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6 coisas que você precisa saber antes de comprar um iPad 2

De olho em um iPad 2? O tablet da Apple, lançado no dia 11/3 nos Estados Unidos, chega a mais 25 países no dia 25/3. Se você vai viajar para o exterior, ou pensa em investir seu rico dinheirinho em um dos anúncios de sites como mercado livre, que já oferecem o produto no Brasil antes do lançamento oficial (ainda sem previsão), vale conferir nossas dicas, que podem evitar uma compra errada ou gastos desnecessários.

Posso comprar o  modelo 3G?
Para quem ainda não sabe, há modelos do iPad 2 apenas com Wi-Fi e com Wi-Fi + 3G. Se você optar pelo segundo, que oferece maior mobilidade para quem quer navegar na Internet com o equipamento, fique atento à tecnologia que ele utiliza, pois há modelos CDMA e GSM, de acordo com a operadora. Nos Estados Unidos, por exemplo, os modelos da Verizon são CDMA, não sendo adequados para o uso no Brasil. Ou seja, compre a versão GSM, tecnologia utilizada pela maioria das operadoras no País.  A dica também vale para quem for comprar o produto de pessoas em sites como o Mercado Livre.

Qual modelo vale mais a pena? Só Wi-Fi ou Wi-Fi + 3G?
Se você tem um smartphone, como o iPhone, saiba que é possível compartilhar a conexão 3G do celular com o iPad, mesmo sem  fazer jailbreak. Nesse caso, você pode muito bem comprar o modelo com Wi-Fi, e economizar 130 dólares.

Tem garantia no Brasil?
A Apple oferece garantia mundial de seus produtos, mas ela só passa a valer para o Brasil assim que a versão correspondente é lançada no País. Ou seja, enquanto o iPad 2 não for lançado oficialmente por aqui, não adianta levar o equipamento com defeito em uma assistência técnica local – tenha ele sido comprado nos EUA ou no Brasil, em um site de leilão, por exemplo. 

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iPad 2: garantia mundial só vale no Brasil quando o produto for lançado por aqui


Vou ter que pagar imposto de importação??
A Instrução Normativa 1.059, que estabelece as novas regras para quem traz bagagem do exterior,  permite trazer itens eletrônicos do exterior sem a necessidade de pagamento de tributos. Porém,  ela não de aplica a gadgets como notebooks e tablets, entre outros.  Quem trouxer o equipamento estará sujeito à norma que estabelece o pagamento de imposto para valores acima de 500 dólares. 

Em qual país é mais barato?
O valor mais em conta é cobrado nos Estados Unidos (a partir de 499 dólares).

Quanto vai custar por aqui? Vale esperar?
No Brasil, o preço ainda não foi definido, mas, como a nova versão chegou às lojas nos Estados Unidos pelo mesmo preço que era cobrado pela primeira (a partir de 499 dólares), é possível que o iPad 2 custe o mesmo que custava o 1 no mercado brasileiro (a partir de 1.649 reais). Na Internet, já há anúncios oferecendo o equipamento no mercado brasileiro por preços  a partir de 1.800 reais. Vale lembrar que o primeiro iPad vendido oficialmente no Brasil liderou nosso "ranking do iPad mais caro".

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Dicas: Seis coisas que podem atrapalhar a sua rede Wi-Fi

Sua rede Wi-Fi doméstica parece lenta? Um estudo recente da empresa inglesa Epitiro, especializada na análise de redes de banda larga, mostra que os consumidores perdem em média 30% da largura de banda oferecida por seus aparelhos quando usam uma conexão sem fios em casa.

Por que a lentidão? Você já deve ter ouvido falar que eletrônicos domésticos, incluindo fornos de microondas, babás eletrônicas e telefones sem fio afetam o desempenho das redes. Para separar os fatos da ficção fizemos uma pesquisa e consultamos um especialista no assunto: Nandan Kalle, gerente da unidade de produtos de rede da fabricante de roteadores Belkin. Veja o que ele tem a dizer sobre as principais causas de problemas.

1. O inimigo número um são as redes Wi-Fi de seus vizinhos
“Eu diria que atualmente as maiores fontes de interferência para a maioria das pessoas são as redes Wi-Fi dos vizinhos”, diz Kalle. O problem é que a maior parte do equipamento Wi-Fi opera em uma “congestionada” faixa de frequência de 2.4 GHz. “Há basicamente três canais que não se sobrepõem. Eu sempre os descrevo como uma rodovia de três pistas que é muito, muito movimentada”, completa.

