Um ano nada, mas realmente nada fácil para uma das maiores fabricantes de tecnologia do mundo. A Sony reavaliou toda a suas expectativas de lucros para o ano fiscal de 2010, que foi finalizado no dia 31 de março, e espera sofrer US$ 3,2 bilhões em prejuízo líquido, devido à baixa contábil sobre créditos fiscais.
Logo da Sony (Foto: Divulgação)Em outra interpretação, os desastres que assolaram o território japonês no início do mês de março causaram danos imensos à estrutura da Sony. Até mesmo o desenvolvimento e fornecimento de câmeras digitais para os novos iPhones e iPads, da Apple, sofreu com todos os problemas causados pelo terremoto seguido de tsunami. Aliás, esse seria, de fato, uma das possíveis causas para o atraso no lançamento dos novos gadgets de Steve Jobs.
Para somar àquela conta do déficit da Sony, não podemos esquecer de maneira nenhuma a invasão da PlayStation Network, que atingiu cerca de 77 milhões de usuários em todo o mundo, trazendo o prejuízo financeiro de US$ 170 milhões para a gigante japonesa.
Esses problemas escancararam a janela de dificuldades que a empresa está passando no mercado, pois perdeu espaço para outras companhias como a própria Apple e Samsung, concorrentes diretas no mundo dos smartphones e notebooks.
O fato é que, se confirmado esse prejuízo de US$ 3,2 bilhões, esse será o pior resultado da empresa desde 1995, considerado o menos lucrativo e de maior dor de cabeça da Sony em toda a história da companhia. A anuncio oficial de déficit será hoje, 26 de maio.
Via: Reuters
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Reuters. Por Isabel Reynolds - A Sony prevê que vai sofrer um prejuízo líquido de 3,2 bilhões de dólares para o ano encerrado em 31 de março por causa de baixa contábil sobre créditos fiscais.
A companhia tem tentado se recuperar do terremoto de março no Japão e, mais recentemente, foi atingida por uma invasão de sua rede PlayStation Network que expôs mais de 100 milhões de contas de usuários.
"Tenho sido cético sobre a Sony há tempos. A Sony foi superada pela Apple e outras empresas", disse Yuuki Sakurai, presidente-executivo da Fukoku Capital Management, em Tóquio. "A administração não é capaz de mostrar aos acionistas o futuro da empresa."
A nova previsão de resultado da Sony, de prejuízo líquido de 260 bilhões de ienes (3,2 bilhões de dólares), contrasta com a estimativa anterior de lucro de 70 bilhões de ienes. A empresa deve anunciar resultado anual na quinta-feira. O prejuízo líquido, se confirmado, será o maior já sofrido pela Sony desde 1995 e o segundo maior já registrado pela companhia.
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10 de maio de 2011 | 10h40Bianca Ribeiro
A Microsoft anunciou em comunicado disponível em seu site, nesta terça-feira, 10, que vai comprar, à vista, a companhia de serviço telefônico via internet Skype por US$ 8,5 bilhões. Como uma nova divisão de negócios da gigante dos softwares, a Microsoft Skype Division será presidida pelo atual CEO da Skype, Tony Bates, que se reportará diretamente ao CEO da Microsoft, Steve Ballmer.
Neste momento em que a empresa luta para ampliar sua atuação no mercado, a compra do serviço de telefonia pela web representa uma estratégia valiosa. O Skype vai suportar dispositivos da Microsoft — como Xbox, Kinect e Windows Phone —, e a Microsoft conectará usuários do Skype ao Lync, Outlook, Xbox Live e outras comunidades. A companhia afirma que vai investir também em plataformas que não sejam da Microsoft, para benefício do usuário do Skype.
No comunicado, Ballmer diz que o Skype “é um serviço fenomenal amado por milhões de pessoas em todo mundo”. “Juntos nós vamos criar o futuro das comunicações em tempo real, para que as pessoas possam permanecer conectadas a família, amigos, clientes e colegas em qualquer parte do mundo”, afirma o CEO da Microsoft.
