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Asus venderá netbooks com Ubuntu

A Canonical anunciou na última quinta-feira (2/6) que sua distribuição do Linux, o Ubuntu, pela primeira vez virá pré-instalado em alguns netbooks. A iniciativa partiu da Asus, que equipará três de seus modelos com o sistema operacional.

Os modelos escolhidos foram o 1001PXD, o 1011PX e o 1015PX. Todos contarão com a versão 10.10 – que não é a mais recente. A Canonical não especificou se os aparelhos virão com a interface Remix, desenvolvida especialmente para telas menores. De acordo com a organização, eles foram configurados para que não haja nenhum problema de compatibilidade e vêm com suporte a Adobe Flash. Eles já começaram a ser distribuídos.

A empresa taiwanesa foi a pioneira no conceito de netbook. Lançou o primeiro dispositivo do tipo em 2007, tendo o Xandros – também baseado em Linux – como sistema operacional. No ano seguinte, porém, a Microsoft passou a oferecer o Windows XP para esses aparelhos, o que fez com a Asus o adotasse como plataforma principal.

Atualmente, a maior parte dos netbooks vem com Windows 7 Starter. Além da Asus, a Dell também comercializa computadores com Ubuntu pré-instalado que, em geral, são até 120 reais mais baratos que os equipados com o SO da Microsoft.

Ao fim do comunicado, a Canonical destacou que, até dezembro, outros modelos da fabricante serão lançados com sua distribuição Linux.

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Saiba como instalar o Gnome 3.0 no Ubuntu 11.04

Nível: Intermediário
Número de passos: 7

O Gnome 3.0 trouxe novidades significativas em relação às versões anteriores do ambiente gráfico. Uma das maiores mudanças foi a introdução do Gnome Shell, uma moderna e elegante interface gráfica otimizada para placas 3D e com facilidades nunca antes vistas.

Embora a última edição do sistema da Canonical tenha sido lançada após o Gnome 3, o Ubuntu 11.04 manteve o Gnome clássico como gerenciador padrão de janelas rodando sob o Unity.

A boa notícia é que é possível instalar o Gnome 3 no Ubuntu 11.04. Entretanto, o PPA ainda é experimental e pode comprometer a estabilidade do sistema, além de ser um caminho sem volta. Ciente disso, só prossiga com se estiver ciente do que está fazendo e de preferência em um computador de testes ou máquina virtual.

O TechTudo já mostrou como instalar o Gnome Shell no Ubuntu, mas dessa vez faremos o serviço completo. Vamos ensinar a instalar o conjunto Gnome 3 e Gnome Shell na última versão do Ubuntu, a 11.04 "Natty Narwhal".

Adicionando entradas ao repositório

Passo 1. Acesse o “Gerenciador de atualizações”. Se estiver executando o Unity, basta digitar o nome do aplicativo no campo de pesquisa. Caso esteja rodando o Gnome clássico, você pode encontrá-lo no menu “Sistema”, em “Administração”;

Gerenciador de atualizações (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Gerenciador de atualizações (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 2. Clique em “Configurações...” e, quando solicitado, entre com sua senha do sistema (senha root) e dê "OK";

Passo 3. Na janela que se abre, acesse a guia “Outro software” e clique no botão “Adicionar...”, no canto inferior esquerdo;

Adicionando entradas ao repositório do Ubuntu (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Adicionando entradas ao repositório do Ubuntu (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Atualizando o sistema (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Atualizando o sistema (Foto: Reprodução/Helito
Bijora)

Passo 4. Adicione as seguintes linhas (uma de cada vez):

deb http://ppa.launchpad.net/gnome3-team/gnome3/ubuntu natty main
deb-src http://ppa.launchpad.net/gnome3-team/gnome3/ubuntu natty

Passo 5. Clique em “Fechar”, e depois em “Recarregar”;

Instalando atualizações

Passo 6. Volte ao “Gerenciador de atualizações”, clique em “Verificar” e instale as atualizações necessárias. Este passo pode demorar alguns minutos dependendo da velocidade da sua conexão;

Passo 7. Para finalizar, reinicie o computador.

