rede social, mas não é possível publicar e nem editar nenhum conteúdo.
Com o fim do espaço para fofocar, os acreanos começaram a criar comunidades genéricas para suprir a necessidade de noticiar verdades sobre os outros anonimamente.
“Surgiram ‘Fatos e Babados’ de escolas, bairros e até de cidades do interior”, disse Sopchaki. Como exemplos, há o “Fatos e Babados” dos bairros Tucumã e Calafate, do Colégio Acreano e da cidade Sena Madureira. No entanto, algumas dessas comunidades também já foram removidas do Orkut.
“Não foi criada nenhuma página nesse estilo sobre alguma universidade. Acho que essas comunidades atraem mais adolescentes. O pessoal universitário não se liga nisso”, explica Sopchaki.
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Ampliar (Fonte da imagem: Nils Ferber)
Com o recente desastre na usina nuclear de Fukushima, muitos começam a se preocupar com os alimentos contaminados da região. Embora o governo japonês garanta que nenhuma de suas exportações possui níveis de radiação capazes de prejudicar humanos, o designer Nils Ferber desenvolveu uma forma de realmente garantir segurança total na hora de comer um prato oriental.
O dispositivo, chamado Fukushima Plate, se trata de um prato de cerâmica normal. A diferença fica por conta do uso de um medidor de radioatividade presente na base da invenção que, combinado com painéis OLED, alerta sobre possíveis riscos de contaminação.
Quando o prato detecta que o alimento é seguro para consumo, nenhuma luz é acessa. Poucas quantidades de radiação acendem uma das luzes, o que significa que ainda é possível consumir o prato sem riscos para a saúde. Já quando se acendem duas ou mais luzes, é preciso se preocupar e alertar os órgãos públicos responsáveis sobre o problema.
Há poucas possibilidades de que a invenção de Nils Ferber, a qual ele deixa claro se tratar de uma brincadeira, torne-se realidade em um futuro próximo. Ao menos que desastres como o de Fukushima comecem a acontecer em ritmo acelerado em diversas partes do mundo, o nível de radiação dos alimentos comercializados ao redor do mundo dificilmente se tornará uma preocupação cotidiana.
Galeria de Imagens
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Quer saber mais sobre o seu iPhone? Explorar melhor os recursos do aparelho? Pois já está disponível na banca virtual O Jornaleiro a versão para iPad do Macworld Superguide sobre o iPhone 4 (e versões anteriores), livro que traz 130 dicas de uso do equipamento e os 50 melhores aplicativos para o smartphone.
Com a publicação é possível saber como economizar bateria, converter vídeos para executar no aparelho, resolver panes no equipamento e muito mais. O Superguide, que está cotado a 4,99 dólares, conta com o conteúdo das redações da Macworld dos Estados Unidos e do Brasil.
Na versão para o tablet é possível “folhear” as páginas com apenas um toque, navegar pelo índice com o uso de miniaturas das reportagens, escolher entre modo retrato e paisagem e ampliar conteúdos.
A banca virtual O Jornaleiro foi lançada em janeiro deste ano e oferece cerca de 20 publicações, como Caras, Computerworld, CIO, Scientific American e Conhecer. Até o final de 2011, o aplicativo da Gol Mobile deve chegar a 100 títulos. Até o mês de abril, o aplicativo já tinha sido baixado cerca de 5.600 vezes, gerando quase 22 mil downloads de revistas.
Para ter acesso ao Superguide, basta baixar o aplicativo gratuito O Jornaleiro, escolher a publicação na prateleira, e solicitar a compra. O programa pede iOS 3.2 ou mais recente.
Superguide do iPhone: 130 dicas
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