É, pelo visto os robôs já poderão literalmente formar bandas ou até orquestras em um futuro não muito distante. Isto porque um robô em especial, chamado Vibraton, consegue tocar várias notas em um vibrafone (instrumento de percussão). Em outras palavras, quem precisa de um tocador de vibrafone quando temos esse maravilhoso robô que toca todas as notas corretamente graças aos seus circuitos?
O Vibratron foi criado pelo Carnegie Mellon Robotics Club após receberem uma doação de mil dólares e um vibrafone. Além disso, o robô também faz parte de um projeto maior, chamado RobOrchestra - o clube espera criar robôs que possam tocar e trabalhar juntos para criar suas próprias músicas e formarem uma banda completa.
A habilidade musical do robô consiste em derrubar bolas de aço nas teclas em uma ordem específica. As teclas são arranjadas de maneira circular e, mesmo que essa não seja a maneira mais efetiva de “robotizar” o vibrafone, os membros do Carnegie Club também queriam criar uma obra de arte única.
O vídeo abaixo mostra que o robô possui três sistemas principais: um que derruba as bolas nas teclas, outro que coleta as bolas, e finalmente, a estrutura artística do robô em si. O que é realmente legal é que o robô usa um Parafuso de Arquimedes para trazer as bolas para cima para serem utilizadas novamente. Além disso, ele é baseado em uma placa Arduino, o que lhe dá um pouco mais de crédito geek. Para mais detalhes sobre o Vibratron e a RobOrchestra, confira o site oficial do Carnegie Mellon Robotics Club (em inglês).
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É, pelo visto os robôs já poderão literalmente formar bandas ou até orquestras em um futuro não muito distante. Isto porque um robô em especial, chamado Vibraton, consegue tocar várias notas em um vibrafone (instrumento de percussão). Em outras palavras, quem precisa de um tocador de vibrafone quando temos esse maravilhoso robô que toca todas as notas corretamente graças aos seus circuitos?
O Vibratron foi criado pelo Carnegie Mellon Robotics Club após receberem uma doação de mil dólares e um vibrafone. Além disso, o robô também faz parte de um projeto maior, chamado RobOrchestra - o clube espera criar robôs que possam tocar e trabalhar juntos para criar suas próprias músicas e formarem uma banda completa.
A habilidade musical do robô consiste em derrubar bolas de aço nas teclas em uma ordem específica. As teclas são arranjadas de maneira circular e, mesmo que essa não seja a maneira mais efetiva de “robotizar” o vibrafone, os membros do Carnegie Club também queriam criar uma obra de arte única.
O vídeo abaixo mostra que o robô possui três sistemas principais: um que derruba as bolas nas teclas, outro que coleta as bolas, e finalmente, a estrutura artística do robô em si. O que é realmente legal é que o robô usa um Parafuso de Arquimedes para trazer as bolas para cima para serem utilizadas novamente. Além disso, ele é baseado em uma placa Arduino, o que lhe dá um pouco mais de crédito geek. Para mais detalhes sobre o Vibratron e a RobOrchestra, confira o site oficial do Carnegie Mellon Robotics Club (em inglês).
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Voo de 10 segundos ? recorde mundial
Foto: Geek
Uma equipe formada por alunos e professores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, estabeleceu um recorde mundial, no in?cio de maio, ao conseguir fazer com que a aeronave Gamera levantasse voo apenas com a for?a humana.
Apesar das estat?sticas oficiais do voo ainda n?o terem sido divulgadas pela Associa??o Nacional de Aeron?utica, o site PopSci conta que a aeronave ficou cerca de 4 segundos no ar e a uma dist?ncia de 10 cent?metros do ch?o. A piloto foi a aluna Judy Wexler, que pedalando intensamente conseguiu o que nenhum outro humano havia conseguido.
Entretanto, para ganhar o pr?mio de cerca de R$ 400 mil do Desafio Sikorsky, a Gamera teria de ficar pelo menos 1 minuto no ar, al?m de atingir uma altura de pelo menos 3 metros. De qualquer forma, o que a equipe conseguiu j? foi um bom primeiro passo. O v?deo do voo pode ser visto pelo link goo.gl/b4d9X.
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É, pelo visto os robôs já poderão literalmente formar bandas ou até orquestras em um futuro não muito distante. Isto porque um robô em especial, chamado Vibraton, consegue tocar várias notas em um vibrafone (instrumento de percussão). Em outras palavras, quem precisa de um tocador de vibrafone quando temos esse maravilhoso robô que toca todas as notas corretamente graças aos seus circuitos?
O Vibratron foi criado pelo Carnegie Mellon Robotics Club após receberem uma doação de mil dólares e um vibrafone. Além disso, o robô também faz parte de um projeto maior, chamado RobOrchestra - o clube espera criar robôs que possam tocar e trabalhar juntos para criar suas próprias músicas e formarem uma banda completa.
A habilidade musical do robô consiste em derrubar bolas de aço nas teclas em uma ordem específica. As teclas são arranjadas de maneira circular e, mesmo que essa não seja a maneira mais efetiva de “robotizar” o vibrafone, os membros do Carnegie Club também queriam criar uma obra de arte única.
O vídeo abaixo mostra que o robô possui três sistemas principais: um que derruba as bolas nas teclas, outro que coleta as bolas, e finalmente, a estrutura artística do robô em si. O que é realmente legal é que o robô usa um Parafuso de Arquimedes para trazer as bolas para cima para serem utilizadas novamente. Além disso, ele é baseado em uma placa Arduino, o que lhe dá um pouco mais de crédito geek. Para mais detalhes sobre o Vibratron e a RobOrchestra, confira o site oficial do Carnegie Mellon Robotics Club (em inglês).
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É, pelo visto os robôs já poderão literalmente formar bandas ou até orquestras em um futuro não muito distante. Isto porque um robô em especial, chamado Vibraton, consegue tocar várias notas em um vibrafone (instrumento de percussão). Em outras palavras, quem precisa de um tocador de vibrafone quando temos esse maravilhoso robô que toca todas as notas corretamente graças aos seus circuitos?
O Vibratron foi criado pelo Carnegie Mellon Robotics Club após receberem uma doação de mil dólares e um vibrafone. Além disso, o robô também faz parte de um projeto maior, chamado RobOrchestra - o clube espera criar robôs que possam tocar e trabalhar juntos para criar suas próprias músicas e formarem uma banda completa.
A habilidade musical do robô consiste em derrubar bolas de aço nas teclas em uma ordem específica. As teclas são arranjadas de maneira circular e, mesmo que essa não seja a maneira mais efetiva de “robotizar” o vibrafone, os membros do Carnegie Club também queriam criar uma obra de arte única.
O vídeo abaixo mostra que o robô possui três sistemas principais: um que derruba as bolas nas teclas, outro que coleta as bolas, e finalmente, a estrutura artística do robô em si. O que é realmente legal é que o robô usa um Parafuso de Arquimedes para trazer as bolas para cima para serem utilizadas novamente. Além disso, ele é baseado em uma placa Arduino, o que lhe dá um pouco mais de crédito geek. Para mais detalhes sobre o Vibratron e a RobOrchestra, confira o site oficial do Carnegie Mellon Robotics Club (em inglês).
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