Por Nayara Fraga
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Skype é o programa para conversas
usando VoIP (Foto: Reprodução)A Microsoft está próxima de acertar a compra da empresa de telefonia pela internet Skype em uma operação de US$ 8,5 bilhões, afirmou uma fonte próxima do assunto.
A compra da Skype, a maior aquisição feita pela Microsoft em seus 36 anos de história, deve ser anunciada ainda nesta terça-feira (10), disse a fonte à Reuters. Representantes da gigante do software e da Skype não comentaram o assunto.
O valor de US$ 8,5 bilhões, que inclui dívida da Skype, é surpreendente. Apesar da soma não ser suficiente para esvaziar os cofres da Microsoft, alguns analistas afirmam que é um valor alto para uma companhia que já trocou de dono diversas vezes durante um tempo relativamente curto de vida da Skype.
"Nesta atmosfera de bolha da internet 2.0, ficar com uma companhia on-line não lucrativa por um valor de cerca de 10 vezes suas vendas provavelmente pode parecer barato", disse Michael Clendenin, diretor da empresa de consultoria RedTech Advisors.
"Mas se você considerar que a Skype foi avaliada em cerca de US$ 2,5 bilhões 18 meses atrás, quando uma participação foi vendida, então os US$ 8,5 bilhões parece generoso e significa que a Microsoft terá um muro alto para escalar de modo a provar aos investidores que a Skype é um item necessário para a estratégia online e móvel da companhia", acrescentou.
A compra da Skype sinaliza a necessidade da Microsoft em conseguir novos usuários e plataformas para seus softwares em um momento em que smartphones e computadores tablet explodem em popularidade.
A Skype, que permite que os usuários façam chamadas telefônicas gratuitas, também dará à Microsoft um pé no terreno potencialmente lucrativo de videoconferência, conforme empresas buscam reduzir despesas por meio de alternativas de comunicação de baixo custo.
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Skype foi adquirido pela Microsoft por
US$ 8,5 bilhões(Foto: Reuters)A Microsoft adquiriu nesta terça-feira (10) a empresa de serviço de chamadas de voz e de vídeo pela internet Skype por US$ 8,5 bilhões. De acordo com a Reuters, essa foi a maior aquisição da Microsoft em seus 36 anos de história.
De acordo com o presidente da Microsoft, Steve Ballmer, o Skype se tornará uma nova divisão de negócios dentro da empresa e terá o atual CEO da Skype, Tony Bates, como presidente da Microsoft Skype Division.
Rumores apontavam o interesse de outras empresas como o Facebook e o Google para comprar a empresa. A Microsoft, no entanto, pagou o maior valor de sua história para ter a companhia, que ainda não dá lucro, segundo analistas.
A Microsoft disse que a compra da Skype "irá melhorar e aumentar a acessibilidade de conversas de vídeo e de voz em tempo real pela internet, trazendo benefícios para consumidores e empresas, além de trazer novas oportunidades de negócios".
O programa Skype tem mais de 170 milhões de usuários em todo o mundo e obteve 207 bilhões de minutos de conversas de vídeo e de voz em 2010. De acordo com a Microsoft, com a aquisição, a tecnologia usada no Skype será utilizada no Xbox 360, no Kinect, no Windows Phone e nos PCs. Além disso, serviços de comunicação da empresa como o Lync, o Messenger, o Outlook e o Xbox Live usarão o Skype.
Embora tenha gerado US$ 860 milhões em 2010 e alcançado um lucro de US$ 264 milhões, a Skype perdeu US$ 6,9 milhões, além de ter uma dívida de US$ 686 milhões. No acordo da Microsoft está o pagamento de parte da dívida.
Além de permitir conversas por meio de voz e de vídeo em computadores, a Skype produz versões de seu serviço de telefonia para dispositivos como iPhone e iPad, da Apple; BlackBerry, da RIM, e aparelhos com o sistema operacional Android, do Google.
Fundado em 2003, a Skype foi adquirida em 2005 pelo eBay e, em 2009, foi comprado pela Silver Lake. De acordo com a Microsoft, o progresso nos últimos 18 meses sob a gerência da Silver Lake gerou um crescimento de 150%, desenvolvendo novas parcerias estratégicas e melhorando a qualidade do serviço.
