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Notebook Sony Vaio S ganha modelo ainda mais potente

(Fonte da imagem: SonyStyle)

Para sua nova série de notebooks, a Sony não optou por tentar impressionar só em beleza ou potência. Em sua mais recente linha (a S Series), que chegou em março ao mercado norte-americano, a empresa tenta emplacar um produto com ambas as características. No final de maio, entretanto, a potência deve ganhar ainda mais destaque com o próximo modelo.

O novo Vaio S está disponível em várias cores e conta com configurações potentes, desde o processador até a placa gráfica, tornando o produto ideal para entretenimento com filmes e games. A Sony ainda tem preocupação com relação ao consumo de energia: por US$ 150 adicionais, o consumidor leva uma bateria externa adicional, encaixável na parte inferior do notebook, capaz de dobrar seu tempo de uso de 7 para até 15 horas.

O notebook possui uma tela de 13,3 polegadas, além de uma espessura de apenas 0,95 polegada. O peso, mesmo com a bateria, é de aproximadamente 1,72 kg. Confira as configurações básicas do modelo padrão, que não deve sair por menos de US$ 1.350:

Processador Intel Core i7-2620M de 2.7 GHz8 GB de RAMResolução de 1600x900Disco rígido com 500 GBPlaca de vídeo AMD Radeon HD 6630VRAM de 1 GBLeitor de impressões digitaisDrive de Blu-ray

Se o consumidor ainda optar pelo novo produto da Sony, mas não estiver disposto a desembolsar tanto, ainda pode escolher um modelo econômico, que conta com o preço de US$ 969 e características mais modestas:

4 GB de RAMProcessador Intel Core i5-2410MVRAM de 512 MBResolução de 1366 x 768Leitor de DVD

Confira algumas imagens do produto em nossa galeria:

Galeria de Imagens

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Vírus de Mac ganha versão ainda mais perigosa

A praga virtual conhecida como MacDefender, que finge ser um antivírus, exibe sites eróticos e usa ferramentas de busca para se disseminar, ganhou uma versão mais perigosa. Segundo a empresa de segurança Intego, especializada em soluções para computadores da Apple, o chamado MacGuard não exige senha de administrador para se instalar no sistema.

O objetivo é o mesmo da versão anterior: convencer a vítima a baixar um falso antivírus e capturar dados confidenciais, como números de cartão de crédito. Se o usuário tiver a opção para abertura automática dos arquivos após o download habilitada, o invasor entra em ação imediatamente, instalando o programa nocivo.  Na sequência, um segundo arquivo nocivo é baixado de um servidor que pertence a criminosos, e os rastros do programa original são apagados. Depois disso, os dados capturados são enviados para os crackers (hackers “do mal”).

Para amenizar o problema, a Intego recomenda que os usuários do Safari desabilitem a função de abertura de arquivos após download, além de tomar cuidado com sites que têm interface similar ao Finder do Mac OS X (na verdade, páginas falsas, para iludir usuários).

Após ser criticada por sua postura no caso, a Apple prometeu liberar em breve uma atualização para o Mac OS X que irá encontrar e apagar o falso programa de segurança MacDefender, além de avisar usuários ainda não afetados pelo malware, caso tentem  baixar o programa falso.

O anúncio – parte de um novo documento que a companhia liberou no mesmo dia – foi o primeiro reconhecimento público da companhia sobre a ameaça. A empresa também disponibilizou uma página com mais informações sobre como remover o programa nocivo. Para saber mais, clique aqui.

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Menores de 13 anos no Facebook? Ainda não, diz Zuckerberg

Mark Zuckerberg reafirmou nesta quarta-feira (25/05) sua postura em relação à entrada de jovens menores de 13 anos no Facebook. Embora veja como uma possibilidade, deixou claro que este não é o momento.

“Ainda não chegamos lá”, disse o CEO do Facebook no evento e-G8 Internet, realizado em Paris. A informação é do site PaidContent.

