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Hacker estrangeiro que atacar EUA cometerá “ato de guerra”

31 de maio de 2011 | 10h59

Nayara Fraga

O ataque de hackers estrangeiros aos sistemas de instituições dos Estados Unidos poderá ser considerado, daqui para frente, um ato de guerra. O Departamento de Defesa americano concluiu que a resposta para uma sabotagem de computadores com origem em outro país pode ser o uso da força militar convencional, informa nesta terça-feira, 31, o “Wall Street Journal”.

Esta seria a primeira estratégia cibernética formalizada pelo Pentágono. Segundo o diário, ela indica a tentativa inicial de lidar com um mundo em mudanças no qual um hacker pode representar uma ameaça tão significativa a reatores nucleares, metrô ou oleodutos quanto o exército de um país hostil.

“Uma ideia que ganha espaço no Pentágono é a noção de ‘equivalência’. Se um ataque cibernético provoca morte, prejuízo, destruição ou um alto nível de transtorno que um tradicional ataque militar causaria, então ele seria candidato à consideração de ‘uso de força’, podendo merecer retaliação”, diz o “Journal”.

A urgência no desenvolvimento de uma postura mais formal diante de crimes virtuais ocorre em razão dos recentes ataques a sistemas do Pentágono e do alerta acendido pela sabotagem de algumas centrífugas nucleares no Irã, causada pelo vírus Stuxnet. De acordo com o diário, trechos do relatório que delineia a estratégia deverão vir a público no mês que vem.

Leia a reportagem no site do “The Wall Street Journal”, em inglês, aqui.

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Hacker acelera chip do Galaxy S II para 1,5 GHz

O aguardado smartphone Samsung Galaxy S II já é muito potente por si só, já que possui sistema Android e um processador de 1.2GHz em um chassi de apenas 7mm, mas e se você quiser fazer overclock (aumento da velocidade do processador)? Bom, agora você já pode!

Segundo uma reportagem do Engadget, um root feito pelo usuário 'coolbho3000' no Fórum de Desenvolvedores XDA conseguiu fazer com que o processador do Galaxy S de segunda geração rodasse a incrível 1.5 GHz.

Os números que 'coolbho3000' retira do benchmark Quadrant mostram o Galaxy S II “acelerado” consegue superar facilmente todos os seus antecessores com facilidade, incluindo o Nexus One e o HTC Evo. 

O poder de processamento é impressionante de acordo com o vídeo postado pelo usuário, que mostra o Galaxy S II de 1.5 GHz em ação. Além disso, 'coolbho3000' disponibilizou no fórum instruções (em inglês) para a realização desse overclock.

Conforme já publicamos, o Galaxy S II deve chegar ao mercado brasileiro em julho com um preço sugerido de 1.700 reais (versão desbloqueada).

Vale lembrar que o overclock pode aumentar a temperatura de operação (porque é mais difícil para o telefone se livrar de grandes quantidades de calor sem um sistema refrigeração dedicado), o que pode causar dano permanente ao seu aparelho. Da mesma maneira, essa é a razão pela qual raramente se realiza overclock em laptops, especialmente sem um cooler específico para o computador. Além disso, o processo também vai diminuir a vida da bateria, por usar mais energia.

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Hacker acelera chip do Galaxy S II para 1,5 GHz

O aguardado smartphone Samsung Galaxy S II já é muito potente por si só, já que possui sistema Android e um processador de 1.2GHz em um chassi de apenas 7mm, mas e se você quiser fazer overclock (aumento da velocidade do processador)? Bom, agora você já pode!

Segundo uma reportagem do Engadget, um root feito pelo usuário 'coolbho3000' no Fórum de Desenvolvedores XDA conseguiu fazer com que o processador do Galaxy S de segunda geração rodasse a incrível 1.5 GHz.

Os números que 'coolbho3000' retira do benchmark Quadrant mostram o Galaxy S II “acelerado” consegue superar facilmente todos os seus antecessores com facilidade, incluindo o Nexus One e o HTC Evo. 

O poder de processamento é impressionante de acordo com o vídeo postado pelo usuário, que mostra o Galaxy S II de 1.5 GHz em ação. Além disso, 'coolbho3000' disponibilizou no fórum instruções (em inglês) para a realização desse overclock.

Conforme já publicamos, o Galaxy S II deve chegar ao mercado brasileiro em julho com um preço sugerido de 1.700 reais (versão desbloqueada).

Vale lembrar que o overclock pode aumentar a temperatura de operação (porque é mais difícil para o telefone se livrar de grandes quantidades de calor sem um sistema refrigeração dedicado), o que pode causar dano permanente ao seu aparelho. Da mesma maneira, essa é a razão pela qual raramente se realiza overclock em laptops, especialmente sem um cooler específico para o computador. Além disso, o processo também vai diminuir a vida da bateria, por usar mais energia.