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Há três anos, os 27 milhões de servidores corporativos do mundo todo processaram 9,57 zetabytes de informação, medida equivalente a aproximadamente 10 bilhões de terabytes.
Pesquisadores da Escola de Relações Internacionais e de Estudos do Pacífico e do Centro de Supercomputação da Universidade da Califórnia em San Diego (UCSD) estimam que o total equivale a uma pilha de livros de 9 bilhões de quilômetros, capaz de se estender da Terra a Netuno, ida e volta, cerca de 20 vezes.
Em 2024, os servidores corporativos de todo o mundo deverão processar anualmente o equivalente digital de uma pilha de livros que se estenderia a mais de 4,37 anos-luz até Alfa-Centauro, a estrela mais próxima da Terra depois do Sol, de acordo com relatório divulgado pelos cientistas.
O relatório, intitulado “How Much Information? 2010 Report on Enterprise Server Information”, foi lançado em uma conferência no mês passado, nos Estados Unidos.
Iceberg
Roger Bohn, um dos coautores do relatório, comparou os servidores corporativos do mundo à porção submersa de um iceberg “que faz o mundo funcionar como o percebemos”.
“A maioria dessas informações é incrivelmente transiente: é criada, usada e descartada em poucos segundos, sem que tenha sido vista por qualquer pessoa”, disse Bohn, professor de gestão de tecnologia na UCSD.
O estudo inclui estimativas da quantidade de dados processados como entrada e entregue pelos servidores como saída. Por exemplo, uma mensagem de e-mail pode fluir por múltiplos servidores; como resultado, ela seria contada múltiplas vezes, explicou.
A carga dos cerca de 27 milhões de servidores corporativos em uso no mundo em 2008 foi estimada por meio de benchmarks de custo e desempenho para processamento de transações online, serviços web e tarefas de processamento de máquina virtual.
Os cientistas estimam que, à época, havia no mundo 3,18 bilhões de trabalhadores. Cada um teria recebido, no ano, uma média de 3 terabytes de informação.
A análise baseou-se principalmente em dados e estimativas de pesquisadores de empresas como IDC e Gartner, que divulgam regularmente dados sobre vendas de servidores.
Por baixo
Os números podem parecer exagerados. Mas os três cientistas que trabalharam no relatório garantem que as estimativas podem até ser baixas, já que os números de vendas não refletem os milhões de servidores construídos internamente por empresas como Microsoft, Google, Yahoo e outras.
O relatório estima que é da Google a maior base instalada de servidores no mundo – mais de 1 milhão. Ele também estima que a Microsoft tenha entre 500 mil e 750 mil servidores em todo o mundo.
“O crescimento explosivo do armazenamento de números, imagens e outros dados não é novidade, mas esses dados tornam-se mais importantes quando são processados ativamente por servidores e representam informação útil entregue a um número cada vez maior de pessoas”, disse James Short, diretor de pesquisas do projeto.
Short, que trabalha como cientista na UCSD, afirmou que, à medida que a capacidade dos servidores utilizados para processar esta explosão de dados aumenta, há “desafios e oportunidades sem precedentes para profissionais ligados à Tecnologia da Informação”.
Por exemplo, o estudo apontou para um rápido aumento no uso de tecnologias de virtualização de servidores a partir de 2006, bem como para o uso mais recente de sistemas de computação em nuvem, onde o poder de processamento dos servidores é fornecido como um serviço de administração centralizada e pago conforme o uso.
Desempenho por dólar
Os cientistas concentraram sua análise no desempenho dos servidores por dólar em vez do desempenho puro. Eles afirmaram que o cálculo utilizado ofereceu “um parâmetro mais consistente” quando se considera a ampla variedade de servidores utilizados pelas empresas.
Por exemplo, durante os cinco anos anteriores a 2008, o desempenho dos servidores novos aumentou de cinco a oito vezes.