Segundo Zuckerberg por enquanto não há nenhuma possibilidade disso ocorrer, já que as crianças precisariam de uma autorização dos pais – enviada por fax – ou uma verificação via cartão de crédito.

“No futuro, acho que faz sentido explorarmos”, admitiu. “Mas precisaríamos encontrar diversas maneiras para deixá-las a salvo. Isso é o mais importante. Estamos desenvolvendo vários recursos, porém, esse não está entre nossas prioridades”.

Naturalmente, muitos menores de 13 anos já estão na rede social, já que a verificação é inexistente – basta o jovem mentir sobre sua idade. Segundo a revista Consumer Reports, há 7,5 milhões de membros nessa categoria, além de 5 milhões de internautas que nem sequer chegaram aos 10 anos.

Portanto, quando o Facebook criar uma forma para que as crianças possam acessar a rede – requisitando a autorização dos pais e definindo rígidas regras de privacidade, por exemplo – a atitude servirá mais para evitar sua entrada do que para liberá-la.

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Quatro tecnologias que sua empresa ainda vai procurar

Se uma empresa quer saber quais ferramentas de TI e tecnologias usará em alguns anos, vale a pena prestar atenção a algumas das startups que se destacam no mercado e que têm foco em tecnologia corporativa.

Capitalistas de risco e empreendedores concordam que as startups de TI que recebem financiamento nos dias de hoje são as que oferecem mais oportunidades de cortar custos, aliviar dores de cabeça e capazes de tornar a vida dos departamentos de tecnologia mais fácil, sem investimentos de capital em software e infraestrutura. Os investidores estão apostando em companhias novatas  com o objetivo de desenvolver sistemas de gerenciamento de recursos de TI, armazenamento na nuvem, virtualização e gestão de dispositivos móveis.

Quatro startups, em especial, estão-se destacando por esse potencial de economia. Mesmo que por enquanto não haja disposição para usar seus produtos específicos, provavelmente algo similar será considerado em um ano ou mais.

1 – Software de monitoramento de recursos de TI baseado na nuvem – Apptio
Nos últimos anos, a área de TI se viu sob pressões para evoluir e se tornar melhores prestadores de serviços para a corporação em vez de centro de custos. Para isso, é necessário monitorar o uso dos recursos de TI, incluindo horas de profissionais, hardware, software, energia e refrigeração.

O sistema da Apptio, com preço que se inicia a partir dos 100 mil dólares anuais, variando de acordo com número de usuários ou módulos implantados, é uma suíte na modalidade de software como serviço (SaaS) que promete dar aos times e executivos de TI um olhar consolidado sobre todos os investimentos da área e custos associados, mostrando o impacto financeiro de cada cliente. Usuários autorizados podem inserir dados, rodar relatórios, visualizar informações por meio de um painel específico ou disparar alertas baseados em limites predefinidos, como um nível de uso de armazenamento de uma unidade de negócios.

A ferramenta cria também uma “conta de TI” para cada unidade de negócios para mostrar exatamente qual é o consumo de cada uma. Um recurso como esse permitira alinhar orçamentos com mais precisão e desenvolver programas relacionados na companhia.

2 – Backup na nuvem para aplicativos web - Backupify
Sob pressão constante de tornar todos os dados seguros e recuperáveis, a área de TI é desafiada com um desafio crescente: controlar os dados gerados pelos usuários em aplicativos web, como e-mail, sites de mídia social, ferramentas de colaboração e compartilhamento de documentos.

A empresa Backupify, com seu produto Backupify Pro 500 (custando a partir de 19,99 dólares por dez usuários por mês e mais 3 dólares por usuários adicionais), oferece uma maneira de realizar backup de todos os principais sites de e-mail na nuvem e mídia social, além de aplicações hospedadas na nuvem de armazenamento da Amazon.

“O departamento de TI tem de lidar com a criação de dados em nichos pela web, expondo-os a hackers e vírus. Eles também podem ser perdidos por erros humanos”, descreve o CEO da Backupify, Rob May. Ele completa dizendo que ao centralizar dados de usuários no ambiente da Amazon, a TI pode aplicar segurança e políticas de desduplicação de dados em compliance sem construir sua própria infraestrutura de armazenamento.