Se você usa um roteador na frequência de 2.4 GHz (ou seja, qualquer roteador Wi-Fi no padrão “b” ou “n”). em uma área densamente povoada, as redes dos vizinhos podem interferir com a sua, prejudicando o desempenho e limitando seu alcance.

A solução: compre um roteador capaz de operar nos padrões 802.11g (2.4 GHz) e 802.11n (5 GHz). A frequência de 2.4 GHz é necessária para suportar aparelhos Wi-Fi mais antigos, enquanto a de 5 GHz é “quase como uma rodovia de 11 pistas da qual ninguém ainda ouviu falar”, diz Kalle. “Há muito menos congestionamento”.

Novos aparelhos Wi-Fi, incluindo tablets como o Apple iPad e o Motorola Xoom, TVs com Wi-Fi integrado, videogames e notebooks, especialmente os voltados ao mercado corporativo, são todos dual-band. “Todos funcionam na frequência de 5 GHz e podem tirar proveito da rodovia vazia, o que realmente ajuda”, diz Kalle.

É importante comprar um roteador que suporte as duas frequências simultâneamente. Alguns modelos “dual-band” mais antigos só permitem uma frequência de cada vez, o que é um problema se você tiver aparelhos mais antigos em casa, já que para usá-los terá que deixar o roteador em 2.4 GHz e não terá nenhum benefício do modo de 5 GHz.

Na hora de comprar um novo roteador procure por modelos dual-band 802.11n MIMO, geralmente identificados com o termo “N600”. O N se refere ao 802.11n, um padrão internacional para redes sem fio aprovado em 2009 que opera a 5 GHz. Já a tecnologia MIMO (Multiple Input, Multiple Output, ou “Entradas e Saídas Múltiplas”) aumenta o alcance da rede através do uso de múltiplas antenas para enviar e receber dados. E o “600” se refere a dois canais de dados, cada um transmitindo a 300 Megabits por segundo.

2. Eletrônicos domésticos
Será que seu microondas, telefone sem fio ou babá eletrônica estão sabotando seus downloads? Talvez.

A maioria dos problemas com telefones sem fio e fornos de microondas envolve produtos que operam na frequência de 2.4 GHz. A maioria das babás eletrônicas opera a 900 Mhz e não irá interferir com o Wi-Fi. Entretanto, alguns modelos operam a 2.4 GHz, o que pode interferir com redes 802.11g ou 802.11n de canal único.

A solução: ao comprar uma babá eletrônica, procure modelos que operem na faixa de 900 Mhz. O mesmo vale para telefones sem fio: modelos mais recentes operam na faixa de 1.9 GHz, e não irão interferir nas frequências de 2.4 ou 5.8 GHz.

3. Dispositivos Bluetooth
Dispositivos Bluetooth mais antigos interferiam em redes Wi-Fi, mas isso é passado. “Nos últimos anos os fabricantes de aparelhos Bluetooth e Wi-Fi implementaram técnicas específicas para minimizar a interferência”, diz Kalle.

A solução: “a maioria das pessoas troca seus celulares a cada dois anos, então a não ser que você tenha um celular com Bluetooth ou headset Bluetooth muito antigo, é improvável que ele vá interferir com sua rede Wi-Fi”, afirma.

4. Humanos
Se você se lembra das aulas de ciência, deve saber que o corpo humano é composto em sua maioria por água, entre 45 e 75 por cento dependendo de sua idade e porte físico. E a água também pode prejudicar o desempenho de uma rede Wi-Fi.

“Digamos que você está dando uma festa e a sala está lotada. Tantas pessoas juntas podem reduzir a intensidade do sinal Wi-Fi, mas este é um caso extremo”, diz Kalle. “Quando estamos fazendo testes de Wi-Fi no laboratório e queremos resultados muito precisos, temos que tomar cuidado para não ficar em frente à antena, porque isso modifica visivelmente os resultados”, adiciona.

A umidade também pode afetar o desempenho de redes Wi-Fi, mas não o suficiente para que o usuário comum note a diferença.

A solução: relaxe. Não se preocupe com a umidade e com as pessoas. Afinal, não dá para controlar o clima, e não é recomendável ser antisocial só para garantir um melhor desempenho na rede.