“Os servidores médios tiveram sua capacidade de processamento de negócios e web dobrada a cada dois anos, mas seu desempenho por dólar dobrou a cada 1,5 ano”, disse Bohn.
Em 2008, os servidores básicos (entry-level) – que custam menos de 25 mil dólares – processaram cerca de 65% da informação do mundo. Já os de porte médio (midrange) processaram 30% e os de grande porte (high end), que custam 500 mil dólares ou mais, processaram apenas 5%, segundo o relatório.
O documento também revela que as vendas globais anuais de todos os tipos de servidores permaneceram estáveis nos cinco anos anteriores a 2008, ficando entre 50 bilhõe e 55 bilhões de dólares.
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A Microsoft acaba de anunciar a compra da Skype, empresa de telefonia online, por US $ 8,5 bilhões, em dinheiro, em operação planejada por um grupo de investidores liderado por Silver Lake. Segundo o comunicado oficial, a Skype vai se tornar uma nova divisão de negócios dentro da Microsoft, Skype e CEO Tony Bates vai assumir o cargo de presidente da Microsoft Skype Divisão, reportando-se diretamente a Ballmer.
A aquisição reforça o poder da Microsoft na Internet, em um momento em que ela está lutando para ter mais força no mercado consumidor, diz uma reportagem do The Wall Street Journal. Segundo a própria Microsoft, aumenta também a oferta de acesso a vídeo em tempo real e comunicação de voz para os consumidores e usuários corporativos e as possibilidades de geração de novos negócios e receitas. A combinação irá estender o tipo de comunicação oferecido pelo Skype à plataforma de colaboração em rede da Microsoft, reforçando simultaneamente a atual carteira de produtos da gigante de Redmond.
Antes da Microsoft, a Skype também chegou a ser alvo de empresas como Facebook, Cisco e Google, de acordo com rumores do mercado.
Em agosto, a Skype anunciou que havia apresentado à Comissão de Valores Mobiliários (SEC) uma proposta para sua oferta pública inicial (IPO). A empresa colocou esses planos em espera após a nomeação, em outubro, de um novo executivo-chefe, Tony Bates, ex-vice-presidente sênior da Cisco.
Atualmente, a empresa era controlada por um grupo de investidores que inclui, entre outros, a empresa de comércio eletrônico eBay e os fundadores do Skype, Niklas Zennstrom e Janus Friis. E apesar de ser uma marca bem reconhecida da Internet entre os utilizadores online, teve prejuízo no ano passado. Faturou US$860 milhões, com US$264 milhões em lucros operacionais, mas ainda assim perdeu US$7 milhões, de acordo com o WSJ. No final do ano, a empresa tinha US$686 milhões em dívidas de longo prazo.
Estratégia
A compra do Skype representa o maior negócio da história da Microsoft. Em 2007, a empresa da Redmond pagou cerca de US$ 6 bilhões pela aQuantive, do setor de publicidade online, um valor que muitos executivos da MS consideram exagerado. No entanto, muitos ficaram aliviados com a desistência da proposta de US$48 bilhões pelo Yahoo, há cerca de três anos. Atualmente, o Yahoo vale metade disso.
De acordo com os analistas, a Microsoft poderia acrescentar os recursos de telefonia online do Skype ao sistema operacional Windows Phone 7, que patina na disputa contra o iOS, da Apple, e o Android, do Google. Além disso, a tecnologia de voz sobre IP seria empregada no Lync, um software da mesma divisão que produz o Office, que une email, instant messaging e voz em uma interface única.
Mas, segundo a empresa, além do Windows Phone a Skype vai oferecer suporte a dispositivos como o Microsoft Xbox e o Kinect, e uma vasta gama de dispositivos do Windows. A empresa também conectar usuários do Skype com Lync, Outlook, Xbox Live e outras comunidades.
Importate: a Microsoft continuará a investir e apoiar os clientes Skype em plataformas não-Microsoft.
