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Em 2015, 78% dos tablets ser�o 3G ou 4G, diz pesquisa

O Flyer foi anunciado em fevereiro durante o Mobile World Congress, em Barcelona. Foto: Divulga??o

Dados da In-Stat indicam que, em 2010, 16 milh?es de aparelhos com conectividade 3G/4G foram vendido
Foto: Divulga??o

Um estudo divulgado nesta quarta-feira pela In-Stat revela que 78% dos tablets vendidos em 2015 ter?o conectividade 3G ou 4G, se tornando os dispositivos com maior ado??o desse tipo de tecnologia no mundo, sem contar os celulares.

Os dados da In-Stat indicam que, em 2010, 16 milh?es de aparelhos com conectividade 3G ou 4G foram vendidos. Em quatro anos, metade dos tablets ter?o conectividade LTE (ou 4G), diz a pesquisa, e o crescimento desse tipo de produto se dar? na regi?o da ?sia e Pac?fico.

"O crescente mercado de tablets representa uma das mais fortes oportunidades para tecnologias 3G e 4G embarcadas", disse Stephanie Ethier, analista s?nior da In-Stat, em um comunicado. "A conectividade celular vai encontrar um caminho tamb?m nos e-readers, j? que, em 2015, 65% desses aparelhos vendidos em todo o mundo vir?o com um modem 3G ou 4G instalado", concluiu.

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Em 2015, 78% dos tablets ser�o 3G ou 4G, diz pesquisa

O Flyer foi anunciado em fevereiro durante o Mobile World Congress, em Barcelona. Foto: Divulga??o

Dados da In-Stat indicam que, em 2010, 16 milh?es de aparelhos com conectividade 3G/4G foram vendido
Foto: Divulga??o

Um estudo divulgado nesta quarta-feira pela In-Stat revela que 78% dos tablets vendidos em 2015 ter?o conectividade 3G ou 4G, se tornando os dispositivos com maior ado??o desse tipo de tecnologia no mundo, sem contar os celulares.

Os dados da In-Stat indicam que, em 2010, 16 milh?es de aparelhos com conectividade 3G ou 4G foram vendidos. Em quatro anos, metade dos tablets ter?o conectividade LTE (ou 4G), diz a pesquisa, e o crescimento desse tipo de produto se dar? na regi?o da ?sia e Pac?fico.

"O crescente mercado de tablets representa uma das mais fortes oportunidades para tecnologias 3G e 4G embarcadas", disse Stephanie Ethier, analista s?nior da In-Stat, em um comunicado. "A conectividade celular vai encontrar um caminho tamb?m nos e-readers, j? que, em 2015, 65% desses aparelhos vendidos em todo o mundo vir?o com um modem 3G ou 4G instalado", concluiu.

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Uso de tecnologia pessoal para trabalhar é tendência, aponta pesquisa

Nunca os trabalhadores quiseram tanto tirar proveito, nas empresas, da tecnologia que usam em casa para executar melhor suas tarefas.

Uma pesquisa produzida nos Estados Unidos pela Forrester Research indica que, embora a prática não esteja plenamente disseminada, os funcionários usam cada vez mais, no trabalho, aplicações e aparelhos que não foram aprovados por seus empregadores.

De acordo com a pesquisa “Forrsights for Business Technology”, 37% dos funcionários afirmaram que usam seu próprio PC ou smartphone para trabalhar. E 26% deles foram mais longe: usaram seu próprio dinheiro para comprar software ou outra tecnologia.

A Forrester também descobriu que 15% dos usuários baixaram aplicações não autorizadas em seus computadores de trabalho no ano passado. Destes, 67% usaram de duas a cinco aplicações não autorizadas e 39% disseram usar estes apps diariamente ou várias vezes ao dia.

As aplicações não autorizadas preocupam os departamentos de TI encarregados de proteger a rede corporativa de ameaças externas e aplicar padrões de conduta. Mas os CIOs sabem que o local de trabalho tem se estendido para além do escritório e que é preciso mais tolerância com os funcionários que usam seus próprios aparelhos para permanecerem conectados em qualquer lugar.

Lon Anderson, vice-presidente corporativo de TI da ICF International, disse que, apesar de sua empresa prestar serviços para o governo federal dos EUA, “nós mudamos nossa política para permitir que outros aparelhos se conectem a nossa rede, além do equipamento corporativo padrão (BlackBerry). Nós estamos tomando medidas para executar essa ação de forma segura e com flexibilidade. É uma obrigação, da parte de TI, adaptar-se a mudanças no ambiente.”