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Grupo hacker Anonymous não se responsabiliza por roubo na PSN

Com os recentes ataques à PlayStation Network que resultaram em dados de usuários sendo roubados, incluindo informações referentes aos seus cartões de crédito, a Sony tem investigado o que teria acontecido em sua rede, e sugeriu que os responsáveis seriam do grupo hacker 

Grupo Anonymous em protesto contra a Igreja de Cientologia, em Hollywood (Foto: Divulgação)Grupo Anonymous em protesto contra a Igreja de Cientologia, em Hollywood (Foto: Divulgação)

Segundo a empresa, o lema do grupo foi encontrado escondido na PlayStation Network, as palavras “We are legion” (Nós somos legião), antes da rede cair. O grupo Anonymous refutou no entanto a possibilidade de ser responsabilizado pelo ataque, enquanto não descartou a possibilidade de membros terem agido isoladamente. 

“Se uma investigação legítima e honesta sobre o roubo de cartões de crédito for conduzida, Anonymous não será considerado responsável. Enquanto nós somos um grupo descentralizado e distribuído. Nossa “liderança” não perdoa roubo de cartão de crédito”, disse um representante do grupo hacker. 

E explicou mais sobre as causas da guerra contra a Sony: “Nós estamos preocupados com a erosão de privacidade e uso justo, a disseminação de feudalismo corporativo, o abuso de poder e as justificações de executivos e líderes que acreditam ser imunes pessoal e financeiramente pelas ações que eles tomam em nome de corporações e órgãos públicos”. 

O grupo Anonymous se refere à estranha ação da corte da Califórnia que tecnicamente teria autorizado a Sony a violar a privacidade de milhares de usuários durante o caso civil contra o hacker George “Geohot” Hotz, onde números de IP, que fornecem dados de localização do usuário, de todas as pessoas que visitaram o site dele foram concedidos à empresa para determinar a localidade de onde o processo deveria transcorrer. 

Considerando que roubo de dados vai contra os princípios do grupo Anonymous, e da ideologia hacker como um todo, há tanto as possibilidades de que alguém do grupo tenha agido por conta própria, como de que alguém só o esteja usando como um bode expiatório. 

Via Destructoid

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Grupo hacker nega ataque contra PSN e diz que Sony é "incompetente"

Pouco após a Sony apontar o Anonymous como suspeito do ataque contra as redes de games da empresa, o grupo voltou a negar envolvimento na “invasão externa” que vazou dados pessoais de cerca de 100 milhões de usuários da PSN e Station.com, incluindo dados de cartão de crédito.

Conforme publicado pelo site Boy Genius Report, o grupo publicou ontem, 4/5, uma declaração sobre o assunto. “O Anonymous nunca foi conhecido por se envolver em roubos de cartão de crédito”, dizia o primeiro dos cinco tópicos contidos no pronunciamento do grupo.

Depois, no quarto item, diz que “quem quer que tenha entrado nos servidores da Sony para roubar dados de cartão de crédito e deixou um documento culpando o Anonymous claramente queria que fôssemos culpados pelo crime digital mais significativo da história.”

Conforme publicamos, no final de abril o Anonymous já havia publicado uma mensagem em seu site negando qualquer participação no ataque à PSN e afirmando que “a Sony é incompetente”. No entanto, na época o grupo não refutou a possibilidade de algum de seus membros ter agido por conta própria. Vale lembrar que no início de abril o grupo declarou guerra contra a fabricante japonesa.

- Leia também:

Software de servidores da Sony estava ultrapassado e facilitou ataque, diz expert

Em meio a crise com PSN, Sony baixa preço do PS3 no Brasil

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Entenda o caso
No dia 26/4, a Sony anunciou que uma  “invasão externa” à sua rede online conseguiu ter acesso aos dados pessoais e talvez informações de senhas, histórico de compras e até números cartão de crédito dos mais de 70 milhões de jogadores que utilizam a rede do PlayStation 3.

O caso é tão sério que, segundo um instituto de pesquisas especializado, o prejuízo da Sony com o vazamento desses dados poderia ultrapassar os 24 bilhões de dólares.

No dia seguinte ao anúncio, começaram a surgir relatos de gamers que tiveram problemas com seus cartões de crédito, de acordo com os sites como Ars Technica e VGN 365.

Ambos afirmam ter recebido um grande número de mensagens, via e-mail, comentários e mensagens via Twitter, de leitores usuários da PSN que dizem ter tido problemas com compras ou saques não autorizados.

Dias depois do ataque à PSN, a empresa admitiu que também houve vazamento de informações em sua rede SOE, que continha os mesmos tipos de dados sensíveis, incluindo informações sobre cartões de crédito.