5. Ajustes de segurança
Em alguns roteadores mais baratos, segurança mais forte pode afetar moderadamente o desempenho. Entretanto, isto não significa que você deve desligar a segurança completamente, ou usar segurança mais fraca.

Nos últmos anos, os protocolos WPA (Wireless Protected Access) e WPA2 substituíram o mais antigo e menos seguro WEP (Wireless Encryption Protocol). Em roteadores baratos que usam WEP como padrão, mudar para WPA pode afetar um pouquinho o desempenho. Em contraste, aparelhos mais robustos tem hardware especificamente projetado para criptografia WPA e WPA2, e como resultado os protocolos de segurança mais sofisticados não devem prejudicar o desempenho da rede.

A solução: Kalle enfatiza a importância da criptografia do roteador. “Sempre ouvimos histórias sobre roubo de informações, e é tão fácil habilitar a segurança hoje em dia”, diz. Como os roteadores atuais tem segurança habilitada por padrão, os usuários não devem se preocupar em configurá-la. Mas não desabilite a criptografia, mesmo que isso possa acelerar um pouco as coisas.

6. Firmware antigo
Por que atualizar o firmware do roteador? Bem, melhorias de desempenho e ocasionalmente um ou outro novo recurso são bons motivos. “Sempre que você tiver um problema, verifique se está usando uma versão recente do firmware. Às vezes há bugs aqui e ali, e o fabricante do roteador já pode ter disponibilizado uma solução”, diz Kalle.

Mesmo quando você compra um roteador novo é uma boa idéia verificar se há versões mais novas do firmware disponíveis, afinal meses podem ter se passado entre a fabricação do aparelho e o momento em que você o comprou.

A solução: mantenha o firmware atualizado. Em aparelhos mais antigos é necessário acessar a interface de administração do roteador (geralmente através de uma página web) para buscar por atualizações. Mas o processo está ficando mais fácil. “Nossos roteadores tem um aplicativo - quase que um iTunes - que avisa quando uma versão mais recente do firmware está disponível”, diz Kalle. O usuário pode fazer a atualização simplesmente pressionando um botão.

Embora o funcionamento do seu roteador possa parecer misterioso, seguir estas dicas simples pode ajudar muito a manter sua rede Wi-Fi doméstica em perfeito funcionamento.

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10 coisas que você precisa saber antes de enviar seu arquivo para impressão em uma gráfica

Nível: Básico
Número de passos: 10

Só quem trabalha na área gráfica tem noção da preocupação necessária que um arquivo, tratado para ser impressa em uma gráfica, merece. Quem não trabalha no ramo costuma pensar que pode fazer qualquer coisa no Word, ou mesmo no Paint, e enviá-lo para impressão. Nada disso! Existem certos cuidados que sua arte final precisa ter para que o resultado - como as cores e o espaçamento - seja fiel ao que você viu na tela do computador.

Elaboramos aqui uma rotina de cuidados que uma arte-final precisa e que é bastante útil para interessados ou designers gráfico iniciantes, confira:

Escala de cores Pantone (Foto: Divulgação)Escala de cores Pantone (Foto: Divulgação)

10. Em impressos a medida utilizada é centímetros (cm) e não pixels, portanto uma arte em 500x500px não serve para impressão;

9. O padrão de cores utilizados é CMYK (Cyan, Magenta, Yellow e Black) e a tela do computador exibe RGB (Red, Green, Blue), portanto é necessário que para que se alcance a cor desejada, seja utilizada uma escala cromática como a da Pantone, que é um padrão universal de cores para impressão;

8. Existem muitos processos de impressão (ex: offset, flexografia e serigrafia), e é importante saber qual será o método adotado, pois isso impactará na finalização da sua arte;

7. Há diversos tipos de materiais em que se pode imprimir, portanto certifique-se em qual tipo de papel seu projeto será impresso, ou se utilizará algum outro tipo de material como plástico, tecido ou superfícies metálicas, pois isso também impacta na criação e finalização da arte;

6. Todas as imagens deverão estar em CMYK com resolução 300dpi, e devem ser tratadas à parte do programa onde você está criando a sua arte. Por exemplo: se você estiver fazendo um folder no Illustrator, você pode tratar as imagens no Photoshop e depois importá-las de volta para o Illustrator novamente;

Gráfica (Foto: Divulgação)Gráfica (Foto: Divulgação)