De fato, alguns trabalhadores tentam implantar mudanças pelos meios adequados: 25% convenceram suas empresas a comprar algo novo e 22% convenceram seus chefes a mudar o modo como executam tarefas no trabalho.

Chenxi Wang, vice-presidente e analista da Forrester, prevê que a tendência vá continuar porque “é o que o cenário competitivo exige”.

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Pesquisa: Servidores globais processam 10 bilhões de terabytes por ano

Há três anos, os 27 milhões de servidores corporativos do mundo todo processaram 9,57 zetabytes de informação, medida equivalente a aproximadamente 10 bilhões de terabytes.

Pesquisadores da Escola de Relações Internacionais e de Estudos do Pacífico e do Centro de Supercomputação da Universidade da Califórnia em San Diego (UCSD) estimam que o total equivale a uma pilha de livros de 9 bilhões de quilômetros, capaz de se estender da Terra a Netuno, ida e volta, cerca de 20 vezes.

Em 2024, os servidores corporativos de todo o mundo deverão processar anualmente o equivalente digital de uma pilha de livros que se estenderia a mais de 4,37 anos-luz até Alfa-Centauro, a estrela mais próxima da Terra depois do Sol, de acordo com relatório divulgado pelos cientistas.

O relatório, intitulado “How Much Information? 2010 Report on Enterprise Server Information”, foi lançado em uma conferência no mês passado, nos Estados Unidos.

Iceberg
Roger Bohn, um dos coautores do relatório, comparou os servidores corporativos do mundo à porção submersa de um iceberg “que faz o mundo funcionar como o percebemos”.

“A maioria dessas informações é incrivelmente transiente: é criada, usada e descartada em poucos segundos, sem que tenha sido vista por qualquer pessoa”, disse Bohn, professor de gestão de tecnologia na UCSD.

O estudo inclui estimativas da quantidade de dados processados como entrada e entregue pelos servidores como saída. Por exemplo, uma mensagem de e-mail pode fluir por múltiplos servidores; como resultado, ela seria contada múltiplas vezes, explicou.

A carga dos cerca de 27 milhões de servidores corporativos em uso no mundo em 2008 foi estimada por meio de benchmarks de custo e desempenho para processamento de transações online, serviços web e tarefas de processamento de máquina virtual.

Os cientistas estimam que, à época, havia no mundo 3,18 bilhões de trabalhadores. Cada um teria recebido, no ano, uma média de 3 terabytes de informação.

A análise baseou-se principalmente em dados e estimativas de pesquisadores de empresas como IDC e Gartner, que divulgam regularmente dados sobre vendas de servidores.

Por baixo
Os números podem parecer exagerados. Mas os três cientistas que trabalharam no relatório garantem que as estimativas podem até ser baixas, já que os números de vendas não refletem os milhões de servidores construídos internamente por empresas como Microsoft, Google, Yahoo e outras.

O relatório estima que é da Google a maior base instalada de servidores no mundo – mais de 1 milhão. Ele também estima que a Microsoft tenha entre 500 mil e 750 mil servidores em todo o mundo.

“O crescimento explosivo do armazenamento de números, imagens e outros dados não é novidade, mas esses dados tornam-se mais importantes quando são processados ativamente por servidores e representam informação útil entregue a um número cada vez maior de pessoas”, disse James Short, diretor de pesquisas do projeto.

Short, que trabalha como cientista na UCSD, afirmou que, à medida que a capacidade dos servidores utilizados para processar esta explosão de dados aumenta, há “desafios e oportunidades sem precedentes para profissionais ligados à Tecnologia da Informação”.

Por exemplo, o estudo apontou para um rápido aumento no uso de tecnologias de virtualização de servidores a partir de 2006, bem como para o uso mais recente de sistemas de computação em nuvem, onde o poder de processamento dos servidores é fornecido como um serviço de administração centralizada e pago conforme o uso.

Desempenho por dólar
Os cientistas concentraram sua análise no desempenho dos servidores por dólar em vez do desempenho puro. Eles afirmaram que o cálculo utilizado ofereceu “um parâmetro mais consistente” quando se considera a ampla variedade de servidores utilizados pelas empresas.

Por exemplo, durante os cinco anos anteriores a 2008, o desempenho dos servidores novos aumentou de cinco a oito vezes.

“Os servidores médios tiveram sua capacidade de processamento de negócios e web dobrada a cada dois anos, mas seu desempenho por dólar dobrou a cada 1,5 ano”, disse Bohn.

