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Sony investiga novo poss�vel ataque a plataforma digital de filmes

O grupo japon?s Sony informou nesta sexta-feira que investiga um poss?vel novo ataque virtual contra sua plataforma digital de filmes "SonyPictures.com", que pode ter levado os autores do crime a obter acesso aos dados pessoais de cerca de um milh?o de usu?rios. Um porta-voz da Sony confirmou ? ag?ncia EFE que foi aberto um processo de investiga??o sobre o novo caso, que ocorre depois que grupos de hackers roubaram desde meados de abril dados de mais de 100 milh?es de usu?rios de seus diferentes servi?os.

O grupo "LulzSec" assumiu a autoria do ?ltimo ataque online, que se teria acontecido poucas horas depois da companhia ter anunciado o restabelecimento de sua rede PlayStation Network (PSN). A ag?ncia japonesa Kyodo informou que os hackers podem ter roubado senhas, endere?os de e-mail e datas de nascimento dos usu?rios.

O ataque representa um novo epis?dio na suposta "cruzada" iniciada h? alguns meses por parte de alguns grupos contra a companhia. A onda de ciberataques ? um novo rev?s para a Sony, que em maio anunciou uma perda l?quida de 259,6 bilh?es de ienes (R$ 5 bilh?es) no ?ltimo ano fiscal, ap?s ser seriamente afetada pelo terremoto e posterior tsunami de 11 de mar?o.

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Sony confirma ataque a plataforma digital de filmes

Siteda Sony Pictures foi invadido por hackers (Foto: Reprodução)Site da Sony Pictures foi invadido por hackers
(Foto: Reprodução)

A Sony sofreu um novo ataque de hackers. Desta vez, a filial afetada foi a plataforma digital de filmes "SonyPictures.com". O ataque, que já tinha sido reivindicado pelo grupo "Lulz Security", foi confirmado num comunicado oficial do grupo japonês na noite desta sexta (3).

"O cibercrime que afetou a Sony e um certo número de agências do governo, de empresas e de indivíduos durante os últimos meses também afetou a Sony Pictures. Um grupo de hackers chamado 'LulzSec' afirmou ter invadido alguns de nossos sites", afirma o comunicado.

O ataque aconteceu na quinta-feira. O grupo de hackers anunciou ter roubado mais de um milhão de senhas, identificações de mensagens eletrônicas e outros dados do site "Sony Pictures.com".

No início de abril, grupos de hackers roubaram dados de mais de 100 milhões de usuários de seus diferentes serviços. O principal ataque aconteceu na rede de games on-line do PlayStation.

No comunicado desta sexta, a empresa disse que adotou medidas para evitar futuras invasões.

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Yahoo e Hotmail sofreram o mesmo ataque do Google, diz pesquisador

E-mail (Foto: Reprodução)Serviço de e-mail do Yahoo sofreu ataque similar
ao do Gmail, diz pesquisador (Foto: Reprodução)

Usuários de e-mail do Yahoo e do Hotmail foram atingidos pelo mesmo tipo de ataque descoberto pelo Google nesta semana, revelou a empresa de segurança Trend Micro. Embora as invasões tenham sido conduzidas em separado, elas têm algumas semelhanças.

Em um post publicado na quinta-feira (2), a companhia descreveu dois ataques similares contra o serviço de e-mail do Yahoo e do Windows Live Hotmail. “É um problema que não atingiu apenas o Gmail”, afirmou o pesquisador Nart Villeneuve. Ele acredita que contas do Facebook foram utilizadas pelos hackers para disseminar os ataques.

Segundo Villneuve, o ataque ao Hotmail aproveitou uma falha na programação. As contas dos usuários de Taiwan foram invadidas no momento em que eles abriram uma mensagem que pareceria ser do Facebook. No caso do Yahoo, os hackers tentaram invadir as contas de e-mail ao roubar os arquivos “cookie” do navegador, explicou Villneuve no post.

Na quarta-feira (1), o Google revelou que hackers desconhecidos, aparentemente vindos da região central da China, tentaram invadir contas de centenas de usuários do seu sistema de e-mails, incluindo autoridades importantes do governo norte-americano, ativistas chineses e jornalistas.

O porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, afirmou que o FBI abriu uma investigação para apurar o ataque. A secretária de Estado, Hillary Clinton, qualificou as acusações do Google à China como muito sérias. "Esperamos que o governo chinês dê uma explicação", disse Clinton, em comunicado.

Em Pequim, Hong Lei, um porta-voz do Ministério de Relações Exteriores, negou as acusações. "Os ataques são um problema internacional do qual a China também é vítima. As acusações dos supostos ataques são totalmente infundadas e têm motivos ocultos", manifestou Hong.

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Google diz que Gmail pode ter sofrido ataque por hackers chineses

Logo do Gmail (Foto: Reprodução)Google diz que Gmail sofrou ataque de hackers
(Foto: Reprodução)

O Google revelou nesta quarta-feira (1º) que hackers desconhecidos, aparentemente vindos da região central da China, tentaram invadir contas de centenas de usuários do seu sistema de e-mails, o Gmail, incluindo de autoridades importantes do governo norte-americano, ativistas chineses e jornalistas.

