O iG começa a vender oficialmente nesta quarta-feira (1.º/6) domínios com a extensão br.com. Com a oferta, empresas e pessoas poderão registrar domínios com a forma marca.br.com. O site para registro, no entanto, já está no ar.
Por ser um domínio ainda desconhecido - na verdade, um subdomínio .com -, grandes marcas ainda estão disponíveis para registro, como mostra consulta ao site do iG feita pelo IDG Now!. Cocacola.br.com e Skol.br.com, por exemplo, estavam disponíveis até o fim da tarde desta terça-feira (31/5). Nike.br.com, Itau.br.com e Bradesco.br.com já foram registrados.
Segundo o iG, a gestão da terminação br.com é da empresa CentralNIC, do Reino Unido. Como se trata de domínios com terminação .com, segue as normas da Internet Assigned Numbers Authority (IANA). O custo de manutenção do novo domínio será de 99 reais ao ano. O registro pode ser feito pelo site www.ig.com.br/dominio.
br.com e com.br
Para o presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto Br (NIC.br) e conselheiro do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), Demi Getschko, a decisão de comprar um domínio .br.com envolve pelo menos três questões: a estrutura de suporte, a legislação à qual o domínio é subordinado e a utilizaçao do dinheiro pago pelo registro.
"Disputas de propriedade intelectual tem ocorrido várias vezes", conta Getschko. "Recentemente a rede de postos Ipiranga brigou pelo domínio Ipiranga.com e perdeu. Mas outras empresas, como a Petrobras, já ganharam."
O presidente do NIC.br explica que, caso uma empresa detentora de um domínio .com.br perceba que algum direito ligado a propriedade intelectual tenha sido violado com um domínio .br.com, terá de procurar órgãos internacionais de arbitragem, como a Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Wipo, na sigla em inglês).
"Outra questão importante é que, quando alguém registra um domínio .com.br, o Registro.br tenta usar os recursos para devolver benefícios à Internet brasileira, algo que não ocorre quando o domínio é registrado com uma empresa americana", pondera.
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Às vezes as pessoas confundem os conceitos de “realismo” e “ficção”. Não entendem que não é necessário comprar um idéia só porque ela está disponível, e que não se pode analisar um evento sem conhecer seu contexto. Modern Warfare 3, sequência de um dos maiores sucessos da indústria de games, mal foi anunciado e já foi mal-interpretado.
CoD Modern Warfare 3 (Foto: Kotaku)O trailer lançado esta semana, de apenas 1 minutos e meio, situa o jogo em uma III Guerra Mundial, ocorrendo nos dias atuais, levada pelos acontecimentos dos games anteriores, com batalhas em diversos locais ao redor do mundo, como Nova York, Berlin, Paris e Londres. A representação desta última foi a que gerou a maior controvérsia, de acordo com o jornal britânico Daily Mail.
Os ingleses estão “furiosos” com o jogo – afirma o jornal – ligando um ataque terrorista em Londres, no jogo, ao evento real que aconteceu em julho de 2005: “Quem apóia os afetados pelos ataques suicidas de 7 de julho, que mataram 52 pessoas, pediram que Call of Duty: Modern Warfare 3 seja banido”. Ao mesmo tempo, um grupo de pessoas a favor de um controle mais rígido do governo sobre diversas mídias, o Mediawatch UK, descreveu o jogo como possuidor de um “incrível mal gosto.”
Em nota oficial, a Activision, distribuidora do título, afirma que “Call of Duty: Modern Warfare 3 é um game de ação fictícia voltado para o público adulto e situado em uma III Guerra Mundial. As cenas do jogo são inteiramente fictícias e não têm a intenção de recriar quaisquer eventos históricos.”
Vale lembrar que Modern Warfare 2 também teve problemas com uma fase de ataque terrorista, ‘No Russian’, e Medal of Honor do ano passado sofreu críticas por permitir o controle de Talibãs no seu multiplayer.
A proposta destes jogos é exatamente mostrar situações com realismo. Será que as pessoas estão tão assustadas com o terrorismo que são incapazes até mesmo de jogar videogame? Se a polêmica contribui ou não, o fato é que as vendas dizem o contrário. Se a história vai se repetir este ano, teremos que esperar até 8 de novembro, data oficial de lançamento de Call of Duty: Modern Warfare 3, para PS3, Xbox 360 e PCs.
Via Now Gamer
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A HTC come?a a vender nesta sexta-feira o seu primeiro tablet com Android no mercado europeu
Foto: Divulga??o
A HTC come?a a vender nesta sexta-feira o seu primeiro tablet com Android no mercado europeu. O Flyer, anunciado em fevereiro durante o Mobile World Congress, em Barcelona, chega ?s lojas em dois modelos, um com 3G e Wi-Fi e outro com Wi-Fi apenas.