Pronto! Agora você pode aproveitar os recursos do Gnome 3.0 e Gnome Shell sem sair do Ubuntu.

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An�lise- Ubuntu Linux 11.04

A espera acabou. No dia 28 de abril de 2011 foi lançada a nova versão estável do Ubuntu, também conhecida como Natty Narwhal. Quem passou quase um ano aguardando as novidades na distribuição Linux mais popular dos últimos tempos pode comemorar: novidade é o que não falta.

A começar pelo ambiente gráfico, que agora possui uma interface nova e que, inicialmente, havia sido desenvolvida para netbooks. Além disso, também há novas escolhas padrão de softwares, mais integração com o serviço na nuvem da Canonical e, obviamente, muitos bugs corrigidos.

Mas vamos ao que interessa: quais são as mudanças o Ubuntu 11.04?

Antes, é necessário esclarecer uma dúvida: o ambiente gráfico do Ubuntu continua sendo o GNOME. O que saiu da distribuição foi o Gnome Shell, peça responsável pelas funções de interface com o usuário, ações como mudar o foco de uma janela ou executar aplicações, por
exemplo.

Em seu lugar, temos a Unity, uma interface desenvolvida pela equipe de desenvolvedores da Canonical Ltd. Inicialmente, o novo shell foi desenvolvido para netbooks, com o objetivo de um aproveitamento maior do espaço limitado da tela desses portáteis.

Existem diversas razões para justificar a decisão de abandonar o Gnome Shell, mas a principal é o fato de que, diferentemente de sua contraparte, a Unity continua usando o Compiz, software responsável pelos efeitos tridimensionais do desktop.

Discussões à parte, o que interessa é o fato de que a Unity muda completamente a forma de interagir com o ambiente gráfico. Para começar, as janelas dos programas perderam a barra de menus. De maneira similar à do Mac OS X, o Ubuntu 11.04 traz uma barra única, posicionada no topo da tela. As opções de menu mudam de acordo com a janela selecionada pelo usuário.

O menu principal do GNOME, como visto no Lucid Lynx e seus predecessores, foi substituído pelo dash, que acaba sendo muito mais do que um simples atalho para as principais aplicações do sistema.

Para começar, ele não possui aquela infinidade de seções de softwares. Essas divisões foram substituídas por um campo de busca em que o usuário pode pesquisar pelo programa que deseja executar. Quem não dispensa o uso do mouse ficará feliz com as opções “Internet Apps”, “Media Apps” e “More Apps”, que funcionam de maneira similar ao menu mais tradicional.

De maneira semelhante ao Dock do Mac OS X, é no launcher que ficam os ícones dos softwares em execução e também atalhos para as aplicações mais utilizadas. Note que os ícones também indicam o número de instâncias abertas por cada software e podem ser reordenados pelo usuário.

Outro item que se destaca no launcher é o que possibilita um acesso mais prático às quatro áreas de trabalho disponíveis no ambiente gráfico. Clicando sobre ele, fica mais fácil visualizar as janelas abertas no sistema e movê-las para outro desktop com o arrastar do mouse. Além disso, o botão “Aplicativos” também sugere softwares disponíveis para instalação por meio da Central de Programas do Ubuntu.

As mudanças na interface do Ubuntu não foram tão bem recebidas assim. Embora muita gente tenha aprovado as alterações, alguns acharam que a Canonical se inspirou de maneira errada no design da interface gráfica da Apple.

Dash e launcher, por exemplo, foram vistos como ótimas iniciativas, mas o fato de a Unity ter sido desenvolvida para netbooks ainda incomoda. O principal argumento é que ela funciona melhor com dispositivos portáteis e com tela sensível ao toque (touchscreen), não para desktops comuns.

