PRÓVisual e trilha-sonora refeitos impressionam pela qualidade; habilidades especiais e sistema de combo adicionam profundidade ao game; boa quantidade de conteúdo pelo preçoCONTRAControles virtuais incomodam ainda mais em um game desse tipo; opção de controle simplificado limita habilidades de personagem; textos possuem erros de gramática
Fabricante: Aksys Games
Preço: US$4
O que é: Você era uma criança no final dos anos 1980 e/ou início dos 90? Se a resposta for sim, então provavelmente você lembra de “Double Dragon”, sucesso dos arcades que recebeu várias versões para consoles e computadores populares da época. Ele está entre os games side-scrolling mais amados de seu tempo, e apresentou marcas registradas do gênero como jogabilidade cooperativa e a habilidade de pegar armas que aumentavam a força para dar uma surra nos inimigos.
“Double Dragon” no iOS é uma edição completamente renovada do game, trazendo gráficos novos, história e sequências refeitas, e uma engine de jogo melhorada. Bom, é novo para a América do Norte pelo menos – é na verdade uma versão refinada do jogo originalmente lançado para o Zeebo, console portátil mais conhecido aqui na América do Sul.
Quem fez: A Aksys Games, juntamente com a Brizo Interactive and Million, atuais donos dos direitos da franquia “Double Dragon”.
O que funciona: O visual renovado está fantástico. Os personagens se movem com uma animação suave e engenhosa, tudo com muitos detalhes, e o jogo traz um visual “granulado” – mas ainda colorido e distinto – que combina com o sentimento sem-lei e pós-apocalíptico do game. A adição de habilidades especiais e um sistema de combo dá ao jogo muito mais profundidade do que você esperaria de um gênero normalmente descrito como “apertar desmiolado de botões”. Mesmo que você já tenha jogado os games antigos até cansar quando era mais jovem, essa versão para iOS irá parecer surpreendentemente nova. Apesar de não serem excepcionalmente longas, as seis fases do título oferecem uma boa quantidade de desafio e variedade de jogabilidade, e a trilha sonora refeita que toca em cada uma delas com certeza trará um pouco de nostalgia para os gamers.
O que não funciona: Todo mundo odeia controles de botões e D-pad simulados na tela, mas realmente não há como “fugir” deles em um jogo tradicional com lutas como esse. Mas isso não significa que não podemos reclamar deles. Em “Double Dragon” particularmente, a falta de precisão tátil pode ser um problema – algumas vezes você terá de se posicionar cuidadosamente para acertar inimigos em determinados planos, pegar objetos e escapar de ataques, todos os quais ficam mais difíceis do que deveriam. Uma opção de esquema de controle simplificado meio que compensa isso, mas ao usá-lo, você não terá acesso a todas as habilidades de luta de seu personagem. Há um modo cooperativo para dois jogadores, mas é apenas local. E apesar de ser uma questão menor, o texto do game possui alguns erros de gramática.
Nova versão de "Double Dragon" traz bons gráficos para o iPhoneQual o tempo de vida útil do jogo? Bastante bom para um game desse tipo. Os modos padrão do jogo oferecem opções limitadas de “continue”, então você provavelmente terá de treinar algumas vezes antes de conseguir zerar o título completamente. E também existem muitos personagens jogáveis para destravar e habilidades secretas para descobrir. “Double Dragon” possui suporte para o Game Center do iOS, por isso há muitas conquistas (achievements) para ganhar, algumas consideravelmente mais difíceis que outras. Vale lembrar que o game é compatível com iPhone, iPod Touch e iPad, e possui cerca de 40MB de tamanho.
Vale o quanto custa? Depende da sua disposição em usar controles virtuais para jogar um game que envolve muito apertar de botões. A ação de lutas em scrolling é bastante sólida, enquanto os gráficos e música refeitos são excelentes. Além disso, os vários modos e itens destraváveis te farão jogar mais e mais vezes. Mas tudo isso envolve passar aquela primeira barreira.
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PRÓVisual e trilha-sonora refeitos impressionam pela qualidade; habilidades especiais e sistema de combo adicionam profundidade ao game; boa quantidade de conteúdo pelo preçoCONTRAControles virtuais incomodam ainda mais em um game desse tipo; opção de controle simplificado limita habilidades de personagem; textos possuem erros de gramática
Fabricante: Aksys Games
Preço: US$4
O que é: Você era uma criança no final dos anos 1980 e/ou início dos 90? Se a resposta for sim, então provavelmente você lembra de “Double Dragon”, sucesso dos arcades que recebeu várias versões para consoles e computadores populares da época. Ele está entre os games side-scrolling mais amados de seu tempo, e apresentou marcas registradas do gênero como jogabilidade cooperativa e a habilidade de pegar armas que aumentavam a força para dar uma surra nos inimigos.
