(Fonte da imagem: MSI)
A AMD anunciou oficialmente nesta quarta-feira (1º), durante a Computex 2011, sua entrada no mercado de chips feitos especialmente para tablets. A Z-Series, identificada até o momento pelo codinome Desna, terá como alvo dispositivos construídos para operar com os sistemas operacionais Windows.
O primeiro modelo da série, conhecido como Z-01, já está em produção e foi enviado a diversos fabricantes. A novidade conta com dois núcleos Bobcat com clock de 1 GHz, processador de vídeo AMD Radeon HD 6250 e TDP (termal design power) de 5,9 W.
O chip terá suporte a aplicativos que usam o DirectX 11 e será capaz de decodificar vídeos com resolução de até 1080p. O primeiro tablet a contar com a novidade é da MSI, possui o nome WindPad 110W e já está sendo demonstrado para os visitantes da Computex 2011.
A empresa também aproveitou a Computex 2011 para anunciar a nova geração dos chips Fusion, que será conhecida como Trinity. A novidade tem lançamento planejado para 2012 e será a responsável por substituir os chips Llano, programados para chegar ao mercado em julho de 2011.
Outra novidade apresentada pela empresa foi a tecnologia BlueStacks, que permite virtualizar os softwares desenvolvidos para Android. Com isso, os usuários dos tablets equipados com os chips Z-Series poderão acessar aplicativos para o sistema operacional portátil da Google mesmo que estejam trabalhando em um ambiente Windows.
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Produtos que lan?aram tend?ncias fabricados pela Apple representam um fator importante nos planos da Intel de lan?ar novos processadores, afirmou Tom Kilroy, vice-presidente s?nior da fabricante de chips. Durante o Reuters Global Technology Summit, em Nova York, nesta quarta-feira, Kilroy disse que o grande sucesso do iPad e de outros produtos da Apple moldaram a forma como a Intel v? os aparelhos do futuro e os chips que ir?o mov?-los.
"Trabalhamos bem pr?ximos a eles e estamos constantemente buscando o que podemos fazer em rela??o aos produtos do futuro. Eu iria longe, a ponto de dizer que a Apple nos ajuda a estabelecer nosso cronograma futuro", disse Kilroy. A Apple projetou seus pr?prios processadores para o iPhone e o iPad, usando tecnologia licenciada da brit?nica ARM, amplamente usada no mercado de aparelhos m?veis.
Mas, em sua linha de computadores MacBook, que estabelece padr?es para outras fabricantes, a Apple usa chips da Intel. Kilroy negou insinua??es de que processadores da ARM poderiam, no fim, tirar o lugar da Intel no segmento desses computadores. "Olhe a performance dessas plataformas. Elas usam as ?ltimas e mais potentes vers?es de n?cleos de segunda gera??o, e a ARM n?o chega nem perto da nossa capacidade nesse segmento", disse ele.
Kilroy n?o confirmou especificamente se a Intel possui garantias de que ter? um lugar nos MacBooks do futuro, dizendo que esse tipo de an?ncio ? uma decis?o da Apple. A inclus?o de componentes de uma fornecedora em um produto da Apple ? vista como um grande feito, dada a reputa??o da companhia, ligada a qualidade e inova??o. O grande volume de vendas de produtos da Apple tamb?m implica em maior receita para quem fornece componentes.
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Produtos que lan?aram tend?ncias fabricados pela Apple representam um fator importante nos planos da Intel de lan?ar novos processadores, afirmou Tom Kilroy, vice-presidente s?nior da fabricante de chips. Durante o Reuters Global Technology Summit, em Nova York, nesta quarta-feira, Kilroy disse que o grande sucesso do iPad e de outros produtos da Apple moldaram a forma como a Intel v? os aparelhos do futuro e os chips que ir?o mov?-los.
"Trabalhamos bem pr?ximos a eles e estamos constantemente buscando o que podemos fazer em rela??o aos produtos do futuro. Eu iria longe, a ponto de dizer que a Apple nos ajuda a estabelecer nosso cronograma futuro", disse Kilroy. A Apple projetou seus pr?prios processadores para o iPhone e o iPad, usando tecnologia licenciada da brit?nica ARM, amplamente usada no mercado de aparelhos m?veis.
Mas, em sua linha de computadores MacBook, que estabelece padr?es para outras fabricantes, a Apple usa chips da Intel. Kilroy negou insinua??es de que processadores da ARM poderiam, no fim, tirar o lugar da Intel no segmento desses computadores. "Olhe a performance dessas plataformas. Elas usam as ?ltimas e mais potentes vers?es de n?cleos de segunda gera??o, e a ARM n?o chega nem perto da nossa capacidade nesse segmento", disse ele.
