A Skype reconheceu na manhã desta quinta-feira (26/05) que alguns de seus usuários, principalmente na plataforma Windows, estão tendo dificuldades para efetuar login no serviço e fazer chamadas. A empresa não informou a causa do problema, mas promete uma solução "em poucas horas".
Enquanto isso, o blog oficial do serviço mostra como corrigir manualmente o problema, o que envolve a exclusão de um arquivo chamado shared.xml na pasta do aplicativo. As instruções se aplicam a usuários do Skype nas plataformas Windows, Linux e Mac. Usuários do serviço em smartphones (como aparelhos com iOS e Android) não parecem ter sido afetados.
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A versão para iPad do Keynote (US$ 10) não possui muitos dos atraentes recursos de sua versão para desktop. Mas o programa melhorou de forma notável desde seu lançamento, oferecendo agora muito mais controle de uma apresentação sem exigir que você olhe para uma tela externa. Assim, é possível realizar apresentações impressionantes no seu tablet e talvez até deixar seu notebook de lado, se você se preparar bem e saber o que esperar.
Deixe sua apresentação pronta
O Keynote no iPad consegue importar apresentações feitas no Microsoft PowerPoint ou no próprio Keynote para Mac OS X, mas em ambos os casos é provável que você perca muito durante o processo de importação. Diga tchau para algumas fontes, transições e construções não disponíveis no tablet, além do áudio e outros recursos. Por isso, sempre que possível crie suas apresentações diretamente no iPad. Se pretende usar gráficos, prepare-os com antecedência em seu Mac (a Apple recomenda o formato PNG) e os sincronize com o iPad por meio do iTunes.
A maneira mais comum de mover a apresentação para seu iPad é abrir o iTunes, selecionar o iPad, clicar na aba Apps e selecionar o Keynote. Arraste sua apresentação para a lista de documentos do Keynote. Então abra o programa no iPad, vá até a seção Gerenciador de Documentos (Document Manager), toque no ícone da pasta no canto superior direito e então toque na sua apresentação.
Um serviço chamado DropDAV torna esse processo mais simples ao permitir que os usuários do Keynote se conectem ao Dropbox por meio do WebDAV. O serviço é gratuito para usuários de contas gratuitas do Dropbox. Quem possui contas pagas tem uma taxa mensal entre 3 e 6 dólares.
Use uma tela externa
Se o seu público for muito pequeno – talvez você esteja mostrando seu portfólio para um cliente potencial ou dando uma rápida demonstração para seu chefe – é possível mostrar a apresentação no próprio iPad, ainda que sem a ajuda das notas de apresentação. Mas é mais provável que você conecte o tablet a um projetor ou outra tela/monitor. Para isso, será necessário usar um adaptador apropriado, que se liga ao conector de dock do gadget em uma saída e a entrada de vídeo na outra.
Você vai alcançar os melhores resultados (e a resolução mais alta) usando uma tela ou projetor, tanto com o Adaptador Digital AV (para telas com entradas HDMI; 39 dólares) ou Adaptador VGA (para telas com entradas VGA; 109 reais). Se estiver conectando com uma TV que não tenha entrada HDMI ou VG, é possível usar o Cabo Componente AV (39 dólares) ou Composite AV Cable (39 dólares) – ambos oferecem resolução mais baixa do que os adaptadores AV e VGA citados anteriormente.
Para evitar perder dados na importação, crie suas apresentações diretamente no iPad Com o iPad 2, tanto o Digital AV quanto o adaptador VGA permitem que seu tablet espelhe tudo de sua tela interna para a tela/monitor externa, o que pode ser útil se você quiser que sua apresentação inclua demonstrações de outros aplicativos do iPad ou conteúdo que não esteja dentro do próprio Keynote.
No entanto, vale lembrar que no iPad 1, em que não é possível “espelhar” a imagem, o próprio Keynote não produz o sinal de vídeo até que você aperte botão Play (que é provavelmente o que você quer). Não deixe que isso te confunda quando estiver se preparando para a apresentação e inicialmente não ver um vídeo em sua tela externa.
Se possível, quando estiver usando o iPad com uma tela externa, coloque-o em uma mesa ou apoio e mantenha-o parado durante a apresentação. É incômodo segurar um iPad que está conectado a uma tela, e se ficar muito animado com seus gestos manuais, corre o risco de o cabo acabar caindo. Se isso não for possível, use um cabo bem longo para aumentar sua extensão de movimentos.