Em 2008, os servidores básicos (entry-level) – que custam menos de 25 mil dólares – processaram cerca de 65% da informação do mundo. Já os de porte médio (midrange) processaram 30% e os de grande porte (high end), que custam 500 mil dólares ou mais, processaram apenas 5%, segundo o relatório.

O documento também revela que as vendas globais anuais de todos os tipos de servidores permaneceram estáveis  nos cinco anos anteriores a 2008, ficando entre 50 bilhõe e 55 bilhões de dólares.

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Apple é a marca mais valiosa do mundo, diz pesquisa

iPad foi lançado no Brasil no início de dezembro. (Foto: Daigo Oliva/G1)Sucesso do iPad ajudou Apple a ser a marca mais
valiosa do mundo (Foto: Daigo Oliva/G1)

Uma pesquisa realizada pela agência de pesquisa Millward Brown nos Estados Unidos afirma que a Apple é a marca mais valiosa do mundo em 2011. A companhia dona do iPhone e do tablet iPad cresceu 84% no período de um ano e passou empresas como Google, IBM, Microsoft, McDonald's e Coca-Cola, que integram as cinco primeiras posições.

O estudo afirma que a marca Apple vale mais de US$ 153 bilhões. O Google, em segundo lugar na pesquisa, teve queda de 2%, com sua marca valendo US$ 111 bilhões. A marca IBM, em terceiro lugar, vale mais de US$ 100 bilhões, e Microsoft,na quinta posição, cresceu 2% e vale mais de US$ 78 bilhões.

O Facebook foi a empresa que mais teve sua marca valorizada. Embora esteja na 35ª posição, a rede social teve um crescimento de 246%. segundo a pesquisa, com sua marca valendo mais de US$ 19 bilhões. O Baidu, maior site de buscas na China, foi o segundo que teve o maior crescimento na valorização da marca, com 141%na 29ª colocação, segundo a pesquisa.

De acordo com a Millward Brown, o valor das marcas são medidos por uma série de fatores como previsão de lucros e pesquisas feitas com consumidores. A pesquisa completa, em inglês, pode ser acessada neste link.

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Android Market deve ultrapassar App Store em cinco meses, aponta pesquisa

O Android Market, loja de aplicativos para a plataforma móvel do Google, superou a App Store da Apple no número de apps gratuitos disponíveis, de acordo com um o último relatório da Distimo, empresa que fornece análises a respeito de lojas de aplicativos. As informações são do site TechCrunch.

Apesar de o número absoluto de aplicações para iOS (unindo números para iPhone e para iPad) ser quase o dobro em relação àquelas disponíveis para Android (408.969 e 206.143, respectivamente), o sistema operacional do Google oferece 134.342 apps gratuitos, enquanto que há 121.845 aplicativos sem custo para iPhone, sendo o iBooks o mais famoso deles.

Embora a loja para o smartphone da Apple tenha registrado o menor crescimento no primeiro trimestre do ano (6%), ela detém o posto de app store com maior número de apps disponíveis – o Android Market cresceu 16%. Outro dado interessante é que o número de aplicativos pagos na App Store para iPhone é 66% maior do que é oferecido para Android. Os apps para iPad, de acordo com a Distimo, são em sua maioria pagos, e ficam mais caros ao decorrer do tempo; o preço de um app para iPad é de, em média, 4,34 dólares.

A Distimo aponta também que o Android Market deve ultrapassar a App Store em número de aplicativos em até cinco meses, se mantida a taxa de crescimento das lojas. Quando isso ocorrer, o Android Market não estará só à frente da loja da Apple, mas também da Windows Phone 7 Marketplace, da BlackBerry App World e da Ovi Store da Nokia, respectivamente.

Segurança e fragmentação
Ao contrário da Apple, os aplicativos para Android não passam por um sistema de avaliação – que, vale lembrar, é muito misterioso. Isso representa também um problema de segurança já que, por ser uma plataforma aberta, diversos usuários têm relatado que aplicativos alterados por hackers têm infectado seus aparelhos, roubando dados e até possibilitando que os invasores façam ligações utilizando a conta de telefone das pessoas que foram atacadas.

Embora o crescimento do número de aplicativos para Android seja expressivo, os desenvolvedores estão se interessando cada vez menos a respeito da plataforma, principalmente devido à fragmentação mesma, totalmente ao contrário do iOS.

Se você quiser saber como proteger seu smartphone Android de aplicativos mal intencionados, veja 5 dicas para seu celular com de vírus, além de uma lista da Lookout Mobile Security com alguns apps que foram reportados como infectados pelos desenvolvedores.

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Android Market deve ultrapassar App Store em cinco meses, aponta pesquisa

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