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Seis em cada dez empresas no Brasil têm conexão de no máximo 2 Mbps

Os PCs estão presentes em quase a totalidade das empresas do Brasil, mas em 62% delas a conexão à Internet é de 2 Mbps ou mais lenta. Estes são alguns dos resultados da 6.a Pesquisa sobre Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil (TIC Empresas 2010), divulgada nesta quarta-feira (25/5) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). O estudo foi conduzido pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br).

No que diz respeito à penetração dos PCs nas empresas, houve estabilidade em relação ao ano anterior, aponta o relatório. Cerca de 97% dos negócios têm computadores. Esse também é o índice de penetração nas pequenas empresas (de dez a 19 funcionários) – mesmo porcentual de 2009. Nas empresas com 50 funcionários ou mais, o índice é de 100%.

Se considerada a atividade econômica, o segmento onde o computador está menos presente é o de “alojamento e alimentação” (89%). Por sua vez, o segmento “transporte, armazenagem e correio” alcança 100%.

Desconectadas
A pesquisa mostra ainda que nem todas as empresas com computador contam com acesso à Internet. No total, 3% afirmaram operar desconectadas da rede. Nas empresas maiores, o cenário muda: 100% das companhias com 250 funcionários ou mais acessam a Internet. Mais uma vez, o CGI.br indica estabilidade dos números. “Isso significa um ponto máximo de expansão do uso do computador nas empresas com mais de 10 funcionários”, afirmou o gerente do CETIC.br, Alexandre Barbosa, em comunicado.

A velocidade da conexão também foi pesquisada. Conexões de até 256 kbps são utilizadas por 10% das empresas, principalmente as com menos de 50 funcionários. A maioria (52%) tem conexões entre 256 kbps e 2 Mbps e 30% têm conexões melhores que 2 Mbps. A região com maior número de empresas com conexões de até 256 kbps é a Nordeste (17%), seguida da Norte (12%).

Em relação ao uso que fazem da Internet, a maioria das empresas (90%) acessa a rede para obter informações sobre produtos e serviços; 81% usam serviços financeiros e bancários; e 98% para enviar e receber e-mail. Só 13% entregam produtos online.

Em termos de infraestrutura, 81% das empresas usam rede local com fio. As redes sem fio estão em 50% do universo pesquisado (em 2009, eram 41%). Entre as empresas com mais de 250 funcionários, o Wi-Fi é utilizado por 86%. Para Barbosa, os números apontam não para uma substituição do cabo pelo Wi-Fi, mas pela utilização simultânea das duas tecnologias.

Presença na web
A presença na web por meio de site próprio está longe de ser unanimidade: 56% das empresas pesquisadas afirmaram ter um site, seis pontos a mais que em 2009. Se consideradas as empresas que usam site ou página de terceiros, esse índice sobe para 63%. Mais curioso é que 10% das empresas com 250 funcionários ou mais não tem site. A categoria com menor presença na Internet é a de comércio (43%).

Os certificados digitais já são utilizados por 53% das empresas, um salto significativo em relação ao índice de 2009 (38%). Além disso, quanto maior o porte, maior a proporção de empresas que utilizam tecnologias de autenticação.

 A pesquisa levantou também o porcentual de empresas que utilizam sistema operacional de código aberto, como Linux. Esse tipo de sistema está presente em 30% das empresas pesquisadas – entre as que tem 250 funcionários ou mais, o índice sobe para 65%. Dos que adotam sistemas de código aberto, 57% os usam como servidor, 20% como cliente e 21% como ambos.

O levantamento ouviu 5 mil empresas com dez funcionários ou mais em todo o país.

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12 empresas estariam interessadas em fabricar tablets no Brasil

(Fonte da imagem: Reprodução / Apple)

As conversas avançadas entre o governo brasileiro e a Foxconn, empresa que cuida da fabricação de alguns produtos da Apple, trouxeram novas medidas e exigências para o mercado brasileiro de tablets, que deve começar sua expansão nos próximos anos.

Uma das novidades partiu do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante. De acordo com ele, além da Foxconn, outras 11 empresas declararam interesse em iniciar a produção de novos modelos de tablets no país. São elas: Positivo, Envision, Motorola, Samsung, LG, Itautec, Samnia, Compalead, Semp Toshiba, AIOX e MXT.

A outra notícia foi informada durante um seminário organizado pela Fiesp, Força Sindical e a CUT. O Ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, falou sobre alguns dos requisitos que o governo deve fazer às empresas interessadas em instalar fábricas do produto no Brasil. Segundo o Ministro, ao menos 50% dos componentes dos tablets também devem ser produzidos do Brasil – e não trazidos da China, como era previsto nas primeiras negociações com a Foxconn .

O alto número de companhias interessadas e a possibilidade de realizar exigências deve-se às medidas recentes tomadas pelo governo, como a chamada “Lei do Bem”, que incentiva a fabricação de eletrônicos no país ao isentar as fábricas de alguns impostos. O tablet foi recentemente incorporado na lista de gadgets que receberiam esses privilégios.

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Doze empresas querem produzir tablets no Brasil, diz Aloizio Mecadante


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Redes sociais geram prejuízos de milhões de dólares às empresas

As ferramentas de colaboração e redes sociais são apresentadas no mundo corporativo como ótimos meios de se aproximar dos clientes, facilitar a comunicação entre os funcionários e até como forma de aumentar a produtividade e cortar custos.

Pois uma pesquisa do instituto uSamp com 500 trabalhadores  nos Estados Unidos, e divulgada pela empresa harmon.ie, mostra que na grande maioria dos casos, elas representam uma cara perda de foco no trabalho (ou seja, dinheiro).

Segundo o levantamento, a perda de produtividade por conta dessas ferramentas está causando prejuízos de milhões de dólares todos os anos.

A pesquisa afirma que 60% das interrupções no trabalho envolvem o uso das chamadas ferramentas sociais (Facebook, Twitter, e-mail, Messenger...). Por conta disso, 45% dos empregados não conseguem trabalhar nem 15 minutos sem serem interrompidos. E 53% perdem pelo menos uma hora por dia com esse tipo de distração.

Pela pesquisa, essa perda de produtividade significa cerca de 10 mil dólares por trabalhador em um ano. Para empresas com mil funcionários, essa interrupção chega a 10 milhões de dólares por ano.

O e-mail continua na frente entre as maiores distrações, com 23%. Redes sociais, como o Facebook aparecem com 9% e mensagens instantâneas ficam com 6%.

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As 10 empresas mais respeitadas do mundo em 2011


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