Controle a apresentação
Ao apertar o botão Play, é possível usar o iPad para controlar a apresentação assim como fornecer sugestões extras para si mesmo (uma “cola” que o público não vai ver). Nos lançamentos iniciais do Keynote para o iPad, se tivesse uma tela externa conectada, você não podia visualizá-la no próprio tablet – o iPad funcionava apenas como um controle remoto e era preciso se posicionar de maneira a visualizar a tela externa. Felizmente, a partir da versão 1.3 foram incluídas várias opções para exibir suas apresentações, além de notas de apresentador no iPad.
No modo Current and Notes, você pode ver suas anotações de apresentação abaixo dos slidesPara mudar o que está na tela do iPad ao usar uma tela externa, toque no ícone Layouts e então em um dos botões a seguir: Current (Atual; a construção atual do slide como mostrado na tela externa), Next (Próximo; a próxima versão, que pode ou não estar no slide a seguir), Current and Next (Atual e Próximo; as versões atual e futura colocadas lado a lado), ou ainda Current and Notes (Atual e Notas; a versão atual e qualquer uma das notas de apresentador acompanhantes).
Esse último layout é o único a exibir notas de apresentador, mas você pode complementá-lo ao tocar no botão no canto superior esquerdo para exibir uma lista de thumbnails de slide, que podem auxiliar na navegação (toque em um dos thumbnails para pular diretamente para o slide relacionado).
Se quiser avançar para a próxima versão ou slide, toque uma vez em qualquer lugar, ou deslize o dedo para a esquerda. Para voltar, deslize para o lado contrário. Um recurso extra legal do Keynote para iPad é o “apontador laser”: toque e segure seu dedo na tela do iPad para mostrar um ponto vermelho, que se move com o seu dedo na tela principal. Tire seu dedo da tela e o ponto desaparece. Isso é muito útil quando você quer chamar atenção para uma área em particular do slide. Para finalizar a apresentação (e desligar a saída de vídeo do programa), toque no ícone Close (Fechar).
Use o "apontador laser" do Keynote para destacar pontos importantes de sua apresentação
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A Ford e o Google se uniram para o desenvolvimento de um carro inteligente que possa prever as necessidades e compromissos do motorista. Utilizando a API (Application Programming Interface) de Previs?o da gigantes das buscas, a montadora quer que seus autom?veis possam prever para onde o motorista quer ir e melhorem a performance do caminho.
O site TG Daily conta que a montadora ir? utilizar uma nova Prediction API do Google, que utiliza um algoritmo de aprendizado para oferecer sugest?es baseadas em trajetos passados do motorista.
De acordo com o site Engadget, a ideia da Ford ? fazer com que o carro aprenda os caminhos e destino preferidos do motorista de acordo com experi?ncias passadas. Assim, em um mesmo hor?rio do dia, por exemplo, em que o motorista geralmente vai trabalhar, o carro pode usar esse conhecimento, combinado com informa??es do tr?nsito, para tra?ar uma rota melhor para este destino.
A inten??o, al?m de otimizar o tr?nsito das cidades, ? reduzir o consumo de combust?vel, fazendo com que as viagens sejam as mais curtas, r?pidas e prazerosas poss?veis.
O sistema ainda n?o est? pronto para exibi??es, mas a Ford j? garante, de antem?o, que os dados dos usu?rios do sistema estar?o protegidos.
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Há vários meses os usuários do Facebook têm a opção de criar uma montagem usando a imagem principal do perfil com a barra de fotos para simular o efeito de apenas uma figura. Se você não sabe usar editores de imagens e nunca pôde colocar uma dessas fotos no perfil, aprenda com este guia a usar o Profile Photos Bar: um app de Facebook capaz de criar o efeito de imagem estendida.


Quando você abrir o Profile Photos Bar, o primeiro passo é clicar sobre “Ir para aplicativo”.
Na parte superior da tela, selecione “Computer” para mandar uma imagem a partir do computador ou “Facebook” para acessar seus álbuns de fotos na rede social.
A primeira opção carrega outra tela, pressione “Select File” para enviar uma foto e espere.
Caso você envie uma imagem dos álbuns, note que a primeira linha representa as diferentes pastas de imagens, enquanto a segunda exibe as fotos dentro do álbum escolhido.

De volta à tela de edição, use o mouse para mover a figura e enquadrá-las nos espaços vazios.

Na linha de botões pretos, os dois primeiros alteram o tamanho da imagem e os quatro seguintes a realinham (mesma função do mouse).
Os botões de rotação ainda não funcionam. Contudo, os quatro últimos, da direita para a esquerda, servem para: aumentar ou diminuir o número das linhas de informação no perfil, centralizar a figura e aplicar o efeito de espelho.
Quando terminar a edição, clique em “Done!” para concluir o processo. Então, a tela carregada na sequência mostra a foto que deve ser a principal no seu perfil; selecione “Tornar esta a foto do seu perfil” e confira o resultado!