Um exemplo: para realizar o backup do Google Apps, a companhia registra as contas no software e recebe e-mail confirmando cada backup completo, assim como o acesso a arquivos e downloads. O módulo de mídia social funciona de forma similar: a área de TI pode registrar cada serviço do qual quer fazer backup.

O apelo da ferramenta é mais óbvio para companhias com regras de retenção de dados rígidas, como as existentes em empresas da área financeira e de saúde, porque permite que elas se beneficiem da mídia social e da web eliminando os riscos típicos.

3 – Gestão de dispositivos móveis - Klomptek
Uma das questões mais urgentes para a área de TI resolver no dia de hoje é o controle sobre dispositivos móveis da empresa. Monitorar e dar segurança a dispositivos perdidos e roubados ´são tarefas difíceis, mas posto que smartphones e tablets têm acesso a dados corporativos, é crítico ganhar a habilidade de localizar, bloquear e apagar o conteúdo dos aparelhos.

A ferramenta Track and Protect, da Klomptek, cobra por comandos utilizados. Um pacote de dez comandos, por exemplo, custa 5,99 dólares. 45 comandos podem ser comprados por valores a partir de 19,99 dólares. Mas os valores dependem da região geográfica.

Podendo ser gerenciado centralmente pela TI ou individualmente pelos usuários, o aplicativo oferece uma página web que permite controlar e localizar o equipamento. Da mesma página, que pode ser acessada por browers em telefones móveis, um usuário pode enviar um comando SMS que cria uma série de ações: localiza com o GPS, silencia o aparelho para que ele não chame atenção, amplifica o microfone para que o usuário saiba o que está acontecendo em torno do aparelho, por meio de uma chamada realizada discretamente. Com isso, o usuário pode saber se deixou o aparelho em uma estação de trem ou em um parque de diversões, por exemplo.

Entre outras opções, o usuário pode usar a câmera para tirar uma foto do ladrão, acessar o histórico, como números discados, bloquear ligações e fazer backup das informações dentro dele antes da limpeza completa. Disponível para Android, BlackBerry e Symbian.

4 – Virtualização de banco de dados - Delphix
Um elemento que consome muito do tempo da área de TI, sem falar da infraestrutura de data center, é a clonagem de banco de dados. Eles são clonados para testes, desenvolvimento, data warehousing e se multiplicam, consumindo recursos preciosos.

A ferramenta Delphix Server, da empresa Delphix, custa a partir de 2 mil dólares por mês em um contrato anual e permite que um único banco de dados seja virtualizado para ser aplicado para todas as aplicações.

O banco de dados virtual se sincroniza em tempo real com o banco de dados em produção, de forma inteligente: somente os dados alterados são trocados de fato, reduzindo também a carga de trabalho na infraestrutura.

O objetivo da ferramenta é consolidar recursos de data center e acelerar o processo de testes, desenvolvimento, implantação, gerenciamento e ciclos de atualização. Além disso, o portal que a Delphix oferece permite que a área de TI programe políticas e aloque armazenamento de forma que usuários possam atender seus próprios pedidos.

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Amazon pode lan�ar dois tablets com Android ainda este ano

A Amazon abriu um espa?o para desenvolvedores de aplicativos chamado Amazon App Store Developer Portal. Foto: Reprodu??o

A Amazon abriu um espa?o para desenvolvedores de aplicativos chamado Amazon App Store Developer Portal
Foto: Reprodu??o

A Amazon, que j? rouba uma beirada do recente mercado de tablets com o seu E-reader Kindle, pode entrar de vez na briga com dois tablets. ? o que diz o site Business Insider, citando o BGR. Conforme ambos, devem ser lan?ados ainda neste ano dois tablets com os codinomes Coiote e Hollywood.

O Coiote deve ser mais barato e alimentado por um processador Nvidia Tegra 2. J? o Hollywood vai ser mais poderoso, com um processador quad-core da NVidia, o Kal-El, que tem 500% a mais de desempenho do que o Tegra 2. ? esperar para ver.

