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Leitor de arquivos PDF Adobe Reader tem falha gravíssima, alerta empresa de segurança

Uma falha no Adobe Reader já está sendo explorada por crackers para contaminar os computadores dos usuários. Segundo a companhia de segurança Avast, os arquivos PDF produzidos para este fim não são identificados pelos antivírus do mercado e, por isso, são ainda mais perigosos.

A vulnerabilidade atinge o software em todas as versões – para Windows, Unix e Mac – com exceção da 10.x. No entanto, como a maioria dos usuários não utiliza esse modelo, a praga pode espalhar-se rapidamente caso uma correção não seja providenciada.

Leia também: Falha crítica afeta segurança de arquivos Adobe Flash

Para não que o código malicioso não seja reconhecido pelos antivírus, os cibercriminosos o escondem dentro do próprio arquivo PDF. Conseguem tal feito com a ajuda do filtro JBIG2Decode, usualmente usado para reduzir o tamanho de documentos que possuem imagens em formato TIFF.

“Nós já vimos esse tipo de truque ser utilizado em ataques específicos, mas só agora ele passou a ser explorado em ofensivas que não possuem um alvo em especial. Por isso, talvez, demorou tanto para ser detectado”, disse Jiri Sejtko, analista da Avast. Ele destaca, também, que o software da empresa já foi atualizado para proteger a máquina de tal artifício.

Os pesquisadores da Avast deverão discutir o modo como filtros são usados para esconder pragas no Caro 2011 – encontro sobre segurança digital – a ser realizado em Praga, na República Checa, em 5 e 6 de maio.

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Adobe Reader tem falha gravíssima, alerta empresa de segurança

Uma falha no Adobe Reader já está sendo explorada por crackers para contaminar os computadores dos usuários. Segundo a companhia de segurança Avast, os arquivos PDF produzidos para este fim não são identificados pelos antivírus do mercado e, por isso, são ainda mais perigosos.

A vulnerabilidade atinge o software em todas as versões – para Windows, Unix e Mac – com exceção da 10.x. No entanto, como a maioria dos usuários não utiliza esse modelo, a praga pode espalhar-se rapidamente caso uma correção não seja providenciada.

Leia também: Falha crítica afeta segurança de arquivos Adobe Flash

Para não que o código malicioso não seja reconhecido pelos antivírus, os cibercriminosos o escondem dentro do próprio arquivo PDF. Conseguem tal feito com a ajuda do filtro JBIG2Decode, usualmente usado para reduzir o tamanho de documentos que possuem imagens em formato TIFF.

“Nós já vimos esse tipo de truque ser utilizado em ataques específicos, mas só agora ele passou a ser explorado em ofensivas que não possuem um alvo em especial. Por isso, talvez, demorou tanto para ser detectado”, disse Jiri Sejtko, analista da Avast. Ele destaca, também, que o software da empresa já foi atualizado para proteger a máquina de tal artifício.

Os pesquisadores da Avast deverão discutir o modo como filtros são usados para esconder pragas no Caro 2011 – encontro sobre segurança digital – a ser realizado em Praga, na República Checa, em 5 e 6 de maio.

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Governo dos EUA alerta sobre falha de seguran�a na Siemens

Siemens. Foto: Reuters

Alerta foi enviado a companhias de energia, ?gua e outros operadores de sistemas de controle industrial
Foto: Reuters

O governo dos Estados Unidos alertou clientes da Siemens de que sistemas de gest?o de controle industrial que compraram da empresa apresentam uma falha de seguran?a que, de acordo com um pesquisador, poderia permitir que hackers prejudiquem infraestrutura essencial.

A Siemens ainda est? se recuperando das consequ?ncias da descoberta do v?rus Stuxnet, no ano passado, um worm criado especificamente para atacar seus sistemas de controle industrial. Acredita-se que o Stuxnet tenha danificado cerca de mil centr?fugas usadas pelo Ir? para o enriquecimento de ur?nio, no final de 2009 ou come?o de 2010.

