A Adobe anunciou hoje (11/4), três novos aplicativos para o iPad, tablet da Apple, que permitem ao usuário combinar e criar cores, pintar com a ponta dos dedos e controlar a barra de ferramentas do Photoshop diretamente no equipamento.
Os aplicativos Color Lava, Eazel e Nav foram criados com o kit de desenvolvimento Photoshop Touch Software Development Kit (SDK), que permite aos desenvolvedores elaborar aplicativos para tablets que interagem com o Photoshop CS5.5.
Adobe Eazel: toque na tela com os cinco dedos para ver os ícones
Um dos destaques, o Adobe Eazel (5 dólares) simula a tinta sobre o tablet, como em uma paleta de cores. É só tocar na tela do iPad e espalhar. Ao pressionar o display com cinco dedos, são exibidos ícones que permitem mudar a cor e o tipo de pincel, por exemplo. Também traz opção para desfazer.
Color Lava: ferramenta para criar cores custa US$ 3 Segundo a Adobe, os novos programas devem estar disponíveis em maio, com preços entre 2 dólares e 5 dólares.
Adobe Nav permite exibir no iPad até 200 documentos do Photoshop
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Uma falha no Adobe Reader já está sendo explorada por crackers para contaminar os computadores dos usuários. Segundo a companhia de segurança Avast, os arquivos PDF produzidos para este fim não são identificados pelos antivírus do mercado e, por isso, são ainda mais perigosos.
A vulnerabilidade atinge o software em todas as versões – para Windows, Unix e Mac – com exceção da 10.x. No entanto, como a maioria dos usuários não utiliza esse modelo, a praga pode espalhar-se rapidamente caso uma correção não seja providenciada.
Leia também: Falha crítica afeta segurança de arquivos Adobe Flash
Para não que o código malicioso não seja reconhecido pelos antivírus, os cibercriminosos o escondem dentro do próprio arquivo PDF. Conseguem tal feito com a ajuda do filtro JBIG2Decode, usualmente usado para reduzir o tamanho de documentos que possuem imagens em formato TIFF.
“Nós já vimos esse tipo de truque ser utilizado em ataques específicos, mas só agora ele passou a ser explorado em ofensivas que não possuem um alvo em especial. Por isso, talvez, demorou tanto para ser detectado”, disse Jiri Sejtko, analista da Avast. Ele destaca, também, que o software da empresa já foi atualizado para proteger a máquina de tal artifício.
Os pesquisadores da Avast deverão discutir o modo como filtros são usados para esconder pragas no Caro 2011 – encontro sobre segurança digital – a ser realizado em Praga, na República Checa, em 5 e 6 de maio.
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A Adobe anunciou hoje (11/4), três novos aplicativos para o iPad, tablet da Apple, que permitem ao usuário combinar e criar cores, pintar com a ponta dos dedos e controlar a barra de ferramentas do Photoshop diretamente no equipamento.
Os aplicativos Color Lava, Eazel e Nav foram criados com o kit de desenvolvimento Photoshop Touch Software Development Kit (SDK), que permite aos desenvolvedores elaborar aplicativos para tablets que interagem com o Photoshop CS5.5.
Adobe Eazel: toque na tela com os cinco dedos para ver os ícones
Um dos destaques, o Adobe Eazel (5 dólares) simula a tinta sobre o tablet, como em uma paleta de cores. É só tocar na tela do iPad e espalhar. Ao pressionar o display com cinco dedos, são exibidos ícones que permitem mudar a cor e o tipo de pincel, por exemplo. Também traz opção para desfazer.
Color Lava: ferramenta para criar cores custa US$ 3 Segundo a Adobe, os novos programas devem estar disponíveis em maio, com preços entre 2 dólares e 5 dólares.
Adobe Nav permite exibir no iPad até 200 documentos do Photoshop
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Uma falha no Adobe Reader já está sendo explorada por crackers para contaminar os computadores dos usuários. Segundo a companhia de segurança Avast, os arquivos PDF produzidos para este fim não são identificados pelos antivírus do mercado e, por isso, são ainda mais perigosos.
A vulnerabilidade atinge o software em todas as versões – para Windows, Unix e Mac – com exceção da 10.x. No entanto, como a maioria dos usuários não utiliza esse modelo, a praga pode espalhar-se rapidamente caso uma correção não seja providenciada.