No in?cio do m?s, segundo uma fonte consultada pelo site DigiTimes, a companhia taiwanesa Quanta Computer seria a respons?vel pela fabrica??o do dispositivo, que deve contar com telas fabricadas pela E Ink Holdings, mesmo empresa respons?vel por produzir o display do Kindle. O plano da Amazon ? reduzir o pre?o cobrado pelo produto, utilizando o lan?amento do tablet como forma de conquistar um mercado mais abrangente e competir de frente com o iPad 2.

Vale lembrar tamb?m que a Amazon possui tamb?m um portal para desenvolvedores de apps chamado de Amazon App Store Developer Portal. Al?m disso, em mar?o, a Amazon.com lan?ou sua loja de aplicativos Android, refor?ando sua disputa com a Apple. A loja coloca a Amazon.com como uma alternativa para compra de aplicativos para computadores tablet e celulares inteligentes, em desafio ? iTunes, da Apple.

A Amazon.com oferece em sua loja de aplicativos op??o para o usu?rio testar o programa em um computador antes de compr?-lo. O lan?amento da loja da Amazon.com surgiu depois que a Apple processou a varejista online para impedir a empresa de usar a marca AppStore.

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A era "pós-PC" já chegou. Mas ainda não é hora de jogar fora seu computador

Será que a muito discutida “era pós-PC” finalmente começou? O termo tem sido debatido há anos por executivos da indústria e especialistas. Seu mais recente uso veio da boca de Steve Jobs, da Apple, durante a apresentação do iPad 2, em que o CEO da empresa chamou o iPhone, o iPod e o iPad de “aparelhos pós-PC” que precisavam ser mais fáceis e intuitivos de usar do que os tradicionais desktops ou notebooks.

Bem, adicione a empresa de pesquisas Forrester Research à lista de observadores da indústria que acreditam que a “era pós-PC” já começou. Em um novo estudo divulgado na terça-feira (17/5), a analista da empresa, Sarah Rotman Epps, diz que atualmente os aparelhos de computação – e a maneira como interagimos com eles – estão passando por uma dramática mudança para:

- Computação onipresente: aparelhos móveis com sensores como acelerômetros, giroscópios e geolocalizadores estão nos libertando das limitações de mobilidades dos desktops;

- Computação casual: smartphones e tablets de boot instantâneo ou que nunca desligam estão acabando com o processo formal de ligar e desligar dos desktops;

- Uma experiência mais íntima: tablets e smartphones são mantidos junto ao corpo, enquanto que usar um notebook ou desktop é “uma atividade de esticar os braços”, escreve analista Epps em seu blog. Isso significa que os consumidores estão usando os aparelhos de computação em locais íntimos, incluindo seus quartos;

- Interação física com os aparelhos: Telas touchscreen, comandos por voz, aparelhos com sensores de movimento como o Kinect, da Microsoft, e câmera com reconhecimento facial permitem que seu “rosto e voz” controlem a máquina. Em comparação, a interface de mouse e teclado do desktop é mais abstrata e menos pessoal.

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Para Steve Jobs, o iPad é um "aparelho pós-PC"

E o que tudo isso significa? Certamente, a mobilidade e a onipresença dos aparelhos tecnológicos atuais estão mudando a maneira como interagimos com nossos assistentes digitais. Mas notebooks e desktops não irão desaparecer em um futuro próximo.

“Então o que a “era pós-PC” significa? Ela não significa que o PC está morto”, escreve Epps. Na verdade, a Forrester prevê que as vendas de notebooks para consumidores finais nos EUA crescerão a uma taxa de 8% entre 2010 e 2015, enquanto a comercialização de desktops deve sofrer apenas uma pequena baixa nesse período.

E, apesar de as previsões apontarem que 82 milhões de americanos terão um tablet em 2015, mais de 140 milhões terão um notebook até lá, segundo a Forrester.

