
Tudo começou com uma afirmação: “Os usuários de um smartphone com Android ou não querem um produto da Apple ou querem deixá-lo como um Honda Civic vindo diretamente do ?Velozes e Furiosos'”. Partindo do princípio que muitos dos usuários fazem parte da segunda opção, a Wired desenvolveu uma pesquisa tentando demonstrar quais são os aparelhos mais fáceis de se “hackear” que adotam o SO.
Este artigo traz uma informação para título de curiosidade. Vale lembrar que efetuar modificações em seu aparelho costumeiramente quebra políticas de uso e faz com que a garantia passe a não ter validade. Além disso, em alguns casos podem acontecer até mesmo danos mais sérios no smartphone.
HTC Nexus One: também chamado de Google Nexus One, o smartphone foi o primeiro rodando somente o Android e foi utilizado como uma espécie de vitrine. Ele foi comercializado pela HTC (embora agora esteja disponível somente pela Google) e, como foi uma espécie de experiência, ele ainda não possuía muitos dos mecanismos de segurança existentes hoje. O Nexus One possui um “bootloader” que é fácil de se desbloquear, o que facilita para quem quer utilizar um emulador e efetuar um overclock no processador do aparelho.
HTC Incredible e HTC Evo 4G: logo após o lançamento do HTC Incredible, já estava disponível a Unrevoked 3.0. Esta é uma ferramenta para efetuar modificações no aparelho, que dá privilégios de root ao usuário. Ela resulta na instalação de um software chamado “Clockwork Mod”, que adiciona uma série de personalizações no dispositivo.
Samsung Galaxy S: a linha do Galaxy S se popularizou de maneira muito rápida. Foram mais de 10 milhões de aparelhos vendidos até dezembro de 2010. Como há diversas versões do smartphone, também já existe um grande número de emuladores para alterá-lo conforme as preferências de seu usuário.
Motorola Droid: ao contrário da maioria dos aparelhos da empresa Motorola, o Droid One possui o “bootloader” já desbloqueado. Isso faz com que seja possível implementar kernels personalizados ao dispositivo, bem como emuladores.
Samsung Nexus S: o sucessor do Nexus One, produzido pela Google em parceria com a Samsung, também oferece o Android 2.3 (Gingerbread). Assim como o seu predecessor, ele foi desenvolvido especialmente para testar as novas experiências com o sistema e, como tal, também possui um mecanismo relativamente fácil de desbloquear.
Sony Ericsson Xperia: embora não seja uma marca tão famosa de aparelhos, a Sony Ericsson tem buscado deixar o dispositivo simples de ser alterado. Inclusive, a própria empresa divulgou instruções sobre como desbloquear o “bootloader” presente nos aparelhos Xperia Arc, Neo, Play e Pro, ao contrário do que acontecia com o X10. Talvez a própria Sony Ericsson queira deixar os aparelhos mais simples de serem alterados visando a “agradar” especialmente à comunidade de desenvolvedores.
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No segmento de tecnologia da informação, a segurança sempre esteve em alta. Afinal, ninguém quer ter a sua conta comprometida ou os seus dados roubados, não é mesmo? E, ao que tudo indica, o mercado em de segurança para smartphones está pegando fogo. Depois da aquisição da empresa de segurança móvel Trust Digital, no ano passado, pela McAfee, agora foi a vez da Research In Motion – RIM -, fabricante dos aparelhos BlackBerry, anunciar a compra da Ubitexx.
Ubitexx (Foto: Divulgação)Com a aquisição da Ubitexx, empresa sediada em Munique, na Alemanha, a RIM pretende incorporar a solução de segurança ubi-Suite à BlackBerry Enterprise Solution. A ubi-Suite oferece, aos administradores de TI, uma gestão rápida e integrada dos smartphones. Com uma interface rápida e intuitiva, os administradores não precisa de nenhum conhecimento técnico de rede móvel ou de programação. Os administradores podem acessar o console de gerenciamento central do servidor ubi-Suite de de um computador comum, usando um navegador de internet.
“O BlackBerry Enterprise Solution foi desenvolvido para atender um mercado crescente e responder aos pedidos dos clientes corporativos que querem uma solução de gestão em segurança de móvel de qualidade”, disse Peter Devenyi, vice-presidente do grupo de plataformas de comunicação da Research In Motion. “Nós reconhecemos a oportunidade de continuarmos como líderes no mercado corporativo, fornecendo aos clientes uma plataforma comum para ajudar a simplificar o gerenciamento de uma variedade de móveis dispositivos”.
A RIM espera, também, incorporar o gerenciamento de segurança em dispositivos com Android e iOS. Os termos da aquisição não foram divulgados.
Via: TechCrunch
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Dois celulares Android de até 80 dólares chegam ao mercado este mês nos EUA por meio da operadora móvel T-Mobile, como parte de uma estratégia para atrair clientes mais jovens, a partir de um contrato de dois anos.
O novo Samsung Exhibit 4G sairá por 80 dólares dentro do plano bianual, enquanto que o Samsung Gravity Smart irá custar 70 dólares nas versões vermelha e azul e 30 dólares na cor cinza. Todos os aparelhos requerem um contrato de voz de dados com duração de dois anos, acumulando um valor que pode superar 2 mil dólares no período, dependendo do plano escolhido.
A estratégia da T-Mobile com esses smartphones de baixo custo é similar àquelas adotadas outras grandes empresas do ramo, incluindo a AT&T, que recentemente anunciou que irá vender o Pantech Crossover, smartphone baseado em Android, por 70 dólares, também a partir de um contrato de dois anos.