Ataques aos sistemas da empresa poderiam ter impacto amplo. A tecnologia da Siemens ? usada para gerir usinas el?tricas, sistemas de distribui??o de ?gua, ind?strias qu?micas e outras instala??es cr?ticas de infraestrutura em todo o mundo.

O conglomerado alem?o, que minimizou a import?ncia das falhas depois que estas foram reveladas na semana passada pela NSS Labs, uma empresa de seguran?a na computa??o, afirmou na ter?a-feira que est? desenvolvendo atualiza??es de software para resolver os mais recentes problemas de seguran?a em seus sistemas de controle industrial.

A equipe de resposta de emerg?ncia para sistemas de controle industrial do Departamento de Seguran?a Interna dos EUA (ICS-CERT) enviou o alerta a companhias de energia, ?gua e outros operadores de sistemas de controle industrial, no dia 19 de maio.

Mas manteve a discri??o sobre o assunto posteriormente, enquanto seus engenheiros colaboram com a Siemens e a NSS Labs para encontrar corre??es para as vulnerabilidades. A organiza??o divulgou um comunicado no qual revelava o alerta em resposta a perguntas da Reuters.

O ICS-CERT em geral n?o divulga vulnerabilidades de seguran?a antes que estas sejam corrigidas, por preocupa??o de que os hackers possam tentar explorar os defeitos ainda n?o sanados.

O alerta do governo discutia as medidas que os operadores de sistemas de controle industrial Siemens poderiam adotar enquanto esperam solu??o mais permanente, disse Chris Ortman, porta-voz do Departamento de Seguran?a Interna.

"O ICS-CERT continuar? a trabalhar com a NSS Labs e a Siemens para encontrar solu??o para essa vulnerabilidade, e divulgar? novas medidas atenuantes assim que tenham sido devidamente testadas e validadas", afirmou. A Siemens divulgou comunicado no qual afirma que deve distribuir software para corrigir as falhas nas pr?ximas semanas.

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Falha no Internet Explorer permite "sequestro de cookies"

(Fonte da imagem: Divulgação/Microsoft)

Reuters. PorJim Finkle - Um pesquisador de segurança na computação encontrou um defeito no navegador Internet Explorer, da Microsoft, que segundo ele poderia permitir que hackers senhas de acesso ao Facebook, Twitter e outros sites. Ele definiu a técnica como "sequestro de cookies". "Qualquer site. Qualquer cookie. O limite está em sua imaginação", disse Rosario Valotta, um pesquisador independente de segurança na Internet que trabalha na Itália.

Hackers poderiam explorar a falha para ganhar acesso arquivos armazenados pelo navegador e conhecidos como "cookies", alguns dos quais contém os nomes de usuário e senhas para uma determinada conta na Web, afirmou Valotta em mensagem de email. Quando o hacker captura um cookie, pode usá-lo para ganhar acesso ao mesmo site, disse Valotta, que definiu a técnica como "sequestro de cookies".

A vulnerabilidade afeta todas as versões do Internet Explorer, incluindo o IE 9, e todas as versões do sistema operacional Windows. Para explorar a falha, o hacker precisa persuadir a vítima a arrastar um objeto pela tela do computador, antes que o cookie possa ser sequestrado.

A tarefa parece difícil, mas Valotta disse que conseguiu realizá-la com certa facilidade. Ele criou um quebra-cabeças no Facebook que desafiava os usuários a "despir" a foto de uma mulher atraente. "Coloquei o jogo no Facebook e em menos de três dias meu servidor recebeu mais de 80 cookies", disse. "E só tenho 150 amigos em minha lista."

A Microsoft afirmou que não existe grande risco de um hacker obter sucesso com uma trama de sequestro de cookies. "Dado o nível de interação requerido do usuário, a questão não é vista por nós como de alto risco", disse Jerry Bryant, porta-voz da companhia.

