A empresa canadense de análise de mídias sociais PostRank foi comprada pela Google por valor não revelado, informou a empresa nesta sexta-feira (3/6).
Fundada em 2007, a PostRank é detentora de uma plataforma que rastreia onde e como os usuários se engajam nas mídias sociais e no que as pessoas prestam atenção na web, em tempo real. Com os dados, a empresa afirma ser capaz de fornecer indicadores da relevância e da influência de um site, notícia ou autor.
"Estamos extremamente entusiasmados com a fusão", escreveu Ilya Grigorik, CTO da PostRank, no blog da empresa. "Acreditamos simplesmente que não exista melhor empresa na web hoje capaz de entender o valor dos dados sobre engajamento no qual nos focamos, e que tenha a plataforma e alcance para trazer os benefícios desse foco a milhões de usuários da Internet."
Nós sempre buscamos novas formas de medir e analisar dados e, como as análises de mídias sociais tem-se tornado cada vez mais importantes para os negócios online, estamos entusiasmados de trabalhar com a equipe da PostRank para tornar esses dados mais relevantes. Eles desenvolveram uma abordagem inovadora para medir o engajamento na web e podem nos ajudar a melhorar nossos produtos para usuários e anunciantes", afirmou a Google, em comunicado.
Com a compra, a equipe da PostRank será transferida para a sede da Google na Califórnia (EUA). A PostRank já suspendeu a venda de novas assinaturas de seu serviço. No entanto, clientes atuais continuarão a ser atendidos.
A Google comprou hoje o Sparkbuy, site em que o consumidor podia fazer buscas de notebooks e comparar preços, informou nesta segunda-feira, 23, o TechCrunch. Lançada no ano passado, a empresa já havia levantado US$ 1 milhão no mercado financeiro.
A nota afirma que a Google vai usar a expertise da Sparkbuy e sua tecnologia para promover o Google Product Search, o shopping de comparação de preços da Google. Em nota disponível em seu site, a equipe Sparkbuy explica a venda: “Havia tantos problemas de busca difíceis, que sabíamos que seriam necessários anos para dar aos clientes o que eles desejavam.”
O Sparkbuy já não está mais em funcionamento, e o dinheiro investido pela Google não foi revelado. O site que comparava valores de laptop funcionava como o Kayak.com, que compara preços de passagens aéreas de diversas companhias e é bem acessado nos Estados Unidos.

Tecnologia da Sparkbuy deve ser usada para promover o Google Product Search
(Fonte da imagem: Divulgação/Microsoft)
A Microsoft anunciou uma promoção muito generosa para os estudantes americanos. Quem apresentar o seu número de identificação estudantil e comprar um notebook ou computador com Windows 7 de pelo menos US$ 699 (cerca de R$ 1100, de acordo com a cotação do dia de hoje) leva junto um Xbox 360 de 4GB na hora.
A promoção começa no dia 22 de maio e vai até o dia 3 de setembro. Por enquanto, ela é válida apenas para os estudantes dos Estados Unidos. Contudo, logo a oferta deve se estender para os residentes do Canadá e da França. Infelizmente, não há nenhuma indicação por enquanto de que algo semelhante possa vir a ocorrer no Brasil.
Via Baixaki Jogos
A Microsoft anunciou em comunicado disponível em seu site, nesta terça-feira, 10, que vai comprar, à vista, a companhia de serviço telefônico via internet Skype por US$ 8,5 bilhões. Como uma nova divisão de negócios da gigante dos softwares, a Microsoft Skype Division será presidida pelo atual CEO da Skype, Tony Bates, que se reportará diretamente ao CEO da Microsoft, Steve Ballmer.
Neste momento em que a empresa luta para ampliar sua atuação no mercado, a compra do serviço de telefonia pela web representa uma estratégia valiosa. O Skype vai suportar dispositivos da Microsoft — como Xbox, Kinect e Windows Phone —, e a Microsoft conectará usuários do Skype ao Lync, Outlook, Xbox Live e outras comunidades. A companhia afirma que vai investir também em plataformas que não sejam da Microsoft, para benefício do usuário do Skype.