Falando em nome do grupo de investidores que venderam o Skype para a Microsoft, Egon Durban, diretor da Silver Lake, disse: "Estamos entusiasmados com a transformação da Skype durante o período de nossa propriedade e gratos pelo extraordinário empenho de sua equipe de gerência e os empregados. Estamos muito animados sobre o futuro de longo prazo da Skype com a Microsoft, que a posiciona com uma das plataformas mais dinâmicas e abrangentes do mundo das comunicações ".
A aquisição está sujeita a aprovações regulatórias e outras condições de fechamento habituais. As partes esperam obter todas as autorizações regulatórias necessárias ainda este ano.
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A Microsoft acaba de anunciar a compra da Skype, empresa de telefonia online, por US $ 8,5 bilhões, em dinheiro, em operação planejada por um grupo de investidores liderado por Silver Lake. Segundo o comunicado oficial, a Skype vai se tornar uma nova divisão de negócios dentro da Microsoft, Skype e CEO Tony Bates vai assumir o cargo de presidente da Microsoft Skype Divisão, reportando-se diretamente a Ballmer.
A aquisição reforça o poder da Microsoft na Internet, em um momento em que ela está lutando para ter mais força no mercado consumidor, diz uma reportagem do The Wall Street Journal. Segundo a própria Microsoft, aumenta também a oferta de acesso a vídeo em tempo real e comunicação de voz para os consumidores e usuários corporativos e as possibilidades de geração de novos negócios e receitas. A combinação irá estender o tipo de comunicação oferecido pelo Skype à plataforma de colaboração em rede da Microsoft, reforçando simultaneamente a atual carteira de produtos da gigante de Redmond.
Antes da Microsoft, a Skype também chegou a ser alvo de empresas como Facebook, Cisco e Google, de acordo com rumores do mercado.
Em agosto, a Skype anunciou que havia apresentado à Comissão de Valores Mobiliários (SEC) uma proposta para sua oferta pública inicial (IPO). A empresa colocou esses planos em espera após a nomeação, em outubro, de um novo executivo-chefe, Tony Bates, ex-vice-presidente sênior da Cisco.
Atualmente, a empresa era controlada por um grupo de investidores que inclui, entre outros, a empresa de comércio eletrônico eBay e os fundadores do Skype, Niklas Zennstrom e Janus Friis. E apesar de ser uma marca bem reconhecida da Internet entre os utilizadores online, teve prejuízo no ano passado. Faturou US$860 milhões, com US$264 milhões em lucros operacionais, mas ainda assim perdeu US$7 milhões, de acordo com o WSJ. No final do ano, a empresa tinha US$686 milhões em dívidas de longo prazo.
Estratégia
A compra do Skype representa o maior negócio da história da Microsoft. Em 2007, a empresa da Redmond pagou cerca de US$ 6 bilhões pela aQuantive, do setor de publicidade online, um valor que muitos executivos da MS consideram exagerado. No entanto, muitos ficaram aliviados com a desistência da proposta de US$48 bilhões pelo Yahoo, há cerca de três anos. Atualmente, o Yahoo vale metade disso.
De acordo com os analistas, a Microsoft poderia acrescentar os recursos de telefonia online do Skype ao sistema operacional Windows Phone 7, que patina na disputa contra o iOS, da Apple, e o Android, do Google. Além disso, a tecnologia de voz sobre IP seria empregada no Lync, um software da mesma divisão que produz o Office, que une email, instant messaging e voz em uma interface única.
Mas, segundo a empresa, além do Windows Phone a Skype vai oferecer suporte a dispositivos como o Microsoft Xbox e o Kinect, e uma vasta gama de dispositivos do Windows. A empresa também conectar usuários do Skype com Lync, Outlook, Xbox Live e outras comunidades.
Importate: a Microsoft continuará a investir e apoiar os clientes Skype em plataformas não-Microsoft.
Falando em nome do grupo de investidores que venderam o Skype para a Microsoft, Egon Durban, diretor da Silver Lake, disse: "Estamos entusiasmados com a transformação da Skype durante o período de nossa propriedade e gratos pelo extraordinário empenho de sua equipe de gerência e os empregados. Estamos muito animados sobre o futuro de longo prazo da Skype com a Microsoft, que a posiciona com uma das plataformas mais dinâmicas e abrangentes do mundo das comunicações ".