Embora a crítica tenha fundamento, não dá para negar que uma melhor utilização do espaço da área de trabalho é um ponto muito positivo, seja em telas pequenas ou grandes. E quanto a isso, a Unity não desaponta.

Não é novidade o fato de que o Ubuntu é distribuído em uma versão Live CD, ou seja, que o usuário pode usar o sistema sem precisar instalá-lo no computador. Para isso, basta iniciar a máquina a partir do CD e confirmar que você gostaria de experimentar o Ubuntu antes de instalá-lo (botão “Try Ubuntu”).

Mas agora, os usuários que já possuem a distro instalada no disco rígido do PC também podem testar um software antes de instalá-lo por meio da Central de Programas do Ubuntu. A mágica fica por conta do fica por conta do QtNX, software que permite a execução do aplicativo em um servidor remoto.

Dessa forma, caso você encontre o botão “Test Drive” logo abaixo da imagem da aplicação, basta clicar sobre ele para testar o software antes de instalar. Porém, note que nem todos os programas apresentam essa opção e, principalmente, de que o pacote QtNX precisa estar instalado para que essa funcionalidade seja disponibilizada.

Também é recomendável ter uma conexão de banda larga com a internet, caso contrário o usuário enfrentará problemas de desempenho durante o test drive.

Depois da crise que assolou o projeto OpenOffice, chegou a hora do Ubuntu decidir de que lado está. E como muitos esperavam, os responsáveis pelo projeto escolheram o LibreOffice como suíte de escritório padrão. Além disso, o reprodutor de áudio padrão, Rhythmbox foi substituído pelo Banshee 2, que conta uma remodelação na interface, para causar menos estranhamento ao usuário. O servidor X.org também foi atualizado.

Os fãs do Mozilla Firefox não precisam se preocupar: a versão 4 está presente. Muitos outros aplicativos também foram atualizados.

Quem se interessa pelos aspectos de baixo nível do sistema ficará contente em saber que o kernel escolhido para o lançamento foi o 2.6.38, que além de correções de bugs, oferece mais compatibilidade com dispositivos de áudio, prevenção contra travamentos causados pela GPU, drivers atualizados, suporte para mais modelos de hardware e ao Intel IPS, e melhorias relacionadas aos sistemas de arquivo Btrfs, Ext4 e XFS.

Entre outros softwares atualizados estão as ferramentas de desenvolvimento da GNU, conhecidas como toolchain, que agora podem ser utilizadas com a versão 4.5 do GCC

Outro aspecto que chama a atenção no Ubuntu 11.04 é a simplificação de alguns pontos da distribuição. A instalação, por exemplo, apresenta menos opções e, com isso, torna o processo mais fácil para o usuário. O texto das telas também está mais simples e direto, sem termos técnicos que possam confundir quem estiver instalando o sistema.

Quanto à distribuição, há também uma redução no número de imagens ISO para download. Com o uso da interface Unity em desktop, não havia mais razão para manter em separado uma versão do Ubuntu para netbooks. Agora, o mesmo arquivo é utilizado para instalar o sistema tanto em computadores de mesa quanto em portáteis.

Os usuários só devem usar a versão de netbook para computadores com processadores ARM OMAP3 e OMAP 4. Essa versão conta com o painel 2D do Unity habilitado por padrão.

Houve também uma diminuição de despesas com o cancelamento do programa ShipIt, que distribuía gratuitamente CDs de instalação do Ubuntu pelo correio. Porém, com a popularização da banda larga, baixar um arquivo de 700 MB já não é mais tão problemático.

Outra novidade do Ubuntu 11.04 é uma integração maior com o serviço Ubuntu One, da Canonical. Para quem ainda não conhece, o usuário pode se cadastrar gratuitamente no One e obter 2 GB de espaço na nuvem para armazenar arquivos, contatos e anotações. Com o Natty Narwhal, acessar esse serviço ficou mais prático, graças ao aplicativo em destaque, no launcher.