No comunicado, Ballmer diz que o Skype “é um serviço fenomenal amado por milhões de pessoas em todo mundo”. “Juntos nós vamos criar o futuro das comunicações em tempo real, para que as pessoas possam permanecer conectadas a família, amigos, clientes e colegas em qualquer parte do mundo”, afirma o CEO da Microsoft.
Por Nayara Fraga
A Microsoft acaba de anunciar a compra da Skype, empresa de telefonia online, por US $ 8,5 bilhões, em dinheiro, em operação planejada por um grupo de investidores liderado por Silver Lake. Segundo o comunicado oficial, a Skype vai se tornar uma nova divisão de negócios dentro da Microsoft, Skype e CEO Tony Bates vai assumir o cargo de presidente da Microsoft Skype Divisão, reportando-se diretamente a Ballmer.
A aquisição reforça o poder da Microsoft na Internet, em um momento em que ela está lutando para ter mais força no mercado consumidor, diz uma reportagem do The Wall Street Journal. Segundo a própria Microsoft, aumenta também a oferta de acesso a vídeo em tempo real e comunicação de voz para os consumidores e usuários corporativos e as possibilidades de geração de novos negócios e receitas. A combinação irá estender o tipo de comunicação oferecido pelo Skype à plataforma de colaboração em rede da Microsoft, reforçando simultaneamente a atual carteira de produtos da gigante de Redmond.
Antes da Microsoft, a Skype também chegou a ser alvo de empresas como Facebook, Cisco e Google, de acordo com rumores do mercado.
Em agosto, a Skype anunciou que havia apresentado à Comissão de Valores Mobiliários (SEC) uma proposta para sua oferta pública inicial (IPO). A empresa colocou esses planos em espera após a nomeação, em outubro, de um novo executivo-chefe, Tony Bates, ex-vice-presidente sênior da Cisco.
Atualmente, a empresa era controlada por um grupo de investidores que inclui, entre outros, a empresa de comércio eletrônico eBay e os fundadores do Skype, Niklas Zennstrom e Janus Friis. E apesar de ser uma marca bem reconhecida da Internet entre os utilizadores online, teve prejuízo no ano passado. Faturou US$860 milhões, com US$264 milhões em lucros operacionais, mas ainda assim perdeu US$7 milhões, de acordo com o WSJ. No final do ano, a empresa tinha US$686 milhões em dívidas de longo prazo.
Estratégia
A compra do Skype representa o maior negócio da história da Microsoft. Em 2007, a empresa da Redmond pagou cerca de US$ 6 bilhões pela aQuantive, do setor de publicidade online, um valor que muitos executivos da MS consideram exagerado. No entanto, muitos ficaram aliviados com a desistência da proposta de US$48 bilhões pelo Yahoo, há cerca de três anos. Atualmente, o Yahoo vale metade disso.
De acordo com os analistas, a Microsoft poderia acrescentar os recursos de telefonia online do Skype ao sistema operacional Windows Phone 7, que patina na disputa contra o iOS, da Apple, e o Android, do Google. Além disso, a tecnologia de voz sobre IP seria empregada no Lync, um software da mesma divisão que produz o Office, que une email, instant messaging e voz em uma interface única.
Mas, segundo a empresa, além do Windows Phone a Skype vai oferecer suporte a dispositivos como o Microsoft Xbox e o Kinect, e uma vasta gama de dispositivos do Windows. A empresa também conectar usuários do Skype com Lync, Outlook, Xbox Live e outras comunidades.
Importate: a Microsoft continuará a investir e apoiar os clientes Skype em plataformas não-Microsoft.
Falando em nome do grupo de investidores que venderam o Skype para a Microsoft, Egon Durban, diretor da Silver Lake, disse: "Estamos entusiasmados com a transformação da Skype durante o período de nossa propriedade e gratos pelo extraordinário empenho de sua equipe de gerência e os empregados. Estamos muito animados sobre o futuro de longo prazo da Skype com a Microsoft, que a posiciona com uma das plataformas mais dinâmicas e abrangentes do mundo das comunicações ".
