Amazon anunciou nesta semana que vendas de livros eletr?nicos superaram as vendas de livros de papel
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As editoras americanas se reuniram em Nova York nesta semana para promover o que haver? de melhor no pr?ximo ano, num evento em que cada vez mais a aten??o se volta para a crescente influ?ncia das publica??es digitais.
As editoras participantes da BookExpo America concordam que, mesmo que a ind?stria editorial esteja perdendo dinheiro em geral, o aumento das vendas de ebooks e leitores eletr?nicos est?o oferecendo aos investidores uma oportunidade de apostar em vencedores e perdedores do futuro do setor, onde os livros impressos podem se tornar obsoletos.
Enquanto as empresas digitais estavam ainda relegadas a um canto do enorme espa?o de exposi??o da feira, o n?mero de editoras e de tr?fego na ?rea aumentou muito, com o mundo editorial admitindo que os livros e leitores eletr?nicos est?o aqui para ficar. "Eu brincava, chamando isso de gueto digital", disse o executivo-chefe da Kobo, Michael Serbinis, que lan?ou uma edi??o nova de seu leitor eletr?nico nesta semana, por US$ 129.
A empresa canadense, que tamb?m vende livros online e tem aplicativos para dispositivos m?veis, anunciou nesta semana que fechou uma rodada de investimentos de US$ 53 milh?es. No primeiro trimestre de 2011, as vendas de livros eletr?nicos aumentaram mais de 159,8%, para US$ 233,1 milh?es, de acordo com a associa??o de editoras americanas.
No mesmo per?odo, os livros impressos tiveram uma queda nas vendas de 23,4$ em compara??o ao ano anterior. A livraria online Amazon anunciou neste m?s que agora vende mais ebooks do que livros de papel.

A empresa de e-commerce Amazon.com informou nesta quarta-feira, 18, que a venda de livros eletrônicos para Kindle superou a de livros de papel. Desde 1º de abril, a cada 100 livros de papel vendidos, 105 e-books foram vendidos.
Os números chamam a atenção, principalmente, quando lembradas as datas de lançamento da venda de livros físicos e a de e-books.
A Amazon começou a vender livros de papel em 1995 e, 12 anos depois, iniciou a comercialização de livros digitais. Hoje, menos de quatro anos após o lançamento de livros eletrônicos para Kindle, as pessoas estão comprando mais e-books que todas as versões impressas — somando capa dura e brochura.
A empresa ainda afirma que vendeu três vezes mais livros digitais nestes primeiros meses de 2011 do que no mesmo período do ano passado.
O aumento pode ter sido favorecido pela oferta especial do aparelho Kindle por US$ 114 na Amazon.com, lançada em abril.
A Apple anunciou a vários desenvolvedores que não mais permitirá a venda de conteúdo diretamente de um aplicativo (o chamado recurso de compra in-app) que eles tenham criado para o sistema operacional iOS (utilizado no iPhone, iPod e iPad).
Segundo o New York Times, a Sony, uma das empresas que já foi comunicada pela Apple sobre a alteração, teve um aplicativo para iPhone rejeitado por permitir ao usuário comprar e ler livros diretamente da Sony Reader Store. Segundo a Sony, isso se deve à alteração na política de compra a partir do software.
“Sempre quisemos levar nosso conteúdo ao maior número possível de plataformas, não ficar restritos a um equipamento ou loja”, afirma Steve Haber, presidente da divisão de conteúdo digital da Sony.
Segundo ele, esse tipo de restrição pela Apple é “exatamente contrário do que a Sony quer para o mercado”. A alteração pode também afetar a Amazon, que atualmente oferece o aplicativo gratuito Kindle, que oferece livros eletrônicos também no sistema in-app.