A aquisição está sujeita a aprovações regulatórias e outras condições de fechamento habituais. As partes esperam obter todas as autorizações regulatórias necessárias ainda este ano.
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De toda a receita arrecadada com sistemas operacionais em 2010, o Windows foi responsável por 78,7% do bolo, o que significa um ganho de quase um ponto porcentual em relação ao ano anterior. Mas, apesar do crescimento da Microsoft, Linux e Mac também tiveram alta, de acordo com a empresa de pesquisa Gartner.
A pesquisa levou em conta tanto desktops como servidores, comparando Microsoft, IBM, HP, Oracle, Red Hat e Apple.
O Windows domina com facilidade o mercado doméstico (96,6%), mas a luta no setor corporativo (51%) é mais disputada – isso em termos de renda. Se juntarmos os dois segmentos, o faturamento com o sistema no ano passado chegou a 23,8 bilhões de dólares - mais, portanto, que o obtido em 2009, quando arrecadou 21,9 bilhões (77,9%).
A IBM, que produz tanto versões de Unix quanto sistemas para mainframes, ficou em segundo, com 2,3 bilhões de dólares, ou 7,5% do mercado. A Red Hat, maior fornecedora de Linux, teve participação de 2% e o Mac OS, da Apple, 1,7%. De acordo com a Gartner, Linux e Mac estão em ascensão.
“Linux e Mac OS são os que mais crescem nos servidores e desktops, respectivamente, mas a Microsoft se manteve firme na liderança”, diz o estudo. O Windows 7, destaca a Gartner, foi importante para a gigante por ter aberto um novo ciclo de atualização para sua plataforma.
Mais de 350 milhões licenças do 7 já foram comercializadas, confirmando o que a Microsoft dissera ano passado, quando considerou o software o sistema operacional de vendas mais rápidas da história. No entanto, segundo a PC World americana, esse número não é satisfatório para empresa, pois representaria dois terços do total de máquinas vendidas. Por mais que pareça um bom resultado, ele é pouco para a gigante.
Participação
Segundo a empresa de métricas web Net Applications, o Windows está em 89,6% dos computadores. Já a StatCounter dá ao sistema da Microsoft 91,6%.
Do lado do servidor, o Windows alcançou 6,2 bilhões de dólares em receita, respondendo por quase 51% do mercado. Os sistemas Unix da HP ficaram com 8,6%; o Unix da IBM, 8,5%; todos os Linux somados atingiram 8,4% e os mainframes IBM, 7,8%.
Um fator a ser considerado, porém, é o crescimento das plataformas móveis. De acordo com a Net Applications, que contabiliza desktops e sistemas móveis de forma conjunta, 1,87% do tráfego na Internet em 2010 veio do iOS – o dobro em relação ao Android - ante 0,81% do ano anterior.
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De toda a receita arrecadada com sistemas operacionais em 2010, o Windows foi responsável por 78,7% do bolo, o que significa um ganho de quase um ponto porcentual em relação ao ano anterior. Mas, apesar do crescimento da Microsoft, Linux e Mac também tiveram alta, de acordo com a empresa de pesquisa Gartner.
A pesquisa levou em conta tanto desktops como servidores, comparando Microsoft, IBM, HP, Oracle, Red Hat e Apple.
O Windows domina com facilidade o mercado doméstico (96,6%), mas a luta no setor corporativo (51%) é mais disputada – isso em termos de renda. Se juntarmos os dois segmentos, o faturamento com o sistema no ano passado chegou a 23,8 bilhões de dólares - mais, portanto, que o obtido em 2009, quando arrecadou 21,9 bilhões (77,9%).
A IBM, que produz tanto versões de Unix quanto sistemas para mainframes, ficou em segundo, com 2,3 bilhões de dólares, ou 7,5% do mercado. A Red Hat, maior fornecedora de Linux, teve participação de 2% e o Mac OS, da Apple, 1,7%. De acordo com a Gartner, Linux e Mac estão em ascensão.