5. Evite usar degradês, blends e sombras dentro do programa no qual você está finalizando o arquivo, pois são estruturas muito complexas e elevam o tamanho do arquivo, o tempo de renderização e o tempo de impressão. Dê preferência para a aplicação de qualquer efeito gráfico e filtros dentro do software de tratamento de imagem e aplique a imagem no arquivo final como um bitmap;

4. Em vetores, utilize a menor quantidade de pontos possíveis. Muitos pontos retardam o processamento do arquivo e pode causar erros;

3. Não utilize fios com espessura hairline, pois dependendo do tipo de impressão, ela pode ficar praticamente invisível. Utilize medidas de no mínimo 0,425pts ou 0,15mm;

2. Caso seu arquivo possua uma quinta matriz (ex: matriz da faca ou verniz), é imprescindível que você coloque marcas de registro no arquivo para que elas não fiquem desalinhadas;

1. Durante da criação da sua arte, organize todos os arquivos utilizados como imagens, fontes e textos em uma mesma pasta, junto ao arquivo final, pois eles também deverão ser enviados para a gráfica juntamente com o arquivo para impressão.

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6 coisas que você precisa saber antes de comprar um iPad 2

De olho em um iPad 2? O tablet da Apple, lançado no dia 11/3 nos Estados Unidos, chega a mais 25 países no dia 25/3. Se você vai viajar para o exterior, ou pensa em investir seu rico dinheirinho em um dos anúncios de sites como mercado livre, que já oferecem o produto no Brasil antes do lançamento oficial (ainda sem previsão), vale conferir nossas dicas, que podem evitar uma compra errada ou gastos desnecessários.

Posso comprar o  modelo 3G?
Para quem ainda não sabe, há modelos do iPad 2 apenas com Wi-Fi e com Wi-Fi + 3G. Se você optar pelo segundo, que oferece maior mobilidade para quem quer navegar na Internet com o equipamento, fique atento à tecnologia que ele utiliza, pois há modelos CDMA e GSM, de acordo com a operadora. Nos Estados Unidos, por exemplo, os modelos da Verizon são CDMA, não sendo adequados para o uso no Brasil. Ou seja, compre a versão GSM, tecnologia utilizada pela maioria das operadoras no País.  A dica também vale para quem for comprar o produto de pessoas em sites como o Mercado Livre.

Qual modelo vale mais a pena? Só Wi-Fi ou Wi-Fi + 3G?
Se você tem um smartphone, como o iPhone, saiba que é possível compartilhar a conexão 3G do celular com o iPad, mesmo sem  fazer jailbreak. Nesse caso, você pode muito bem comprar o modelo com Wi-Fi, e economizar 130 dólares.

Tem garantia no Brasil?
A Apple oferece garantia mundial de seus produtos, mas ela só passa a valer para o Brasil assim que a versão correspondente é lançada no País. Ou seja, enquanto o iPad 2 não for lançado oficialmente por aqui, não adianta levar o equipamento com defeito em uma assistência técnica local – tenha ele sido comprado nos EUA ou no Brasil, em um site de leilão, por exemplo. 

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iPad 2: garantia mundial só vale no Brasil quando o produto for lançado por aqui


Vou ter que pagar imposto de importação??
A Instrução Normativa 1.059, que estabelece as novas regras para quem traz bagagem do exterior,  permite trazer itens eletrônicos do exterior sem a necessidade de pagamento de tributos. Porém,  ela não de aplica a gadgets como notebooks e tablets, entre outros.  Quem trouxer o equipamento estará sujeito à norma que estabelece o pagamento de imposto para valores acima de 500 dólares. 

Em qual país é mais barato?
O valor mais em conta é cobrado nos Estados Unidos (a partir de 499 dólares).

Quanto vai custar por aqui? Vale esperar?
No Brasil, o preço ainda não foi definido, mas, como a nova versão chegou às lojas nos Estados Unidos pelo mesmo preço que era cobrado pela primeira (a partir de 499 dólares), é possível que o iPad 2 custe o mesmo que custava o 1 no mercado brasileiro (a partir de 1.649 reais). Na Internet, já há anúncios oferecendo o equipamento no mercado brasileiro por preços  a partir de 1.800 reais. Vale lembrar que o primeiro iPad vendido oficialmente no Brasil liderou nosso "ranking do iPad mais caro".

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