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Amazon anuncia planos de vir para o Brasil em pouco tempo

Amazon

A Amazon, gigante americana no setor de comércio eletrônico, confirmou os seus planos de vir para o Brasil, possivelmente no final deste ano ou no começo de 2012. A empresa, que é conhecida principalmente pelo comércio de livros físicos e digitais, estaria negociando com editoras nacionais a possibilidade de publicação dos materiais destas no Kindle, o seu leitor de e-books.

Porém, existem especulações de que a vinda da Amazon possa não ficar apenas nos livros. A loja virtual é bastante conhecida por possuir um vasto catálogo de produtos, desde CDs, DVDs e eletrônicos até brinquedos, acessórios gerais, roupas e muito mais, sendo possível que, com a vinda do setor de publicações para o Brasil, o resto da loja eventualmente também acabe chegando ao país. Quanto a isso, no entanto, a empresa prefere o silêncio e não se pronuncia oficialmente.

Se essa vinda se concretizar realmente, muita coisa deve mudar no comércio eletrônico do nosso país. Além da necessidade de que as lojas nacionais como o Submarino e as Americanas pensem em soluções para competir com a gigante Amazon, há a possibilidade de outras empresas internacionais concorrentes, como a própria Apple, abrirem as portas para o mercado brasileiro.

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Intel mira Apple em planos para futuros chips

Produtos que lan?aram tend?ncias fabricados pela Apple representam um fator importante nos planos da Intel de lan?ar novos processadores, afirmou Tom Kilroy, vice-presidente s?nior da fabricante de chips. Durante o Reuters Global Technology Summit, em Nova York, nesta quarta-feira, Kilroy disse que o grande sucesso do iPad e de outros produtos da Apple moldaram a forma como a Intel v? os aparelhos do futuro e os chips que ir?o mov?-los.

"Trabalhamos bem pr?ximos a eles e estamos constantemente buscando o que podemos fazer em rela??o aos produtos do futuro. Eu iria longe, a ponto de dizer que a Apple nos ajuda a estabelecer nosso cronograma futuro", disse Kilroy. A Apple projetou seus pr?prios processadores para o iPhone e o iPad, usando tecnologia licenciada da brit?nica ARM, amplamente usada no mercado de aparelhos m?veis.

Mas, em sua linha de computadores MacBook, que estabelece padr?es para outras fabricantes, a Apple usa chips da Intel. Kilroy negou insinua??es de que processadores da ARM poderiam, no fim, tirar o lugar da Intel no segmento desses computadores. "Olhe a performance dessas plataformas. Elas usam as ?ltimas e mais potentes vers?es de n?cleos de segunda gera??o, e a ARM n?o chega nem perto da nossa capacidade nesse segmento", disse ele.

Kilroy n?o confirmou especificamente se a Intel possui garantias de que ter? um lugar nos MacBooks do futuro, dizendo que esse tipo de an?ncio ? uma decis?o da Apple. A inclus?o de componentes de uma fornecedora em um produto da Apple ? vista como um grande feito, dada a reputa??o da companhia, ligada a qualidade e inova??o. O grande volume de vendas de produtos da Apple tamb?m implica em maior receita para quem fornece componentes.

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Intel mira Apple em planos para futuros chips

Produtos que lan?aram tend?ncias fabricados pela Apple representam um fator importante nos planos da Intel de lan?ar novos processadores, afirmou Tom Kilroy, vice-presidente s?nior da fabricante de chips. Durante o Reuters Global Technology Summit, em Nova York, nesta quarta-feira, Kilroy disse que o grande sucesso do iPad e de outros produtos da Apple moldaram a forma como a Intel v? os aparelhos do futuro e os chips que ir?o mov?-los.

"Trabalhamos bem pr?ximos a eles e estamos constantemente buscando o que podemos fazer em rela??o aos produtos do futuro. Eu iria longe, a ponto de dizer que a Apple nos ajuda a estabelecer nosso cronograma futuro", disse Kilroy. A Apple projetou seus pr?prios processadores para o iPhone e o iPad, usando tecnologia licenciada da brit?nica ARM, amplamente usada no mercado de aparelhos m?veis.

