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Googles Docs agora tem aplicativo nativo para Android

O Google Docs agora é um aplicativo nativo para o sistema Android, dando aos usuários um conjunto de recursos que não estão disponíveis por meio de sua versão para web. Já disponível para download gratuito no Android Market, o app fornece uma interface fácil para acessar documentos e planilhas. No entanto, o editor em si ainda é manipulado pelo navegador.

Mas quais as vantagens que um aplicativo nativo tem sobre a opção de apenas melhorar o web app do Google Docs? O novo programa para Android vem com uma série de recursos extras como:

Widget: O widget da tela inicial do Google Docs permite aos usuários “pularem” para documentos marcados, criar novos documentos ou tirar uma foto para upload.

Digitalização de textos: O aplicativo do Google Docs pode utilizar reconhecimento óptico de caracteres para transformar fotos novas ou existentes de documentos em arquivos texto. Parece legal, mas não vai reconhecer letra de mão ou alguns tipos de fontes.

Compartilhe: o app permite compartilhar documentos com as pessoas da sua lista de contatos no Android.

Infelizmente, não parece haver suporte ao uso offline no momento. Um usuário do fórum da Google percebeu que o aplicativo inclui um cache de até 20MB, e há uma opção “Sync Docs” (“Sincronizar documentos”) na configuração “Accounts & Sync” (algo como Contas e Sincronização), mas a única coisa que aparece offline é uma lista de documentos. Talvez o suporte offline seja adicionado no futuro, mas como o editor de documentos ainda funciona pelo navegador, não esperamos que isso aconteça muito em breve.

O Google Docs já está disponível para as versões 2.1 ou mais recentes do sistema Android.

googledocsapp01.jpg

Novo app do Google Docs permite escaneamento de textos por fotos

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YouTube agora tem v�deos em 3D para o Firefox

(Fonte da imagem: YouTube)

Assistir a qualquer coisa com efeitos em terceira dimensão é a moda atual no cinema e até na televisão, mas agora ela passa também para a tela do seu computador. A partir de hoje, vídeos no site YouTube passam a ter a opção de serem exibidos com efeitos 3D, graças ao uso do HTML5 para rodar os clipes.

O novo recurso é resultado de uma união entre três grandes empresas da área: a Google, dona do YouTube, a Mozilla, responsável pelo Firefox, e a NVIDIA, que cuida da conversão da filmagem. Você pode configurar seu navegador a partir deste link e acessar o canal 3D no site.

Para funcionar em seu computador, é necessário cumprir alguns pré-requisitos: ter o Firefox 4, único navegador que suporta a tecnologia até agora, óculos especiais da empresa (aqueles utilizados em cinema não funcionam aqui) e um computador com alguma placa gráfica recente que seja fabricada pela própria NVIDIA.

Além disso, é possível integrar seu computador à TV, através do software NVIDIA 3D Vision PC, para assistir aos clipes em terceira dimensão em uma tela maior.

Apesar das restrições atuais, executivos da NVIDIA acreditam que a expansão dessa tecnologia e desse recurso para o YouTube seja questão de tempo. Espera-se que, em breve, usuários de todos os navegadores ou placa de vídeo recentes poderão desfrutar desses efeitos, que tornam a experiência de assistir a um vídeo algo ainda mais impressionante.

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Gangue russa especializada em vírus de PC agora ataca Macs, diz Microsoft

Pesquisadores de segurança da Microsoft afirmam que  há evidências de que o Mac Defender (também conhecido como MacSecurity ou MacProtector), praga virtual que finge ser um antivírus, e que tem atormentado muitos usuários de computadores da Apple nos últimos dias, foi criado por uma gangue russa especializada em spywares para PC.

Segundo os engenheiros do Microsoft Malware Protection Center (MMPC) Hamish O'Dea e Tareq Saade, o código da ameaça para Mac é muito semelhante ao de outros dois programas nocivos criados para Windows (ameaças que têm origem na Rússia), além de usarem um endereço de Internet semelhante destinado aos que "caem no conto" e topam pagar pelos falsos antivírus.

Uma vez instalado no computador, o Mac Defender exibe mensagens de alerta e sites pornográficos. Para acabar com esse tormento, a vítima é convidada a pagar 80 dólares para receber o que seria a versão completa do programa. Há informações de que o volume de ligações para o suporte técnico da Apple cresceu cinco vezes, por conta de chamados de usuários que tiveram suas máquinas contaminadas.

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Artigo: E agora, o que você pretende fazer, Sony?

Já faz uma semana que a Playstation Network ruiu. Por cinco dias, a queda parecia ser apenas isso – uma queda. Na terça-feira (27/4), porém, tudo mudou: a Sony admitiu que o “invasor externo” não só derrubou o servidor, mas roubou dados pessoais dos usuários cadastrados – possivelmente, dados financeiros, como número dos cartões de crédito, também se perderam. São 77 milhões de clientes afetados. Muitos já classificam o incidente como o maior vazamento de informações da história. Afinal, o que a empresa japonesa fará a partir de agora?

Perguntas sem respostas
Por enquanto, tudo o que sabemos sobre a invasão poderia ser escrito em meia página. Alguém entrou no sistema, a Sony interrompeu seu funcionamento e, em algum momento, resolveu reconstruí-lo. Depois de sete dias de espera, finalmente admitiu que as informações que possuía dos usuários – nomes, endereços, datas de nascimento – também haviam sido copiadas.