A empresa afirmou em seu blog oficial que os hackers, que aparentemente vêm de Jinan, na China, tentaram recentemente invadir e monitorar contas de e-mails ao roubar suas senhas, mas o Google detectou e "interrompeu" o ataque.

A companhia notificou as vítimas e governos possivelmente atingidos, acrescentou o Google no blog. A ação do Google encerrou o pregão em queda de 0,65%.

"Recentemente descobrimos um ataque para coletar senhas de usuários, provavelmente por meio de phishing (tipo de fraude caracterizada pela tentativa do hacker de se fazer passar por outra pessoa ou representante de uma empresa para coletar informações)", disse a empresa.

Os ataques são as últimas invasões pela internet direcionadas contra empresas do Ocidente e acontecem um ano depois de o Google e várias outras empresas serem alvos de hackers chineses.

O incidente anterior provocou um debate sobre a censura e o rígido controle da internet no país. O Google, por fim, removeu suas operações da China, apesar da grande oportunidade de mercado que ela representa.

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Ataque à rede do PS3 motiva processos contra a Sony nos EUA

PlayStation 3 Ataque Hacker (Foto: Reuters)Rede on-line do PS3 está fora do ar desde o
dia 20 de abril(Foto: Reuters)

O recente ataque de hackers à Sony e outras violações na integridade dos dados dos clientes da empresa estão atraindo advogados especializados em processos coletivos e ansiosos por receber grandes indenizações, mas acordos de alto valor podem ser difíceis de obter.

Pelo menos 25 processos foram abertos contra a Sony junto à Justiça federal norte-americana pelo roubo de dados de usuários da PlayStation Network, de acordo com o banco de dados judiciais Westlaw, da Thomson Reuters.

Os processos acusam a Sony de negligência e violação de contrato por permitir que dados pessoais de mais de 100 milhões de usuários dos serviços de games on-line PlayStation Network (PSN) e de jogos massivos on-line da Sony Online Entertainment (SOE) fossem comprometidos e roubados.

A PSN foi desativada no dia 20 de abril após a Sony ter descoberto que um ataque de hacker entre os dias 16 e 17 do mesmo mês pode ter roubado dados de usuários. Desde então, o serviço, que permite jogar partidas de jogos pela internet e comprar games por meio de download está desativado. A Sony disse que irá restabelecer a PSN por completo até o dia 31 de maio.

O desafio para os advogados, em casos de violação de segurança, não está em provar a responsabilidade judicial da empresa, mas sim em estabelecer o valor dos danos, de acordo com dados envolvidos nesse tipo de litígio.

A Sony foi criticada por não informar tão rápido quanto deveria sobre o comprometimento de dados pessoais de clientes em abril. A fabricante de eletrônicos informou que era possível que os invasores de seu sistema tivessem obtido 12,3 milhões de números de cartão de crédito.

"Caso a Sony tivesse protegido devidamente seu banco de dados por meio de métodos de cifragem conhecidos e amplamente disponíveis, mesmo que um hacker conseguisse invadir a rede, teria capacidade limitada de infligir danos', afirma um dos processos.

A companhia pediu desculpas a seus clientes.

Os juízes estão apenas começando a determinar se a revelação de informações de identificação pessoal representa perda de valor, ou se os queixosos precisam provar que sofreram prejuízos devido ao ataque.

No mês passado, um juiz federal na Califórnia recusou encerrar um processo coletivo por violação de dados pessoais contra a RockYou, que desenvolve aplicativos para o Facebook e outros sites de redes sociais. Os advogados alegam que forneceram informação de identificação pessoal à empresa em troca de produtos e serviços.

A juíza de primeira instância Phyllis Hamilton considerou que a alegação bastava para permitir o prosseguimento do processo, mas decidiu que este será encerrado caso os queixosos não provem que a violação de dados lhes causou danos tangíveis.

Usuários brasileiros
Nos Estados Unidos, a Sony irá fornecer um seguro de US$ 1 milhão de dólares para os usuários da PSN que tiverem seus dados roubados. Na América Latina, a empresa afirma que ainda estuda uma solução.

No blog oficial do PlayStation em espanhol, Mark Stanley, gerente da Sony para a América Latina, disse que oferecer um plano similar para países como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru é complicado por alguns fatores. "Cada país possui um procedimento diferente para quem tem problemas com a conta na PSN. Estamos analisando as melhores possibilidades e soluções para os usuários da região", afirma. Stanley explica que, quando a Sony tiver uma solução, irá informar os jogadores de como aderir ao programa de proteção.

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Skype para Mac tem falha que permite ataque via mensagem

A Skype deve lançar até a semana que vem uma atualização para combater uma vulnerabilidade em seu software para Mac que permite que hackers controlem remotamente o computador apenas com o envio de uma mensagem.

