Se você já tem um iPad e está pensando em pular para a nova versão do tablet, provavelmente sabe o que esperar de um produto que irá “aumentar a produtividade da noite para o dia”. Como qualquer outro gadget, o iPad é tão útil quanto seu usuário, e sua eficiência real só é aproveitada se o usuário adotar alguns apps e ferramentas que não estão incluídas no pacote da Apple. Separamos três downloads de produtividade excelentes e um acessório indispensável que podem ajudar a acelerar as tarefas diárias com facilidade e maior controle.
Calendars
Particularmente para usuários do Google Calendar, mas também para aqueles que precisam de uma boa opção autônoma, o Readdle Calendars é um adicional mais do que necessário no pacote de produtividade tanto do iPad quanto do iPhone. Com muitas opções disponíveis (entre pagas e gratuitas), esse app de sete dólares é uma arma secreta na hora de se organizar.
O Calendars sincroniza todos os calendários do Google para o iPad e mantém as etiquetas de cores para facilitar a navegação através de suas tarefas marcadas. E ele ainda permite arrastar e soltar compromissos para remarcá-los, e para adicionar um novo, basta tocar em uma data. Ao contrário do calendário do tablet da Apple, ele exibe uma visão anual, deixando mais fácil identificar quais dias estão livres e quais não. E, já no iPhone, exibe um layout semanal, não disponível no calendário do smartphone, além da possibilidade de sincronizar com o Google Tasks.
Por causa da tela maior do iPad, o app permite a visualização anual do calendário Taska
Existes inúmeros aplicativos de “to-do” (organizadores de tarefas) na App Store, e a maioria deles faz muito pouco além de fazer listas em que os itens são riscados depois de completados. Por cinco dólares, o Taska não vai levar o usuário à falência, e ainda assim apresenta um conjunto elegante de ferramentas de gerenciamento de tarefas e projetos completos com contextos e uma caixa de entrada flexível para lidar com novas tarefas. Além disso, ele sincroniza com o Toodledo para acesso na nuvem.
Clean Writer
O Clean Writer, app de 1 dólar, realmente cumpre a promessa de seu nome. É um aplicativo simples e com uma interface limpa para o usuário fazer anotações. Uma das melhores características é que ele permite conexão com o Dropbox, logo é possível redigir um texto ou uma ideia que tenha surgido de repente, sincronizar com a nuvem e, mais tarde, terminar o trabalho em outra máquina.
Teclado Bluetooth
Um bom aplicativo para redigir textos ajuda muito a turbinar a produtividade. Contudo alguns usuários acham o teclado virtual do iPad funciona mesmo como um bloqueador, por conta de suas limitacões. Se é o seu caso, vale a pena investir em um teclado Bluetooth, com destaque para aquele oferecido pela Apple. Apesar de o preço muito salgado (229 reais), é conveniente levar o acessório na mochila, principalmente para as pessoas que viajam a trabalho, e costumam digitar textos durante o percurso.
Além de funcionar como teclado, o Zaggmate serve também como case Porém é um tanto quanto incômodo ter que carregar dois dispositivos independentes – um tanto quanto paradoxal, na verdade, visto o ideal de portabilidade do iPad. Apesar de também não ser incluído na prateleira das pechinchas, o ZaggMate (100 dólares) é um combo que mistura um case com o teclado. Ao terminar o trabalho, a capa dobra, protegendo a tela aparelho, e acabando com o problema de transporte do dispositivo e seu teclado, pois o acessório adiciona pouco à espessura do aparelho quando ele e o iPad tornam-se um só.
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Se você pretende trocar seu velho notebook por um modelo novinho em folha, provavelmente irá se surpreender. Nos últimos anos houve um grande avanço em termos de recursos e capacidade destas máquinas. Esta é nossa lista de coisas essenciais que todo novo modelo deve ter, seja uma máquina de uso geral ou um modelo com uso mais específico, como para games, entretenimento ou trabalho remoto.
Recursos gerais
Processadores modernos
Os mais novos processadores no mercado trazem um ganho significativo de desempenho, melhores gráficos e uma maior autonomia de bateria, características que confirmamos em nossos testes com máquinas equipadas com processadores da família “Sandy Bridge”, da Intel. E a AMD também tem novos chips (a família Fusion) capazes de lidar facilmente com tarefas que exigem alto-desempenho. Ao comprar um notebook, procure um modelo com estes processadores.
Uma forma fácil de identificar processadores Intel Sandy Bridge é pelo número do modelo. Os chips da geração anterior tem modelos com três dígitos (como “Intel Core i3-350M”), enquanto os Sandy Bridge usam quatro dígitos (como “Intel Core i3-2310M”). Já nos novos chips AMD Fusion são chamados de AMD C-Series APU, AMD E-Series APU ou AMD A-Series APU.
Fique atento, pois há processadores de gerações antigas ainda no mercado, com desempenho muito aquém dos modelos mais recentes e que não se sairão tão bem em tarefas como jogos ou multimídia, além de consumir mais energia. Evite máquinas com processadores Pentium, Celeron ou Core 2 Duo, por exemplo, muito comuns em modelos de baixo custo.
HD, discos híbridos ou discos SSD
A capacidade de armazenamento nos HDs para notebooks aumentou drasticamente nos últimos anos. Um portátil doméstico logo ficará cheio de fotos, música e vídeo, portanto procure um modelo com HD de no mínimo 320 GB. Quanto mais melhor.