Já o que não sabemos, em comparação, não caberia em um livro. Para começo de conversa: que medidas de segurança a Sony utilizava para prevenir quedas? Elas foram aprimoradas quando o grupo hacker Anonymous declarou guerra à empresa? Os hackers são mesmo ligados ao Anonymous? (O grupo nega que tenha sido uma operação oficial.) Como os invasores entraram no sistema? O incidente tem algo a ver com o firmware customizado "Rebug" liberado por hackers no começo do mês? A companhia não sabia, até ontem, que uma grave violação de privacidade havia sido cometida? Os criminosos roubaram, também, dados sensíveis, como números de cartões de crédito?

Há outras respostas que gostaríamos de ter. Que tipo de compensação a Sony dará aos membros da Playstation Network e da Qriocity, visto que a PSN Plus custa 50 dólares ao ano? A empresa identificou os responsáveis pelo ataque? Será que a atividade, supostamente criminosa, é grave o bastante para envolver o FBI? Como ela convencerá os 77 milhões de usuários a não desistir da PSN – ou mesmo da própria Sony – depois de um caso tão problemático quanto esse?

Resgatar confiança dos clientes
A resposta para esta última pergunta pode ser decisiva. A confiança é obtida conforme o passar dos anos, não de um dia para o outro. Quando a rede voltar – e ela voltará –, a Sony deverá divulgar uma série de comunicados oficiais, além de enviar aos usuários mensagens com garantias de que a falha foi corrigida e o sistema, aprimorado.

É mais fácil falar do que fazer. Para implementar novas tecnologias no sistema ou revisar a arquitetura, a maioria das empresas precisa de meses – às vezes, anos – para testá-las e concluí-las. A Sony está em péssima situação, pois tem de provar que tudo está resolvido o mais rápido possível: a cada dia que a PSN fica fora do ar, pior fica a sua fama, e maior a probabilidade de que mais usuários abandonem o PlayStation e partam para o rival Xbox 360 – afinal, jogos como Portal 2 e Mortal Kombat foram lançados recentemente e o que os gamers mais querem é jogá-los no modo online.

No mais, sejamos claros. Roubar informações confidenciais é uma atitude inconcebível e inaceitável, por ser não só antiético, mas também ilegal. Embora a Sony deva levar grande parte da culpa por ter falhado no bloqueio a invasões, não devemos esquecer os verdadeiros criminosos – e isso inclui o grupo Anonymous, esteja ele envolvido ou não. Eles merecem uma severa punição, que vá de acordo com as leis vigentes, por serem responsáveis pelo ato. Há uma maneira certa e outra errada de protestar contra uma corporação multinacional; esta é a errada.

Por fim, o que a Sony precisa fazer? Primeiro, trazer a PSN de volta, e estabelecer o que foi e o que não foi comprometido. O que mais preocupa os usuários é a segurança de suas contas bancárias. A empresa afirma que não há nenhuma evidência de que os dados financeiros foram roubados, embora não descarte tal possibilidade. Ela precisa descartar, ser clara quanto ao que, de fato, deixou escapar. Depois, deve agir para que os serviços Qriocity e PSN continuem funcionando bem, assegurando, assim, que tudo está de volta à normalidade, além de oferecer a seus clientes alguma espécie de compensação pelo transtorno (devolução do dinheiro, crédito para a compra de produtos). Com o tempo, a confiança voltará; mas não será da noite para o dia.

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Googles Docs agora tem aplicativo nativo para Android

O Google Docs agora é um aplicativo nativo para o sistema Android, dando aos usuários um conjunto de recursos que não estão disponíveis por meio de sua versão para web. Já disponível para download gratuito no Android Market, o app fornece uma interface fácil para acessar documentos e planilhas. No entanto, o editor em si ainda é manipulado pelo navegador.

Mas quais as vantagens que um aplicativo nativo tem sobre a opção de apenas melhorar o web app do Google Docs? O novo programa para Android vem com uma série de recursos extras como:

Widget: O widget da tela inicial do Google Docs permite aos usuários “pularem” para documentos marcados, criar novos documentos ou tirar uma foto para upload.

Digitalização de textos: O aplicativo do Google Docs pode utilizar reconhecimento óptico de caracteres para transformar fotos novas ou existentes de documentos em arquivos texto. Parece legal, mas não vai reconhecer letra de mão ou alguns tipos de fontes.

Compartilhe: o app permite compartilhar documentos com as pessoas da sua lista de contatos no Android.

Infelizmente, não parece haver suporte ao uso offline no momento. Um usuário do fórum da Google percebeu que o aplicativo inclui um cache de até 20MB, e há uma opção “Sync Docs” (“Sincronizar documentos”) na configuração “Accounts & Sync” (algo como Contas e Sincronização), mas a única coisa que aparece offline é uma lista de documentos. Talvez o suporte offline seja adicionado no futuro, mas como o editor de documentos ainda funciona pelo navegador, não esperamos que isso aconteça muito em breve.

O Google Docs já está disponível para as versões 2.1 ou mais recentes do sistema Android.

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Novo app do Google Docs permite escaneamento de textos por fotos

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