Dois grupos japoneses apresentaram na OFC/NFOEC 2011 (um evento para soluções em ótica, em Los Angeles) os resultados de seus testes com redes operando a mais de 100 terabits por segundo via fibra ótica. Se você já estava achando a quantidade de 50 gigabits por segundo (mesmo mal testada) algo incrível, nem é preciso comentar as possibilidades trazidas por essa tecnologia.
Quando se toma um minuto para tentar calcular o que uma velocidade como essa representa, o máximo que vem à mente é que não há qualquer dispositivo no mercado atual capaz de manter tal número. A conexão testada pela NEC Laboratories conseguiu atingir a marca de 101.7 Tbps. Por meio da fibra ótica, eles emitiram ondas de energia que foram capazes de cobrir uma distância de 165 km, mantendo a velocidade de conexão citada.
Além disso, foi necessário apenas um fio padrão (“single-mode”) para a proeza. Já a Sumitomo Electric Industries conseguiu alcançar até 109 Tbps utilizando uma fibra especial que conta com um espectro de sete setores (“seven-core fiber”) para tal. A equipe de testes conseguiu manter essa velocidade por uma distância de 16,8 km de fibra ótica.
Certamente, se esses métodos vierem a ser implementados, em breve passaremos a ter uma conexão muito além do que é possível mensurar, quando comparada com a velocidade dos dispositivos atuais.
Dois grupos japoneses apresentaram na OFC/NFOEC 2011 (um evento para soluções em ótica, em Los Angeles) os resultados de seus testes com redes operando a mais de 100 terabits por segundo via fibra ótica. Se você já estava achando a quantidade de 50 gigabits por segundo (mesmo mal testada) algo incrível, nem é preciso comentar as possibilidades trazidas por essa tecnologia.
Quando se toma um minuto para tentar calcular o que uma velocidade como essa representa, o máximo que vem à mente é que não há qualquer dispositivo no mercado atual capaz de manter tal número. A conexão testada pela NEC Laboratories conseguiu atingir a marca de 101.7 Tbps. Por meio da fibra ótica, eles emitiram ondas de energia que foram capazes de cobrir uma distância de 165 km, mantendo a velocidade de conexão citada.
Além disso, foi necessário apenas um fio padrão (“single-mode”) para a proeza. Já a Sumitomo Electric Industries conseguiu alcançar até 109 Tbps utilizando uma fibra especial que conta com um espectro de sete setores (“seven-core fiber”) para tal. A equipe de testes conseguiu manter essa velocidade por uma distância de 16,8 km de fibra ótica.
Certamente, se esses métodos vierem a ser implementados, em breve passaremos a ter uma conexão muito além do que é possível mensurar, quando comparada com a velocidade dos dispositivos atuais.
Os japoneses têm fama de sempre inventar aparatos curiosos, e a última novidade do Laboratório Kajimoto é mais um exemplo de que a criatividade japonesa não tem limites. Trata-se de um “dispositivo para comunicações dentro da boca”. Em outras palavras, um aparelho para transmitir a sensação de um beijo.
O Kiss Transmission Device tem formato de cubo e um sensor que lembra um canudo. Imagine um casal separado fisicamente por alguma razão. De um lado, um pombinho gira o sensor com a língua; do lado oposto, o outro aparelho acompanha os movimentos.
Tudo o que o dispositivo utiliza são rotações motorizadas controladas pelo computador em um sistema chamado “controle bilateral”, o que quer dizer que os comandos para virar os sensores de um lado para outro são enviados reciprocamente pelos dois apaixonados.
Se você acha que a novidade para por aí, está enganado. O Kiss Transmission Device também é capaz de gravar um beijo. Melhor dizendo: gravar os valores das informações relacionadas à posição do sensor. O dispositivo reproduz a sensação de gosto, a maneira com a qual a pessoa respira e até a umidade da língua.
Seria o Kiss Transmission Device uma solução para a saudade de casais fisicamente separados ou apenas um canudo babado preso em um cubo?