Mas se você não faz questão de muito espaço, considere um modelo com um disco de estado sólido, ou SSD. Em nossos testes de laboratório estes novos “discos” (que na verdade são como grandes pendrives ultra-rápidos com capacidade de 128 GB ou mais) tem desempenho notavelmente superior aos HDs tradicionais, além de maior durabilidade e menor consumo de energia. Eles também produzem menos calor e são mais silenciosos.
Um SSD custa mais caro que um HD mas a recompensa, um micro que “dá boot” quase que instantâneamente, pode compensar a diferença.
Outra opção são os discos híbridos, que combinam um HD tradicional com um pequeno SSD e prometem o melhor dos dois mundos, unindo desempenho e espaço em disco com preço menor que um SSD puro. Eles ainda não são comuns no mercado nacional, mas estão chegando.
Telas de alta-definição
A maioria dos notebooks atuais tem uma resolução de tela de 1366 x 768 pixels, boa o suficiente para as tarefas do dia-a-dia. Mas se você pretende assistir muitos filmes, procure um modelo com tela de 1600 x 900 pixels ou 1920 x 1080 pixels.
O tamanho da tela é uma questão de gosto pessoal. Você prefere uma tela menor (e com isso um notebook mais leve) como a de 11.6 polegadas do MacBook Air, ou uma tela gigantesca como a de 18.4 polegadas do Alienware M18x? Para a maioria dos usuários o ponto de equilíbrio parece ser uma tela de 13.3 polegadas.
Autonomia de bateria
A não ser que você pretenda usar seu novo notebook como um substituto do desktop, permanentemente plugado à tomada, certifique-se de que a autonomia da bateria atende às suas necessidades. Não compre nenhum modelo com autonomia menor do que 3 horas. Se procurar um pouco você poderá encontrar tanto ultraportáteis como notebooks mais tradicionais com autonomia de seis horas ou mais com uma única carga.
Quantidade de memória
Os notebooks atuais tem pelo menos 2 GB de RAM, mas procure modelos com 4 GB. Quanto mais memória, melhor.
Teclado e trackpad confortáveis
Um teclado confortável é criticamente importante, especialmente se você pretende passar horas a fio digitando. Procure por teclados “full size” (ou seja, com o mesmo espaçamento do teclado de um desktop) e digite algumas palavras para ver se as teclas não parecem “rasas” ou duras demais. Um bom espaço para descanso de punho também é útil.
Ao longo dos últimos anos os trackpads evoluíram para suportar gestos multitoque. Se pretende usá-los, procure trackpads largos e com uma superfície texturizada, que facilite o deslizar dos dedos. Evite a todo custo trackpads completamente “lisos”, feitos com exatamente o mesmo plástico do restante do gabinete (CCE T25L e Positivo Premium Essential 9000, estamos olhando pra vocês). Os botões do trackpad não devem ser nem pequenos nem duros demais.
Continue lendo e veja o que é essencial para mobilidade, games e entretenimento »
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Previsto inicialmente para o mês de abril, a versão em português do software de virtualização Parallels Desktop 6 chega ao Brasil no dia 10/6. Com esse programa, é possível rodar Windows e Mac OS em um mesmo computador.
Lançada nos Estados Unidos em setembro do ano passado, a edição 6 traz melhorias na segurança e promete boot 40% mais rápido, entre outras novidades. Segundo a Boxware, que oferece o software no Brasil, são 65 novos recursos e melhorias, que permitem desempenho gráfico “até sete vezes melhor”, em relação às edições anteriores.
O Parallels 6 em português brasileiro terá o mesmo preço sugerido da versão “antiga”: 179 reais. O software já pode ser adquirido em sistema de pré-venda na
FNAC. Para quem tem a versão em inglês, o upgrade para o português é gratuito.
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O iCloud, serviço de música da Apple que armazena canções em sistema de cloud computing (em servidores online), deve começar como uma oferta gratuita (para atrair usuários) e depois passar a cobrar 25 dólares por ano, segundo fontes do mercado. De acordo com o LA Times, a Apple já teria fechado contrato com as quatro maiores gravadoras do mercado.
Com o novo serviço, os usuários poderão fazer o upload de suas canções para os data centers da Apple e ouvi-las via streaming de Internet em equipamentos como Macs, iPhones ou iPods. Também deve ser possível armazenar na nuvem arquivos como filmes e outros conteúdos digitais.
O iCloud tem sido cotado como a arma da Apple para brigar com as novas ofertas da Amazon e da Google, que oferecem um sistema de armazenamento de música hospedado em servidores de cloud computing, a chamada nuvem computacional.
Segundo a Apple, o serviço será uma das atrações da WWDC 2011, conferência para desenvolvedores que começa no dia 6/6, em São Francisco, nos Estados Unidos. A companhia também apresentará as novas versões de seus sistemas operacionais, o iOS 5 e o Mac OS X Lion.
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Poucas horas depois de a Apple lançar a atualização de segurança destinada a identificar e remover o vírus MacDefender, praga virtual que exibe sites eróticos e pode roubar dados, já surge uma nova versão do programa nocivo. Tecnicamente classificado como um cavalo de Tróia (software que ilude as vítimas para que elas colaborem com sua instalação), o MacDefender chega disfarçado de antivírus.