E você? Já atualizou o seu sistema? Não se esqueça de contar para nós o que você achou do Ubuntu 11.04 e da Unity.

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Artigo: O Ubuntu 11.04 é o primeiro Linux para iniciantes?

Sempre que uma nova versão de um sistema operacional é lançada, é comum uma onda de reviews surgirem quase que instantaneamente, avaliando como o software se sai comparado a sua versão antiga, e balanceando prós e contras.

Esse certamente foi o caso do Ubuntu 11.04 da Canonical (também chamado de Natty Narwhal), que foi lançado oficialmente na semana passada. Dessa vez, no entanto, parece certo dizer que a pressão em cima da distribuição foi mais intensa do que o normal.

Para aqueles que não acompanharam o caso de perto, o Natty Narwhal é a primeira versão do Linux para desktop que usa a interface gráfica Unity como padrão – uma enorme ruptura com o tradicional uso do GNOME. A discussão também abrange outras decisões significativas a respeito do sistema operacional open-source e gratuito, como a adoção do gerenciador de janelas Compiz.

O resultado não é nada menos do que uma nova direção para o Ubuntu, conforme explicou Mark Shuttleworth, fundador da Canonical. Não é de se admirar, então, que as críticas tenham sido tão numerosas e tão pesadas.

Pegando emprestado da mobilidade
O Unity foi apresentado pela primeira vez na edição de netbook do Ubuntu 10.10, com uma interface que se baseia em muitos elementos dos sistemas operacionais de hoje. Com um design limpo e organizado, ele permite aos usuários organizarem seus PCs com aplicativos, próximo da maneira que estão acostumados a fazer com seus smartphones e tablets.

Claro que o Unity pode ser desabilitado e substituído pela interface GNOME. Ainda assim, é significante que a Canonical o tenha escolhido como a direção que quer seguir como padrão e para o futuro.

"Para o usuário do dia a dia”
“Com esse lançamento, o Ubuntu irá recrutar uma onda totalmente nova de usuários para o software livre” afirmou Jane Silber, CEO da Canonical, em um anúncio feito no release a respeito do software . “O Ubuntu 11.04 é uma forte marca a respeito do que foi alcançado a partir das tecnologias open-source para o usuário de computador do dia a dia”.

Ainda estou “fuçando” o Unity para decidir se ele é algo que quero manter. Quanto mais tempo passo com ele, mais penso que o Natty Narwhall pode ser, de fato, a primeira distribuição de Linux realmente desenvolvida para os novatos do sistema operacional, assim como sugeriu Silber. É importante frisar que não estou dizendo isso porque o Linux tem sido difícil de ser utilizado ou que, de alguma forma, foi inadequado para novos usuários no passado - distribuições de Linux, como o Ubuntu e o Linux Mint, em particular, são amigáveis há anos. No entanto, parece haver uma ideia de que, por alguma razão, o Linux é somente para geeks; o Unity, agora, promete mudar isso. 

Uma ponte sobre o abismo
Por muito tempo, os fãs de Linux não ficaram particularmente animados como Unity, o que pode ser visto em alguns dos reviews. Em casos mais extremos, há afirmações de que o Ubuntu se perdeu por causa dele. Não estou certo disso: se conquistar uma adoção mais ampla é o objetivo do Linux em geral e do Ubuntu em particular, então isso é exatamente do que eles precisavam: uma distribuição receptiva e fácil para os usuários de Windows se acostumarem. 

O Ubuntu pode nunca ter sido difícil de usar, pelo menos recentemente, porém ele sempre foi diferente do Windows, plataforma na qual a esmagadora maioria das pessoas cresceu. Ao tocar nessa nova familiaridade dos usuários com sistemas operacionais móveis, o Ubuntu encontrou uma ponte alternativa para ajudar na hora de cruzar esse abismo.