O tablet, com Android 2.3, traz uma tela de 7 polegadas em uma carca?a de alum?nio prateado. A fabricante aposta no software como grande diferencial: o Flyer vem com a interface Sense otimizada para um tablet e aplicativos integrados que aumentam a experi?ncia de uso do aparelho, mesmo com o uso de uma caneta. Com ela, o usu?rio faz anota??es sobre telas capturadas ou em blocos de notas e grava ?udio, sincronizando escrita e som ao reproduzir posteriormente.
O Flyer usa um processador de 1,5 GHz e tem conectividade HSPA+ na sua vers?o 3G, segundo a HTC. O modelo 3G, com 32 GB de mem?ria interna expans?vel com cart?es microSD, ser? vendido pelo pre?o sugerido de 649 euros. J? a variante com Wi-Fi e 16 GB sai por 499 euros.
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Atualização do sistema já está disponível no Brasil
(Foto: Francisco Canindé Moreira Filho/VC no G1)A Playstation Network, rede on-line de games do PlayStation 3 e do PSP, começa a voltar ao ar neste domingo (15) ao Brasil.
Voltaram a funcionar as partidas de games on-line, a visualização da lista de amigos e a sincronização de troféus.
Segundo relatos de alguns usuários ao G1, o serviço ainda é instável. A loja de games on-line, entretanto, continua fora do ar.
Nos Estados Unidos, o sistema voltou ao ar neste sábado (14). No Twitter, usuários comemoravam o retorno. A Sony informou que ainda há instabilidades devido ao enorme número de tentativas de acesso em todos os países.
Partes da Europa, Nova Zelândia, Austrália, México e América do Sul também já conseguem acessar a rede. Durante a manhã, o serviço voltou a funcionar na Irlanda, Inglaterra e em partes do Oriente Médio.
Uma atualização automática que prepara o videogame para o retorno dos serviços está disponível, e o download é obrigatório. Antes de se conectar à PSN, o sistema pede para que seja criada uma nova senha, por segurança.
Usuários fazem relatos
O representante comercial Francisco Canindé Ferreira, do Rio de Janeiro, contou que conseguiu jogar on-line o game Call of Duty por volta das 15h deste domingo. O Fifa 2011, disse, também estava liberado. Na véspera, ele já havia feito o download da atualização. “Baixar jogos ainda não é possível”, ressalvou.
O estudante Pedro Henrique Marassi, de São José do Rio Preto (SP), conseguiu jogar neste domingo. "Hoje cedo liguei, atualizei e fui tentar jogar, mas apareceu uma mensagem de que estava em manutenção. Agora à tarde, consegui acessar normalmente o Fifa 2011. A parte de compras ainda está fora do ar, mas meus amigos aparecem online, consigo conversar com eles", relatou ao G1.
Já o auxiliar de armazém Enderson Vieira de Oliveira, de São Paulo, teve problemas. “Consegui jogar umas quatro partidas de Call of Duty e Black Ops hoje à tarde (domingo). Parei para assistir o jogo entre Corinthians e Santos e depois voltei pra jogar de novo. Mas agora aparece a mensagem de que está em manutenção, como antes”, contou.
O estudante Sergio Seimanavicius Filho, de Nilópolis (RJ), conseguiu entrar na rede e viu quem estava on-line, mas não conseguiu interagir com os contatos, nem jogar. “Saí da rede para ver o jogo [de futebol]. Quando tentei voltar, aparecia o mesmo problema de antes”, disse. Algumas horas depois, ele informou à reportagem que conseguiu se conectar e jogar.
O dentista Vinícius Zanatta Mollossi, de Santa Maria (RS), fez o download da atualização, mas não conseguiu jogar. “Possuo duas contas, uma na PSN americana e outra no Brasil. Nas duas, a mensagem é a mesma, que está em manutenção.”
Restauração em fases
Em coletiva de imprensa realizada em Tóquio, neste sábado (14), a Sony anunciou que daria início à restauração. No Brasil, porém, ainda não há previsão de retorno.
Está tentando acessar a rede PSN? Envie seu relato ao G1
Em comunicado (veja no blog), a empresa informou que a restauração será feita país por país, começando pelas Américas, depois Europa, Austrália, Nova Zelândia e Oriente.
Um ataque hacker entre os dias 16 e 17 de abril obrigaram a Sony a desligar os servidores da rede de games on-line no dia 20 de abril. Mais de 100 milhões usuários no mundo tiveram dados como nome completo, endereço e número de cartão de crédito podem ter sido roubados.
“Eu gostaria de mandar meu mais sincero sentimento pela inconveniência causada a vocês, e agradecer a todos pela paciência que mostraram enquanto nós trabalhávamos no processo de restauração”, afirmou Kazuo Hirai, presidente executivo da Sony Corporation.
A companhia informou ter realizado diversos testes para melhorar a segurança da rede e prometeu ainda serviços gratuitos para compensar os usuários pelo período fora do ar. Segundo a empresa, serão 30 dias de PlayStation Plus e de Music Unlimited.
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