Mas, em sua linha de computadores MacBook, que estabelece padr?es para outras fabricantes, a Apple usa chips da Intel. Kilroy negou insinua??es de que processadores da ARM poderiam, no fim, tirar o lugar da Intel no segmento desses computadores. "Olhe a performance dessas plataformas. Elas usam as ?ltimas e mais potentes vers?es de n?cleos de segunda gera??o, e a ARM n?o chega nem perto da nossa capacidade nesse segmento", disse ele.

Kilroy n?o confirmou especificamente se a Intel possui garantias de que ter? um lugar nos MacBooks do futuro, dizendo que esse tipo de an?ncio ? uma decis?o da Apple. A inclus?o de componentes de uma fornecedora em um produto da Apple ? vista como um grande feito, dada a reputa??o da companhia, ligada a qualidade e inova??o. O grande volume de vendas de produtos da Apple tamb?m implica em maior receita para quem fornece componentes.

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Intel mira Apple em planos para futuros chips

Produtos que lan?aram tend?ncias fabricados pela Apple representam um fator importante nos planos da Intel de lan?ar novos processadores, afirmou Tom Kilroy, vice-presidente s?nior da fabricante de chips. Durante o Reuters Global Technology Summit, em Nova York, nesta quarta-feira, Kilroy disse que o grande sucesso do iPad e de outros produtos da Apple moldaram a forma como a Intel v? os aparelhos do futuro e os chips que ir?o mov?-los.

"Trabalhamos bem pr?ximos a eles e estamos constantemente buscando o que podemos fazer em rela??o aos produtos do futuro. Eu iria longe, a ponto de dizer que a Apple nos ajuda a estabelecer nosso cronograma futuro", disse Kilroy. A Apple projetou seus pr?prios processadores para o iPhone e o iPad, usando tecnologia licenciada da brit?nica ARM, amplamente usada no mercado de aparelhos m?veis.

Mas, em sua linha de computadores MacBook, que estabelece padr?es para outras fabricantes, a Apple usa chips da Intel. Kilroy negou insinua??es de que processadores da ARM poderiam, no fim, tirar o lugar da Intel no segmento desses computadores. "Olhe a performance dessas plataformas. Elas usam as ?ltimas e mais potentes vers?es de n?cleos de segunda gera??o, e a ARM n?o chega nem perto da nossa capacidade nesse segmento", disse ele.

Kilroy n?o confirmou especificamente se a Intel possui garantias de que ter? um lugar nos MacBooks do futuro, dizendo que esse tipo de an?ncio ? uma decis?o da Apple. A inclus?o de componentes de uma fornecedora em um produto da Apple ? vista como um grande feito, dada a reputa??o da companhia, ligada a qualidade e inova??o. O grande volume de vendas de produtos da Apple tamb?m implica em maior receita para quem fornece componentes.

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TV Digital: governo retoma planos de incentivo à interatividade

“A novidade e a boa notícia para quem está no negócio de TV Digital é a de que o governo voltou a se articular e retomou todos os planos em andamento no fim do governo Lula, e que estavam parados, a espera de definições”, afirmou o assessor especial da Casa Civil, André Barbosa, em entrevista por telefone na noite dessa sexta-feira.

Isso inclui a elaboração de um plano para incentivar a produção e a venda de conversores digitais “populares” ( a preços acessíveis para as clases C e D). E estudos e negociação com a indústria para transformação do Ginga, o middleware interativo desenvolvido no Brasil, como componente obrigatório nos equipamentos (celulares, conversores e televisores) produzidos no país.

“A obrigatoriedade da inclusão do Ginga é um dos caminhos que estamos olhando para incentivar a interatividade, e que o governo vê com grande simpatia, já o interesse de usar a TV Digital como ferramenta de inclusão social. Podemos descobrir outros”, disse Barbosa.

“Não dá mais para aguardar um cronograma só dos atores extra governo. A intenção é usar a TV Pública e sua estrutura [o operador nacional de rede] para fomentar a interatividade, principalmente dos serviços de T-Gov. A rede pública de televisão deve ser o arauto dessa interatividade”, completou o assessor da casa Civil.