Segundo a empresa de segurança Intego, especializada em soluções para Mac, o novo invasor ainda não é reconhecido pela ferramenta da Apple, o que deve testar a velocidade de resposta da empresa (a Apple afirma que a ferramenta disponibilizada tem capacidade para se atualizar, recurso destinado justamente a enfrentar novas versões da ameaça).
MacDefender: atualizações atormentam os usuários de MacA Intego afirma que a nova versão chega ao computador como um pacote de instalação identificado como mdinstall.pkg, que traz um programa identificado como MacGuard (nome que já tinha sido usado em outras versões do malware).
Vamos ver quanto tempo a Apple vai levar para atualizar seu “kit anti-MacDefender” e barrar essa nova ameaça... Aí surge outra, mais outra, mais outra...
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A Skype liberou uma atualização de seu software de VoIP para Mac, para combater uma falha que impedia alguns usuários de entrarem no serviço ou mesmo manterem a conexão ativa.
Por conta desses problemas, que também atingiram alguns usuários de Windows, o software travava. Já as versões para iOS e Android não foram afetadas. Para resolver a questão, basta o usuário baixar o Skype 5.1.0.968.
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Com menos de uma semana para a abertura da conferência de desenvolvedores da Apple WWDC 2011 - evento que costuma trazer anúncios importantes, como novas versões do iPhone, e que teve seus ingresso esgotados em menos de 12 horas - quem olha para o calendário do evento pode pensar: “e o keynote (discurso de abertura)? Steve Jobs (em licença médica) estará no evento?”
Pois a Apple hoje (31/5) deixou as coisas um pouco mais claras ao anunciar que o popular CEO da companhia, o polêmico Steve Jobs, fará o keynote no dia 6/6. E tem mais: na programação estão iOS 5, Lion e iCloud (serviço de música hospedado na nuvem).
Apesar de ter se afastado da companhia em janeiro, por conta de problemas de saúde, Jobs continua na ativa. Em março, por exemplo, ele apresentou o iPad 2. Mas ele não estará sozinho no palco da WWDC. Nomes como Phil Schiller, Scott Forstall e o recém-promovido Craig Federighi estão cotados.
Para quem ainda não ouviu falar, o iCloud tem sido cotado como a arma da Apple para brigar com as novas ofertas da Amazon e da Google, que oferecem um sistema de armazenamento de música hospedado em servidores de cloud computing, a chamada nuvem computacional.
Outros destaques do evento serão os sistemas operacionais iOS 5 (que comandará dispositivos móveis como o iPhone e o iPad) e o Mac OS X Lion, software para desktops e notebooks, que teve sua primeira apresentação em outubro do ano passado, e deve incorporar uma interface com cara de iOS.
Steve Jobs: executivo deixa a licença médica de lado para subir ao palco da WWDC
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Quem tem iPhone ou iPod Touch agora também pode utilizar aplicativos de escritório como Keynote, Pages e Numbers em seus dispositivos. O pacote iWork, que já estava disponível para o iPad desde o ano passado, agora chega aos outros aparelhos com o iOS.
Os softwares estão disponíveis na App Store por 10 dólares (cada), para quem é novo usuário, e saem de graça para quem já usa o iWork para iPad. Com essas ferramentas é possível importar e exportar documentos do iWork para Mac e do Microsoft Office, além de imprimir wireless com o uso do AirPrint.
Um aplicativo adicional, o Keynote Remote, custa um dólar e permite utilizar o iPhone ou iPod Touch para controlar remotamente apresentações que estão em outros aparelhos, como um iMac, por exemplo.
Keynote: versão para iPhone sai por 10 dólares
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Depois de todo o barulho causado pela praga virtual MacDefender, a Apple liberou, finalmente, uma atualização de segurança que combate a ameaça. O Security Update 2011-003 está disponível na página de suporte da empresa para download.
O arquivo de 2,36 MB para o Mac OS X 10.6.7 não exige que o computador seja reiniciado e traz ferramentas de detecção e remoção da ameaça e de todas as suas versões conhecidas. Traz, também, um sistema de atualização, caso novas versões da praga surjam na Internet.
Segundo a Apple, caso o usuário já tenha baixado o MacDefender, o programa nocivo será automaticamente removido, com a atualização.
O MacDefender finge ser um antivírus, exibe sites eróticos e usa ferramentas de busca para se disseminar. Em sua versão MacGuard, que é mais perigosa, ele não exige senha de administrador para se instalar no sistema e furtar dados, como números de cartão de crédito.
Vários casos foram identificados em maio, o que levou a Apple a ser criticada por sua postura inicial com relação à ameaça. Em resposta a esse questionamento, a empresa prometeu uma atualização, disponível agora.
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Atenção, desenvolvedores para smartphones: vocês ainda não ficarão ricos com o Android Market da Google. Mantenha distância da confusão da fragmentação de sistemas e mire no iOS da Apple; essa é a mensagem da empresa de análise de app stores Distimo.
A última pesquisa dessa empresa nos diz que os usuários de Android simplesmente não têm gasto dinheiro. Uma absurda fatia de 80% de todos os apps pagos disponíveis globalmente no Android Market foram baixados menos de cem vezes.
Segue a pesquisa: “Descobrimos que apenas duas aplicações pagas foram baixadas mais de meio milhão de vezes no Google Android Market até hoje em todo o mundo, enquanto seis aplicações pagas na App Store da Apple geraram o mesmo número de downloads em um período de dois meses e apenas nos Estados Unidos.”