Leia também: Falha crítica afeta segurança de arquivos Adobe Flash
Para não que o código malicioso não seja reconhecido pelos antivírus, os cibercriminosos o escondem dentro do próprio arquivo PDF. Conseguem tal feito com a ajuda do filtro JBIG2Decode, usualmente usado para reduzir o tamanho de documentos que possuem imagens em formato TIFF.
“Nós já vimos esse tipo de truque ser utilizado em ataques específicos, mas só agora ele passou a ser explorado em ofensivas que não possuem um alvo em especial. Por isso, talvez, demorou tanto para ser detectado”, disse Jiri Sejtko, analista da Avast. Ele destaca, também, que o software da empresa já foi atualizado para proteger a máquina de tal artifício.
Os pesquisadores da Avast deverão discutir o modo como filtros são usados para esconder pragas no Caro 2011 – encontro sobre segurança digital – a ser realizado em Praga, na República Checa, em 5 e 6 de maio.
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O CEO da Adobe, Shantanu Narayen, resolveu encerrar a discussão de sua empresa com a Apple quanto à falta de Flash na plataforma iOS – que equipa o iPod, o iPhone e o iPad.
Em palestra concedida durante o evento de tecnologia D9, organizado pelo portal All Things Digital, ligado ao jornal Wall Street Journal, Narayen também previu que o domínio da companhia de Steve Jobs sobre o mercado de tablets está próximo do fim. Segundo ele, os dispositivos com Android tomarão o lugar do iPad no setor.
A conferência foi mediada por Walt Mossberg, do Wall Street Journal. Perguntado pelo jornalista se a disputa da Adobe com a Apple chegara ao final, o CEO foi taxativo: “Definitivamente”.
Para Narayen, a questão nunca foi quanto à eficiência do Flash, mas sobre o controle que a Apple tem sobre o iOS. Steve Jobs, porém, sempre justificou a ausência da tecnologia em seus produtos pela impossibilidade de ela se adaptar devidamente às necessidades dos dispositivos móveis. Além disso, segundo o executivo, grande parte das falhas que o Mac OS X enfrenta tem o Flash como culpado.
O líder da Adobe, no entanto, rebate as acusações e inverte o jogo: diz que os maiores problemas da plataforma ocorrem por conta do Mac OS X, mas que é filosofia da empresa criar ferramentas para que desenvolvedores atuem em diversas plataformas. Essa postura é incompatível com a visão de mundo da Apple, acusa.
Ainda assim, Narayen destacou que a postura da companhia continuará a mesma. As aplicações construídas a partir do Adobe Air, exemplificou, podem ser facilmente convertidas para o iOS.
Por fim, previu a ascensão dos tablets com Android, algo que começará este ano. “O que vocês viram no mercado de smartphones, verão no de tablets. Até o fim de 2011, 20 dispositivos com o sistema serão lançados, levando a indústria para outras direções”, concluiu, lembrando que o setor corporativo ainda não foi explorado.
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Nível: Intermediário
Software necessário: Ubuntu
Passos: 9 (nem todos são necessários)
O Adobe Air é um software que permite a execução de aplicativos como se fossem em Flash, mas a partir do desktop. Ele é utilizado em aplicativos como o TweetDeck, famoso cliente do Twitter e, mais recentemente, em serviços como Facebook e LinkedIn. E se você quer utilizá-lo (ou outros programas da plataforma) no Linux mas não sabe como começar, confira o passo a passo abaixo:
Passo 1. Acesse a página do Adobe Air e faça o download do software, selecionando a versão DEB. Neste tutorial, focaremos no Ubuntu, distribuição Linux mais popular do momento;
Passo 2. Instale o Adobe Air. Se você utiliza o Ubuntu de 32 bits, dê um duplo clique no arquivo que você acabou de baixar, clique no botão "Instalar", na janela da central de programas do Ubuntu, digite sua senha e o processo estará finalizado. Caso contrário, continue no passo 3;
Instalando o Adobe Air no Ubuntu (Foto: Reprodução/Paulo Higa)Passo 3. Se você utiliza o Ubuntu de 64 bits, provavelmente recebeu uma mensagem de arquitetura incorreta. Para resolver o problema, você precisará entrar no terminal e seguir as instruções seguintes;
Passo 4. Entre como superusuário, digitando sudo -i e a sua senha (ou ative o login de root com as instruções no nosso tutorial);
Passo 5. Vá até a pasta onde você baixou o Adobe Air, com o comando cd /pasta/do/adobe/air, substituindo /pasta/do/adobe/air para o caminho correto, geralmente /home/seusuario/Downloads;
Passo 6. Crie uma pasta chamada tmp, com mkdir tmp;
Passo 7. Extraia o Adobe Air para a pasta criada, com dpkg-deb -x adobeair.deb tmp e os arquivos de controle para tmp/DEBIAN com dpkg-deb --control adobeair.deb tmp/DEBIAN
Passo 8. Mude a arquitetura do pacote de i386 para "all" com sed -i "s/i386/all/" tmp/DEBIAN/control
Passo 9. Crie o pacote DEB, com dpkg -b tmp adobeair-64bits.deb. Agora é só voltar ao passo 2 e instalar o Adobe Air pela central de programas do Ubuntu com um duplo clique no arquivo adobeair-64bits.deb.