Frequentemente pode acontecer de os recortes serem realizados de maneira errônea na foto, resultando em algo indesejado. Para resolver isso, você deve tentar novamente – porém, caso continue não dando certo, provavelmente o problema está no tamanho da imagem, pois quanto maior ela for, mais chances de obter um bom resultado você tem.
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A concorrência entre a Apple e a Microsoft sempre foi muito grande. Apesar das empresas colaborarem em certas áreas (a Microsoft desenvolveu um Office para Mac, enquanto que a Apple criou o iTunes e Safari para Windows), elas competem em diversos mercados. Por isso mesmo as propagandas das duas empresas sempre tem alguma delicada alfinetada, como nos anúncios ‘I’m a Mac’ da Apple.
MacBook Pro (Foto: Divulgação)Hoje a Microsoft lançou na web uma dessas propagandas provocativas, entitulada “Do the math” (ou faça as contas, em tradução livre). O site criado para a ação compara diversos modelos de computadores da Apple, como MacBooks, MacBooks Air e até os iMacs, com alternativas mais baratas e algumas vezes até com melhores configurações do mundo dos PCs.
O MacBook Pro de 13 polegadas, que custa US$ 1249,00, é comparado com notebooks equivalentes da Samsung e da Sony, que têm preço variando entre US$ 999,00 e US$ 1099,00. O site também compara os Macs com outras fabricantes como a Acer, Dell, ASUS, HP e até a Toshiba.
A campanha foi iniciada pelo braço canadense da Microsoft e ela diz que “aqueles que comprarem um PC nesse trimestre vai ter muito dinheiro sobrando para gastar em outras coisas” . Resta saber quando ou se a Apple pretende responder à altura.
Via: Winrumors
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Através do Skype você pode manter contato com seus amigos de onde eles estiverem. O programa funciona como um messenger, mas possui muito mais recursos do que o MSN, por exemplo.
Quem já conhece o software, possui sua versão para computador e sabe como usar seus principais recursos gratuitos, talvez não tenha pensado em pagar por alguns serviços que o Skype oferece.
É possível usar algumas funções sem pagar nada, como fazer chamadas de Skype para Skype, realizar chamadas com vídeo individuais, iniciar chats e compartilhar tela. Mas através do Skype também é possível fazer muito mais que isso.
Com os créditos Skype você pode aproveitar outros
recursos do software (Foto: Divulgação)Por meio de créditos para Skype você aproveita outros produtos e ativa mais recursos no messenger.
Em geral, com os créditos você compra chamadas para telefones fixos e celulares, envio de SMS e encaminhamento de chamadas.
É isso mesmo. Você pode fazer ligações direto do seu computador para telefones fixos ou móveis.
Vale lembrar que o Skype também está disponível em versão mobile e também é possível inserir créditos ou ser assinante do software para fazer ligações do seu celular a partir do programa.
Quem já possui uma conta no Skype, também pode fazer chamadas de voz pelo computador via Skype gratuitamente. Mas isso se limita a outros usuários de Skype. Isto é, você conversa por voz através do programa.
Se você tem interesse em fazer ligações para números fixos e celulares precisa dos créditos para Skype. E agora você pode estar pensando em substituir o seu telefone convencional pelo Skype, mas o software não substitui telefones fixos ou celures, porque ele não faz chamadas de emergência.
O que é possível fazer com os créditos para Skype?
Além de chamadas para telefones fixos e celulares em todo o mundo, os créditos Skype permitem mais coisas. Através deles é possível comprar um número online e com isso, seus amigos sem Skype podem ligar para você pagando tarifas locais.
Isto é, eles pagarão o mesmo que você pagaria usando o Skype, mesmo que eles não tenham uma conta. Para tanto, basta que eles liguem para esse seu número online. Além disso, através dos créditos para Skype você também pode enviar mensagens de texto baratas ou então personalizar melhor seu Skype.
Como compra?
Antes de mais nada, você precisa de uma conta Skype para poder comprar créditos e usar o software. É a partir de sua conta que você pode adquirir seus créditos. Para pagá-los, o Skype oferece as opções através de cartões de crédito e PayPal.
Basta fazer seu login no site e visualizar as opções pagas que o Skype oferece. Pela sua conta você irá verificar seu saldo de créditos Skype e poderá também realizar nova compra por mais crédito. O crédito é válido por seis meses.
E quanto custa?
Para quem não é assinante, é necessário pagar uma taxa de conexão para as ligações que você for fazer. No Brasil, essa taxa é cerca de 10 centavos e cada minuto para chamadas nacionais custa 16 centavos.