O relatório pode ser obtido no site da Distimo.
Pagou, levou
Você tem aquilo pelo qual paga. Enquanto a Apple impõe rígidos padrões de qualidade sobre os apps de sua App Store, a Google não. Isso significa que, quando você visita a loja da Apple terá certeza de uma garantia de qualidade. Mas, quando visita a loja da Google a única coisa que sabe é que, em termos de segurança, você terá de proteger a si mesmo, e que nem todo app funcionará tão bem em cada uma das versões do Android.
Esse desconforto sentido pelos exploradores de apps é traduzido por diferenças significativas entre as empresas. “O Google Maps é a única aplicação com mais de 50 milhões de downloads no Android Market, o que faz dela a aplicação mais popular de todos os tempos nesta loja”, explica a Distimo. Por outro lado, apenas 96 aplicações foram baixadas mais de 5 milhões de vezes no Google Android Market.
Em outras palavras, quando os consumidores olham para o Android Market, eles descobrem pouca coisa capaz de chamar a atenção. O Android os deixa... Enfadados. Enquanto isso, a Apple já tentou registrar a frase “There´s an App for that” (há um app para isso). Este slogan chegou a ser citado até no programa infantil "Vila Sésamo".
“Olhando apenas para games, há cinco jogos no Google Android Market com mais de 250 mil downloads em todo o mundo. Na App Store da Apple para o iPhone, dez jogos geraram mais de 250 mil downloads nos Estados Unidos em apenas dois meses”, afirmou a Distimo.
O resultado dessa pressão é que os desenvolvedores para Android tentam fazer dinheiro com publicidade inserida dentro dos apps.
Tome como exemplo o Angry Birds – um enorme sucesso que, na plataforma iOS, é pago. No Android, esses jogos são gratuitos e trazem vários anúncios.
Quem faz dinheiro?
Siga a grana
Argumenta-se que apenas a Google faz dinheiro com o Android. A Google responde por 20% dos apps mais baixados do mercado Android – Google Maps (como número um) e YouTube (em terceiro), em uma lista dominada por utilitários.
E quem fica rico com Google Maps e YouTube? Google. E quem pega a maior fatia da receita com anúncios inseridos em apps para o Android? Google. Assim, na Android-lândia, parece que o risco fica com os fabricantes de aparelhos e os desenvolvedores, enquanto a Google leva o dinheiro.
Compare isso com a Apple. Uma entrevista com o investidor do iFund, Matt Murphy, revela que as empresas que fazem games e outros apps para aparelhos da Apple têm sido contratadas ou compradas por outras empresas que buscam ganhar penetração imediata no mercado móvel.
“Várias de nossas empresas receberam ofertas de compra nos últimos seis meses e eu presumo que essa tendência vai continuar”, disse Murphy à Reuters. “Se você não tem um produto móvel líder, será melhor entrar nesse jogo porque, daqui a um ou dois anos, será muito tarde.”
Ele explica a equação: levou 18 meses para que a desenvolvedora Ngmoco alcançasse uma receita mensal de 1 milhão de dólares. No iPhone, essa marca agora é alcançada em seis meses. Murphy avisa que o cenário está mais competitivo, mas diz não ter planos de lançar um fundo de desenvolvimento com foco no Android.
Apps são importantes. O CEO da Forrester, George Colony, os vê como o começo da App Internet, que alcançou um valor de mercado de 2,2 bilhões e tem crescido a uma taxa anual composta de 85%. “Esta é a arquitetura do futuro”, disse Colony.
E, quando olhamos para o futuro a partir do que temos hoje, a Apple é a única versão de futuro que tem um plano de negócios viável. Embora, claro, isso possa mudar.
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A praga virtual conhecida como MacDefender, que finge ser um antivírus, exibe sites eróticos e usa ferramentas de busca para se disseminar, ganhou uma versão mais perigosa. Segundo a empresa de segurança Intego, especializada em soluções para computadores da Apple, o chamado MacGuard não exige senha de administrador para se instalar no sistema.
O objetivo é o mesmo da versão anterior: convencer a vítima a baixar um falso antivírus e capturar dados confidenciais, como números de cartão de crédito. Se o usuário tiver a opção para abertura automática dos arquivos após o download habilitada, o invasor entra em ação imediatamente, instalando o programa nocivo. Na sequência, um segundo arquivo nocivo é baixado de um servidor que pertence a criminosos, e os rastros do programa original são apagados. Depois disso, os dados capturados são enviados para os crackers (hackers “do mal”).
Para amenizar o problema, a Intego recomenda que os usuários do Safari desabilitem a função de abertura de arquivos após download, além de tomar cuidado com sites que têm interface similar ao Finder do Mac OS X (na verdade, páginas falsas, para iludir usuários).
Após ser criticada por sua postura no caso, a Apple prometeu liberar em breve uma atualização para o Mac OS X que irá encontrar e apagar o falso programa de segurança MacDefender, além de avisar usuários ainda não afetados pelo malware, caso tentem baixar o programa falso.
O anúncio – parte de um novo documento que a companhia liberou no mesmo dia – foi o primeiro reconhecimento público da companhia sobre a ameaça. A empresa também disponibilizou uma página com mais informações sobre como remover o programa nocivo. Para saber mais, clique aqui.
