O iCloud, serviço de música da Apple que armazena canções em sistema de cloud computing (em servidores online), deve começar como uma oferta gratuita (para atrair usuários) e depois passar a cobrar 25 dólares por ano, segundo fontes do mercado. De acordo com o LA Times, a Apple já teria fechado contrato com as quatro maiores gravadoras do mercado.
Com o novo serviço, os usuários poderão fazer o upload de suas canções para os data centers da Apple e ouvi-las via streaming de Internet em equipamentos como Macs, iPhones ou iPods. Também deve ser possível armazenar na nuvem arquivos como filmes e outros conteúdos digitais.
O iCloud tem sido cotado como a arma da Apple para brigar com as novas ofertas da Amazon e da Google, que oferecem um sistema de armazenamento de música hospedado em servidores de cloud computing, a chamada nuvem computacional.
Segundo a Apple, o serviço será uma das atrações da WWDC 2011, conferência para desenvolvedores que começa no dia 6/6, em São Francisco, nos Estados Unidos. A companhia também apresentará as novas versões de seus sistemas operacionais, o iOS 5 e o Mac OS X Lion.
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Com menos de uma semana para a abertura da conferência de desenvolvedores da Apple WWDC 2011 - evento que costuma trazer anúncios importantes, como novas versões do iPhone, e que teve seus ingresso esgotados em menos de 12 horas - quem olha para o calendário do evento pode pensar: “e o keynote (discurso de abertura)? Steve Jobs (em licença médica) estará no evento?”
Pois a Apple hoje (31/5) deixou as coisas um pouco mais claras ao anunciar que o popular CEO da companhia, o polêmico Steve Jobs, fará o keynote no dia 6/6. E tem mais: na programação estão iOS 5, Lion e iCloud (serviço de música hospedado na nuvem).
Apesar de ter se afastado da companhia em janeiro, por conta de problemas de saúde, Jobs continua na ativa. Em março, por exemplo, ele apresentou o iPad 2. Mas ele não estará sozinho no palco da WWDC. Nomes como Phil Schiller, Scott Forstall e o recém-promovido Craig Federighi estão cotados.
Para quem ainda não ouviu falar, o iCloud tem sido cotado como a arma da Apple para brigar com as novas ofertas da Amazon e da Google, que oferecem um sistema de armazenamento de música hospedado em servidores de cloud computing, a chamada nuvem computacional.
Outros destaques do evento serão os sistemas operacionais iOS 5 (que comandará dispositivos móveis como o iPhone e o iPad) e o Mac OS X Lion, software para desktops e notebooks, que teve sua primeira apresentação em outubro do ano passado, e deve incorporar uma interface com cara de iOS.
Steve Jobs: executivo deixa a licença médica de lado para subir ao palco da WWDC
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Um novo recurso de streaming de música integrado no Facebook, baseado no serviço oferecido pela empresa sueca Spotify, pode ser lançado nas próximas duas semanas. De acordo com a Forbes, a ferramenta, ainda em fase de testes, seria instalada no computador, permitindo ao usuário ouvir o catálogo de músicas do Spotify através do Facebook, sozinho ou com amigos. E estaria disponível para todos os países que têm acesso ao serviço. As informações são do site Mashable.
O porta-voz da Spotify declarou desconhecer o acordo musical com o Facebook, limitando-se a dizer que a empresa possui uma integração com a rede social que é constantemente aprimorada, além de possuir uma boa relação com a plataforma do site, mas que “essa é [toda] a extensão de nossa relação”. A empresa afirmou também que está trabalhando constantemente para tornar a “experiência social do Spotify a melhor posssível e que recebe parcerias de qualquer companhia que procura inovar ao construir mais valor para os usuários.
A rede social de Zuckerberg afirmou também que não há novidades para serem anunciadas e que, assim como a empresa sueca, muitos outros serviços de música estão integrados ao site. “Falando especificamente do Spotify, apontamos o produto como um dos melhores exemplos de uso do Facebook para proporcionar às pessoas uma experiência social rica” definiu o porta-voz da empresa.
O serviço de streaming de músicas, lançado em 2008, conta com mais de 10 milhões de usuários, sendo destes 1 milhões adeptos de planos pagos.
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Além da compra da Skype pela Microsoft, um outro anúncio deve agitar o mercado nesta terça-feira (10/5). A Google deve revelar um serviço online de música semelhante ao lançado recentemente pela Amazon, o Cloud Drive.
Um porta-voz da empresa confirmou o lançamento, chamado Music Beta by Google, mas não forneceu mais informações. Detalhes sobre o produto estarão disponíveis no site da Google para desenvolvedores.
A iniciativa tem como objetivo criar uma nova forma de negócio online para quem gosta de ouvir e armazenar musicar na rede mundial de computadores. A ferramenta deve funcionar como uma espécie de HD remoto, no qual o usuário fará o upload de suas músicas preferidas. As canções estarão disponíveis para que a pessoa possa ouvir em qualquer lugar, em sistema de streaming.
O serviço já oferecido pela Amazon permite não apenas carregar e acessar sua coleção de músicas de qualquer lugar, mas também carregar outros documentos digitais. A Amazon dá a seus clientes 5 GB iniciais de armazenamento na nuvem – e as compras de MP3 da Amazon são armazenadas gratuitamente e não são descontadas da cota de espaço do usuário.
A chegada desses dois serviços deve ter impacto também nos negócios da Apple, pois o iTunes tem sido o líder nesse mercado (66% das vendas de música digital em dezembro de 2010 ocorreram pelo iTunes). Vale lembrar que a empresa de Steve Jobs já está negociando com grandes gravadoras para a criação de um serviço de música online mais robusto, também com armazenamento "na nuvem", ainda sem previsão de lançamento.
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