Usuários mais antigos do Linux podem escolher não ficar com o Unity, entretanto isso pode não significar tanto. Fãs de Linux, ao final, podem facilmente substituir o Unity, caso queiram; há também uma enorme variedade de distribuições. O que o Ubuntu — e provavelmente também o Linux – precisava, na verdade, era uma alternativa convincente para os usuários de WIndows, e penso que isso é exatamente o que o Natty Narwhal oferece.

O próximo desafio do Linux, ao que parece, é o marketing. Todavia, isso é assunto para outro texto.

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Artigo: O Ubuntu 11.04 é o primeiro Linux para iniciantes?

Sempre que uma nova versão de um sistema operacional é lançada, é comum uma onda de reviews surgirem quase que instantaneamente, avaliando como o software se sai comparado a sua versão antiga, e balanceando prós e contras.

Esse certamente foi o caso do Ubuntu 11.04 da Canonical (também chamado de Natty Narwhal), que foi lançado oficialmente na semana passada. Dessa vez, no entanto, parece certo dizer que a pressão em cima da distribuição foi mais intensa do que o normal.

Para aqueles que não acompanharam o caso de perto, o Natty Narwhal é a primeira versão do Linux para desktop que usa a interface gráfica Unity como padrão – uma enorme ruptura com o tradicional uso do GNOME. A discussão também abrange outras decisões significativas a respeito do sistema operacional open-source e gratuito, como a adoção do gerenciador de janelas Compiz.

O resultado não é nada menos do que uma nova direção para o Ubuntu, conforme explicou Mark Shuttleworth, fundador da Canonical. Não é de se admirar, então, que as críticas tenham sido tão numerosas e tão pesadas.

Pegando emprestado da mobilidade
O Unity foi apresentado pela primeira vez na edição de netbook do Ubuntu 10.10, com uma interface que se baseia em muitos elementos dos sistemas operacionais de hoje. Com um design limpo e organizado, ele permite aos usuários organizarem seus PCs com aplicativos, próximo da maneira que estão acostumados a fazer com seus smartphones e tablets.

Claro que o Unity pode ser desabilitado e substituído pela interface GNOME. Ainda assim, é significante que a Canonical o tenha escolhido como a direção que quer seguir como padrão e para o futuro.

"Para o usuário do dia a dia”
“Com esse lançamento, o Ubuntu irá recrutar uma onda totalmente nova de usuários para o software livre” afirmou Jane Silber, CEO da Canonical, em um anúncio feito no release a respeito do software . “O Ubuntu 11.04 é uma forte marca a respeito do que foi alcançado a partir das tecnologias open-source para o usuário de computador do dia a dia”.

Ainda estou “fuçando” o Unity para decidir se ele é algo que quero manter. Quanto mais tempo passo com ele, mais penso que o Natty Narwhall pode ser, de fato, a primeira distribuição de Linux realmente desenvolvida para os novatos do sistema operacional, assim como sugeriu Silber. É importante frisar que não estou dizendo isso porque o Linux tem sido difícil de ser utilizado ou que, de alguma forma, foi inadequado para novos usuários no passado - distribuições de Linux, como o Ubuntu e o Linux Mint, em particular, são amigáveis há anos. No entanto, parece haver uma ideia de que, por alguma razão, o Linux é somente para geeks; o Unity, agora, promete mudar isso. 

Uma ponte sobre o abismo
Por muito tempo, os fãs de Linux não ficaram particularmente animados como Unity, o que pode ser visto em alguns dos reviews. Em casos mais extremos, há afirmações de que o Ubuntu se perdeu por causa dele. Não estou certo disso: se conquistar uma adoção mais ampla é o objetivo do Linux em geral e do Ubuntu em particular, então isso é exatamente do que eles precisavam: uma distribuição receptiva e fácil para os usuários de Windows se acostumarem. 

O Ubuntu pode nunca ter sido difícil de usar, pelo menos recentemente, porém ele sempre foi diferente do Windows, plataforma na qual a esmagadora maioria das pessoas cresceu. Ao tocar nessa nova familiaridade dos usuários com sistemas operacionais móveis, o Ubuntu encontrou uma ponte alternativa para ajudar na hora de cruzar esse abismo.