“Na era pós-PC, o ‘PC’ está vivo e bem, mas ele se transforma para suportar experiências de computação que são cada vez mais onipresentes, casuais, íntimas e físicas”, diz Epps.

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Amazon pode lan�ar dois tablets com Android ainda este ano

A Amazon abriu um espa?o para desenvolvedores de aplicativos chamado Amazon App Store Developer Portal. Foto: Reprodu??o

A Amazon abriu um espa?o para desenvolvedores de aplicativos chamado Amazon App Store Developer Portal
Foto: Reprodu??o

A Amazon, que j? rouba uma beirada do recente mercado de tablets com o seu E-reader Kindle, pode entrar de vez na briga com dois tablets. ? o que diz o site Business Insider, citando o BGR. Conforme ambos, devem ser lan?ados ainda neste ano dois tablets com os codinomes Coiote e Hollywood.

O Coiote deve ser mais barato e alimentado por um processador Nvidia Tegra 2. J? o Hollywood vai ser mais poderoso, com um processador quad-core da NVidia, o Kal-El, que tem 500% a mais de desempenho do que o Tegra 2. ? esperar para ver.

No in?cio do m?s, segundo uma fonte consultada pelo site DigiTimes, a companhia taiwanesa Quanta Computer seria a respons?vel pela fabrica??o do dispositivo, que deve contar com telas fabricadas pela E Ink Holdings, mesmo empresa respons?vel por produzir o display do Kindle. O plano da Amazon ? reduzir o pre?o cobrado pelo produto, utilizando o lan?amento do tablet como forma de conquistar um mercado mais abrangente e competir de frente com o iPad 2.

Vale lembrar tamb?m que a Amazon possui tamb?m um portal para desenvolvedores de apps chamado de Amazon App Store Developer Portal. Al?m disso, em mar?o, a Amazon.com lan?ou sua loja de aplicativos Android, refor?ando sua disputa com a Apple. A loja coloca a Amazon.com como uma alternativa para compra de aplicativos para computadores tablet e celulares inteligentes, em desafio ? iTunes, da Apple.

A Amazon.com oferece em sua loja de aplicativos op??o para o usu?rio testar o programa em um computador antes de compr?-lo. O lan?amento da loja da Amazon.com surgiu depois que a Apple processou a varejista online para impedir a empresa de usar a marca AppStore.

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PSN estará de volta ainda esta semana, promete Sony

A Sony ainda investiga a brecha de segurança que levou à queda de seus serviços online PlayStation Network (PSN) e Qriocity, mas espera que a rede de games volte a operar ainda esta semana, afirmou um executivo da empresa a jornalistas na tarde de domingo (1/5), em Tóquio (Japão).

A PlayStation Network estará parcialmente ativa nos próximos dias para partidas online e sua capacidade plena será oferecida em meados de maio, afirmou o vice-presidente executivo Kazuo Hirai.

A investigação continua. Hirai revelou que a Sony pediu ajuda do FBI, a polícia federal americana, para investigar a invasão em sua rede. A Sony puxou o plugue da rede em 20 de abril após perceber que havia sido invadida dois dias antes. O incidente, no entanto, só veio a público em 22/4.

Os jogos em rede e o serviço de música aparentemente serão os primeiros a vir ao ar, segundo a Sony. Ao que parece, a SonyStile (loja virtual) utiliza um sistema diferente e não foi afetada pelo problema.

A Sony tem sido alvo de críticas, tanto de usuários como de agências e governos, como o Departamento de Segurança Interna dos EUA, o Congresso americano e o governo de Taipé, em Taiwan.

A companhia também publicou um post em seu blog oficial confirmando a volta da rede nos próximos dias, além de fornecer mais detalhes sobre o processo. Segundo a fabricante, ainda não há confirmação sobre o vazamento de dados dos cartões de crédito dos usuários.

Ainda de acordo com o post, a Sony promete novas iniciativas de segurança após o ataque no último mês de abril, incluindo "níveis avançados de proteção e criptografia de dados" e "firewalls adicionais", além da contratação de Shinji Hasejima como novo chefe de segurança de informação da empresa.

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