“Linux e Mac OS são os que mais crescem nos servidores e desktops, respectivamente, mas a Microsoft se manteve firme na liderança”, diz o estudo. O Windows 7, destaca a Gartner, foi importante para a gigante por ter aberto um novo ciclo de atualização para sua plataforma.
Mais de 350 milhões licenças do 7 já foram comercializadas, confirmando o que a Microsoft dissera ano passado, quando considerou o software o sistema operacional de vendas mais rápidas da história. No entanto, segundo a PC World americana, esse número não é satisfatório para empresa, pois representaria dois terços do total de máquinas vendidas. Por mais que pareça um bom resultado, ele é pouco para a gigante.
Participação
Segundo a empresa de métricas web Net Applications, o Windows está em 89,6% dos computadores. Já a StatCounter dá ao sistema da Microsoft 91,6%.
Do lado do servidor, o Windows alcançou 6,2 bilhões de dólares em receita, respondendo por quase 51% do mercado. Os sistemas Unix da HP ficaram com 8,6%; o Unix da IBM, 8,5%; todos os Linux somados atingiram 8,4% e os mainframes IBM, 7,8%.
Um fator a ser considerado, porém, é o crescimento das plataformas móveis. De acordo com a Net Applications, que contabiliza desktops e sistemas móveis de forma conjunta, 1,87% do tráfego na Internet em 2010 veio do iOS – o dobro em relação ao Android - ante 0,81% do ano anterior.
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De toda a receita arrecadada com sistemas operacionais em 2010, o Windows foi responsável por 78,7% do bolo, o que significa um ganho de quase um ponto porcentual em relação ao ano anterior. Mas, apesar do crescimento da Microsoft, Linux e Mac também tiveram alta, de acordo com a empresa de pesquisa Gartner.
A pesquisa levou em conta tanto desktops como servidores, comparando Microsoft, IBM, HP, Oracle, Red Hat e Apple.
O Windows domina com facilidade o mercado doméstico (96,6%), mas a luta no setor corporativo (51%) é mais disputada – isso em termos de renda. Se juntarmos os dois segmentos, o faturamento com o sistema no ano passado chegou a 23,8 bilhões de dólares - mais, portanto, que o obtido em 2009, quando arrecadou 21,9 bilhões (77,9%).
A IBM, que produz tanto versões de Unix quanto sistemas para mainframes, ficou em segundo, com 2,3 bilhões de dólares, ou 7,5% do mercado. A Red Hat, maior fornecedora de Linux, teve participação de 2% e o Mac OS, da Apple, 1,7%. De acordo com a Gartner, Linux e Mac estão em ascensão.
“Linux e Mac OS são os que mais crescem nos servidores e desktops, respectivamente, mas a Microsoft se manteve firme na liderança”, diz o estudo. O Windows 7, destaca a Gartner, foi importante para a gigante por ter aberto um novo ciclo de atualização para sua plataforma.
Mais de 350 milhões licenças do 7 já foram comercializadas, confirmando o que a Microsoft dissera ano passado, quando considerou o software o sistema operacional de vendas mais rápidas da história. No entanto, segundo a PC World americana, esse número não é satisfatório para empresa, pois representaria dois terços do total de máquinas vendidas. Por mais que pareça um bom resultado, ele é pouco para a gigante.
Participação
Segundo a empresa de métricas web Net Applications, o Windows está em 89,6% dos computadores. Já a StatCounter dá ao sistema da Microsoft 91,6%.
Do lado do servidor, o Windows alcançou 6,2 bilhões de dólares em receita, respondendo por quase 51% do mercado. Os sistemas Unix da HP ficaram com 8,6%; o Unix da IBM, 8,5%; todos os Linux somados atingiram 8,4% e os mainframes IBM, 7,8%.
Um fator a ser considerado, porém, é o crescimento das plataformas móveis. De acordo com a Net Applications, que contabiliza desktops e sistemas móveis de forma conjunta, 1,87% do tráfego na Internet em 2010 veio do iOS – o dobro em relação ao Android - ante 0,81% do ano anterior.
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