Para chamadas internacionais os custos por minuto variam de acordo com o lugar. Para saber mais sobre as tarifas acesse a página do Skype. Por fim, você também pode optar por uma tarifa mensal e ser assinante do software. O Skype oferece muitas vantagens para quem é assinante. Para saber mais consulte a página de pagamento mensal do site.
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Já faz uma semana que a Playstation Network ruiu. Por cinco dias, a queda parecia ser apenas isso – uma queda. Na terça-feira (27/4), porém, tudo mudou: a Sony admitiu que o “invasor externo” não só derrubou o servidor, mas roubou dados pessoais dos usuários cadastrados – possivelmente, dados financeiros, como número dos cartões de crédito, também se perderam. São 77 milhões de clientes afetados. Muitos já classificam o incidente como o maior vazamento de informações da história. Afinal, o que a empresa japonesa fará a partir de agora?
Perguntas sem respostas
Por enquanto, tudo o que sabemos sobre a invasão poderia ser escrito em meia página. Alguém entrou no sistema, a Sony interrompeu seu funcionamento e, em algum momento, resolveu reconstruí-lo. Depois de sete dias de espera, finalmente admitiu que as informações que possuía dos usuários – nomes, endereços, datas de nascimento – também haviam sido copiadas.
Já o que não sabemos, em comparação, não caberia em um livro. Para começo de conversa: que medidas de segurança a Sony utilizava para prevenir quedas? Elas foram aprimoradas quando o grupo hacker Anonymous declarou guerra à empresa? Os hackers são mesmo ligados ao Anonymous? (O grupo nega que tenha sido uma operação oficial.) Como os invasores entraram no sistema? O incidente tem algo a ver com o firmware customizado "Rebug" liberado por hackers no começo do mês? A companhia não sabia, até ontem, que uma grave violação de privacidade havia sido cometida? Os criminosos roubaram, também, dados sensíveis, como números de cartões de crédito?
Há outras respostas que gostaríamos de ter. Que tipo de compensação a Sony dará aos membros da Playstation Network e da Qriocity, visto que a PSN Plus custa 50 dólares ao ano? A empresa identificou os responsáveis pelo ataque? Será que a atividade, supostamente criminosa, é grave o bastante para envolver o FBI? Como ela convencerá os 77 milhões de usuários a não desistir da PSN – ou mesmo da própria Sony – depois de um caso tão problemático quanto esse?
Resgatar confiança dos clientes
A resposta para esta última pergunta pode ser decisiva. A confiança é obtida conforme o passar dos anos, não de um dia para o outro. Quando a rede voltar – e ela voltará –, a Sony deverá divulgar uma série de comunicados oficiais, além de enviar aos usuários mensagens com garantias de que a falha foi corrigida e o sistema, aprimorado.
É mais fácil falar do que fazer. Para implementar novas tecnologias no sistema ou revisar a arquitetura, a maioria das empresas precisa de meses – às vezes, anos – para testá-las e concluí-las. A Sony está em péssima situação, pois tem de provar que tudo está resolvido o mais rápido possível: a cada dia que a PSN fica fora do ar, pior fica a sua fama, e maior a probabilidade de que mais usuários abandonem o PlayStation e partam para o rival Xbox 360 – afinal, jogos como Portal 2 e Mortal Kombat foram lançados recentemente e o que os gamers mais querem é jogá-los no modo online.
No mais, sejamos claros. Roubar informações confidenciais é uma atitude inconcebível e inaceitável, por ser não só antiético, mas também ilegal. Embora a Sony deva levar grande parte da culpa por ter falhado no bloqueio a invasões, não devemos esquecer os verdadeiros criminosos – e isso inclui o grupo Anonymous, esteja ele envolvido ou não. Eles merecem uma severa punição, que vá de acordo com as leis vigentes, por serem responsáveis pelo ato. Há uma maneira certa e outra errada de protestar contra uma corporação multinacional; esta é a errada.
Por fim, o que a Sony precisa fazer? Primeiro, trazer a PSN de volta, e estabelecer o que foi e o que não foi comprometido. O que mais preocupa os usuários é a segurança de suas contas bancárias. A empresa afirma que não há nenhuma evidência de que os dados financeiros foram roubados, embora não descarte tal possibilidade. Ela precisa descartar, ser clara quanto ao que, de fato, deixou escapar. Depois, deve agir para que os serviços Qriocity e PSN continuem funcionando bem, assegurando, assim, que tudo está de volta à normalidade, além de oferecer a seus clientes alguma espécie de compensação pelo transtorno (devolução do dinheiro, crédito para a compra de produtos). Com o tempo, a confiança voltará; mas não será da noite para o dia.
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