Usuários mais antigos do Linux podem escolher não ficar com o Unity, entretanto isso pode não significar tanto. Fãs de Linux, ao final, podem facilmente substituir o Unity, caso queiram; há também uma enorme variedade de distribuições. O que o Ubuntu — e provavelmente também o Linux – precisava, na verdade, era uma alternativa convincente para os usuários de WIndows, e penso que isso é exatamente o que o Natty Narwhal oferece.

O próximo desafio do Linux, ao que parece, é o marketing. Todavia, isso é assunto para outro texto.

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Linux: Download do Ubuntu 11.04 já está disponível

A versão 11.04 do Ubuntu (codinome "Natty Narwhal"), uma das distribuições Linux mais populares da atualidade, já está disponível para download. O principal destaque nesta versão é uma nova interface com o usuário, batizada de Unity, que substitui o tradicional desktop das versões anteriores.

Entre os principais conceitos da Unity estão o Launcher, uma barra de atalhos similar à dock do Mac OS X que fica na lateral esquerda da tela, o Dash, um painel que permite acesso rápido a aplicativos e documentos a partir de um sistema de buscas, e os Workspaces, espaços virtuais que facilitam a organização do desktop, permitindo que os aplicativos sejam separados em grupos.

A versão do Unity utilizada no Ubuntu 11.04 é uma evolução da interface usada em netbooks no Ubuntu 10.10, lançado em outubro passado. O usuário ainda tem a opção de retornar à interface desktop das versões anteriores, batizada de “Ubuntu Classic”, se desejar.

Só há duas variantes oficiais do Ubuntu 11.04: desktop e servidor, para sistemas com processadores de 32 ou 64 Bits. A versão “netbook” foi extinta, e seus recursos incorporados à versão Desktop.

O sistema pode ser baixado gratuitamente (são cerca de 700 MB) a partir do site oficial, em www.ubuntu.com. O arquivo ISO deve ser gravado em um CD ou pendrive seguindo as instruções do site. O mesmo CD (ou pendrive) pode ser usado para experimentar o sistema antes de instalá-lo, sem a necessidade de modificar nenhum arquivo no computador. 

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Linux: Download do Ubuntu 11.04 já está disponível

A versão 11.04 do Ubuntu (codinome "Natty Narwhal"), uma das distribuições Linux mais populares da atualidade, já está disponível para download. O principal destaque nesta versão é uma nova interface com o usuário, batizada de Unity, que substitui o tradicional desktop das versões anteriores.

Entre os principais conceitos da Unity estão o Launcher, uma barra de atalhos similar à dock do Mac OS X que fica na lateral esquerda da tela, o Dash, um painel que permite acesso rápido a aplicativos e documentos a partir de um sistema de buscas, e os Workspaces, espaços virtuais que facilitam a organização do desktop, permitindo que os aplicativos sejam separados em grupos.

A versão do Unity utilizada no Ubuntu 11.04 é uma evolução da interface usada em netbooks no Ubuntu 10.10, lançado em outubro passado. O usuário ainda tem a opção de retornar à interface desktop das versões anteriores, batizada de “Ubuntu Classic”, se desejar.

Só há duas variantes oficiais do Ubuntu 11.04: desktop e servidor, para sistemas com processadores de 32 ou 64 Bits. A versão “netbook” foi extinta, e seus recursos incorporados à versão Desktop.

O sistema pode ser baixado gratuitamente (são cerca de 700 MB) a partir do site oficial, em www.ubuntu.com. O arquivo ISO deve ser gravado em um CD ou pendrive seguindo as instruções do site. O mesmo CD (ou pendrive) pode ser usado para experimentar o sistema antes de instalá-lo, sem a necessidade de modificar nenhum arquivo no computador. 

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