A aquisição está sujeita a aprovações regulatórias e outras condições de fechamento habituais. As partes esperam obter todas as autorizações regulatórias necessárias ainda este ano.
A Microsoft acaba de anunciar a compra da Skype, empresa de telefonia online, por US $ 8,5 bilhões, em dinheiro, em operação planejada por um grupo de investidores liderado por Silver Lake. Segundo o comunicado oficial, a Skype vai se tornar uma nova divisão de negócios dentro da Microsoft, Skype e CEO Tony Bates vai assumir o cargo de presidente da Microsoft Skype Divisão, reportando-se diretamente a Ballmer.
A aquisição reforça o poder da Microsoft na Internet, em um momento em que ela está lutando para ter mais força no mercado consumidor, diz uma reportagem do The Wall Street Journal. Segundo a própria Microsoft, aumenta também a oferta de acesso a vídeo em tempo real e comunicação de voz para os consumidores e usuários corporativos e as possibilidades de geração de novos negócios e receitas. A combinação irá estender o tipo de comunicação oferecido pelo Skype à plataforma de colaboração em rede da Microsoft, reforçando simultaneamente a atual carteira de produtos da gigante de Redmond.
Antes da Microsoft, a Skype também chegou a ser alvo de empresas como Facebook, Cisco e Google, de acordo com rumores do mercado.
Em agosto, a Skype anunciou que havia apresentado à Comissão de Valores Mobiliários (SEC) uma proposta para sua oferta pública inicial (IPO). A empresa colocou esses planos em espera após a nomeação, em outubro, de um novo executivo-chefe, Tony Bates, ex-vice-presidente sênior da Cisco.
Atualmente, a empresa era controlada por um grupo de investidores que inclui, entre outros, a empresa de comércio eletrônico eBay e os fundadores do Skype, Niklas Zennstrom e Janus Friis. E apesar de ser uma marca bem reconhecida da Internet entre os utilizadores online, teve prejuízo no ano passado. Faturou US$860 milhões, com US$264 milhões em lucros operacionais, mas ainda assim perdeu US$7 milhões, de acordo com o WSJ. No final do ano, a empresa tinha US$686 milhões em dívidas de longo prazo.
Estratégia
A compra do Skype representa o maior negócio da história da Microsoft. Em 2007, a empresa da Redmond pagou cerca de US$ 6 bilhões pela aQuantive, do setor de publicidade online, um valor que muitos executivos da MS consideram exagerado. No entanto, muitos ficaram aliviados com a desistência da proposta de US$48 bilhões pelo Yahoo, há cerca de três anos. Atualmente, o Yahoo vale metade disso.
De acordo com os analistas, a Microsoft poderia acrescentar os recursos de telefonia online do Skype ao sistema operacional Windows Phone 7, que patina na disputa contra o iOS, da Apple, e o Android, do Google. Além disso, a tecnologia de voz sobre IP seria empregada no Lync, um software da mesma divisão que produz o Office, que une email, instant messaging e voz em uma interface única.
Mas, segundo a empresa, além do Windows Phone a Skype vai oferecer suporte a dispositivos como o Microsoft Xbox e o Kinect, e uma vasta gama de dispositivos do Windows. A empresa também conectar usuários do Skype com Lync, Outlook, Xbox Live e outras comunidades.
Importate: a Microsoft continuará a investir e apoiar os clientes Skype em plataformas não-Microsoft.
Falando em nome do grupo de investidores que venderam o Skype para a Microsoft, Egon Durban, diretor da Silver Lake, disse: "Estamos entusiasmados com a transformação da Skype durante o período de nossa propriedade e gratos pelo extraordinário empenho de sua equipe de gerência e os empregados. Estamos muito animados sobre o futuro de longo prazo da Skype com a Microsoft, que a posiciona com uma das plataformas mais dinâmicas e abrangentes do mundo das comunicações ".