“Double Dragon” no iOS é uma edição completamente renovada do game, trazendo gráficos novos, história e sequências refeitas, e uma engine de jogo melhorada. Bom, é novo para a América do Norte pelo menos – é na verdade uma versão refinada do jogo originalmente lançado para o Zeebo, console portátil mais conhecido aqui na América do Sul.
Quem fez: A Aksys Games, juntamente com a Brizo Interactive and Million, atuais donos dos direitos da franquia “Double Dragon”.
O que funciona: O visual renovado está fantástico. Os personagens se movem com uma animação suave e engenhosa, tudo com muitos detalhes, e o jogo traz um visual “granulado” – mas ainda colorido e distinto – que combina com o sentimento sem-lei e pós-apocalíptico do game. A adição de habilidades especiais e um sistema de combo dá ao jogo muito mais profundidade do que você esperaria de um gênero normalmente descrito como “apertar desmiolado de botões”. Mesmo que você já tenha jogado os games antigos até cansar quando era mais jovem, essa versão para iOS irá parecer surpreendentemente nova. Apesar de não serem excepcionalmente longas, as seis fases do título oferecem uma boa quantidade de desafio e variedade de jogabilidade, e a trilha sonora refeita que toca em cada uma delas com certeza trará um pouco de nostalgia para os gamers.
O que não funciona: Todo mundo odeia controles de botões e D-pad simulados na tela, mas realmente não há como “fugir” deles em um jogo tradicional com lutas como esse. Mas isso não significa que não podemos reclamar deles. Em “Double Dragon” particularmente, a falta de precisão tátil pode ser um problema – algumas vezes você terá de se posicionar cuidadosamente para acertar inimigos em determinados planos, pegar objetos e escapar de ataques, todos os quais ficam mais difíceis do que deveriam. Uma opção de esquema de controle simplificado meio que compensa isso, mas ao usá-lo, você não terá acesso a todas as habilidades de luta de seu personagem. Há um modo cooperativo para dois jogadores, mas é apenas local. E apesar de ser uma questão menor, o texto do game possui alguns erros de gramática.
Nova versão de "Double Dragon" traz bons gráficos para o iPhoneQual o tempo de vida útil do jogo? Bastante bom para um game desse tipo. Os modos padrão do jogo oferecem opções limitadas de “continue”, então você provavelmente terá de treinar algumas vezes antes de conseguir zerar o título completamente. E também existem muitos personagens jogáveis para destravar e habilidades secretas para descobrir. “Double Dragon” possui suporte para o Game Center do iOS, por isso há muitas conquistas (achievements) para ganhar, algumas consideravelmente mais difíceis que outras. Vale lembrar que o game é compatível com iPhone, iPod Touch e iPad, e possui cerca de 40MB de tamanho.
Vale o quanto custa? Depende da sua disposição em usar controles virtuais para jogar um game que envolve muito apertar de botões. A ação de lutas em scrolling é bastante sólida, enquanto os gráficos e música refeitos são excelentes. Além disso, os vários modos e itens destraváveis te farão jogar mais e mais vezes. Mas tudo isso envolve passar aquela primeira barreira.
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Hadouken! (Foto: Robot Chicken)Todo mundo já participou de uma discussão no trabalho por causa de prazo. A animação stop-motion Frango Robô (Robot Chicken, no original) levou essa briga a um novo nível, transformando elementos do escritório em golpes de videogame.
Se isso não fosse o suficiente, tudo vira de cabeça para baixo quando Ryu (da série de games Street Fighter) se envolve na confusão.
Via Capcom Unity
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PRÓVisual e trilha-sonora refeitos impressionam pela qualidade; habilidades especiais e sistema de combo adicionam profundidade ao game; boa quantidade de conteúdo pelo preçoCONTRAControles virtuais incomodam ainda mais em um game desse tipo; opção de controle simplificado limita habilidades de personagem; textos possuem erros de gramática
Fabricante: Aksys Games
Preço: US$4
O que é: Você era uma criança no final dos anos 1980 e/ou início dos 90? Se a resposta for sim, então provavelmente você lembra de “Double Dragon”, sucesso dos arcades que recebeu várias versões para consoles e computadores populares da época. Ele está entre os games side-scrolling mais amados de seu tempo, e apresentou marcas registradas do gênero como jogabilidade cooperativa e a habilidade de pegar armas que aumentavam a força para dar uma surra nos inimigos.