Segundo ele, o governo vai articular com os ministérios a publicação de editais para a migração dos serviços de e-gov hoje existentes para a TV pública. “Já conversamos com a EBC. Isso é prioridade”, afirmou. “Inicialmente a TV pública vai receber os primeiros investimentos para desenvolvimento de software interativo para serviços públicos”.

Ao apagar da era Lula, a equipe de governo que cuidava da TV Digital estava convencida de que o Brasil precisava acelerar a transição para a recepção da TV Digital interativa, a tempo de levar o maior número possível de brasileiros usufruindo dos benefícios do sistema. E começou a agir. A Secretaria de Telecomunicações do Ministério das Comunicações enviou ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior um aviso ministerial sobre a pretensão de incluir a obrigatoriedade do Ginga no PPB em gestação no MDIC para fabricação de conversores populares no país.

Da equipe de Lula, o único remanescente é o próprio André Barbosa. No início do governo Dilma, houve mudanças de pessoal em todos os ministérios. Só esta semana, em Brasília, na sede do Ministério das Comunicações, aconteceu a primeira reunião da equipe do novo governo encarregada do tema. Estiveram presentes representantes da Casa Civil, do Ministério da Ciência e Tecnologia e da academia. E os trabalhos foram retomados.

Cenário
A reunião ministerial acontece no momento exato em que o Fórum Brasileiro de TV Digital vive um impasse com relação ao desenvolvimento de uma suíte de testes para aplicações interativas. A indústria de receptores tem, mais uma vez, tentado atrasar o cronograma de implantação da interatividade criando obstáculos ao desenvolvimento da suíte.

As últimas discussões giram em torno da obrigatoriedade ou não da Sun apresentar ao Fórum SBTVD uma suíte de testes para componentes do Ginga-J, parte do midleware. Hipótese levantada por integrantes da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos, Eletros, com assento no Fórum, e que encontra eco na academia, defensora da tese de que o Ginga-J é dispensável sob argumentação de que o Ginga-NCL, com Lua, resolve bem a equação. A indústria de software, por sua vez, teme que a Totvs, já bastante adiantada (inclusive com uma proposta de modelo de negócio para interatividade pronta, testada e aprovada pelos radiodifusores), monopolize o mercado.

Vale lembrar que, na tentativa de acelerar a disponibilidade da suíte de testes, o governo articulou com a Totvs a cessão da suíte desenvolvida por ela e em já uso por seus parceiros. A empresa afirma que sua suíte é 100% aderente às normas de intertividade referendadas pelo Fórum SBTVD, e a concorrência contesta.

“Essas discussões estão acontecendo, de fato, mas acredito que na próxima reunião do Fórum SBTV, em um mês, a gente resolva a questão da suíte de testes”, afirma André Barbosa. “A Totvs entregou todo o código fonte da suíte e nós convocamos a academia para avaliar. Na próxima reunião a universidade dará o seu parecer a respeito”.

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Skype entra nos planos do Facebook e da Google

O Facebook considera comprar o Skype ou formar uma joint venture com a empresa, mas terá que competir com a Google pela melhor oferta, segundo fontes ouvidas pela agência de notícias Reuters.

Na quarta-feira (4/5), uma "fonte confiável" afirmou à Reuters que o Facebook poderia pagar, pela Skype, uma quantia entre 3 bilhões e 4 bilhões de dólares.

Outra fonte afirmou que, em vez da compra, o que o Facebook quer é associar-se à Skype por meio de uma joint venture. Essa também seria a opção proposta pela Google, segundo essa mesma fonte.

Em agosto de 2010, a Skype anunciou sua intenção de abrir capital em bolsa de valores. Sua meta, à época, era levantar 100 milhões de dólares por meio de uma oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês).

Esta semana, a Skype atraiu a atenção no Brasil ao anunciar que seu serviço Online Number - que permitia o atendimento, por usuários Skype, de chamadas provenientes de telefones fixos e móveis - não seria mais oferecido no país.

Procurada pelo site Mashable, a Skype afirmou que não comenta rumores e especulações.

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