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O Microsoft Office pode ser o pacote de aplicativos de escritório dominante no mercado, mas não é o único. Há múltiplas alternativas gratuitas ou de baixo custo que podem atender às suas necessidades, especialmente se você é um usuário doméstico ou uma pequena empresa. Conheça algumas delas.
Google Docs
Gratuito, o Google Docs permite que os usuários importem ou criem documentos, planilhas e apresentações e depois os editem diretamente no navegador. Também é possível editar documentos e planilhas em smartphones e tablets com Android 2.2 ou superior, ou iPhones, iPods e iPads com o iOS 3.0 ou superior. O uso pessoal é gratuito, mas para uso corporativo o Docs é parte de um pacote com as Google Apps, que custa US$ 50 dólares por funcionário por ano.

Google Docs: edite seus documentos no PC, em tablets e smartphones
Abrir arquivos criados em outros programas pode ser um incômodo, pois é necessário importá-los e convertê-los antes, processo que pode causar problemas de formatação (especialmente em documentos criados com versões recentes do Microsoft Office). A manipulação de arquivos é mais difícil do que deveria, e a interface peca por ser minimalista demais. Como tudo funciona online, você precisa de uma conexão constante à internet para usar o serviço: a capacidade de edição “offline” de documentos só estará disponível em alguns meses.
LibreOffice
Gratuito e de código-aberto, o LibreOffice contém processador de textos, planilha de cálculo, editor de apresentações, editor de imagens vetoriais e diagramas, uma interface para bancos de dados e um editor de equações simples. Uma versão “portátil”, que roda direto de um pendrive sem necessidade de instalação no PC, também está disponível.

LibreOffice: poderoso, gratuito e roda até de um pendrive
A interface do LibreOffice 3.3 será familiar a qualquer um acostumado com o Microsoft Office, mas pode ser facilmente personalizada se necessário. Documentos, planilhas e apresentações criadas com o Microsoft Office e OpenOffice.org (do qual o LibreOffice se originou) não causaram problemas para o LibreOffice, e um documento criado no LibreOffice foi aberto sem problemas no Word.
A versão em português brasileiro do LibreOffice era conhecida até recentemente como BrOffice.org. Ela está disponível para download no site oficial, em www.libreoffice.org.br
SoftMaker Office
O SoftMaker Office 2010 (US$ 80, em versões para Windows, Linux, Windows Mobile e Windows CE) tem módulos para processamento de textos, planilha de cálculos e apresentações, e tem uma linguagem de script que permite a automação de tarefas recorrentes.
A interface do SoftMaker é bastante similar à do Microsoft Office, e cada módulo é recheado de recursos. O processador de textos TextMaker, por exemplo, incorpora uma boa quantidade de funções úteis para editoração eletrônica. Recursos gráficos são particularmente excepcionais.

SoftMaker Office 2010: bons recursos para editoração eletrônica
Importamos arquivos do Word, Excel e PowerPoint sem problemas. Entretanto, os módulos são separados entre si, o que exige que o usuário alterne manualmente entre eles caso esteja trabalhando com mais de um tipo de arquivo simultâneamente. Não encontramos problemas para abrir arquivos criados com o SoftMaker Office no Microsoft Office.
Zoho
Assim como o Google Docs, o Zoho é um pacote de aplicativos baseado na web que é acessado usando o navegador. O sistema online de gerenciamento de documentos Zoho Docs é composto por um processador de textos, planilha e ferramenta para apresentações, entre outras, permitindo que os usuários armazenem os arquivos em um local central e os acessem e compartilhem de qualquer lugar.
O uso pessoal é gratuito, e o uso corporativo vai de gratuito (com 1GB de espaço para arquivos e um projeto ou “workspace”, nome dado a uma pasta temática com vários documentos que pode ser compatilhada com seus colegas) até 5 dólares mensais por usuário (com 20 projetos).

Zoho Docs: possibilidade de edição de documentos offline
Um plugin permite criar, editar e salvar documentos no Zoho Docs a partir do Word e Excel. O processador de textos também tem um modo offline. O acesso móvel aos documentos pode ser feito a partir de aparelhos com iOS, Android, Blackberry, Symbian (S60) e Windows Mobile.
Comparada ao Google Docs, a interface do Zoho Docs é uma beleza, elegante e intuitiva. Não tivemos problemas ao importar documentos do Word, Excel ou PowerPoint. Documentos criados com o Zoho foram abertos com o Microsoft Office sem problemas. Ferramentas de compartilhamento e colaboração são fáceis de usar, e gostamos do fato de que o Zoho permite aos usuários ver e editar os últimos 25 documentos offline, com sincronia automática com a versão online assim que a conexão à internet for restaurada.
Tivemos alguns probleminhas com lentidão durante nossos testes, mas ele nos deu a impressão de ser um pacote bastante completo.
Conclusão
Todas as alternativas ao Office que apresentamos tem seus pontos fortes, mas entre as opções online preferimos o Zoho Docs, e entre as soluções offline ficamos com o SoftMaker 2010. Mas tenha em mente que o LibreOffice tem a vantagem de ser gratuito, de código aberto e ter excelente suporte ao nosso idioma.
Em todo caso, todos os programas que mencionamos podem ao menos ser experimentados gratuitamente. Se você está procurando um novo pacote Office, recomendamos que dê uma olhada em todos eles.