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Sony desliga servi�o de jogos ap�s invas�o hacker

Reuters. Por Liana B. Baker - A Sony Online Entertainment desativou temporariamente seu serviço de jogos online após descobrir que a invasão ocorrida em abril, que implicou no sequestro de dados das contas de 77 milhões de usuários, também afetou seu sistema.

Um porta-voz da unidade de jogos online da empresa afirmou que o serviço foi desativado nesta segunda-feira, mas se recusou a explicar como muitos clientes foram afetados e nenhum foi alertado, com exceção de uma mensagem concisa no site da empresa. A Sony Online Entertainment é uma divisão da Sony, separada da unidade do PlayStation.

O porta-voz, que não confirmou uma notícia do jornal Nikkei de que 12.700 números de cartões de crédito foram roubados com a invasão da Sony Online Entertainment, disse que esse não era um "segundo ataque", mas que tinha relações com a invasão ocorrida entre 17 e 19 de abril na Sony PlayStation Network.

"Durante as investigações sobre a invasão descobrimos um problema que trouxe preocupações grandes o bastante para que efetivamente desativássemos o serviço imediatamente", afirmou a companhia em seu site.

A notícia ocorre menos de uma semana após a Sony alertar seus clientes de que um hacker invadiu a Sony PlayStation Network e sequestrou nomes, endereços, senhas e, possivelmente, números de cartões de crédito dos 77 milhões de clientes.

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Hacker do PS3 culpa "arrogância da Sony" por vazamento de dados da PSN

Após ser processado pela Sony por postar um código que permite o “desbloqueio” do PlayStation 3, o hacker GeoHot culpou a arrogância dos executivos da empresa pelo recente vazamento de dados dos usuários da rede PlayStation Network (PSN).

Atualmente proibido de hackear os produtos da fabricante japonesa, George Hotz publicou um post em seu blog acusando a empresa de pagar o preço por não entender a cultura hacker.

“Não vamos culpar os engenheiros da Sony por isso. A culpa é dos executivos que declararam guerra contra os hackers, riram da ideia de pessoas penetrando o forte que a Sony já foi, reclamaram incessantemente sobre pirataria e continuaram contratando mais advogados quando precisavam na verdade é de bons especialistas em segurança”, escreveu o hacker, que “fez as pazes” com a Sony por meio de um acordo apenas alguns dias antes da invasão à PSN. “Alienar a comunidade hacker não é uma boa ideia.”

Ícone hacker
Hotz, que já era famoso por fazer jaibreak no iPhone, tornou-se uma espécie de “ícone hacker” depois de o departamento legal da Sony usar táticas pesadas, incluindo pedir ao juiz permissão para ver os endereços de IP de pessoas que visitaram o site do hacker – aparentemente querendo desencorajar os usuários de baixar e distribuir esse tipo de software.

A batalha entre Hotz e a Sony ilustra as tensões crescentes entre as companhias que constroem os produtos e os consumidores que os possuem – em especial, entusiastas hackers que querem modificar os aparelhos que compraram de forma legítima.

Hotz afirma ter hackeado o PlayStation para rodar o sistema Linux. Já a Sony alega que o software dele violou a lei de direitos digitais dos EUA, que proíbe a chamada engenharia reversa em proteções criptografadas.

Quando a rede online da Sony ficou offline na última semana, algumas pessoas pensaram que o ataque poderia ter acontecido em retaliação pela perseguição da Sony a Hotz.

Em seu blog, Hotz ainda aproveita para dizer que não teve nada a ver com o ataque e que condena tal prática. “Eu não sou louco, e preferiria não ter o FBI batendo à minha porta”, escreveu. “Rodar programas caseiros e explorar a segurança em seu aparelho é legal, mas hackear o servidor de outra pessoa e roubar bases de dados de informações de usuários não é legal.”

Entenda o caso
No dia 26/4, a  Sony anunciou que uma  “invasão externa” à sua rede online conseguiu ter acesso aos dados pessoais e talvez informações de senhas, histórico de compras e até números cartão de crédito dos mais de 70 milhões de jogadores que utilizam a rede do PlayStation 3.

O caso é tão sério que, segundo um instituto de pesquisas especializado, o prejuízo da Sony com o vazamento desses dados poderia ultrapassar os 24 bilhões de dólares.

No dia seguinte ao anúncio, começaram a surgir relatos de gamers que tiveram problemas com seus cartões de crédito, de acordo com os sites como Ars Technica e VGN 365.

Ambos afirmam ter recebido um grande número de mensagens, via e-mail, comentários e mensagens via Twitter, de leitores usuários da PSN que dizem ter tido problemas com compras ou saques não autorizados.

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