"Para que seja afetado, um usuário precisaria visitar um site suspeito, ser convencido a arrastar itens pela página e o atacante teria de ter por alvo o coookie de um site ao qual o usuário estivesse conectado naquele momento", disse Bryant.

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Falha em serviço da Microsoft deixa usuários sem e-mails

O Exchange Online, serviço para acesso via browser de mensagens de e-mail oferecidao pela Microsoft, enfrenta novos problemas, a exemplo do que aconteceu na semana passada.

As novas dores de cabeça para administradores de rede e usuários começaram ontem (19/5). Foram afetados contas na América do Norte.  Gerentes de rede têm publicado reclamações em vários fóruns de discussões.

Ontem, um funcionário da Microsoft publicou a seguinte mensagem como resposta em alguns fóruns: “estamos investigando casos de problemas que afetam usuários do Exchange Online que são atendidos pelo datacenter responsável pelas Américas”.

Segundo a empresa, o problema afetava ontem “apenas 1% de todos os usuários do Exchange”. "Há um pequeno porcentual de mensagens que continuam na fila esperando para serem entregues”, a completa resolução do problema deve acontecer rapidamente”.

De acordo com um porta-voz da empresa, a Microsoft não revela quantos são os usuários do Exchange. Apesar disso, em outubro do ano passado, o gerente geral da área de serviços online da Microsoft afirmou ao IDG News Service que havia 40 milhões de usuários finais de serviços online da Microsoft, o que inclui o Exchange Online.

O problema acontece pouco depois de a Microsoft divulgar que São Francisco, nos Estados Unidos escolheu o Exchange Online como ferramenta de e-mail, deixando de lado opções de computação na nuvem oferecidas por Google e IBM.

Há três dias, a empresa ainda lidava com os problemas da semana passada.  “Quero me desculpar mais uma vez pelos transtornos causados a nossos clientes e parceiros”,  afirmou o vice-presidente da Microsoft para a área de online, Dave Thompson.

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Skype para Mac tem falha que permite ataque via mensagem

A Skype deve lançar até a semana que vem uma atualização para combater uma vulnerabilidade em seu software para Mac que permite que hackers controlem remotamente o computador apenas com o envio de uma mensagem.

Segundo o pesquisador de segurança que descobriu a brecha, Gordon Maddern, o problema é grave e permite ataques com facilidade. Mas, de acordo com a Skype, isso só é possível se a fonte do ataque partir de alguém que está cadastrado na lista de contatos da vítima, o que diminuiu o potencial da ameaça. A empresa afirma que o problema não afeta as versões para Windows e Linux do software e que pretende disponibilizar uma correção definitiva nos próximos dias. Enquanto isso, é possível utilizar um update lançado em abril e que pode ajudar na questão.

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Adobe Reader tem falha gravíssima, alerta empresa de segurança

Uma falha no Adobe Reader já está sendo explorada por crackers para contaminar os computadores dos usuários. Segundo a companhia de segurança Avast, os arquivos PDF produzidos para este fim não são identificados pelos antivírus do mercado e, por isso, são ainda mais perigosos.

A vulnerabilidade atinge o software em todas as versões – para Windows, Unix e Mac – com exceção da 10.x. No entanto, como a maioria dos usuários não utiliza esse modelo, a praga pode espalhar-se rapidamente caso uma correção não seja providenciada.

Leia também: Falha crítica afeta segurança de arquivos Adobe Flash

Para não que o código malicioso não seja reconhecido pelos antivírus, os cibercriminosos o escondem dentro do próprio arquivo PDF. Conseguem tal feito com a ajuda do filtro JBIG2Decode, usualmente usado para reduzir o tamanho de documentos que possuem imagens em formato TIFF.

“Nós já vimos esse tipo de truque ser utilizado em ataques específicos, mas só agora ele passou a ser explorado em ofensivas que não possuem um alvo em especial. Por isso, talvez, demorou tanto para ser detectado”, disse Jiri Sejtko, analista da Avast. Ele destaca, também, que o software da empresa já foi atualizado para proteger a máquina de tal artifício.

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