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Se você teve que restaurar alguma vez seu dispositivo iOS a partir de um backup do iTunes – caso, por exemplo, tenha feito um upgrade e adquirido um novo, ou se ele acabou de voltar do conserto – há uma boa chance de enfrentar um dos bugs mais chatos do sistema do iOS 4 e do player da Apple: a organização da tela inicial, feita com tanta paciência, desaparece.
A maioria dos aplicativos terceirizados não fica mais onde o usuário havia colocado, enquanto que poucas pastas continuam a existir, e, mesmos nas sobreviventes, o conteúdo original é alterado.
Esse bug pode ser causado porque, toda vez que o usuário restaura o iPhone, iPod touch ou iPad através do iTunes, o player limpa todo o dispositivo, instala uma nova cópia do software iOS e, por fim, restaura os conteúdos de mídia e as configurações a partir do backup.
Entretanto, o iTunes oferece dois tipos de recuperação. A primeira, descrita acima, é acessada ao clicar no botão Restaurar no ícone do dispositivo, a partir da tela inicial do iTunes.
O primeiro tipo de restauração faz um serviço de limpeza completo no aparelho
A outra é menos óbvia, e é alcançada ao clicar com o botão direito (ou Command+clique) no ícone do iPhone, localizado na barra lateral do player) e escolhendo a opção Restaurar do Backup. Assim que cado a janela de diálogo aparecer, o programa irá restaurar somente os dados e configurações, e não o firmware do dispositivo.
O que o aviso não diz é que os aplicativos terceirizados também permanecem no iPhone. O truque, então, é fazer o primeiro tipo restauração, permitindo que o programa sincronize os aplicativos e, após isso, executar a outra restauração, que não atualiza o firmware, para que o iTunes cuide da organização dos Apps.
Para fazer isso, siga os passos abaixo:
1. Conecte seu dispositivo (iPhone, iPad ou iPod touch) ao computador, selecione-o na barra lateral e clique em Restaurar, localizado na página principal do iTunes (caso seja um aparelho novo, pule para a próxima instrução).
2. Quando for solicitado pela janela de Restaurar do Backup (que, a menos que seja um dispositivo novo, pode demorar da 10 a 15 minutos), escolha o backup mais recente e clique em Restaurar.
3. Aguarde até o processo terminar e deixe o aparelho começar a sincronização. Caso o usuário clique na aba de Aplicativos no iTunes enquanto a sincronização acontece, há grandes chances de ver todos os apps sendo jogados por diversas telas, saindo da formação original.
4. Uma vez que o iTunes tenha terminado a sincronização dos apps, você pode clicar no pequeno “X” no display LCD do player para que ele interrompa o processo e não sincronize músicas, filmes, e outros conteúdos. Desde que os aplicativos tenham sido sincronizados, esse processo pode continuar depois – e os outros conteúdos podem ser adicionados mais tarde.
5. Dê um Command+clique (ou clique com o botão direito) no ícone do aparelho, localizado na barra lateral do programa e escolha Restaurar do Backup.
O segundo tipo de restauração faz o mesmo que a primeira, mas sem atualizar o firmware do dispositivo
6. Na janela de diálogo, escolha o mesmo backup selecionado no passo 2; clique em Restaurar.
7. Espere até o processo terminar; caso tenha interrompido a sincronização anterior depois que os apps foram copiados, o iTunes irá reconhecer primeiro os aplicativos e, ao final, irá sincronizar os arquivos de mídia.
Depois disso, a tela do dispositivo estará da mesma forma como foi deixada no último backup. Se o usuário fez alguma alteração na tela inicial desde a última restauração, é preciso repetir essas ações, já que o iPhone, iPod touch ou iPad é restaurado exatamente de acordo com o último backup.
Vale lembrar, então, que o backup do dispositivo deve ser feito com frequência. Claro que essa dupla restauração pode ser chata, contudo, até a Apple corrigir o bug, é a única saída para não se perder entre os aplicativos, ou ter que passar um bom tempo organizando tudo novamente.
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A versão final do Firefox 4 está disponível para download. Embora seu lançamento oficial seja esperado para esta terça-feira (22/03), o software já se encontra nos servidores da Mozilla – desenvolvedora do navegador – e pode ser baixado, inclusive em português, para Linux, Mac OS X e Windows.
O browser chega alguns meses depois do previsto. Segundo o cronograma inicial, ele deveria ter sido concluído em outubro de 2010. Por conta do atraso, a solução foi postergar sua liberação para fevereiro deste ano, data esta que também não foi cumprida.
Finalmente, na segunda quinzena de março, o navegador chega. Ele terá a missão de enfrentar Internet Explorer 9 – cujo modelo final apareceu semana passada – e o Chrome 10 – que vem ganhando mercado pouco a pouco.
O Firefox 4 traz novidades como interface reformulada, sincronizador de senhas e favoritos, gerenciador de extensões mais completo, aceleração por hardware, abas em processos separados e compatibilidade com HTML5. Vale lembrar que, ao contrário do IE9, ele funciona no Windows XP.
Atualmente, o browser da Microsoft possui 56,7% do setor – somadas todas as suas versões – e é líder do mercado, apesar das sucessivas quedas. Em segundo está o da Mozilla, com 21,7%, seguido pelo Chrome (10,9%), Safari (6,3%) e Opera (2,15%).