Analistas previram que o número de smartphones de baixo custo, muitos deles com o sistema operacional móvel da Google, iria aumentar no mercado nos próximos meses para atrair um público de compradores que não pagaria 200 ou 300 dólares por um celular mais sofisticado como um HTC Sensation, anunciado pela operadora norte-americana esta semana.
Muitos dos smartphones de baixo custo serão produzidos por companhias que ainda não são conhecidas no mercado, como a Pantech. Para todas as operadoras, o preço anunciado do aparelho não é tão importante quanto fazer com que novos clientes assinem um plano de dois anos, apontaram os analistas. Geralmente, as prestadoras de serviço subsidiam o custo do dispositivo, que pode chegar a mais de 500 dólares caso seja desbloqueado.
Mais caro entre os novos smartphones da T-Mobile, o Samsung Exhibit 4G roda Android 2.3 (conhecido como Gingerbread) com processador de 1GHz, que é considerado padrão para a maioria dos aparelhos atuais. O Exhibit possui tela de 3,7 polegadas sensível ao toque com resolução de 800x400 pixels e duas câmeras (a traseira com três megapixels), sendo que ambas suportam chamadas.
Já o Samsung Gravity Smart chega com Android 2.2 e conta com um teclado físico deslizante, além da tela touch de 3,2 polegadas. O aparelho traz apenas uma única câmera de 3 megapixels e processador de 800 MHz.
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Um comunicado da empresa de segurança digital McAfee divulgado nesta quarta-feira (1.º/6) deixa claro que o número de pragas digitais, longe de regredir, continua aumentando. Cerca de 6 milhões de malwares foram identificados no primeiro trimestre deste ano, com destaque para as plataformas móveis, cuja proteção vêm sendo testada pelos cibercriminosos. A boa notícia é que o número de spams diminuiu.
Outro fator interessante, aponta a McAfee, é a quantidade de antivírus falsos que circularam em março: por volta de 350 mil. Antes, portanto, do problema que atingiu o Mac OS X, e que só agora pode ser corrigido.
A empresa elaborou também um documento que discute o perigo que as lojas de aplicativos representam para a segurança dos smartphones (e também para tablets). O risco, segundo o material, não está nos ambientes oficiais como o Android Market e a App Store – embora estes possuem falhas –, mas nas lojas alternativas das quais muitos usuários tiram proveito. Segundo a McAfee, os programas lá disponibilizados não são verificados por nenhum órgão, ou seja, podem conter códigos maliciosos.
Quanto aos spams, o fim dos botnets Rustock e Coreflood foi imprescindível para a baixa registrada nos três primeiros meses do ano. A quantidade, afirma a empresa, está no mesmo nível que a de quatro anos atrás. Ainda assim, não fique aliviado: ainda são 1,5 trilhão de mensagens não requisitadas por dia - ante meio trilhão de e-mails legítimos – e, como a McAfee lembra, outros botnets devem aparecer.
De modo geral, as informações divulgadas mostram que a segurança, em última instância, ainda é uma prerrogativa do usuário. Embora a maioria não tenha vontade de se transformar em especialista, algum conhecimento básico é necessário para manter os dispositivos livres de pragas. No fim das contas, um pouco de sensibilidade e bom senso – além de bons softwares de segurança – é o bastante para manter-se longe de maior parte das armadilhas.
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A Microsoft decidiu oferecer seu serviço de computação em nuvem Windows Azure como uma plataforma para fornecer serviços de retaguarda (back-end) para dispositivos móveis, incluindo os sistemas Apple iOS e Google Android.
A oferta apoia-se nos Windows Azure Toolkits for Devices, que trazem bibliotecas nativas, exemplos e documentação.
O Windows Azure Toolkit for iOS, lançado na semana passada, busca ajudar os desenvolvedores de aplicações para o iOS a usar os serviços Windows Azure. Ele traz uma biblioteca de código aberto em Objective-C para servir de interface ao Azure, afirmou S. Somasegar, vice-presidente sênior da divisão de desenvolvedores da Microsoft, em blog da empresa.
Também está no cronograma da Microsoft um Windows Azure Toolkit for Android, cuja versão preliminar foi prometida para meados de julho.
“Eu tenho comentado bastante ultimamente sobre como o Windows Azure é um grande back-end para aplicações que se expandem para várias plataformas e aparelhos”, afirmou Somasegar. “Ao colocar dados e lógica de aplicação nos serviços Azure, cada aplicação que você escrever para cada aparelho terá menos código exclusivo e, com isso ,você poderá alcançar mais consumidores, mais rapidamente.”
A lista de novidades da Microsoft inclui ainda um suporte ampliado à nuvem para sua própria plataforma de smartphone Windows Phone 7. Nesta semana, durante a TechEd North America 2011, em Atlanta (EUA), a empresa deverá lançar uma nova versão de seu Windows Azure Toolkit for Windows Phone 7. Esta versão deverá oferecer suporte a filas de armazenamento (Storage Queues) e a uma interface de aplicação web atualizada.
Os esforços da Microsoft para promover o casamento entre nuvem e mobilidade ocorrem ao mesmo tempo que a Google tenta fazer o mesmo com o Android e a nuvem Google App Engine. Uma versão atualizada do Google Plugin for Eclipse, detalhada na semana passada, oferece ligações para as duas tecnologias.
A biblioteca de ferramentas para iOS pode ser baixada do site GitHub, que também fornece exemplos e documentação.
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