A aquisição está sujeita a aprovações regulatórias e outras condições de fechamento habituais. As partes esperam obter todas as autorizações regulatórias necessárias ainda este ano.
Para presentear a mãe no próximo domingo, a servidora pública brasiliense Maria Luiza Ferreira decidiu usar a loja virtual Submarino no último dia 2/5 para adquirir um notebook. A compra, no valor de 1200 reais, foi finalizada e até entregue antes do prazo. No entanto, em vez do computador, o pacote veio com algo muito menos tecnológico: dois pacotes de macarrão instantâneo, no valor de 89 centavos.
De acordo reportagem da rádio CBN, Maria Luiza, após constatar o ocorrido, entrou em contato com o atendimento ao cliente do Submarino, que não soube como remediar o problema imediatamente. “Falaram que eu tinha de devolver o notebook para receber o novo; informei que eu não tinha o produto, mas sim dois pacotes de miojo” disse a servidora à reportagem da rádio. A consumidora também afirmou que a empresa havia estipulado um prazo de dois dias para fornecer uma resposta – que não foi emitida dentro do prazo – e que, além disso, os atendentes alegaram não ser possível entregar o presente até o Dia das Mães.
Leia também: Procon-SP denuncia lojas virtuais que não entregam produtos
Maria Luiza informou à rádio que aguarda um posicionamento da empresa para ver se haverá necessidade de entrar na justiça. A assessoria de imprensa do Submarino informou ao IDG Now! que o produto será entregue, no máximo, até amanhã para a consumidora.
Para presentear a mãe no próximo domingo, a servidora pública brasiliense Maria Luiza Ferreira decidiu usar a loja virtual Submarino no último dia 2/5 para adquirir um notebook. A compra, no valor de 1200 reais, foi finalizada e até entregue antes do prazo. No entanto, em vez do computador, o pacote veio com algo muito menos tecnológico: dois pacotes de macarrão instantâneo, no valor de 89 centavos.
De acordo reportagem da rádio CBN, Maria Luiza, após constatar o ocorrido, entrou em contato com o atendimento ao cliente do Submarino, que não soube como remediar o problema imediatamente. “Falaram que eu tinha de devolver o notebook para receber o novo; informei que eu não tinha o produto, mas sim dois pacotes de miojo” disse a servidora à reportagem da rádio. A consumidora também afirmou que a empresa havia estipulado um prazo de dois dias para fornecer uma resposta – que não foi emitida dentro do prazo – e que, além disso, os atendentes alegaram não ser possível entregar o presente até o Dia das Mães.
Leia também: Procon-SP denuncia lojas virtuais que não entregam produtos
Maria Luiza informou à rádio que aguarda um posicionamento da empresa para ver se haverá necessidade de entrar na justiça. A assessoria de imprensa do Submarino informou ao IDG Now! que o produto será entregue, no máximo, até amanhã para a consumidora.
A Apple anunciou a vários desenvolvedores que não mais permitirá a venda de conteúdo diretamente de um aplicativo (o chamado recurso de compra in-app) que eles tenham criado para o sistema operacional iOS (utilizado no iPhone, iPod e iPad).
Segundo o New York Times, a Sony, uma das empresas que já foi comunicada pela Apple sobre a alteração, teve um aplicativo para iPhone rejeitado por permitir ao usuário comprar e ler livros diretamente da Sony Reader Store. Segundo a Sony, isso se deve à alteração na política de compra a partir do software.
“Sempre quisemos levar nosso conteúdo ao maior número possível de plataformas, não ficar restritos a um equipamento ou loja”, afirma Steve Haber, presidente da divisão de conteúdo digital da Sony.
Segundo ele, esse tipo de restrição pela Apple é “exatamente contrário do que a Sony quer para o mercado”. A alteração pode também afetar a Amazon, que atualmente oferece o aplicativo gratuito Kindle, que oferece livros eletrônicos também no sistema in-app.