Kilroy n?o confirmou especificamente se a Intel possui garantias de que ter? um lugar nos MacBooks do futuro, dizendo que esse tipo de an?ncio ? uma decis?o da Apple. A inclus?o de componentes de uma fornecedora em um produto da Apple ? vista como um grande feito, dada a reputa??o da companhia, ligada a qualidade e inova??o. O grande volume de vendas de produtos da Apple tamb?m implica em maior receita para quem fornece componentes.
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Produtos que lan?aram tend?ncias fabricados pela Apple representam um fator importante nos planos da Intel de lan?ar novos processadores, afirmou Tom Kilroy, vice-presidente s?nior da fabricante de chips. Durante o Reuters Global Technology Summit, em Nova York, nesta quarta-feira, Kilroy disse que o grande sucesso do iPad e de outros produtos da Apple moldaram a forma como a Intel v? os aparelhos do futuro e os chips que ir?o mov?-los.
"Trabalhamos bem pr?ximos a eles e estamos constantemente buscando o que podemos fazer em rela??o aos produtos do futuro. Eu iria longe, a ponto de dizer que a Apple nos ajuda a estabelecer nosso cronograma futuro", disse Kilroy. A Apple projetou seus pr?prios processadores para o iPhone e o iPad, usando tecnologia licenciada da brit?nica ARM, amplamente usada no mercado de aparelhos m?veis.
Mas, em sua linha de computadores MacBook, que estabelece padr?es para outras fabricantes, a Apple usa chips da Intel. Kilroy negou insinua??es de que processadores da ARM poderiam, no fim, tirar o lugar da Intel no segmento desses computadores. "Olhe a performance dessas plataformas. Elas usam as ?ltimas e mais potentes vers?es de n?cleos de segunda gera??o, e a ARM n?o chega nem perto da nossa capacidade nesse segmento", disse ele.
Kilroy n?o confirmou especificamente se a Intel possui garantias de que ter? um lugar nos MacBooks do futuro, dizendo que esse tipo de an?ncio ? uma decis?o da Apple. A inclus?o de componentes de uma fornecedora em um produto da Apple ? vista como um grande feito, dada a reputa??o da companhia, ligada a qualidade e inova??o. O grande volume de vendas de produtos da Apple tamb?m implica em maior receita para quem fornece componentes.
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(Fonte da imagem: Intel/Reprodução)
Reuters. Por Noel Randewich e Paul Sandle - A Intel mostrou na quarta-feira uma tecnologia de nova geração que permite aumentar o número de transistores em um microchip, e aposta em que ela permitirá que recupere seu atraso no aquecido mercado de tablets e smartphones.
A Intel acredita que a nova tecnologia, desenvolvida sob o codinome Ivy Bridge, deva entrar em uso para a produção de chips para computadores pessoais e servidores no final de 2011, e posteriormente a empregará para produzir processadores melhores para aparelhos móveis.
A tecnologia de ponta --que a Intel diz constituir avanço revolucionário ao trocar os circuitos planos por um modelo tridimensional-- pode no futuro representar rival para a ARM Holdings, cuja tecnologia é a preferida para os chips usados em aparelhos como o iPad, da Apple.
Os processadores da Intel servem como cérebro para mais de 80 por cento dos computadores pessoais mundiais, mas não encontraram espaço no mercado de smartphones e tablets, e a maior fabricante mundial de chips está na corrida para recuperar o atraso.
"Isso é necessário mas não suficiente. Há muitas outras coisas que precisamos fazer", disse Dadi Perlmutter, vice-presidente executivo da Intel, a jornalistas.
Alguns analistas acreditam que a arquitetura de chips característica da Intel, conhecida como "x86" e criada inicialmente para propiciar desempenho de alta qualidade em computadores pessoais, seja inerentemente inadequada para aparelhos móveis, nos quais o uso eficiente de energia é um fator decisivo.
Outros dizem que a assim que a Intel, provida de amplos recursos para bancar pesquisa e desenvolvimento, se ajustar à busca de processadores com maior eficiência energética, sua tecnologia de produção permitirá que salte à frente e se torne concorrente séria nos segmentos de smartphones e outros aparelhos móveis.
"Com a convergência entre computadores, smartphones e tablets, a Intel claramente quer se expandir além de sua base nos computadores. A questão é determinar se são capazes de desenvolver um processador com eficiência energética suficiente para ser competitivo no mercado móvel," disse Adrian Bommelaer, analista da Matrix.
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