Download do Firefox 4 em português:
Windows: clique aqui.
Mac OS X: clique aqui.
Linux: clique aqui.
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PRÓ
Imprime fotos diretamente do iPhone via Wi-Fi com o app Epson iPrint; fotos são impressas com boa qualidade.
CONTRA
O aplicativo não possui muitas configurações e imprime apenas fotos.
Fabricante: Epson
Preço: Entre R$300 e R$350
A Epson Stylus TX420W é uma impressora multifuncional tradicional que imprime a jato de tinta, escaneia ou faz cópias diretas. O grande diferencial dela é o suporte a redes sem fio e um aplicativo que permite imprimir fotos diretamente do iPhone.
Como outros produtos do mercado, você também pode conectá-la a um computador via cabo USB. O produto acompanha os softwares Core Media One, para edição ou impressão de fotos e o ABBYY Fine Reader 6 Sprint OCR, para digitalização e reconhecimento de caracteres de textos.
Há também uma entrada para cartões de memória SD; você pode tirar o cartão de sua câmera digital e plugar na impressora, agilizando o processo. Neste caso, o pequeno visor LCD de 2.5 polegadas permite pré-visualizar a impressão.
Esta telinha também é utilizada para configurar a impressora ou visualizar informações como o nível dos cartuchos. O problema é que, com poucas teclas, a navegação se torna difícil e pouco prática.
Segundo a fabricante, ela imprime até 35 páginas por minuto em preto e branco ou 15 páginas por minuto em cores, com resolução máxima de 5670x1440dpi. Como outros da Epson, este modelo depende de quatro cartuchos para impressão. Já o scanner digitaliza imagens com resolução máxima de 1200x2400dpi.
App para iPhone
A Epson explora ao máximo a mobilidade da TX420W com o aplicativo iPrint, para iPhone, iPod Touch ou iPad. Ele permite imprimir fotos que estejam armazenadas no seu aparelho via Wi-Fi.
Mas e o AirPrint? Esse recurso, que foi lançado com o iOS 4.2, permite imprimir fotos ou sites apenas com o iPhone, desde que a impressora seja compatível com o recurso. E esse é o problema: por aqui são poucas as impressoras compatíveis com o AirPrint. O aplicativo iPrint é uma boa saída para este problema.
A grande vantagem é que você não tem que se preocupar muito: é só selecionar a impressora, selecionar a foto e tocar em imprimir. Você já tem quatro tamanhos de foto pré-configurados, que são os formatos tradicionais: 10x15cm, 13x18cm, Carta ou A4.
As fotos são impressas em alta qualidade e, no geral ficam boas, exceto por imagens muito escuras. A impressão leva algum tempo: Em nossos testes, uma foto de 13x18cm levou mais de quatro minutos para imprimir. Veja uma demonstração no vídeo abaixo:
Conclusão
A Epson Stylus TX420W é uma boa escolha para quem procura uma multifuncional e quer se livrar dos cabos ou para quem quer imprimir fotos a partir de um iPhone, iPod Touch ou iPad sem complicações.
Apesar de utilizar quatro cartuchos, o preço deles não é muito alto: cerca de 20 reais cada um. O produto custa entre 300 e 350 reais e pode ser encontrado em lojas tradicionais de informática do País.
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A tentativa da Apple de dominar a sala de estar pode avançar com a integração da tecnologia AirPlay a televisores de alta definição, de acordo com informações do Bloomberg. Com o AirPlay integrado às HDTVs, os usuários poderiam fazer streaming via Wi-Fi de conteúdos a partir do iPad, iPhone ou Mac diretamente para a TV, sem a necessidade da Apple TV, que custa 99 dólares (não disponível no Brasil).
Segundo a notícia, a empresa estuda a possibilidade de disponibilizar a licença do software do AirPlay para fabricantes de eletrônicos, para que essas empresas possam inserir a funcionalidade, permitindo streaming direto de áudio e vídeo a partir de dispositivos iOS. A Apple permite somente o streaming de áudio no Airplay, e fabricantes como a Pioneer lançaram receptores AV que são capazes de receber essas informações via wireless.
Porém, o streaming de vídeo através do AirPlay é atualmente exclusivo da nova Apple TV, apresentada ano passado (e que teve mais de 1 milhão de unidades vendidas até agora). Upgrades do iOS permitem agora que os usuários façam streaming de áudio e vídeo para seus televisores via Apple TV, a partir tanto do software da Apple quanto de aplicativos de terceiros.
Entretanto, ao licenciar a transmissão de vídeos do AirPlay, a Apple eliminaria a necessidade da Apple TV para intermediar os sinais entre os dispositivos iOS e a televisão, assim como expandir o volume de hardware terceirizado compatíveis com o AirPlay.
Com a liberação da Apple, fabricantes poderiam integrar o AirPlay a seus produtos
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A Microsoft liberou hoje (12/3) o Service Pack 1 do Office 2011 para Mac (pacote de aplicativos de escritório da empresa). Segundo a companhia, a atualização corrige problemas críticos e melhora a segurança do sistema. Entre outras coisas, ele inclui correções para vulnerabilidades que permitem a crackers (criminosos da Internet) inserirem programas nocivos no computador remotamente.