Segundo o pesquisador de segurança que descobriu a brecha, Gordon Maddern, o problema é grave e permite ataques com facilidade. Mas, de acordo com a Skype, isso só é possível se a fonte do ataque partir de alguém que está cadastrado na lista de contatos da vítima, o que diminuiu o potencial da ameaça. A empresa afirma que o problema não afeta as versões para Windows e Linux do software e que pretende disponibilizar uma correção definitiva nos próximos dias. Enquanto isso, é possível utilizar um update lançado em abril e que pode ajudar na questão.

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Popular software gerenciador de senhas é alvo de ataque cracker

A equipe responsável pelo LastPass – popular software gerenciador de senhas – anunciou na última quarta-feira (4/05) que o programa vem enfrentando um “anormal tráfego de rede”, o que a faz pensar que um ataque cracker pode estar por trás disso. Por via das dúvidas, muitos usuários estão sendo solicitados a alterar a chave mestra que defende seus códigos.

O LastPass é uma extensão compatível com praticamente todos os browsers do mercado – roda tanto em um Internet Explorer instalado no Windows, como em um Firefox para Linux ou no Safari do iPhone. Ela toma para si o trabalho do usuário de elaborar senhas e inseri-las nos sites, e ainda as sincroniza com os sistemas em que estiver instalado. Para isso, o internauta precisa criar um único segredo, que lhe dará acesso às informações armazenadas pelo software.

Em comunicado, a companhia esclarece que identificou o problema em um de seus servidores, sem, no entanto, encontrar sua causa. Notou, porém, que as informações estavam sendo enviadas para um banco de dados desconhecido. “Por não conseguirmos explicar a falha, seremos paranóicos e imaginaremos o pior: os arquivos armazenados foram acessados”.

Ainda não se sabe ao certo tamanho do rombo, ou seja, quanto foi copiado pelos invasores – por exemplo, se o suposto ataque foi suficiente para roubar os e-mails e senhas da dos usuários. A empresa destaca, entretanto, que a quantidade de dados perdida definitivamente não foi grande, e que, portanto, a maioria dos clientes não deverá ser afetada – embora, alguns, de fato, precisem se precaver.

A esses, a LastPass enviou uma notificação para que alterem a chave mestra. Quando a mudança é feita, a empresa checa se ela foi solicitada de um IP conhecido, de modo a verificar a identidade dos usuários e evitar que mais problemas apareçam. A companhia anunciou também que está aproveitando a oportunidade para aprimorar a segurança de sua infraestrutura, implantando uma nova camada de proteção que estavam desenvolvendo.

Devido ao excesso de tráfego, já que muitos usuários estão alterando seus segredos, a empresa informou nesta quinta-feira (5/05) que a sincronização de senhas foi desativada. Também pediu aos clientes que, caso algum imprevisto apareça, enviem um e-mail para o seguinte endereço: support@lastpass.com.

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Grupo hacker nega ataque contra PSN e diz que Sony é "incompetente"

Pouco após a Sony apontar o Anonymous como suspeito do ataque contra as redes de games da empresa, o grupo voltou a negar envolvimento na “invasão externa” que vazou dados pessoais de cerca de 100 milhões de usuários da PSN e Station.com, incluindo dados de cartão de crédito.

Conforme publicado pelo site Boy Genius Report, o grupo publicou ontem, 4/5, uma declaração sobre o assunto. “O Anonymous nunca foi conhecido por se envolver em roubos de cartão de crédito”, dizia o primeiro dos cinco tópicos contidos no pronunciamento do grupo.

Depois, no quarto item, diz que “quem quer que tenha entrado nos servidores da Sony para roubar dados de cartão de crédito e deixou um documento culpando o Anonymous claramente queria que fôssemos culpados pelo crime digital mais significativo da história.”

Conforme publicamos, no final de abril o Anonymous já havia publicado uma mensagem em seu site negando qualquer participação no ataque à PSN e afirmando que “a Sony é incompetente”. No entanto, na época o grupo não refutou a possibilidade de algum de seus membros ter agido por conta própria. Vale lembrar que no início de abril o grupo declarou guerra contra a fabricante japonesa.

- Leia também:

Software de servidores da Sony estava ultrapassado e facilitou ataque, diz expert

Em meio a crise com PSN, Sony baixa preço do PS3 no Brasil

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Entenda o caso
No dia 26/4, a Sony anunciou que uma  “invasão externa” à sua rede online conseguiu ter acesso aos dados pessoais e talvez informações de senhas, histórico de compras e até números cartão de crédito dos mais de 70 milhões de jogadores que utilizam a rede do PlayStation 3.

O caso é tão sério que, segundo um instituto de pesquisas especializado, o prejuízo da Sony com o vazamento desses dados poderia ultrapassar os 24 bilhões de dólares.

No dia seguinte ao anúncio, começaram a surgir relatos de gamers que tiveram problemas com seus cartões de crédito, de acordo com os sites como Ars Technica e VGN 365.

Ambos afirmam ter recebido um grande número de mensagens, via e-mail, comentários e mensagens via Twitter, de leitores usuários da PSN que dizem ter tido problemas com compras ou saques não autorizados.

Dias depois do ataque à PSN, a empresa admitiu que também houve vazamento de informações em sua rede SOE, que continha os mesmos tipos de dados sensíveis, incluindo informações sobre cartões de crédito.

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