“Double Dragon” no iOS é uma edição completamente renovada do game, trazendo gráficos novos, história e sequências refeitas, e uma engine de jogo melhorada. Bom, é novo para a América do Norte pelo menos – é na verdade uma versão refinada do jogo originalmente lançado para o Zeebo, console portátil mais conhecido aqui na América do Sul.
Quem fez: A Aksys Games, juntamente com a Brizo Interactive and Million, atuais donos dos direitos da franquia “Double Dragon”.
O que funciona: O visual renovado está fantástico. Os personagens se movem com uma animação suave e engenhosa, tudo com muitos detalhes, e o jogo traz um visual “granulado” – mas ainda colorido e distinto – que combina com o sentimento sem-lei e pós-apocalíptico do game. A adição de habilidades especiais e um sistema de combo dá ao jogo muito mais profundidade do que você esperaria de um gênero normalmente descrito como “apertar desmiolado de botões”. Mesmo que você já tenha jogado os games antigos até cansar quando era mais jovem, essa versão para iOS irá parecer surpreendentemente nova. Apesar de não serem excepcionalmente longas, as seis fases do título oferecem uma boa quantidade de desafio e variedade de jogabilidade, e a trilha sonora refeita que toca em cada uma delas com certeza trará um pouco de nostalgia para os gamers.
O que não funciona: Todo mundo odeia controles de botões e D-pad simulados na tela, mas realmente não há como “fugir” deles em um jogo tradicional com lutas como esse. Mas isso não significa que não podemos reclamar deles. Em “Double Dragon” particularmente, a falta de precisão tátil pode ser um problema – algumas vezes você terá de se posicionar cuidadosamente para acertar inimigos em determinados planos, pegar objetos e escapar de ataques, todos os quais ficam mais difíceis do que deveriam. Uma opção de esquema de controle simplificado meio que compensa isso, mas ao usá-lo, você não terá acesso a todas as habilidades de luta de seu personagem. Há um modo cooperativo para dois jogadores, mas é apenas local. E apesar de ser uma questão menor, o texto do game possui alguns erros de gramática.
Nova versão de "Double Dragon" traz bons gráficos para o iPhoneQual o tempo de vida útil do jogo? Bastante bom para um game desse tipo. Os modos padrão do jogo oferecem opções limitadas de “continue”, então você provavelmente terá de treinar algumas vezes antes de conseguir zerar o título completamente. E também existem muitos personagens jogáveis para destravar e habilidades secretas para descobrir. “Double Dragon” possui suporte para o Game Center do iOS, por isso há muitas conquistas (achievements) para ganhar, algumas consideravelmente mais difíceis que outras. Vale lembrar que o game é compatível com iPhone, iPod Touch e iPad, e possui cerca de 40MB de tamanho.
Vale o quanto custa? Depende da sua disposição em usar controles virtuais para jogar um game que envolve muito apertar de botões. A ação de lutas em scrolling é bastante sólida, enquanto os gráficos e música refeitos são excelentes. Além disso, os vários modos e itens destraváveis te farão jogar mais e mais vezes. Mas tudo isso envolve passar aquela primeira barreira.
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A Sony fará sua tão aguardada estreia no mercado de tablets até o fim do ano com dois modelos baseados na última versão do sistema operacional Android, da Google.
Os tablets, que são chamados provisoriamente pelos codinomes S1 e S2, serão lançados mundialmente em meados de outubro, anunciou a Sony nesta terça-feira (26/4).
A empresa não detalhou preços ou datas de lançamento, mas forneceu algumas especificações básicas e demonstrou protótipos das duas máquinas em um encontro com a imprensa, em Tóquio (Japão).

O S1 tem design plano e tela de 9,4 polegadas com resolução de 1.280 x 800 pixels. À primeira vista, parece muito com tablets concorrentes, mas visto de perto você verá que tem o formato de cunha. A parte superior do tablet é mais grossa que a parte inferior, o que o torna mais fácil de segurar, afirmou a Sony.
O S2 é um aparelho dobrável, equipado com duas telas de 5,5 polegadas, cada uma com resolução de 1.024 x 480 pixels. Ele tem um design sem pontas e é pequeno o suficiente para caber no bolso de um paletó. Na apresentação à imprensa, o vice-presidente do grupo de produtos de consumo da Sony, Kunimasa Suzuki, tirou o aparelho do bolso e o desdobrou.
Os dois tablets rodarão o Android 3.0, conhecido por “Honeycomb”, e poderão se conectar a hostpots Wi-Fi e redes de celular. A Sony está trabalhando na construção do suporte, pelos tablets, aos serviços online de áudio e vídeo Qriocity, e os usuários serão capazes de examinar e comprar livros eletrônicos (e-books).