A vulnerabilidade pode ser explorada ao abrir um arquivo em Excel adulterado. Quando isso acontece, o criminoso passar a ter os mesmos privilégios (recursos) que um usuário que colocou sua senha no sistema. A atualização é destinada a usuários do Mac OS X a partir da versão 10.5.8 e está disponível no site da Microsoft.
Para saber mais sobre o Office para Mac, confira nosso especial, que traz testes com os aplicativos do pacote.
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Os rumores sobre o Final Cut Pro X tinham fundamento: como antecipado por Macworld, durante a National Association of Broadcasters Show, evento que acontece esta semana em Las Vegas, a Apple mostrou uma versão turbinada de seu software profissional de vídeo para Macs.
Segundo a empresa, o novo Final Cut Pro X estará disponível em junho por 300 dólares na Mac App Store (loja de aplicativos da Apple), tornando a ferramenta muito mais acessível. Como parte do pacote Final Cut Studio, era necessário gastar 1.000 dólares para ter acesso a ela.
Nas palavras da Apple, o software foi “reconstruído desde sua base”, com suporte para sistemas de 64 bits, permitindo renderizar vídeo e inserir efeitos instantaneamente, em segundo plano – de maneira semelhante à feita no iMove, a ferramenta de edição de vídeo da empresa para o usuário doméstico. Aliás, esse software parece ter sido a fonte de inspiração para a interface do Final Cut Pro X. O novo programa também deve se aproveitar de tecnologias do Mac OS X como Grand Central Dispatch, Cocoa, Core Animation e Open CL.
A venda como produto separado tem se tornado uma estratégia frequente da Apple, com a chegada da Mac App Store. Anteriormente, a companhia já havia feito o mesmo com os pacotes iLife e iWork.
Final Cut: nova versão segue o estilo do iMovie
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Quem olha para o novo equipamento Genesis S815, que a Lexmark deve lançar no Brasil em abril, não imagina estar na frente de um multifuncional. Para começar, o equipamento trabalha na posição vertical e traz uma tela sensível ao toque de 4,3 polegadas em seu painel em preto, que tem um “jeitão de iPod”. Com esse display, o usuário pode realizar a seleção do número de cópias ou, por exemplo, ver notícias da Internet, saber o que seus amigos estão dizendo no Facebook ou acessar aplicativos. Basta tocar na tela.
O equipamento, que custará cerca de 900 reais, reúne impressora jato de tinta, fax, scanner e também traz novidades em seu sistema de digitalização das imagens. Para acelerar esse processo, a empresa incorporou uma câmera de 10 megapixels no interior do Genesis. Ao utilizar a função de scanner, o aparelho fotografa o documento. Com isso, o tempo de digitalização cai para apenas 3 segundos, cinco vezes inferior ao normal, segundo a Lexmark.
Multifuncional Genesis: 72 aplicativos para instalar no equipamento
Outro recurso presente no equipamento é a conexão wireless padrão N, que permite o acesso a redes sem fio e o uso da Internet. Assim é possível compartilhar o aparelho com notebooks, tablets e smartphones.
Para facilitar o uso do equipamento, a Lexmark oferece 72 aplicativos, que podem ser baixados da Internet e instalados no multifuncional. Além de programas de redes sociais como Facebook e Twitter (é possível apenas ler o conteúdo, não dá para inserir um texto ou foto diretamente), é possível instalar leitores de RSS, aplicativos para criação de formulários ou visualizadores de fotos como o Picasa, entre outros.
O equipamento imprime até 33 páginas por minuto e tem resolução para impressão de até 4800 por 1200 dpi no modo colorido. Trabalha com cartuchos independentes (quatro), que custam 25,90 reais (cada, na versão standard, que tem rendimento até 200 páginas). É compatível com Windows, Mac OS X e Linux. Com o uso do aplicaitvo LexPrint, as impressoras da Lexmark permitem imprimir arquivos do iPad, iPhone ou iPod Touch.
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A Mozilla planeja lançar o Firefox 5 em 21/6, menos de três meses após liberar a versão atual, o Firefox 4. Se seguir o cronograma divulgado, o sexto modelo do navegador também chegará ainda este ano, em agosto.
O plano da Fundação é similar à abordagem que a Google tem com o Chrome: tão logo os novos recursos forem concluídos, eles serão adicionados a versões de testes do browser – não recomendadas ao uso diário, mas muito útil a desenvolvedores.
Segundo o site da Mozilla, seu ciclo será similar ao do rival. Para isso, seu browser passará a contar com atualizações silenciosas – que não pedem a autorização do usuário – tal qual o que já é feito no software da Google.
Há meses a Fundação tem trabalhado para adicionar essa ferramenta ao browser. Originalmente, ela já deveria ter aparecido no Firefox 4, mas, devido a alguns problemas de prazo, teve que ser postergada.
Embora a Mozilla não especifique os recursos que serão adicionados a cada novo modelo, ela divulgou uma lista na qual é possível averiguar quais são os próximos passos. Destaque, por exemplo, para o gerenciador de identidades e a ideia de anexar o Flash ao navegador – assim a instalação do plugin não seria necessária.
Para Al Hilwa, da empresa de pesquisas de mercado IDC, os planos podem ser vistos como uma reação ao Chrome, que vem crescendo no mercado.
“O padrão de desenvolvimento do Chrome provou-se eficiente, já que o browser vem ganhando funções a uma velocidade impressionante”, afirmou. “Ele provocou mudanças na indústria, principalmente nos competidores diretos”.
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