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A Adobe anunciou hoje (11/4), três novos aplicativos para o iPad, tablet da Apple, que permitem ao usuário combinar e criar cores, pintar com a ponta dos dedos e controlar a barra de ferramentas do Photoshop diretamente no equipamento.
Os aplicativos Color Lava, Eazel e Nav foram criados com o kit de desenvolvimento Photoshop Touch Software Development Kit (SDK), que permite aos desenvolvedores elaborar aplicativos para tablets que interagem com o Photoshop CS5.5.
Adobe Eazel: toque na tela com os cinco dedos para ver os ícones
Um dos destaques, o Adobe Eazel (5 dólares) simula a tinta sobre o tablet, como em uma paleta de cores. É só tocar na tela do iPad e espalhar. Ao pressionar o display com cinco dedos, são exibidos ícones que permitem mudar a cor e o tipo de pincel, por exemplo. Também traz opção para desfazer.
Color Lava: ferramenta para criar cores custa US$ 3 Segundo a Adobe, os novos programas devem estar disponíveis em maio, com preços entre 2 dólares e 5 dólares.
Adobe Nav permite exibir no iPad até 200 documentos do Photoshop
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Uma falha no Adobe Reader já está sendo explorada por crackers para contaminar os computadores dos usuários. Segundo a companhia de segurança Avast, os arquivos PDF produzidos para este fim não são identificados pelos antivírus do mercado e, por isso, são ainda mais perigosos.
A vulnerabilidade atinge o software em todas as versões – para Windows, Unix e Mac – com exceção da 10.x. No entanto, como a maioria dos usuários não utiliza esse modelo, a praga pode espalhar-se rapidamente caso uma correção não seja providenciada.
Leia também: Falha crítica afeta segurança de arquivos Adobe Flash
Para não que o código malicioso não seja reconhecido pelos antivírus, os cibercriminosos o escondem dentro do próprio arquivo PDF. Conseguem tal feito com a ajuda do filtro JBIG2Decode, usualmente usado para reduzir o tamanho de documentos que possuem imagens em formato TIFF.
“Nós já vimos esse tipo de truque ser utilizado em ataques específicos, mas só agora ele passou a ser explorado em ofensivas que não possuem um alvo em especial. Por isso, talvez, demorou tanto para ser detectado”, disse Jiri Sejtko, analista da Avast. Ele destaca, também, que o software da empresa já foi atualizado para proteger a máquina de tal artifício.
Os pesquisadores da Avast deverão discutir o modo como filtros são usados para esconder pragas no Caro 2011 – encontro sobre segurança digital – a ser realizado em Praga, na República Checa, em 5 e 6 de maio.
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A Adobe anunciou hoje (11/4), três novos aplicativos para o iPad, tablet da Apple, que permitem ao usuário combinar e criar cores, pintar com a ponta dos dedos e controlar a barra de ferramentas do Photoshop diretamente no equipamento.
Os aplicativos Color Lava, Eazel e Nav foram criados com o kit de desenvolvimento Photoshop Touch Software Development Kit (SDK), que permite aos desenvolvedores elaborar aplicativos para tablets que interagem com o Photoshop CS5.5.
Adobe Eazel: toque na tela com os cinco dedos para ver os ícones
Um dos destaques, o Adobe Eazel (5 dólares) simula a tinta sobre o tablet, como em uma paleta de cores. É só tocar na tela do iPad e espalhar. Ao pressionar o display com cinco dedos, são exibidos ícones que permitem mudar a cor e o tipo de pincel, por exemplo. Também traz opção para desfazer.
Color Lava: ferramenta para criar cores custa US$ 3 Segundo a Adobe, os novos programas devem estar disponíveis em maio, com preços entre 2 dólares e 5 dólares.
Adobe Nav permite exibir no iPad até 200 documentos do Photoshop
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