Ambos trazem o processador Tegra 2, da Nvidia, e tem câmeras frontais e traseiras.
A Sony também incluiu um transmissor infravermelho no S1, para que possa ser utilizado no controle de gadgets domésticos, como uma TV ou um Blu-Ray player. O tablet também é compatível com o padrão de rede de eletroeletrônicos DLNA (sigla para Digital Living Network Alliance) e, por isso, pode enviar conteúdo de áudio e vídeo por uma rede Wi-Fi que pode ser reproduzido em outros aparelhos. Com a tecnologia DLNA, por exemplo, um filme poderia ser comprado no Qriocity e transmitido para uma TV compatível com DLNA (feita por qualquer fabricante) por meio do tablet.
No S2, o par de telas pode ser usado em jogos. A tela superior mostraria o jogo e a de baixo teria controles que tirariam proveito da tela sensível ao toque. O tablet será PlayStation Certified – um novo programa da Sony Computer Entertainment que leva a plataforma de games do PlayStation a outros aparelhos.
A Sony parece depositar bastante esperança no interesse dos desenvolvedors de usar as duas telas do S2 de forma inovadora. A empresa espera que, com o anúncio feito hoje, os engenheiros de software criem aplicações que ajudarão o S2 a atingir uma base de usuários acostumada com o formato do iPad.
Embora não tenha divulgado data para o lançamento, a Sony afirmou que o calendário deverá variar entre os mercados. O modo como o aparelho será vendido – combinado ou não com uma conexão 3G – também poderá variar de país para país.
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A Sony fará sua tão aguardada estreia no mercado de tablets até o fim do ano com dois modelos baseados na última versão do sistema operacional Android, da Google.
Os tablets, que são chamados provisoriamente pelos codinomes S1 e S2, serão lançados mundialmente em meados de outubro, anunciou a Sony nesta terça-feira (26/4).
A empresa não detalhou preços ou datas de lançamento, mas forneceu algumas especificações básicas e demonstrou protótipos das duas máquinas em um encontro com a imprensa, em Tóquio (Japão).

O S1 tem design plano e tela de 9,4 polegadas com resolução de 1.280 x 800 pixels. À primeira vista, parece muito com tablets concorrentes, mas visto de perto você verá que tem o formato de cunha. A parte superior do tablet é mais grossa que a parte inferior, o que o torna mais fácil de segurar, afirmou a Sony.
O S2 é um aparelho dobrável, equipado com duas telas de 5,5 polegadas, cada uma com resolução de 1.024 x 480 pixels. Ele tem um design sem pontas e é pequeno o suficiente para caber no bolso de um paletó. Na apresentação à imprensa, o vice-presidente do grupo de produtos de consumo da Sony, Kunimasa Suzuki, tirou o aparelho do bolso e o desdobrou.
Os dois tablets rodarão o Android 3.0, conhecido por “Honeycomb”, e poderão se conectar a hostpots Wi-Fi e redes de celular. A Sony está trabalhando na construção do suporte, pelos tablets, aos serviços online de áudio e vídeo Qriocity, e os usuários serão capazes de examinar e comprar livros eletrônicos (e-books).
Ambos trazem o processador Tegra 2, da Nvidia, e tem câmeras frontais e traseiras.
A Sony também incluiu um transmissor infravermelho no S1, para que possa ser utilizado no controle de gadgets domésticos, como uma TV ou um Blu-Ray player. O tablet também é compatível com o padrão de rede de eletroeletrônicos DLNA (sigla para Digital Living Network Alliance) e, por isso, pode enviar conteúdo de áudio e vídeo por uma rede Wi-Fi que pode ser reproduzido em outros aparelhos. Com a tecnologia DLNA, por exemplo, um filme poderia ser comprado no Qriocity e transmitido para uma TV compatível com DLNA (feita por qualquer fabricante) por meio do tablet.
No S2, o par de telas pode ser usado em jogos. A tela superior mostraria o jogo e a de baixo teria controles que tirariam proveito da tela sensível ao toque. O tablet será PlayStation Certified – um novo programa da Sony Computer Entertainment que leva a plataforma de games do PlayStation a outros aparelhos.
A Sony parece depositar bastante esperança no interesse dos desenvolvedors de usar as duas telas do S2 de forma inovadora. A empresa espera que, com o anúncio feito hoje, os engenheiros de software criem aplicações que ajudarão o S2 a atingir uma base de usuários acostumada com o formato do iPad.
Embora não tenha divulgado data para o lançamento, a Sony afirmou que o calendário deverá variar entre os mercados. O modo como o aparelho será vendido – combinado ou não com uma conexão 3G – também poderá variar de país para país.
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